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Na academia


Segunda feira, lá estava eu, em uma academia, a procura de restaurar meu corpo. Havia subido na balança na sexta feira e constatei que tinha aumentado três quilos. Três quilos! As curvas que despertaram o tesão do meu homem já davam lugar as dobras. Tinha que fazer alguma coisa.

Fui recebida por uma jovem muito bonita, magra, mas com um corpo lindo! Super simpática me apresentou a todos os professores e me mostrou os aposentos. Toda a aparelhagem era nova em folha e as aulas muito dinâmicas. Feito os exames médicos, me disse: “-faça uma aula agora, esse professor é a sensação da academia!”

Sorri amarelo e pensei “vambora lá”, fazer o que, né?A garota riu, me deu o nome das aulas e seus horários e me dirigiu até uma aula que tinha acabado de começar.

Fiquei em estado de choque! Tinha um belo rapaz, com aproximadamente um metro e noventa de altura, uns vinte e muito poucos anos, mulato, olhos verdes, cujos bíceps, tríceps e quadríceps eram de alucinar. Mexia-se como uma pipoca estourando. Pulava e gritava feito um louco. E que remelexo! Ai, ai! Lá vou eu, pensei.

No meio da aula, ele me perguntou se estava tudo bem. Sim, está. Continuei, num ritmo diferente da moçada. Uma garota linda, loira me chamou de tia e perguntou se eu estava bem. Sacudi a cabeça positivamente e continuei. Tia! Como pode ser cretina? Não sou irmã nem do teu pai e nem da tua mãe.

No fim da aula, Marcelo, ou Chelo, como era chamado se aproximou, elogiando a minha performance
– Você não se exercita há quanto tempo?
-Há uns seis meses! Em absoluto ócio...
- Por quê?
-Estava me sabotando...
- Não foi mal não! Agüentou bem a puxada, pra quem está retornando agora. O professor sorriu e deu uma piscadela de olho para mim. Fiquei feliz por estar ali naquele instante. Cantarolei don’t stop believe e saí rebolando. Nada mal pra quem está muito próximo dos quarenta, pensei...

Dormi bem e acordei animada, como há muito não me ocorria. Pus minha calça de ginástica rosa e meu top preto com rosa. Meu tênis era rosa e as meias também.   Adentrei academia. Sete horas da manhã. Escutei uns meninos falando:
-que rabo essa coroa tem. Hoje à noite tem homenagem...
Coroa é a puta que o pariu! Falei comigo mesma.

Passei pela catraca e para a minha surpresa fui recebida pelo professor Marcelo. Sorridente disse que prepararia a minha ficha com as atividades programadas para que eu pudesse emagrecer. Maravilha. Três quilos, adeus!

Chelo me fez perguntas que eram necessárias a minha preparação.

- Quantos anos têm?

- – 30!

- – 30?

- – jura?

- Meu Deus! Não te daria nem trinta!

Gargalhei. Demos início a minha preparação. Fiz os exercícios com relativa facilidade.

Durante os exercícios, me segurava para que os fizesse corretamente, sempre me tocava. Exalava um odor maravilhoso. Aquele cheiro de suor, mas de homem limpo, me enlouquecia. Não ficava próxima de um homem desde o fim do meu relacionamento com Gustavo. Ainda bem que ele era jovem, e eu senhora.

Dia dezessete cheguei tarde, saí atrasada da minha seção. Segui para a academia para fazer esteira e bicicleta. Já não dava para fazer aulas. Estavam todas no final. Malharia um pouco e em seguida, tomaria uma ducha pra poder dormir. Eram quase vinte e duas horas, quando cheguei. Fechavam às vinte e três. Faltavam dez para encerrar o expediente. Corri para o chuveiro. Saí faltava um minuto, me enxugava rapidamente com o professor gritou que estava trancando a academia, gritei que ainda estava lá e que já sairia de lá! Tchelo respondeu dizendo que me esperaria, pois era a última que lá estava. Valeu gritei!

Continuei me secando, tirei a toalha, fiquei nua em pêlo para passar creme pelo meu corpo. Fazia rapidamente, não me dei conta que ele me observava. Quando o vi, fiquei sem graça, mas não me cobri. Percebi que ele estava de pau duro. E que pau! Virei de costas e não fiz nada além de me curvar para pegar minha calcinha. Ele ficou nu e veio pra cima de mim. Começamos a nos beijar loucamente, a língua dele estava na minha garganta. Lambia-me, mordia. Segurava a minha bunda, me esfregava aquele pênis enorme. Enfiava o dedo na minha vagina, tocando meu grelo. Gemi baixinho. Ele me guiava para o banco de madeira do vestiário. Deitei-me e ele deitou por cima. Abri as pernas, fui possuída por um jumento que me rasgou! Que cacete era aquele! A cabeça era grossa, cheio de nervos e parecia que explodiria a cada estocada. Tchelo dançava o rebolation dentro de mim. Empurrava a vara tão funda! Socava, tirava o pau e o punha novamente. Um delicioso vai e vem. As bolas batiam no meu rabo. Gemia, urrava. Ele tirava e eu pedia para ele ficar dentro. Tchelo tirou a piroca chupou-me o grelo e lambeu meu cuzinho. Virou-me de costas.Eu disse não. Ele olhou meu buraco, me chamou de gostosa e perguntou-me se podia. Neguei novamente enquanto me socava a vara na minha xana. Fiquei sem ar, estava desfalecendo. De repente, a primeira cuspida na minha vulva. Ainda firme, me pôs de joelho e enfiou a pica dura na minha boca. Devorei aquele pau como há tempos não fazia. Engolia a vara, chupava a cabeça, lambia as bolas. Batia aquele caralho delicioso no meu rosto e batia punheta nele. O garoto delirava, me agarrava pelos cabelos e empurrava a pica na minha garganta. Pus-me a chupar suas bolas, dava pequenas mordidas nele. Fiz uma espanhola, esfregando seu pênis entre meus seios. Mais um jato forte saiu do corpo do meu mestre. Escorria entre meus seios e pela minha barriga. Nem chegou a amolecer. Chupei aquele pau melado, limpando com a minha língua e o menino delirou. Sentei no seu membro duro subia e descia freneticamente.

Deitei-me novamente no banco, levantando as minhas pernas. Ofereci a ele meu buraco e ele veio ocupá-lo. O professor segurou as minhas pernas no alto e meteu profundo. Alucinamos. Iniciou-se um tira e bota, com força, do jeitinho que sempre gostei. Virou-me de costas para me penetrar a vagina por trás. Em um desses vai vem, tive meu ânus arregaçado.

Gritei com sofrimento. Foi acidental e a palo seco. Pediu-me desculpas, mas continuou fodendo, não tirou. Esfregava a barriga no meu grelo, que gostoso. Apertei aquela vara dentro de mim. Ele endoidou. Pedia mais, enterra! Enterra! Gozamos juntos. Fui deliciosamente empalada por um gato de vinte e três anos.

-Que fôlego! Vamos transar assim sempre, que tal? Disse-me ele. Não vai precisar de dieta. Como você todos os dias feito um cavalo.

- boa idéia... Respondi com o rabo cheio de esperma.

Dei um banho de xota e rabinho no professor gatinho. Pus o moleque de quatro. Fui pega de surpresa, mas dei conta.

Foto Perfil Xana Bauer

Ficha do Conto

Escritor:
xanabauer

Nome do conto:
Na academia

Codigo do conto:
10697

Categoria:
Heterosexual

Data do Envio:
04/11/2010

Quant.de Votos:
7

Quant.de Fotos:
0

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Ultimos Comentários
Comentado por: Marcia Fernan em: 05/04/2013
delícia...
Comentado por: gatacasada em: 25/10/2011
muito bom ...

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