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Rasgando a calcinha da mãe 2



Num quarto de uma hospedaria em Chienchaud, na França, o adolescente olha embevecido o belo rosto que está com a boca ovalada sugando sua glande com tamanha avidez que em poucos segundos ele vai ejacular como um vulcão. Parece que a bela mulher, aparentando vinte e poucos anos, mas tendo na verdade trinta e quatro, está hipnotizada pela grossa coluna muscular, enquanto sente os primeiros jatos de esperma que o adolescente lhe despeja dentro da boca.
- Aaaaaaaaah, mãezinha... mãezinha! Não pára, não pára, minha mãezinha querida!

E a mãe tenta engolir toda alma de seu filho através da ejaculação forte que lhe inunda a boca de tal maneira que ela não consegue reter o que escapa pelos cantos dos lábios.
Ela levanta os olhos azuis esverdeados e contempla a feição de êxtase e agonia que seu filho tem no rosto.
O garoto tem o tronco de sua descomunal rola sendo firmemente seguro pelas duas mãos de sua mãe, ficando assim imóvel para que ela continue com o boquete até que ele pare de contorcer o corpo juvenil de tanto espasmo.

Clarice, a jovem mãe, se tornou amante incestuosa uma semana antes quando foi encontrar Décio, o filho, no Rio de Janeiro. Fazia quase seis meses que ele estava fora de casa, estudando numa escola militar.

Muitas coisas levaram Clarice a se arriscar a ter esse amor incestuoso. Pode-se dizer que ela nunca foi aceita pela família de seu marido. Ela foi acusada de dar o golpe do baú quando engravidou e deu a luz a uma menina, aos dezesseis anos. Dois anos depois nasceu Décio.
O marido de Clarice era filho de senador e funcionário da consulado em Marbella. Ele nunca demonstrou ambição de se tornar embaixador apesar dos esforços do pai. O marido sempre achava uma desculpa e preferia ficar “sossegado e feliz” como costuma dizer.
Em suma, Clarice tinha um marido medíocre e devido a isso não lhe davam posições melhores no consulado. Eles viviam apertados financeiramente.

Com a ida de Décio para estudar no Brasil, Clarice começou a ficar angustiada pois só veria o filho a cada ano. Juntando tudo isso e a surpresa que ela teve ao ver o filho se transformando num belo homem, acabou por deixá-la vulnerável aos próprios hormônios. Também ajudou a involuntária rigidez da rolona do filho que sentiu a abraçá-lo depois de quase um ano fora. Isto tudo já foi relatado anteriormente.

Agora vamos encontrá-los passeando pelas ruas, quase deserta aquela hora ,do vilarejo. Ainda não está nevando mas o frio é intenso. De repente, Décio apressa o passo, puxando sua mãe pela mão em direção a uma cabine telefônica. Eles entram e fecham a porta. A cabine é daquelas de paredes transparentes da metade pra cima.
Neste mesmo instante um automóvel Audi segue na direção onde está a cabine telefônica onde os dois amantes incestuosos se beijam apaixonadamente.

O destino prega peças quando menos se espera. Dentro do Audi, um homem grisalho de boa aparência dirige bem devagar procurando pelo hotel que ficará. A seu lado está a jovem Dassine cochilando suavemente. Ela vem a ser a filha de Clarice!

Em cinco minutos o Audi fará uma curva a direita e ficará de frente com a cabine. Neste exato momento Décio descola os lábios da boca da mãe e seu rosto e o de Clarice ficam bem visíveis aos olhos do motorista do Audi. Em seguida, Décio vai se abaixando até ficar com o rosto colado a vulva da mãe.

Rafer, o motorista, logo adivinha o que está acontecendo.
“Caramba! A gostosa da mãe de Dassine está trepando com o próprio filho! Huumm, acho melhor a Dassine não saber disto. A reação dela pode ser imprevista e eu não quero nenhum tumulto com esse pessoal” – decide Rafer e continua dirigindo até encontrar o hotel.

Quando Clarice e o filho chegam a hospedaria a velha recepcionista os recebe com um largo sorriso e pede que ela ligue para um certo número que está escrito num pedaço de papel e chamar pelo Sr. Rafer. De início nem ela nem o filho sabem do que se trata.
Clarice vai até uma cabine onde estão os telefones e em segundos ela escuta a voz máscula de Rafer.
- Clarice, não conta pro teu filho que estou aqui. Eu vi vocês dois na cabine telefônica ainda pouco e...
- Mas...mass... o que... o que o senhor está falando!
- Escuta! Calma, calma! Está tudo bem, nada do que vi será falado algum dia. Pode ficar sossegada. Este é nosso segredo e compreendo perfeitamente certas reações da natureza humana. Se acalme, não deixe seu filho notar que esteve chorando. Está mais calma agora?
- Sim, sim... mas por que está me dizendo isso tudo?
- Porque estou com Dassine e acho que...
- Oh não! Ela também nos viu?
- Felizmente não. Estava cochilando quando passamos pela cabine telefônica. Bom, vamos ao que interessa. Como eu já tinha reservado aposentos por três dias, acho melhor vocês partirem. A conta está paga e assim que voce quiser alguém da Hertz vai levar um carro até aí. Um mensageiro já saiu daqui e está levando cinco mil euros pra voce. Vá até Paris, faça compras, coma nos melhores restaurantes e quando retornar a Marbella é só telefonar pra Hertz que eles vão pegar o carro. Aproveite e seja feliz.
- Mas... mas, por que voce está fazendo tudo isso?
- Primeiro, porque sua filhinha está comigo. Segundo, porque há casos de incestos na minha família. Terceiro, porque teu marido é um imbecil e não soube dar valor ao teu belo corpo. Quarto, porque uma mulher com a bunda como a tua tem direito a toda sorte do mundo!
- Oh! Voce é um canalha! Um canalha simpático.
- Só quero uma coisa e é uma simples resposta. Voce me responderá honestamente?
- Se for só isso, sim.
- Teu filhinho já comeu tua bundinha?
-O que? Oh!! Que pergunta é essa? Voce é um cretino!
- Responda! Voce prometeu!
- Sim! Sim!

E o telefone foi desligado abruptamente por Clarice que tem o rosto afogueado pela vergonha de ter confessado sua sodomização pelo filho.

Passou-se um mês e Décio teve que voltar ao Rio devido às provas de recuperação. Uma semana depois o consulado deu uma festa e vários empresários estavam presentes. Entre eles, Rafer e um sócio de nome Joel. Ele era moreno, na casa dos quarenta, mais alto que Rafer.
- Sr. Rafer... que bom que está aqui – cumprimentou Clarice sem muito ênfase – por acaso o Sr. Sabe de minha filha?

Rafer notou o tom irônico, mas demonstrou somente admiração pela belíssima figura de Clarice num vestido justo no busto mas que se alargava até um pouco acima dos joelhos.
- Olá, dona Clarice! Definitivamente a senhora é a mulher mais bela da festa! Já valeu a pena ter vindo até aqui! Ah, este é Joel, meu sócio.
- Como vai Sr. Joel? E então Sr. Rafer, por anda minha filhinha?

Por alguns segundos Rafer ficou mudo, admirando o belo rosto de Clarice e relembrando que apenas oito horas antes a filha dela, Dassine participou de uma suruba com ele e Joel. E que desta vez ela se deixou sodomizar com as rolas dos dois ao mesmo tempo. Foi uma dupla penetração anal!
- Dassine não quis vir porque foi convidada pra uma festa em Montecarlo.
- E, dona Clarcie, eu juraria que a senhora fosse irmã de Dassine! – elogiou Joel.
- Ah! O senhor a conheceu também?
- Sim... por favor, dona Clarice, me trate por Joel... sei que aparento ter idade de ser seu pai, mas...
- Qu´isso! O senhor no máximo poderia ser meu irmão mais velho... Já o senhor Rafer... talvez meu... avô! – e todos riem da piada.
- Que se torne realidade tudo o que a senhora me desejar, dona Clarice!
- Ora, ora! Vamos deixar de tolices e me tratem pelo nome.
- Muito bem. A propósito Clarice, será que poderíamos falar de um assunto mais sério e um pouco inconveniente pro momento. Mas, presumo que não teremos sua companhia por muito tempo, assim...
- Prossiga, Joel. Eu não vou a lugar nenhum e essas festas são um saco! Não me admira porque Dassine não veio.

Joel e Rafer explicam a Clarice que o consulado está evitando de analisar a questão dos trabalhadores ucranianos nas plataformas brasileiras. Clarice diz que nada pode fazer. Só o marido dela que tem acesso aos arquivos. Eles lhe dizem que este arquivo está na casa deles. E que eles poderiam ir lá, dar todos os carimbos necessários, deletarem do sistema e pronto. Clarice se nega. Eles dizem que lhe pagarão uma passagem de ida e volta de primeira classe pro Rio.
- Querido! Querido! Me dê sua atenção só por um minuto, por favor! Eu preciso ir em casa...
- Está bem. Mas, por quê?
- Huumm, coisa chata! Comecei a menstruar. E não trouxe nada! Eu volto logo logo.

No escritório do marido de Clarice, os dois homens fazem o que tinham que fazer enquanto ela está sentada sensualmente, com uma das pernas apoiada no encosto da poltrona. Ela já bebeu quase meia garrafa de vinho branco quando eles terminaram.
Joel num dado momento fala bem perto do ouvido de Rafer.
- Não acredito que ontem enrabamos duplamente a filha dessa beleza aí!
- Pois é. E acho que vamos enrabar ela também!
- O quê os dois menininhos estão cochichando, parecendo duas mariquinhas!?

Joel com um sorriso encantador se aproxima de Clarice. Toma-lhe o cálice das mãos e bebe o resto que tem nele. Em seguida lhe dá mão fazendo-a levantar-se.
O rosto de Clarice não esconde certa apreensão. Ao mesmo tempo sua face está ruborizada e todo seu corpo tem um leve tremor, seus pelos por todo o corpo se eriçam.

A atmosfera luxuriante não deixa dúvida a Clarice do que vai acontecer. A curiosidade aguça ainda mais a tesão que está sentindo.
“Meu Deus! Dois homens! Vou trepar com dois homens ao mesmo tempo!”

O beijo que Joel lhe dá, não foi surpresa. Mas do jeito como ela correspondeu, aí sim, que foi surpresa pra ela própria.
Rafer se encosta por trás e a beija na curva do pescoço com o ombro, ao mesmo tempo que ele lhe segura pelas ancas e pressiona o vigoroso membro entre suas nádegas. Depois ele se afasta e lentamente lhe levanta a saia revelando as grossas e compridas coxas vestidas com meias.
Clarice arqueja mesmo com a língua enrolada na de Joel. O homem por trás dela põe os polegares por dentro da calcinha e começa o processo de abaixá-las.
Com esforço, Clarice desfaz o beijo. Joel fica com os lábios procurando por sua boca mas só encontrando o alvo pescoço. Clarice suspirando alto exclama.
- Me arranca as calcinhas, Rafer! Rasga ela, seu velho tarado! Rasga, rasga!

O corpo de Clarice é sacudido enquanto Rafer vai conseguindo reduzir a vestimenta em pedaços. O ato de despedaçar as calcinhas da mãe de Dassine o deixa superexcitado e parece que aquilo agrava mais ainda a insana tesão dela.
Clarice joga os dois braços para trás, que vão se fixar em volta do pescoço de Rafer.

Joel por sua vez, demonstra todo seu imenso desejo por Clarice, rasgando a parte da frente do vestido com tal força que o sutiã também se arrebenta e os dois fabulosos seios pulam pra fora!
- Oh, meu deus! Lá foi meu Givenchi de três mil euros!
- Com esta bunda voce vai poder comprar todos os vestidos que quiser – lhe diz Rafer, beijando-a pela nuca.

Joel aspira com fervor todo o perfume vaginal que Clarice expele de tão excitada que está. Em segundos os lábios dele desliza pela lábia dela e seu clitóris é suavemente sugado.
Ela sente quando Rafer vai se abaixando por trás dela e as mãos dele vai separando as partes de sua robusta bundona.

No mesmo tempo que a língua de Joel penetra na entrada da grutinha, Rafer lhe dá a primeira dentadinha na polpa da bunda. Clarice começa a gozar intensamente à medida que a língua lhe acaricia a entrada da bocetinha e as dentadas vão aumentando, percorrendo ambas as partes inferiores de sua bundinha.

Ela se acaba de gozo no exato momento que o nariz de Rafer abre caminho entre suas nádegas e a língua dele se insere dentro de seu cusinho.
Os dois homens percebem o estremecimento por todo corpo de Clarice e o longo e alto berro de prazer que ela deixa escapar enquanto segura os cabelos com ambas as mãos.

Minutos depois, uma ofegante Clarice está deitada praticamente nua com as roupas em frangalhos. Os dois homens estão nus e com suas respectivas pirocas tão duras que parecem guerreiros com suas lanças.
Clarice pede que eles se aproximem e fique cada um de seu lado. Ajoelhada entre os dois ela inicia o boquete em Rafer enquanto acaricia o cacetão de Joel. Depois ela muda e engole a cabeçorra de Joel. Dessa vez ela fica olhando o cacete de Rafer enquanto o masturba. Isto a faz ficar mais excitada.
- Minha querida, pare por um momento. Levante-se. Venha aqui que vamos te ensinar outras maneiras de voce usar tua boquinha num pau. Teu filho vai adorar!
- Por favor! Não vamos falar de meu filho agora!

Rafer senta-se numa bergere e traz Clarice pra ficar entre as pernas dele.
-Voce sabe fazer uma “espanhola”?
- O que é isso?
- Ah, voce começa a por o cacete entre seus seios e lentamente o aperta com eles. Assim, assim... viu... asssiiimm.... é muito gostoso essa quentura dos teus seios, minha deusa!

Enquanto Clarice massageia a torona de Rafer com os seios, Joel se aproxima por trás e faz ela levantar a bunda, ou seja ela fica de quatro. Isso dificulta a “espanhola”, mas facilita que ela engula o cacete de Rafer.

Joel se agacha por trás da estupenda bunda e inicia um cuningulus que volta e meia faz Clarice perder a concentração do boquete na rola de Rafer.
- Clarissinha, minha putinha, tenta engolir mais e mais do meu cacete! Isso, tente ir sempre mais e mais fundo! Assiiiim! Mais um pouco, queridinha, mais um pouco! Isssso... mais mais... engula mais! Fique assim um pouco... só chupando, só chupando... assim, bezerrinha! Agora volte até a cabeça! Isso...chupe gostoso... assim! Ainda não! Chupe mais a bolota! AAaaaahh... voce não agüentou, né? Vai, vai então! Engula tudo, tudinho, sua vaquinha gostosa!

Clarice estava fora de si. A aveludada rola de Rafer explorando as profundezas de sua boca até a garganta e a língua de Joel varrendo desde o cusinho até a xaninha. O sufocamento que ela sentia da rola em sua boca não era doloroso, pelo contrário, lhe excitava por se sentir dominada com aquela coisa de se submeter aos instintos baixos de alguém. Ao mesmo tempo a caricia oral de Joel em suas nádegas e xaninha a faziam delirar com a aproximação do orgasmo.

Saliva escorria por entre os lábios e grossa coluna peniana. Clarice respirava ofegante e seu rosto estava lambuzado e brilhante com a baba que escorria de sua boca. Rafer gentilmente faz ela parar a sucção em seu páu e se levanta.
Joel vem tomar seu lugar e Clarice volta a usar a boca num caralho novamente. Por um momento ele faz comparações entre os dois caralhos. Pouco importa, o que vale é que volta a sentir a rigidez aveludada de penis dentro da boca e passar sua língua por toda extensão dele. E aplica todo aprendizado que teve com Rafer.

Ela sente a pressão da rombuda glande de Rafer atravessando seu anelzinho do cu. Clarice sempre se admira com a sensação de choques contínuos de prazer enquanto seu cusinho se expande com a entrada de uma rola nele. É assim com seu filho e está sendo a mesma sensação à medida que a rolona de Rafer vai lhe dilatando o tubo anal.

Agora Clarice está ligada por profundas sensações em suas extremidades. Sua xaninha arde de tanto excitamento devido ao vai e vem prazeroso da rola em seu cusinho.
- Rafer! Rafer! Faz ela ficar sentada em voce que eu quero meter nela também!
- Espera! Espera! Coloca uma camisinha! Eu não estou tomando pílula!
- Bom... o melhor jeito de não correr risco nenhum, será eu só meter no teu cusinho também!

Rafer entendeu logo o que Joel pretende. Clarice ainda não sabe o que eles estão planejando, mas ela nem se importa. Ela está bem perto de ter seu orgasmo. Basta uma leve fricção em sua xaninha e ela será feliz com duas rolas dentro si.
Por isso ela obedece o que Rafer lhe instrui e segurando o cacete dele, guia a glande para a boquinha do próprio cusinho e lentamente vai engolindo até estar sentada confortavelmente e com o cusinho cheio.

Rafer passa cada mão por baixo de cada coxa dela, deixando Clarice toda arreganhada para a penetração de Joel. A xaninha dela se estufa com a entrada da rolona e este aperto das duas rolas separada por um fina camada de tecido humano faz Clarice a ter espasmos de prazer e seu orgasmo se inicia aí. Não precisa mais de alguns segundos para que ela atinja o orgasmo e freneticamente comece a rebolar com as duas rolas dentro si.

Rafer tem segurar firmemente as coxas de Clarice para que ela não se desagregue dos dois, tamanho é seu rebolado e as contorções de seu busto, levando seus seios se chocarem um com o outro e fazer o mesmo som de quem bate palmas.

Clarice nem sente quando a rola de Joel se desloca da xaninha e vai se juntar a rola de Rafer, na entrada do cusinho. Ela ainda está delirando, mas sente a pressão que a rola de Joel faz ao lado da rola de Rafer que está dentro de seu cusinho.
Novamente a onda de choques de prazer lhe invade o corpo conforme a caralho de Joel consegue ficar paralelo com o do amigo.

Para Clarice isso é demais pela primeira vez. Ela jamais poderia supor que seu anus pudesse abrigar tão imensas rolas ao mesmo tempo.
“Meu deus, meu deus! O que eu estou me tornando! Por que sinto tanto prazer! Esses homens me farão de escrava! Eu serei uma escrava do prazer! Quanto mais eles me meterem, mais eu vou te prazer! E se isso me faltar algum dia? Oh não! Não quero nem pensar! Pelo menos esses dois vão querer me comer por um bom tempo! Aaaah, que bom, que bom!”.

Clarice telefonou pro Consulado e pediu pra alguém avisar seu marido que ela ia permanecer em casa. Pediu também que lhe dissesse que não se preocupasse, porque ela estava bem. Só estava se sentido cansada e queria dormir.

Ela entrega o telefone pra Joel que está sentado por baixo dela, e ele coloca na base. Rafer, por trás dela, lhe passa uma taça de vinho. Enquanto bebe, Clarice rebola sensualmente com as duas rolas se encostando dentro de seu cusinho.

Foto Perfil Helge

Ficha do Conto

Escritor:
Helge

Nome do conto:
Rasgando a calcinha da mãe 2

Codigo do conto:
10241

Categoria:
Traição/Corno

Data do Envio:
26/08/2010

Quant.de Votos:
6

Quant.de Fotos:
0

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Ultimos Comentários
Comentado por: rommel em: 12/06/2013
maravilhoso que mae gostosa desse conto
Comentado por: pegasus34 em: 04/06/2013
delicia de conto
Comentado por: Kire em: 09/12/2011
Foda maravilhosa! Contada por quem entende do assunto. Teu cu, Helga, sem dúvidas sentiu essas sensações, e ele merece.Desta vez eles não chuparam a buceta, estavam distraídos ou ofuscados pelo anelzinho dela?

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