PRIMEIRA TRANSA A 3 DO CASAL



Olá, meu nome é Paulo e da minha esposa Júlia. Somos um jovem casal; eu tenho 32 ela 34 anos; temos peles claras, cabelos lisos, sendo que os do dela são cumpridos; ela tem seios grandes, durinhos, deliciosos. Somos casados há 4 anos e moramos no interior do Estado do Rio de Janeiro.

A Jú sempre contou que sua fantasia sexual era de transar a três, seja com mulher ou com homem. Quando transávamos ela fantasiava comigo, dizendo que enquanto eu a metia, ela chupava um pauzão bem gostoso, etc, etc.. Outra hora dizia que estava sendo chupada por uma outra mulher maravilhosa, e que ela metia a língua no seu grelo bem gostoso, etc.,etc.

Nunca levamos essa fantasia a sério, por diversos motivos que todo o casal sabe e que acredito, também passam pelo mesmo dilema de realizar ou não a fantasia do casal. Confesso que, tanto homem ou mulher, essa fantasia a três sempre foi objeto das minhas punhetas solitárias.

De uns 6 meses para cá, conhecemos um jovem casal, ela, Fabiana, com 27 anos, morena alta com pele clara, cabelos cumpridos, seios pequenos, mas em compensação uma bunda grande e durinha, estilo “violão”, ou seja, a bunda destoava da finura do seu corpo.

A Fabiana ficou muito amiga da Júlia. Não se desgrudavam. Saímos quase todo o fim de semana. Quando não saíamos, eles nos visitavam e acabávamos bêbados. Nunca saíamos disso.

Esse casal acabou se separando e como a amizade delas era mais intensa do que a nossa, dos homens, permanecemos em contato com a Fabiana, com quem continuávamos saindo quase todo o fim de semana.

Agora, solteira, eu a via sendo paquerada, seduzindo outros homens, se roçando neles, enfim, aquilo tudo me deixava muito excitado. Certo dia, ao sairmos de uma boate, ela pediu carona para um “amigo”. Quando eles entraram no meu carro, na parte de trás, vi os dois quase transando, o que deixou eu e a Jú excitadíssimos. O cara chegou a meter dois dedos na buceta da Fabiana. Uma delícia! Nessa mesma noite, nem bem chegamos em casa, na própria garagem do nosso prédio, eu e a Jú transamos loucamente...

Num desses dias, eu tive que ficar ausente quase um sábado inteiro, e a Júlia chamou a Fabiana para almoçar aqui em casa. Quando cheguei a noite, as duas estavam bêbadas, e só falavam sacanagem.

Não ficaram envergonhadas com a minha presença. Pelo contrário, a Fabiana me contava estórias picantes, dizendo do que gostava na hora do sexo, dos namorados que broxavam, enfim, tudo com a maior naturalidade. Isso me excitava muito.

Certa hora dessa mesma noite, eu não aguentei e perguntei para a Fabiana qual fantasia ela ainda não havia realizado. Ela disse que era de fazer orgia com casais. Era a resposta que eu queria. Foi então que perguntei para a Júlia qual era a sua fantasia. Ela não fugiu da pergunta. Disse que era de transar a três, com mais uma mulher ou homem.

Nesse momento pairou um silêncio. A Jú e a Fabiana se olhavam envolventemente... A Jú então, quebrou o silêncio, e esbrabejou para eu ir tomar banho, literalmente, a fim de esfriar “minhas ideias tortas”. Confesso que fui para o banheiro frustado, pensando no corte que ela tinha me dado. Ou seja, seria mais uma noite que nada de novo iria acontecer.

Mas não aquele dia. Ao sair do chuveiro achei estranho que a falação tinha terminado. Achei que a Fabiana tinha ido embora, provavelmente envergonhada pela situação que eu havia criado.   

Entretanto, para a minha surpresa, quando eu entro na sala, a Júlia estava só de camiseta, sem sutiã e sem a calcinha, enquanto a Fabiana estava sentada no chão, de frente para ela, de costas para mim, chupando a buceta da Jú de forma frenética, como se a quisesse engolir.

Fiquei paralisado com a cena. Tornei-me expectador, de pé, na entrada da sala. No momento seguinte, a Júlia, olhando para mim com cara de safada, abaixava a calça apertada da Fabiana, de forma que a bunda dela quase saltava da calça, de tão justa.

Foi então que vi aparecendo, devagarzinho, no ritmo da minha esposa, aquela bunda maravilhosa da Fabiana, lisa e durinha, em uma calcinha fininha de renda vermelha , que dava para ver a carne grossa de sua buceta saindo pelos lados.

A Jú chupava aquela buceta me olhando, como se fosse um sorvete que ela estivesse saboreando, deixando o menino de água na boca. Não resisti. Depois de uma se lambuzar com a chana da outra, a Jú me chamou para saborear aquela bunda roliça e buceta carnuda.

A Fabiana ficou constrangida comigo, mas a Jú a deixou a vontade, perguntando se ela sentia tesão por mim, e se ela não gostaria que eu participasse daquela orgia.

Ela respondeu dizendo que apesar de nunca se imaginar flertando comigo, me achava interessante e gostaria de ser chupada e chupar o meu pau. Sendo assim, fui logo chupar a bunda daquela mulher, depois o seu cú e por último a sua buceta carnuda. A Fabiana gemia de prazer, enquanto beijava a minha esposa na boca.

Quando eu tirei o meu pau da calça, a minha mulher disse, de forma delicada, que só queria me ver enfiar aquele pau na buceta e no cuzinho dela, Júlia. Apesar de eu ficar quase broxa, respeitei seu pedido.

Contudo, quando eu metia forte por trás na minha mulher, a Fabiana também pediu, carinhosamente, para a Jú, para sentir aquele pau que estava fazendo a amiga quase gozar, justificando que isso não representaria uma ameaça para o nosso casamento. Nesse momento, acho que a Jú ficou ainda mais excitada com o pedido da Fabiana e gozou muito, gemendo aos berros, com o meu pau duro dentro do seu cú.

Depois dessa gozada, a Júlia tirou o meu pau do seu cú, e disse que daria um tempo para se recompor e que, assim, poderíamos continuar a transar, já que eu e a Fabiana ainda não tínhamos gozado. Ou seja, ela estava assentindo com a meteção que a Fabiana havia pedido para ela.

Eu fui as nuvens. Peguei a morena de jeito, puxei para contra o meu corpo e coloquei meu pau na boca dela. Depois fiz tudo que ela mais gostava numa transa, como confessara horas antes. Coloquei ela sentada no meu pau, de modo que a minha vara entrasse no seu cú. Ou seja, ela subia e descia na minha pica, como se estivesse dançando até o chão, como já dizia a letra de um hit carioca.

Depois disso gozamos loucamente. Ela de 4, gemendo alto, dizendo para mim que eu era “gostoso”, um amigo safado, pirocudo, etc.etc. Eu tirei rapidamente meu pau da buceta dela e gozei também na cara dela. Gozei uns 3 litros (srsr), melando todo o rosto da Fabiana. Minha mulher ficou inerte vendo aquilo tudo. A Jú já tinha gozado três vezes sozinha, tocando uma boa siririca, vendo o maridão metendo gostoso na amiga.

No fim fomos tomar banho e hoje nossa amizade, infelizmente, enfriou. Minha mulher não fala comigo abertamente, mas passou a não mais chamar a Fabiana para as nossas noitadas. A Fabiana, por ainda continuar solteira, também se cansou dos locais que sempre frequentávamos.

Apesar de estarmos chateados com o desfecho dessa nossa “loucura”, estou certo que no ritmo que estávamos, de sairmos sempre juntos, bebendo na minha casa, enfim, mais cedo mais tarde esse tesão todo iria transbordar, como de fato transbordou na melhor e mais gostosa transa que tive até hoje.

Por fim, devo confessar que já transei com algumas gostosas e em locais afrodisíacos. Contudo, essa transa foi diferente, por ter sido a mais gostosa, não tanto pelas mulheres, mais porque cada um de nós saboreou cada momento da transa, ou seja, cada chupada, cada mudança de posição, de modo que todos curtiram a transa dos seus sonhos, realizando, enfim, suas fantasias sexuais.


Foi isso.


Abraços


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Comentários


voucomtudo Comentou em 27/12/2012

cara muito bom, adorei, isso é normal acontecer com um casal depois de uma transa com outra pessõa. Mas siga em frente as oportunidades aparecem..

silva e silva Comentou em 16/11/2011

oi tambem somos do ineterior do rio somos do sul fluminense quem sabe poemos fazer uma festinha diferente pense no caso e enquanto isso veja nossos relatos todos veridicos ok.abraços e boa sorte.

medicineandlove Comentou em 15/11/2011

Casaliniciante, Parabéns pelo conto! Altamente sensual. Quanto a não mais participaçáo de sua amiga Fabiana, você e a Ju não devem ficar decepcionados. Lembrem-se de Vinícius de Moraes. "Que seja infinito enquanto dure". Portanto, siga na busca da sedução e da sensualidade. Somente as fantasias materializam o prazer das " loucuras" ... Saudações libidinosas.




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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico casalrio

Nome do conto:
PRIMEIRA TRANSA A 3 DO CASAL

Codigo do conto:
14309

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
15/11/2011

Quant.de Votos:
4

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