ANIVERSÁRIO DA CUNHADA



Sábado passado foi o dia do aniversário da minha cunhada Sheila. Então, o Marcos, seu esposo, nos convidou para uma festinha em família, onde rolaria um churrasco regado a cerveja gelada e uísque.
Cheguei (eu, Janaina, a minha esposa e nosso filho, André) por volta das nove da manhã e já encontrei as outras irmãs da minha mulher por lá com seus respectivos esposos e crianças. Janaína é a mais velha de uma turma de quatro e Sheila, a aniversariante, é a mais nova. Todas são muito bonitas: têm pele clara, formas femininas atraentes e fartas (leia-se bumbum grande e arredondado, pernas grossas e torneadas, seios fartos e empinados, cabelos claros e lisos); mas a minha cunhadinha mais nova tem uma carinha de safada que só vendo, é o tipo da mulher que dá tesão só em vê-la andar e conversar. Tem a fala pidona, o andar maroto de quem se exibe para os tarados. Tenho a impressão de que ela chupa o Marcos todos os dias. Ela tem cara de chupona.
Bom voltando à festa. Foi ótima, os meninos brincando, as mulheres e os homens conversando e bebendo. Lá por volta das duas da tarde um a um foi deixando a casa do Marcos e da Sheila, mas eu estava muito bêbedo, não conseguia nem andar direito. Então a Janaina me levou para o quarto de hóspedes me deu um banho e me deitou na cama, dizendo-me:
—        Vou com a Larissa e o Paulo. Você fica aí, dorme e mais tarde quando acordar melhor vai pra casa.
Tentei relutar, mas acabei concordando com ela. Mal podia me colocar em pé, mesmo! Entretanto, na festa todos tinham bebido bastante, porém, apenas eu e o Marcos, dono da casa tinha ficado naquela situação. Mas o Marcos estava em casa era só subir para o seu quarto e dormir até ficar bom, já eu teria que ficar bom para poder ir para casa.
Adormeci por um bom tempo e acordei no final da tarde ainda meio tonto. Me levantei e saí do quarto com uma bruta sede, fui até a cozinha e lá me encontrei com a Sheila metida em uma camisola que permitia que fosse visto o finalzinho do seu bumbum.
—        Sheila, me dê um copo com água!
—        Mas vocês não sabem beber, não é? Só bebem pra ficar fazendo besteira! – ela tinha um ar de reclamação na voz, mas deixava que transparecesse como brincadeira.
—        Que é isso Sheila!
—        O Marcos está lá em cima. Já vomitou, já sujou o quarto e fui eu que tive que limpá-lo. Agora dorme feito uma pedra, já eu estou aqui arrumando o resto das coisas.
—        É, mas eu não vomitei nem sujei nada! – recebi o copo d’água das mãos dela e percebi que a parte da camisola que cobria os seios era semi-transparente e eu pude ver a auréola dos seios dela.
—        Rsss. Mas fica aí andando só de cuecas pela casa com esse pinto grande em tempo de sair da gaiola.
—        Droga! Desculpa, me perdoe não percebi! – larguei o copo em cima da mesa e voltei rapidamente para o quarto, ela me acompanhou rindo e falou:
—        Besteira, rapaz! O que eu tinha de ver já vi, pode ficar à vontade.
—        Não. Já vou me arrumar para ir embora.
Ela ficou pelo caminho e eu caminhei para o quarto, me troquei e saí. Na volta de cara com minha cunhada deitada no sofá assistindo televisão. Suas pernas flexionadas e um pouco afastadas permitiam ver seu sexo, pois a camisola somente chegava até seu ventre.
—        Já estou indo. – falei nervoso.
—        Fique mais um pouco.
—        Se eu ficar mais um pouco vendo você deste jeito, vou fazer uma besteira maior do que andar de cuecas pela sua casa.
—        Como o quê, por exemplo?
Ela ainda não tinha terminado de perguntar quando eu já caía de boca em suas pernas e mordia-as e chupava-as. Arranquei sua camisolinha enquanto ela só gemia como se fosse vítima e caí de boca em seus seios arredondados, baixei minha bermuda e lhe comi o cuzinho apertado, depois sua bocetinha e gozei em êxtase.
—        Já fez tudo, agora esqueça do que aconteceu e vá pra casa, pra sua Janaina.
—        Não, ainda não fiz tudo, quero que você me chupe.
—        Mas tá molinha, olhe!
—        Chupe.
Ela começou a chupar meu cacete mole e em pouco tempo ele estava feito uma tora de tão duro. Sheila grunhia feito uma cadela chupando meu pau que explodiu novamente dentro dela, daí fui embora e ela se despediu de mim dizendo.
—        Está vendo que no dia do meu aniversário eu iria ficar sem dar uma!


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico escritor

Nome do conto:
ANIVERSÁRIO DA CUNHADA

Codigo do conto:
4347

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
24/03/2005

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