A melhor amiga da minha mulher



Não vou dar muitos detalhes de lugares, mas posso dizer que foi agora, no domingo dia 12/08/2012.

Durante a semana recebi uma ligação em casa. Era Fabi, uma amiga de infância da minha esposa. Mãe solteira e bem safada. Alguns instantes depois, minha mulher me avisa que estamos convidados para a festa de 1 ano da filha de Fabi. Que tédio, eu pensei, mas como sua amiga é uma parada e usa umas roupas bem sensuais, achei que valia a pena ir.

Descrevendo rapidamente, ela tem 1,75 – 1,76 se bem me lembro. Loira de olhos azuis, cabelos lisos até o meio das costas, pele clara, seios e bunda médios e as pernas maravilhosas com coxas saradas. Enfim, ela tem um corpo de modelo e é de tirar o fôlego. Tem apenas 36 anos. Não vou mentir que sempre tive uma atração por ela e quando vem em casa, meço a loira de cima a baixo.

No domingo à tarde chegamos à festa e a safadinha veio nos receber. Tive que me conter para não enciumar minha mulher, pois, sua amiga estava com um vestido tipo tubinho, todo preto que mal cobria a bunda, agarrado no corpo, toda perfumada e arrumadinha. Era um convite ao pecado. Jeitinho de patricinha, coisa que eu adoro e com um perfume que eu gosto demais.

O tempo passou até rápido naquele dia e eu, quando podia, olhava aquela mulher de cima a baixo, até que nossos olhares se cruzaram. Fabi me deu sorriso safado que me desconcertou.

Eis que chega minha mulher, como sempre, bebendo do jeito que gosta. Eu tinha me sentado em lugar horrível, quase na entrada e passagem do povo. As coisas ficaram bem mais gostosas quando um casal de atrasadinhos, comuns em festas chegou. Fabi foi os receber e ficou ao meu lado. Minha mulher estava conversando com outra amiga e praticamente de costas para mim.

Eis que Fabi se curva para cumprimentar a sobrinha e quase esfrega a bunda na minha cara. Com aquele vestido curtíssimo, quase deu pra ver o fundo da calcinha. Respirei e pensei em me beliscar, afinal era só um sonho. Minha mulher entretida com a conversa e bem alegrinha nem se ligou, ainda bem. Para todas a hipóteses, eu imaginei que fosse só um incidente.

Um pouco depois, Fabi estava perto de mim, conversando com umas amigas e se abaixou para pegar algo que tinha caído ou supostamente caído no chão e mais uma vez pôs aquela bunda deliciosa na minha cara.

Eu já estava de pau duro e Fabi de costas para mim se aproximou tanto que senti suas pernas roçarem no meu braço. A estas horas eu já queria poder ela de jeito, mas ali não dava.

Mais um tempo depois, Fabi saiu do salão de festas do prédio a fim de fumar um cigarro e deixou a filha com os avós. Esperei uns segundos e disse a minha mulher que ia fumar um cigarro, pois fazia horas que eu não fumava.
Encontrei Fabi sozinha e puxei conversa, olhando ela de cima a baixo. Ela sorriu e me disse: tá gostando da festa? Respondi a ela que sim, mas que estava gostando mais da anfitriã. Fabi sorriu e antes de sair me disse como uma cara de safada: será que vc aguenta?

Ela foi ao apartamento pegar a vela do bolo que havia esquecido e eu fui atrás dela. Queria pega-la no elevador, mas com câmera não dava.

Entrei no apartamento, logo atrás de Fabi. Mal entramos, passei a chave na porta e encostei a loira na parede, beijando sua boca. Ela retribuiu e enquanto eu beijava seu pescoço, enfiei a mão entre suas pernas, que institivamente abriu um pouco mais. Sua calcinha estava molhada. Coloquei a mão por dentro da calcinha de Fabi, sua boceta estava ensopada. Comecei a masturba-la. A loira gemia dizendo que estava gostoso e começou a alisar meu pau por cima da calça jeans. Abaixei-me para chupar sua boceta lisinha e deliciosa. Escorria um mel delicioso.

Ela me pediu para parar já que o pessoal poderia dar falta de nós e foi até cozinha. Lá, abracei-a por trás e comecei a beijá-la no pescoço novamente. Ela me pedia para parar com aquilo e dizia: tua mulher tá lá embaixo... eu te quero... mas não hoje... entretanto, Fabi gemia com minha mão dentro de sua calcinha e roçava a bunda com força no meu pau. Eu dizia que a queria naquele momento.

Eis que ela se debruçou sobre a pia com a bunda empinada para mim e me chama ofegante. Vem rápido, tem que ser rápido... fode minha boceta logo. Abaixei sua calcinha até os joelhos e de uma vez penetrei aquela boceta lisinha. Estava tão molhada e lubrificada que meu pau entrou todo. Comecei a foder a boceta apertada de Fabi e ela gemia com uma putinha no meu pau. Entre uma palavra e outra e seus gemidos de patricinha, ela dizia: me sinto uma puta... Então toma minha rola sua puta. Eu a chamava de puta gostosa... que boceta gostosa e ela respondia: então fode tua puta gostosa... fode minha boceta...

Ela pedia para fode-la com força e eu respondia como ela queria, se masturbando, anunciou que ia gozar, eu me segurei ao máximo para gozar junto com ela. Urrando como uma cadela no cio, Fabi gozou no meu pau e em seguida enchi sua boceta gulosa de porra. Ela se virou de frente para mim e se abaixou, engolindo meu pau e chupou deliciosamente.

Fomos interrompidos pelo interfone. Ela sorriu e correu para atender. Seu pai a estava chamando e queria saber o porquê da demora. Antes de vestir a calcinha ela olhou para a boceta e disse: cacete, minha boceta não para de escorrer porra. Passou a mão entre as pernas e levou a boca. Lambeu tudo com cara de puta satisfeita, beijou minha boca e me disse para descer antes dela.

Foi difícil manter o rebolado, tomei algumas cervejas e minha mulher querendo saber por que demorei tanto. Ainda bem que estava alegrinha, pois não foi difícil dobra-la. Já Fabi se sentia meio incomodada com aquela porra no meio das pernas.

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Comentários


linsar Comentou em 18/08/2012

Muito bom adorei, essa colega de sua mulher e muito safadinha.




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Ficha Do conto

edusaf

Nome do conto:
A melhor amiga da minha mulher

Codigo do conto:
19152

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
15/08/2012

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