Em família



Em família.

Sempre fui mulher do meu padrasto. Na verdade, eu sempre o considerei meu pai, já que fui criada por ele. Quando minha mãe se casou com Tito, eu tinha apenas quatro anos! Onze anos depois, vivia de quatro sendo enrabada por ele.
Minha mãe teve com ele um filho, que é cinco anos mais jovem do que eu, chamado Kaíke.
Vira e mexe, meu avô Klaus nos visitava, principalmente depois que comecei a ser abusada por ele. É bem verdade que eu sempre levei vantagem nessa história, mas por ser menor, era “a vítima”.
O tempo passou e continuei com a putaria: dava pro meu namorado, era amante do padrasto, e metia de vez em quando com meu avô, pai do Tito. Kaíke entrou para o exercíto, tinha dezenove anos e estava um negócio de doido. Era um moreno tentação, de 1.90cm, cabelos negros lisos e olhos azuis. Uma verdadeira delícia. Nos imaginava cometendo o incesto.
Um dia, quase enlouqueci ao vê-lo. Estava todo arrumado pra sair, com uma calça branca e uma camisa amarela. Um arraso!
Ao voltar, escutei um barulho e percebi que ele estava completamente bêbado e o socorri. Tirei a roupa dele e o enfiei debaixo do chuveiro. Notei que tinha um belo mastro, de grosso calibre e tamanho grande. Fiquei atônita e desejei naquela hora que ele não fosse meu irmãozinho. Parece que ele entendeu meu olhar. Seu pau endureceu, ficou em riste. Me olhou fixamente com uma cara sacana e nada disse. Fiquei apreensiva o enrolei em uma tolha e o levei para a cama. Ele sorria e sinalizou para que me deitasse com ele. Me puxou com força para cima dele. O pau ainda em pé! Fingi que não entendi, pus nele um short. Kaíke me segurou as mãos e as levou até sua pica, para que eu a tocasse. Saí correndo para o meu quarto. Fique apavorada a atribui aquela atitude dele ao álcool em excesso. Deite-me e fiquei a noite toda acordada. Queria muito ter chupado e sentado naquele cacete. Se ele não estivesse tão bêbado, saberia qual era a sua intenção.
Pela manhã encontrei-o na cozinha e brinquei:
- Que porre, hein? Eh pau d’água!
- É, mas me lembro bem de tudo o que não aconteceu...
Me calei. Não sabia o que dizer.
- Hoje à noite a gente conversa, pode ser?
- Pode. Respondi gagueijando.
De madrugada, por volta de 02h, Kaíke foi ao meu quarto e direto ao assunto:
- Quero foder você. Você quer? Ele me disse. Lambeu os lábios. Alisava o pau na minha frente.
- Sim. Respondi ofegante. Kaíke me agarrou pelos cabelos e me beijou a boca ferozmente. Me mordeu os lábios, o pescoço e foi descendo, chupou meus seios e mamou meu grelo. Fiquei de quatro. Kaíke começou a me lamber, enfiou a língua vagarosamente na minha bocetinha, até o fundo dela. Fiquei arrepiada. Levou a língua da minha xana até meu cuzinho, que já piscava de tanto tesão.
-Esta gostoso? Que bocetinha quente!
- Sim, hum...respondi.
- Me chupa! Me chupa! Chupei deliciosamente seu pau.
Kaíke tinha o caralho de um cavalo. Grosso, cheio de veias e enorme.
- Eu não vou agüentar mais, mete...mete – eu disse. Ele sorriu e atendeu o meu pedido: enfiou, de uma só vez 28 cm de vara. Como era gostoso e grosso!
- Aieeeeeeeeeeee! Sussurrei.
Kaíke apenas sorriu e continuou me massacrando. Levei maravilhosas e pujantes estocadas. Suas bolas batiam em mim, em um alucinado entra e sai. Senti, em um determinado momento, minhas pernas bambearem e que iria desmaiar. Mesmo com medo de que nossos pais nos flagrassem, gemia , subia e descia naquela vara deliciosa. Como era bom!
Queria levar no cu. Sabia que ele também queria foder ali, mas não quis pedir. Fui chegando a bundinha pra trás e balançando em sua frente. Kaíke enlouqueceu e me empalou.
- Ai...ai...ai. Tá doendo! Ai...Seu pau é imenso!
Kaíke sorria enquanto seu pau entrava e saia de mim. Como socava fundo: “-Ô rabinho GOSTOSO. Que buraco macio... que delícia de cu... ”ele dizia.
Enquanto fodia meu cu, seu dedo escorregou para dentro de minha xota. Entrava e saia em uma deliciosa siririca.
- Vou gozar. Vou gozar, sussurrei!
- Vou gozar na sua bocetinha, maninha!
Gozamos abundantemente. Um jato forte e muito quente inundou minha xana e meu cuzinho. Quis gritar, mas não podia. Sai dali, entrei correndo no meu quarto, nua em pêlo e ele ficou no seu, em êxtase, de pau amolecido, sem uma gotinha de porra, já que estava toda ela dentro de mim. Transamos várias vezes, por um bom tempo.

                                


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Comentários


gatoreno Comentou em 16/02/2012

q delícia de conto amiga vc parece ser muito gostosa adoraria ser da família tbm bjs

kotxiri Comentou em 13/12/2011

adorei seu conto!! sua vida deve ser bem excitante!!! adoraria tc com vc e te contar tbm meus relatos posso?




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Ficha do conto

Foto Perfil xana bauer
xanabauer

Nome do conto:
Em família

Codigo do conto:
11338

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
26/01/2011

Quant.de Votos:
5

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