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Festa de me arrombar


Não estou acostumada a beber. Aliás, nunca bebo. Era um domingo de muito sol, fui convidada para um churrasco. Há tempos não ia a um. Era a casa de uma família amiga, Os Pereiras. Conhecia-os há pelo menos vinte anos. Vestia uma blusa tomara que caia amarela e uma saia jeans. Estava com um tamanquinho e bijus. Passei um gloss. cor de boca e fiz um rabo de cavalo.

A festa foi em um dos sítios que pertencia à família. Todos me receberam com alegria. Também fiquei feliz de estar lá. Disseram que eu estava muito bonita. Agradeci. Tinha uma roda de samba maravilhosa. Comecei a sambar com meus amigos. Experimentei uma bebida que tinha lá, e gostei. Era amarulla, tomei uma taça.

Era uma família interessante. Todos muito jovens. Os filhos nasciam de pais com pouca idade. Rogério, o patriarca, tinha quarenta e dois anos, mas já tinha um filho de vinte e cinco anos, um de vinte e outro de dezessete. Eram quatro gostosos, negros sarados e todos tatuados. Sem contar os outros irmãos e sobrinhos.

Fiquei de papo com o Rafael, filho caçula do casal. Era um jovem belíssimo, de olhos azuis, herança de espanhóis que compunham o sangue da família. Estava um calor de matar. Fui convidada pra piscina, mas não tinha levado biquíni. A tia dos meninos me ofereceu um dela. Disse que deitaria um pouco por causa do calor somado a dose de marulla e dentro de pouco tempo, voltaria para nadar.

Subi as escadas e entrei no quarto. Revirei a bolsa da Marcela e tirei um biquíni amarelo. Tirei minha saia e a blusa. Quando virei, vi o Rafael alisando a cabeça do seu enorme caralho de olho em mim. Parecia um jumento. Fiquei em silencio, hipnotizada por aquela visão. Fiquei gulosa.

– Você quer?

- que isso, garoto, sai fora!

- só uma chupadela. Põe na boca...

Mordi os lábios, fiquei reticente, mas balancei a cabeça positivamente.

– me chupa! Vem...

E o chupei deliciosamente. Engolia aquela pica na base. Chupava gostosamente aquela vara.

Era uma pica enorme, grossa, nervosa. Eu estava ansiosa e apreensiva. Podia chegar alguém.

– fica tranqüila, bonita! O garoto segurava a minha cabeça, me impedindo de parar.

Entreguei-me por completo. Estava nua, em pêlo. Rafa chupava o meu grelo com uma categoria de especialista. Viajei naquela vara dura. Queria-a todinha dentro de mim. Deitei-me na cama de sua tia de frente, e ele me enfiou a piroca. Era imensa, entrava e saia ferozmente em mim segurou minhas pernas para o alto enquanto enfiava a vara até o fundo. Que delícia, dezessete anos e uma habilidade monstro. Como mexia bem. O garoto me beijava e enterrava.

- Deixa um pouco pra mim, Rafa! Assustei-me. Era o gostoso do pai dele. Que me introduziu a sua vara mestra no meu rabo! Urrei de dor, ele me arregaçou, pôs tudo de uma vez.

- Que delícia, tô realizando meu sonho...uiiiiiiiii!

- Gostosa, mexe gostosa – dizia o garoto

- Aiiiiiiiiiiiiiiiii! Que delíciaaaaaaa...aaaaaaaaaahhhhhhhhhhh!!! Páraaaaaaaaaaaaaaaaaa implorei.

Foi uma loucura. Duas varas grossas, duras e grandes, rasgando as minhas partes. Cada uma tinha, brincando uns vinte e cinco por dezoito. Ficamos de pé, fui segura pelo pai, que me possuía por trás. O jovem filho sentou sua vara maravilhosa na minha xaninha.

Estava sendo vitima da dupla penetração. Era algo doído e doido, mas também era muito bom. Trocaram de buracos O menino sentou, atolado em minha parte traseira e o pai ainda me invadia pela frente. Uma terceira vara igualmente grossa apareceu na minha boca. O dono dela me ordenou que o mamasse. Era Rodrigo, filho do meio.

Era muita vara. Três paus enormes dentro dos meus buracos. Fui enrabada em família. Quando achei que não aconteceria mais nada, apareceu Rodolfo, o mais velho dos filhos.

O pai não saia do meu cu. Rodolfo tirou Rafael de dentro de mim e adentrou, sem pedir licença, com a maior e mais grossa pica que já senti. Eram quatro machos deliciosos, todos abusavam de mim. Rodolfo queria meu buraco traseiro, Rogério também. Tive meu buraco dilacerado. Ambos aproveitaram-se dele no mesmo instante. Gritei, pedi socorro, fui calada com uma nova e dura pica na garganta. Era Richard, um quinto elemento, 20 anos. Chupei cinco paus. “Sofri” demais. Fui posta em uma roda, nesta chupava e lambia a todos. Alucinei, gritei. O pai dos quatro garotos me pôs de quatro e voltou a me enrabar. Deitou-me no chão, comendo minha bunda e abriu minhas pernas deixando minha xana aberta para levar as outras varas. O pai afastou os meus grandes lábios com as mãos e cada um enfiou sua vara fortemente.Quase desmaiei de dor e prazer. Eram cinco homens maravilhosos e mexiam espetacularmente. Suei feito loucA... gemia...descia e subia naquelas picas.me senti deliciosa. Todos me queriam, me fodiam. As varas não amoleciam. Era muito tesão. Já estava perdendo as forças. Mas combatia ferozmente, vara por vara.

Os cinco gozaram juntos. Era tanta porra! Parecia que estava sendo inundada por uma cachoeira. Ficamos deitados, RecuperarANDO o fôlego. Recuperamos e teve reinicio a loucura. Agora, um de cada vez. Fui posta de quatro, ainda tinha seus espermas no meu corpo. Uma fila se formou e fui invadida por um de cada vez.
Fui deitada na cama e tive as pernas bem abertas, estava de quatro e alucinada. Um gel foi espremido no meu cu. Era agora. Pedi que me deixasse sentar neles e fui atendida. Ajoelhei na cama, sobre o corpo nu, de pernas abertas. O macho me segurou pela bunda e sentei de leve naquela geba, que me adentrou o cu. Em seguida, mexi como nunca. Levei o primeiro a loucura. O segundo preferiu fazer na xana. Abriu minhas pernas, e me enterrou, num poderoso vai e vem, no qual levei uma cuspida inédita. O terceiro e o quarto decidiram vir juntos e vieram. Puseram-me de pé e mais uma vez, um na frente e outro atrás. Era muito tesão!!! Um tira e bota fantástico! Gemi, urrei! Até que ambos gozaram abundantemente dentro de mim. O quinto foi o melhor de todos. Era um garoto, na flor da vida e com extrema potencia. Fez em mim em todas posições possíveis e inimagináveis!!! Gozei, estremeci feliz, com muito prazer na vara daquele garoto, cujo pau não saia de dentro mim. Foi uma sacanagem sem fim. Estava toda esfolada, tive meu anus arrebentado, estraçalhado, mas estava no Chão toda aberta e muito feliz...
Tomei uma chuveirada, pus o biquíni e fui nadar. Fiquei ardendo, todos desceram até a piscina e me olhavam com ar de depravação, eu correspondia deixando claro que toparia mais.

Foto Perfil Xana Bauer

Ficha do Conto

Escritor:
xanabauer

Nome do conto:
Festa de me arrombar

Codigo do conto:
10731

Categoria:
Incesto

Data do Envio:
09/11/2010

Quant.de Votos:
13

Quant.de Fotos:
2

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Ultimos Comentários
Comentado por: Marcia Fernan em: 05/04/2013
família da pesada, ein...
Comentado por: jpereira em: 10/01/2013
Alem do conto ser exitante vc soube explessar muito bem o conto, parabens ha vc e um tesao.
Comentado por: bombeiromyke em: 17/12/2011
que tal eu e vc?

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