Sozinho com a enteada



O meu nome é Mário, moro no interior, eu sou divorciado, vivendo com uma linda loira, de nome Heloisa, a qual é mãe de uma linda filha de nome Marcela, que reside na capital paulista, em virtude de seus compromissos profissionais. Marcela aos fins de semana e feriados, passa com a gente no interior, apesar dos seus 25 anos, é muito apegada a sua mãe e a vida simples do interior, sentindo muito afeto por mim, que sou o seu padrasto.
Tudo começou, quando Heloisa teve que viajar com umas amigas a negócios em um final de semana prolongado, a Marcela me perguntou se não fazia questão que ela ficasse comigo naqueles dias como sempre ficava. Eu disse que não me importaria, que assim eu não ficaria sozinho. Ela já chegou na quinta feira, antes da Heloisa sair de viagem, trazendo a sua mala, despedindo da sua mãe, ficando a vontade comigo. Assistimos televisão, conversamos sobre vários assuntos, até que ela começou a falar sobre sexo, dizendo que sentia muita carência e necessidade de sexo, sendo que já havia terminado com o namorado a algum tempo, eu até fiquei pouco constrangido em continuar no assunto, por ser um assunto intimo.
Já era tarde, ela foi tomar banho, abriu a porta do banheiro enrolada em uma toalha, pedindo um sabonete, eu levei, somente aí eu percebi que Marcela era um tesão de mulher, muito bonita, loira de 1,80 de altura, deu para perceber a sua bunda arrebitada e as linda tetas, mesmo coberta com a toalha. Fomos dormir, cada um em seu quarto, mas eu não conseguia esquecer aquele monumento de mulher, que sempre havia me relacionado com o maior respeito.
No dia seguinte, logo cedo, ela me convida para irmos a piscina, que era nos fundos de minha casa, ela apareceu com um minusculo biquini, que deixava qualquer homem tarado, eu coloquei a minha sunga, entrei na água que estava uma delicia. Logo depois saímos da água, ela fez uma caipirinha para tomarmos, depois de tomarmos alguns goles, ela começou novamente falar sobre o seu namorado, sobre a sua carência, eu já estava de pau duro. Ela sentada ao meu lado, percebeu o grande volume, perguntou se ela podia passar a mão no meu cacete, perguntando ainda se podia tira-lo da sunga para ver melhor, eu disse, com uma condição, eu também quero ver como é a sua boceta. Ela não vacilou, tirou a calcinha, ficando de pé ao meu lado, somente com a parte de cima do biquini, a qual eu disse para tirar também para ver as suas lindas tetas, expondo a sua linda boceta, mostrando tudo como era, era loirinha, apenas com alguns pelinhos dourados, com o clitóris compridinho e vermelhinho, virando ainda mostrando a sua linda bunda, abrindo as pernas expondo o seu cuzinho, me deixando louco de tesão, me dizendo isto tudo é seu, comecei a beija-la loucamente, acariciar todo o seu corpo, chupando as suas tetas, que estavam durinhas de tesão. Ela estava louca de tesão, já tendo pego no meu cacete, que estava duro como uma pedra, tirou a minha sunga, ficamos os dois pelados, ela gemia de prazer, ai, ai, chupa mais, mais, mais, ela ainda passava a mão no meu cacete, ai, que cacete gostoso, como é duro, como é grosso, eu acariciava a sua linda boceta, começamos em um processo de masturbação, percebi que ela já tinha experiência, batendo uma gostosa punheta e eu tocando uma siririca para ela, até fazer ela gozar nos meus dedos. Ela disse, não podemos ficar somente com isso, pegou o meu cacete começou a chupá-lo com intensidade, eu por minha vez não poderia deixar de fazer o mesmo, iniciamos um delicioso 69, fui passando a minha lingua em seu clitóris, enfiava a língua no fundo de sua boceta, ela chupava o meu cacete, gemendo de prazer, até que fiz ela gozar na minha lingua, sugando todo aquele mel delicioso, ela gemia hum, hum.., ai, ai, mais, chupa mais, quero gozar mais, fiz ela gozar loucamente, eu também gozei em sua boca, ela engoliu toda a minha porra. Até que viramos de posição, ficamos abraçados, nos beijando, a sua boca com gosto de cacete e a minha boca ainda estava cheio de mel do seu gozo, nos beijamos deliciosamente com um longo beijo de língua, ela disse: é a primeira vez que sinto o gosto da porra da minha boceta.
Saímos da piscina, fomos tomar um banho juntinhos, fomos para o meu quarto pelados, ela pediu que a carregasse até a cama, onde tudo começou novamente, ela me disse agora será para valer, ela pediu para que eu ficasse deitado de costas, ela chupou o meu cacete como uma bezerra faminta, sentando devagar sobre ele enfiando-o todinho em sua boceta, cavalgando até gozar loucamente, ela gemia, ai, ai, ai, ai, ai, que cacete gostoso, chupa mais as minhas tetas, enfia o dedo no meu cu, vou gozari ai vou gozar outra vez, ai que gostoso, vou gozar mais uma vez, gozando várias vezes seguidas, me deixando louco para gozar naquela boceta gostosa, ela veio por cima da minha boca, pedindo que chupasse a sua boceta até ela gozar novamente, ela jorrou todo o delicioso mel vaginal na minha boca. Eu perguntei a ela se podia gozar dentro, ela me disse que tomava anticoncepcional por recomendação médica, aí chegou a minha vez, viramos de posição, ela ficou por baixo, gozei dentro daquela bocetinha apertadinha que sugou toda a minha porra. Descansamos um pouco para recuperarmos a energias, começamos tudo novamente, ela ficou de quatro, expondo o seu cuzinho apertadinho, o qual comecei a lamber, enfiar a minha língua, deixando-a louca de tesão, peguei um creme da gaveta, lubrifiquei o seu anelzinho, enfiando o meu cacete, fazendo ela gemer de prazer, ainda gozei naquele cuzinho apertadinho e delicioso, ela ficou tocando uma siririca até gozar. Assim ficamos juntos até que a Heloisa voltou de viagem, tendo repetido esta aventura várias vezes, conseguimos disfarçar, como se nada tivesse acontecido, mas a Marcela me disse que gostava de aventuras, portanto com homens que ela confiava e gostoso como o seu padastro, várias vezes inventamos histórias para Heloisa para sairmos juntos, indo a um Motel, repetindo as aventuras sexuais.

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Ficha Do conto

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Nome do conto:
Sozinho com a enteada

Codigo do conto:
2312

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
20/04/2004

Quant.de Votos:
2

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0