Vida Nova X – Minha afilhada



Amigos, desculpem a demora mas tivemos algumas novidades, Edna engravidou e Marcela arrumou um namorado mais esperto mas guardo o cuzinho só pra mim. As coisas aqui estavam entrando nos eixos quando recebo uma ligação de um primo, de quem sou padrinho da filha mais nova, a Rafaela, e ele me pediu para hospeda-la por um mês enquanto ela fazia um curso aqui na cidade. De pronto aceitei, já que a Rafa falava comigo o tempo todo no face e com 17 aninhos, era uma linda menina, bem inocente mesmo. Uma das fases mais duras foi quando da minha separação, ela não se conformava que eu a madrinha dela não estávamos mais juntos, e me deu trabalho para faze-la entender isso. Sempre que conversávamos ela tocava no assunto, e o dia que fui busca-la na rodoviária levei um susto, ela tinha crescido bastante, era magrinha e tinha seios pequenos. Ela toda menina pulou no meus ombros me beijando o rosto toda eufórica. Naquela tarde mesmo passamos no curso e ela acertou os últimos detalhes e fomos para o meu apartamento. Marcela a recebeu de forma até fria e levou uma chamada por isso, mas reclamou pra mim: essa caipira vem aqui e zoa a nossa festa! Nos primeiros dias Edna ficou apreensiva com Marcela, tanto que sempre que a Rafa saia para o curso nós três brincávamos com pressa e elas estavam chateadas com isso, mas fui levando. Uma noite de chuva a energia acabou e quando fui tomar uma agua e Rafa estava olhando o mar pela janela, e ela estava com um vestido leve, e vi pela luz da lua as suas pernas finas, sua bundinha pequena e arrebitada pela forma que olhava para fora, e quando cheguei do seu lado para olhar também ela levou um susto e cobriu os seios, e vi que a parte de cima estava aberta, mas deu para ver aqueles peitinhos tipo pêra, lindos, com os mamilos apontando para cima. Ri do susto que ela levou e meu pau subiu na hora, ela se cobriu e ficamos de conversa um tempo e ela foi deitar. Edna ouviu barulho e veio do quarto no momento que ela saia, e muito sacana viu que meu pau estava pronto, e fazendo cara feia me empurrou no sofá e caiu de boca nele, chupava e me punhetava, e falava baixinho: pronto, vai fazer outro cabacinho né safado! Eu ria e delirava com a chupada, e para apimentar disse: vi os peitinhos dela, parecem deliciosos! E ela, tomada de tesão sentou no meu pau e passou a subir e descer, falando bobagens e logo gozou. Coloquei ela apoiada no sofá e por trás comi sua bucetinha com força, e logo inundei ela de porra. Fomos para o quarto e tomamos uma ducha fria, e quando nos secávamos a luz voltou, rimos da situação e dormimos abraçadinhos. Pela manhã Marcela passou para ir com Edna para a escola e as duas saíram cochichando algo, nem dei bola, e estava no computador quando Rafa entrou no apartamento, ela estava chateada, e me contou que o professor do curso havia sofrido um acidente e a escola ainda não tinha um substituto, então, brinquei com ela que agora teríamos todo o tempo do mundo para conversarmos, e sentamos na sala e ficamos horas falando, expliquei o que houve no meu casamento e ela chorando, encostou a cabeça no meu peito dizendo que não era justo. Almoçamos e fomos andar na praia, e voltamos para o apartamento já no fim do dia. Edna chegou logo depois e jantamos, e quando deitamos contei da conversa que tive com Rafa e naquela noite nada demais. De manhã, a mesma rotina, as meninas saindo para a escola e eu fui para o escritório, e como esqueci alguns documentos, disse que iria voltar em casa e depois iria a um cliente direto, e voltei. Entrei no apartamento e tudo quieto, fui ao meu quarto, peguei os documentos e quando passei diante do quarto de Rafa ela estava na internet com um fone de ouvido e nem percebeu a minha chegada, e ela estava lendo um conto erótico deste site, e fiquei observando que ela estava tão concentrada que seus dedos passeavam pela sua bucetinha enquanto uma mão apertava os seios, e eu ali, estático, vi a minha afilhada ter um orgasmo solitário. Sem saber o que fazer, fui saindo mas ela percebeu e não sabia se fechava a tela ou se vestia. Fui para a cozinha e ela veio desesperada pedindo desculpas, culpada ao extremo. A abracei e disse: calma menina, isso é normal, você tem vontades e isso é bom, me desculpe por entrar sem bater, mas você estava com os fones, então! Ela não me olhava nos olhos, apenas chorava. Sentei com ela no sofá e pedi que ela falasse, e ela contou que os pais eram muito radicais com isso, (isso?), e ela corada disse: isso padrinho, sexo! Fiz que entendi com a cabeça e perguntei se ela já tinha tido alguma experiência e ela disse que não, mas contou que viu o irmão transando com a namorada um dia, e dias atrás, vi o senhor e a Edna aqui na sala. Aquela revelação me fez ficar de pau mais duro ainda, pois ela me disse isso abraçada a mim, sem me olhar, mas com certeza via o volume na minha calça. Dei um beijo nela e disse que ficasse tranquila, que tomaríamos mais cuidados pois estávamos acostumados a transar dentro de casa sem definir um lugar, mas com visita foi uma mancada nossa. Ela agora ria e disse: padrinho, quando eu transar com meu namorado ele vai fazer tudo o que o sr. Fez? Eu fiquei curioso e perguntei o que exatamente, e ela disse: a padrinho, vi que ela ficou tão feliz, vocês dois pareciam se entender tão bem, até quando ela colocou o seu negocio na boca, ela sorria para o sr. Achei aquilo lindo, nem parece esses filmes que tem no computador. Perguntei se ela via muito pornô e ela disse que quando esta com vontade sim, via e brincava sozinha. Forcei e perguntei se nenhum namoradinho fez nada, e ela disse que com o namorado que ela tem lá na sua cidade, um dia estavam na garagem e eles se beijavam e ele colocou a mão dela no pinto dele, por cima da calça e estava duro, mas ficou só nisso, mesmo porque ela viajou dias depois e nem se despediu dele. A minha vontade era colocar aquela menina no meu colo e chupar aqueles peitinhos, mas pensei bem e decidi que minhas meninas iriam me ajudar nisso, então disse para a Rafa: Olha, o que vou te contar é segredo, você não pode contar a ninguém, concorda? E ela séria, fez que sim com a cabeça. Então fui até o quarto e a trouxe junto comigo, sentei ela na minha perna e abri este site, com a senha mostrei os 4 contos que postei aqui, e ela quase caiu de costas quando se deu conta do que era, do que se tratava aquilo. Me olhava assustada e disse que achava que esses contos fossem todos inventados, e durante o seu choque seus seios ficaram expostos, e com carinho, beijei cada um deles enquanto ela lia os contos e suspirava, e para dar mais tesão ainda, passeava com os dedos pela bucetinha com a calcinha afastada, e ela gemia e lia, até que abraçou minha cabeça e teve um delicioso orgasmo nos meus dedos. Beijei sua boca com carinho e disse pra ela: quer brincar com a gente mais tarde? E ela sem pensar disse que sim! Então disse que tinha que sair, mas que ela ficasse pronta para a noite, e faríamos a nossa festa. Sai e na hora do almoço liguei para Marcela, pedi que ela fosse para o meu apartamento com a Edna mais tarde, e ela me disse: Porra tio, vai comer a caipirinha também? Eu nem respondi, desliguei e fiquei só imaginando como faria. A noite, cheguei e elas estavam cada um num canto do apartamento, então tomei meu banho e vim de bermuda para a sala, Marcela me fuzilava com os olhos, e quando me aproximei dela ela brava fez que ia embora, peguei ela pelo braço e beijei sua boca, enquanto passeava pelo seu corpo com as mãos, ela mais dócil me olhou e disse: tio, você é muito safado, vai fazer uma harém daqui a pouco! E eu perguntei no seu ouvido: e quem vai ser a minha putinha preferida? Isso fez com que suas pernas tremessem, e me beijando na boca disse que era ela! Olhei e Edna estava parada já imaginando o que iria rolar, e Rafa com um olhar assustado. Sentei no sofá e disse: gente, hoje vim pra casa buscar um documento e a Rafa estava brincando sozinha vendo alguns contos, então, mostrei o nosso para ela e ela quer ver a gente brincar! Sem explicara nada beijei a Edna enquanto Marcela já se despia, e Rafa ainda de longe sentou no outro sofá, de onde viu a minha sobrinha chupar meu pau enquanto eu me esbaldava nos peitos da Edna. Sentei no chão e trouxe a Marcela para ser chupada, enquanto Edna me chupava. Rafa sendo consumida por aquilo tudo passava a mão na sua bucetinha virgem, vendo Marcela ter o primeiro orgasmo da noite. Edna sem muita cerimonia sentou no meu pau e desceu até o fim, apoiando as mãos nos meus ombros me oferecendo os seios enquanto fudia sua buceta. Gemendo alto, ela gozou e caiu de lado, e sem avisar, coloquei Marcela sentada no sofá e passei a bombar na buceta dela, e ao lado, Rafa já brincava livremente com a sua buceta, com os dedinhos finos bailando de lá pra cá. Sem pedir permissão passei eu a brincar com os dedos ali, e ela me olhava assustada, mas totalmente excitada e úmida. Marcela sacando a cena e tendo outra expectadora presente gozou rápido e não parou de rebolar no meu pau até cansar. Rafa agora com meus dedos na bucetinha apertava os olhos, e quando eu fui para ela e coloquei a boca na sua buceta ela apertou o sofá com as mãos e ficou imóvel, então passei a explorar seu sexo com calma, empurrei seu corpo para o encosto e coloquei suas pernas sobre meus ombros e assim fiquei com aquela delicia de buceta só pra mim, a minha mercê, e arrancar o primeiro orgasmo era pouco, ela foi ficando mole e não tinha forças para me impedir, então continuei a chupar e mordiscar sua buceta e meus dedos já brincavam alegres nela. Com um dedo lambuzado alcancei seu cuzinho, e ela não se importou tanto, apertava o sofá com as mãos e gemia baixinho. Com dois dedos no cuzinho indo e vindo arranquei o segundo orgasmo, e a minha loucura foi a mil quando ela disse: Padrinho, pão esse pinto dentro de mim, faz igual fez com elas! Nem pensei muito, coloquei o pau na portinha e fui forçando, ela se jogou em mim me abraçando e com as unhas cravadas nas minhas costas ela gemeu: isso padrinho, me faz mulher, mete “ni” mim! Senti o hímen rompendo e não parei, fui até o fundo, e sem me importar com nada, passei a bombar, e ela ria e chorava, gemia e balbuciava algo como se estivesse entupida, e de repente me beijou de forma desesperada e gozou, mas de uma forma única, melando as pernas e o sofá, e gemendo alto e agora sorrindo me olhou nos olhos e disse: continua padrinho, estou no céu!. Coloquei aquela menina magrela de quatro e soquei fundo, não acreditava que aquela menina que há poucos instantes era virgem podia se sentir tão bem daquela forma sendo fudida assim, e incrivelmente ela gozou de novo, e novamente escorria seu gozo pelas pernas, e aquilo me dava uma vontade louca, então tirei meu pau e cai de língua nela de novo, e ela passou a falar muito alto, dizia: isso padrinho, chupa minha buceta, eu te amo, faz assim..........”. Edna, preocupada com os vizinhos, não pensou duas vezes, foi até ela e enfiou o seu seio na boca dela, e vi que teve que se segurar no sofá, pois Rafa passou a mamar com força, e totalmente no clima, agarrou o outro seio com a mão. Na minha cabeça era como se eu estivesse num lugar com o som tão alto que nada fazia sentido, até que Rafa gozou pela 3ª. vez seguida, soltando os seios da Edna e caindo de lado, quase no colo da Marcela, e olhou para ela e sorriu, fechando os olhos. Meu pau parecia que ia explodir, e minha mulher veio me salvar, me empurrou no tapete e com todo o carinho do mundo me chupou e me punhetou até receber na garganta toda a porra que eu tinha. Rafa dormiu no sofá, Edna deitou ao meu lado e Marcela deitou com a gente também, não dizíamos nada, ninguém acreditava que aquilo era possível. Rafa acordou alguns minutos depois, como se saísse de um transe, se olhou e viu que estava nua, e deu um pulo olhando para a gente assustada, e tampou os olhos de vergonha. Marcela levantou e a abraçou, e com todo carinho beijou seu rosto e ficou abraçada com ela.
Edna levantou e foi para o banho e me disse no ouvido, dá um banho nela e trás ela pra cá depois. A audácia dela com certeza era por causa da chupada que levou, ela adora ser chupada assim. Marcela foi com ela para o banho e me sentei do lado da Rafa e beijei seu rosto e disse: menina, você é fantástica, nunca vi uma mulher gozar como você! E ela com os olhos marejados disse: eu tenho vergonha disso, pareço uma vaca mijando! Eu ri alto da definição e a abracei e disse: vem tomar um banho comigo, vamos brincar mais um pouco! E ela veio e com vergonha viu as meninas se beijando no chuveiro e saindo para nos deixar entrar. Beijei sua boca e com carinho fui passando sabão nela, e senti seus mamilos endurecerem com o toque na sua pele, e beijei seu corpo até chegar na sua buceta, mas ela me pediu para parar, estava com a buceta muito inchada e dolorida, mas entrou no jogo, beijou minha boca e desceu, passando pelo meu peito chegando rapidamente ao meu pau, e como via nos filmes (me contou depois) , lambeu e enfiava a cabeça na boca, me punhetava e de novo abocanhava ele, deixando ele todo babado, e quando tomava um ar esfregava ele nos biquinhos dos seios e voltava a me chupar, até que eu já não aguentava mais e avisei que ia gozar, e ela me punhetando olhava fixo para ele, e levou o primeiro jato nos lábios, e o restando no corpo, como se estivesse se refrescando. Eu encostado na parede assisti ela lavar meu pau e com beijinhos nele me olhava sorrindo. Voltamos para a sala e Edna estava pagando o entregador de pizza. Jantamos e falamos de diversas coisas, tomamos vinho e depois de um tempo a encapetada da minha sobrinha, só de calcinha, colocou um pornô no dvd, e logo reiniciamos a sacanagem. Rafa ficou com a gente mais duas semanas, transamos quase todos os dias, e quando eu não comparecia, elas três, se entenderam de forma impressionante! Bom, é isso, espero ter outras novidades em breve pra vocês!!!!
Foto 1 do Conto erotico: Vida Nova X – Minha afilhada

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Comentários


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notório Comentou em 03/02/2014

Sensacional, excitante e gostoso de ler. As fotos são belíssimas, parabéns ! Votado !!




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Ficha do conto

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joaorei

Nome do conto:
Vida Nova X – Minha afilhada

Codigo do conto:
41775

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
25/01/2014

Quant.de Votos:
9

Quant.de Fotos:
5