Contos Eroticos
Adicionar em seus Favoritos RSS conto Erotico Torne o Conto Erotico a pagina principal de seu navegador
O mais excitante site de Contos Eróticos da Lingua Portuguesa.
Username: Senha:
Esqueci minha senha | Quero ser usúario
Principal   Publicar Contos   Painel de controle   Últimos Contos   Mensagens/Scrap   Blog Erótico   Entrar em contato  
Contos Eroticos
   Contos por intervalo
   Por categoria
   Últimos Contos
   Melhores Contos
   Contos com foto
   Publicar Contos
   Publicar Com fotos
   Buscar (Search)

Quadrinhos Eróticos
   Quadrinhos eróticos
   Enviar Quadrinhos

OPÇÕES
   Painel de Controle
   Meu Album de fotos
   Cadastro usuário
   Mensagens (Scraps)
   RSS
   Entre em contato
   Ajuda (Duvidas)

SITES PARCEIROS
   Blog Erótico
   Irotica Videos
   Videos Eroticos
   Relatos Espanhol
   Galaxia Gay
   Videos de Famosas
   Piadas Web

REDES SOCIAIS
   Twitter
 
 
 
 





Melissa e seu sogro (parte 1)



Bento abre a porta de seu apartamento deixando que seu filho Téo entrasse. Com quase dezoito anos, o filho está preocupado com o pai, no final de seus quarenta anos. Desde do divórcio e agora passado quase um ano, Téo nunca viu seu pai com nenhuma mulher.
- Pai, voce precisa esquecer a mamãe e partir pra outra! Olha, eu estou tendo um caso com uma mulherona... ela está na casa dos trinta e é gostosíssima!      - Caramba , filho! Voce andando com uma mulher com quase o dobro de sua idade! E ainda por cima, muito bonita como voce está dizendo! Quem diria, hein?
- Pois é. Não me pergunte como a conquistei. Acho que consigo com que ela “dê” uma com o senhor!                                                                                  -   - Deixa pra lá filho! Eu estou bem assim...                                                    – - - Tá nada!
Letícia era o nome da trintona com quem Téo estava se relacionando. O começo do caso dele já foi contado em algum lugar deste espaço. Mas, o que Téo não sabia é que seu pai, apesar da idade, estava trepando com uma belíssima adolescente de pouco mais de quinze aninhos. Melissa era o nome dela e vinha ser a namoradinha de Téo!
O caso deles começou quando certo dia, Téo trouxe Melissa para um churrasco na casa da irmã e do marido. Bento estava lá e aconteceu dessas coisas inexplicáveis de Melissa se sentir irresistivelmente atraída pelo pai de seu namorado. Para Bento era pura tentação e ele nada podia fazer, apesar de vez em quando se culpar por estar traindo o próprio filho.
Mas como podia resistir a Melissa, com um corpo escultural de mulher madura?
Ela ainda tinha os seios pequenos, a cintura fina contrastando com os amplos quadris e a exuberante bunda. Tinha a volúpia natural de se entregar sem barreiras a todas variações sexuais que o ser humano possa imaginar.
Assim, quando o filho lhe falou de conseguir uma mulher, Bento não ficou muito satisfeito. Ele esperava que Téo desistisse da idéia.
Mas Téo não desistiu. Letícia não conseguia entender como ele tinha tanto poder de persuasão sobre a vontade dela. Ela estava num casamento desgastado e recentemente se entregara ao charme de um amigo do marido. O que ela pensava que teria um orgasmo maravilhoso com o amante, não aconteceu.
Então o destino pôs Téo em seu caminho. Ele percebeu o infortúnio da bela mulher e com certa persuasão venceu a barreira de idade e de status social entre eles. Foi então que Letícia teve seu primeiro intenso orgasmo que a deixou inteiramente nas mãos de Téo. As coisas que ele fazia com Letícia eram novas para ela.
Ela nunca imaginou que além da vagina poderia também ter tanto prazer ao ser sodomizada. Isso sem falar nos esplendidos êxtases que ela tinha quando Téo a obrigava, em situações embaraçantes, lhe chupar o penis até ele gozar em sua boca. Letícia amava o amante, mas não conseguia viver sem os perversos orgasmos que Téo a viciara.
- O quê? Voce enloqueceu? Pare! Pare... por favor pare de fazer... isso...comigo. Voce... me deixa... doidinha! Fico doidinha... com tua língua... moleque descarado! Mas... pára, pára! Eu... eu não... não posso fazer issso... aah, acho...acho que vou gozar... gozaaar! Não posso... não posso... fuder com seu pai! Não posso... ai ai vou... vou gozar! É...é muito... estranho... fuder com o pai... com o...pai e o filho!!! Ai ai aii meu deus... não quero nem... pensar como deve... como... deve ser... ser gostoso trepar... foder com... pai e filho! Tô... to goz...go...gozaaaando! Aaaaaaaaaaaaah!
Dois dias se passaram e Bento estava ansioso para encontrar-se com Melissa, a namoradinha de seu filho. As quartas feiras era dia de estudo em grupo em casas de amigas e era nessa ocasião que Melissa falava para a mãe que ia estudar em casa de fulana. Alguns quarteirões, Bento a esperava no carro.
Bento ainda se sentia inibido devido àquela exuberância de adolescente que ela tinha quando já entrando no carro o beijava apaixonadamente lhe apalpando o cacete. Algumas vezes, Melissa estava tão eufórica que antes de fechar a porta do carro, ela lhe expunha os peitinhos para que fossem sugados gulosamente pelos lábios de seu amante de quase cinqüenta anos.
Outras vezes era Bento que perdendo toda a inibição inicial, estacionava o carro numa rua quase deserta e pedia que Melissa lhe chupasse. Era fantástica a capacidade dela em fazer as coisas com perfeição logo após alguns minutos de prática.
Era questão de poucos minutos para que Bento, olhando o rosto angelical da namorada do filho, com a boquinha lhe sugando fervorosamente a cabeçorra, despejasse uma impressionante quantidade de esperma para um homem de sua idade.                                    
Nesse dia, Bento e Melissa acabam de entrar no apartamento dele. Ela ajoelha-se a frente dele e começa a tirar-lhe as calças. Ao sacar o caralho, ela dá um gritinho de satisfação e logo, fechando os olhos de encantamento, ela faz a forma oval com os lábios e abocanha o vermelhona e melada cabeçona.

O cheiro, a rigidez e o pulsar do caralho em sua língua, fazem as narinas de Melissa se dilatarem buscando mais ar para que ela engula mais do cacetão do pai de seu namorado. Ao mesmo tempo uma das mãozinhas escorrega até a xaninha e a cabeça de Melissa vai de um lado pra outro sem deixar que o cacete lhe escape da boquinha.
Bento começa a soltar grunidos baixinhos, acariciando os cabelos cor de mel da bela adolescente que nesse momento consegue lhe engolir toda a mamona.

Então a campainha toca! Bento e Melissa se encaram interrogativamente. Mas a tesão é grande entre eles e assim continuam. Mas no segundo seguinte a campaninha toca novamente, dessa vez junto com o bater de dedos na porta.
- Pai! Pai, sou eu, Téo! Tenho uma surpresa pra voce!

Melissa não pode deixar de perceber o perigo de seu namorado encontrá-la ali com a piroca do pai dele quase toda dentro da boquinha. Bento olhando pra baixo vê o olhar apreensivo da bela ninfeta sem saber se para de chupar ou não.
- Querida, esconda-se... vá pro quarto e... esconda-se no armário... que eu vou me livrar dele!

O quarentão espera até Melissa desaparecer porta a dentro do quarto sem deixar de notar o fabuloso ondular das nádegas dela, tendo efeito duradouro em seu penis que ele não sabe como esconder.
- Oh! Meu filho, voce não avisou que vinha trazendo visita! Por favor entrem e muito prazer... sou Bento, pai deste aborrecente.

Letícia ia estender a mão para o pai de Téo. Mas de repente um fervor lhe tomou conta do corpo, deixando os mamilos ficarem tão rígidos que apareceram por baixo da blusa e sua xotinha se molhou de tal maneira que sentiu a umidade por entre as coxas. Ela sabia que Bento sabia porque ela estava ali. Ela se imaginou uma puta de luxo paga a domicilio.

Além disso, o pai de Téo era um homem com um belo físico e o clima de proibido de ter pai e filho usando seu corpo a desinibiram completamente.
Tanto pai quanto o filho se surpreenderam quando Letícia se aproximou de Bento e passando os braços em volta de seu pescoço o beijou com intensa luxuria.
- Bom... não preciso lhe apresentar mais meu pai que vai fodê-la, não é mesmo?

Os dois ainda se beijam enquanto Téo fecha a porta atrás de si e se aproxima das costas de Letícia e a abraça. Ele a beija na nuca e Letícia solta um longo suspiro dentro da boca do pai dele. Ao mesmo tempo ela leva um dos braços por cima da cabeça e com a mão acaricia os cabelos do filho do homem que a está beijando.
De dentro do armário, Melissa ouve apenas alguns sussurros vindos da sala. Passa alguns minutos e ela percebe que há uma mulher com eles, devido aos longos gritinhos que ela dá. Levando uma coisa a outra, Melissa não precisa adivinhar que eles estão fazendo sexo com a mulher.

A curiosidade começa a crescer dentro de Melissa. Por mais alguns minutos ela evita sair do armário, com medo que de repente eles fossem para o quarto. Mas devido aos sons vindos da sala, ela sabia que eles estariam entretidos agora para pensarem em virem pro quarto. Assim, ainda nua, pé ante pé ela chega até a fresta da porta e vê uma mulher acocorada seminua e de costas masturbando os caralhos de Téo e Bento.

Quando Letícia desfez o beijo e pegando Bento pela mão, se dirigia ao quarto, ele a puxou para si e a beijou novamente, desabotoando a calça, deixando o caralhão pular pra fora. Bento tentava evitar que eles fossem pro quarto.

Letícia, a principio achou aquilo uma indelicadeza. Mas, se lembrou então o que Téo tinha lhe dito sobre a abstinência do pai. Assim, como já estivesse acostumada, ela foi se abaixando e logo colocando toda a glande na boca.
“Huuuuummm! Tal pai, tal filho até mesmo no colosso dos caralhos!” – Pensa Letícia ao sentir a aveludada rigidez da cabeçona que lhe enche a boca.
- Bom, pai! Faça as honras da casa. Vou deixá-lo com Letícia que já lhe está demonstrando seus dotes sexuais.
- Não! Não... Téo querido! O combinado é que eu seria comida pelo pai e pelo filho! E se possível ao mesmo tempo! Venha aqui pra perto que eu quero comparar o pintinho de vocês!

Assim que Letícia diz a última silaba é que Melissa chega até a fresta da porta. Ela vê quando a mulher avança a cabeça em direção a virilha de seu namorado e depois volta a chupar o cacete do pai dele. Parece que Bento adivinha que Melissa os está observando e lança um olhar apreensivo pra dentro do quarto. Neste instante a mulher se levanta e sem largar os caralhos diz que eles tem que levá-la para o quarto.
Melissa acha alguma coisa familiar naquela mulher. A voz não lhe é estranha, embora esteja rouca de tesão. Quando ela se vira, Melissa tem que tapar a boca e ao mesmo tempo correr para o armário.
- Téo querido, quero que este amor de homem me faça homenagens na minha xaninha e depois... no cusinho!

“Cacete! Minha mãe aqui! E que putana que ela é! Fudendo com o Téo que poderia ser filho dela! Ainda mais sendo meu namorado!”
Em seu infantil egoísmo, Melissa não percebe que os pecados dos outros são os mesmos seus. Ela se magoa, não porque sua mãe está agora acariciando o saco de Téo, mas por ver seu amante se inebriando com a boca colada na xaninha dela.
O que também a impressionou foi a transformação física e comportamental de sua mãe. Acostumada em vê-la sempre com o cabelo preso num coque, de óculos e vestida com saia abaixo dos joelhos, Melissa se admira agora com as formas perfeitas e voluptuosas dela, usando um vestido justíssimo. Seus perfeitos e fartos seios estão à mostra e ela caminha cheia de si em saltos altíssimos, puxando os dois machos pelos respectivos caralhos.

Letícia, deitada de costas, chupa a glande de Téo e acaricia os cabelos de Bento que lhe chupa e enfia a língua o máximo que pode na xaninha dela.

Lágrimas aparecem nos olhos de Melissa, não por ver sua mãe com as pernas escancaradas e chupando o seu namorado, mas por notar que Bento está se deliciando com o doce sabor da xaninha da mãe, do mesmo modo que ele se delicia quando lhe chupa a sua. Em seguida, ela ouve de sua mãe pedir pra Téo.
- Téo... Téo... amor... bate, bate com... com teu caralho... na minha cara! Bate! Bate!

Téo obedece e gentilmente lhe dá pancadinhas no rosto. Não é assim que a mãe de Melissa quer. Com a mão livre, pega o caralho do namorado da filha e bate firmemente nas bochechas e volta e meia abocanha a cabeçorra. Lágrimas afluem mais ainda dos olhos de Melissa ao escutar os estalos do caralho de seu namorado batendo na face da sua mãe.
“ Meu deus... meu deus! Que coisa degradante! Como minha mãe pode ser tão puta... tão... tão... rampeira!”

Mas aquilo tudo está mexendo com a libido dela. Melissa não pode conter seus dedinhos que esfregam o grelo, enquanto lágrimas lhe escorrem dos olhos.
- Téo, eu quero que seja teu pai que me coma o cusinho! Quero prestar homenagem pra ele! Hoje, só ele que vai comer meu cusinho, tá bem!
- É isso aí, meu velho! Aposto que voce nunca fez isso na vida, não é?

“Babacão! Escroto! Voce pode estar fudendo minha mãe, mas foi com teu pai pra quem dei a bundinha pela primeira vez!”
Melissa não está chorando mais. Ela está até gostando de ver a performance de sua mãe com seus dois homens. Ela só lamenta que o pai de seu namorado esteja exausto quando tudo terminar e ela ficará na mão.

Mas, ela se surpreende ainda com o desprendimento que sua mãezinha se entrega aos devaneios sexuais. Melissa sabia que sua mãe sofria devido aos casos extra-conjugais de seu pai e a indiferença de como ele a tratava. Agora ela percebia que sua mãe não estava mais triste desde quando ela passou a levar Téo para casa para “estudarem”.
“Pô! Mas quando será que eles trepam? Será que quando estou fudendo com o pai... ele está fudendo minha mãe?! – Que coisa estranha... só de pensar de quando estou dando meu cusinho pro pai dele, ele está comendo o cusinho de minha mãe?

E assim, Melissa observa sua mãe ser duplamente penetrada e volta a chorar quando Bento animalescamente solta seus urros, enchendo o tubo anal de sua mãezinha com esperma que deveria ser dela. Cheia de ciúme, ele vê Bento bater violenta a virilha nos belos e cheios glúteos de sua mãe, agarrando com força os seios.
Seu namoradinho, por baixo dela, apenas observa os braços do pai agarrarem os seios com força sem deixá-la escapar de suas estocadas na bojuda bunda, enquanto urra de prazer.
Quando eles se extasiam completamente, se deixam cair numa soneca. Melissa aproveita, pega suas roupas e sai de fininho do quarto. Na sala se veste e sem deixar vestígios, deixa o apartamento.

Horas depois, Téo deixa Letícia num ponto de taxi. Quando ela chega em casa, encontra a filha que tem um olhar estranho no rosto.
- Olá, como foi o estudo em grupo de hoje? Aproveitou bem?
- Não deu pra aproveitar. Só observei!

Letícia não entendeu o que a filha quis dizer. Também estava pouco se importando. Ela queria era chegar logo ao banheiro da suíte, pois sentia que o esperma de Téo e de Bento lhe escorriam pelas coxas.

Foto Perfil Helge

Ficha do Conto

Escritor:
Helge

Nome do conto:
Melissa e seu sogro (parte 1)

Codigo do conto:
10752

Categoria:
Zoofilia

Data do Envio:
11/11/2010

Quant.de Votos:
13

Quant.de Fotos:
0

Compartilhe
Tweet esse conto! Digg esse conto! Adicionar esse conto no del.icio.us



Clique aqui para enviar uma mensagem (scrap) para o autor desse conto.

Gostou desse conto? Nao deixe de compartilhar com seus amigos no twitter. Tweet esse conto!






Escreva o seu Comentário

Importante:Comentário com número de telefone serão apagados.


Para fazer um comentario a respeito desse conto ou mandar um scrap para o autor. Voce precisa logar em nosso site.

Ultimos Comentários
Comentado por: YLENA em: 29/12/2012
A todos os fãns queridos de Ingha, Helga, Ylena e Helge, que o ano de 2013 seja pleno de prazeres carnais sem culpa e sem tragedias. Sugiro uma visita ao meu blog (helgashagger.blogs.sapo.pt/), onde este e outros contos estão repleto de ilustrações. Mil beijinhos a todos.
Comentado por: Paulão 1 em: 29/03/2012
Parabens Helge, seus contos são fantasticos, estou me acabando de tanto gozar, cada uma melhor que a outra, valeu
Comentado por: jumorenagats em: 20/03/2011
Q conto delicioso adorei
Comentado por: Ingha em: 01/03/2011
Soh putaria da boa. Votei tambem.
Comentado por: flaviolinf em: 14/11/2010
oi minha delicia cade meu conto de continuação da juiza estou morrendo de tesão por vc rs

Contos enviados pelo mesmo autor
Codigo Nome do Conto Categoria Ranking
9899 Sodomizada na porta da igrja 2 Traição/Corno 12
9900 Sodomizada na porta da igreja 1 Traição/Corno 8
9946 Iniciação Anal da ninfeta modelo III Traição/Corno 8
9949 Iniciação Anal da ninfeta modelo I Virgens 10
9962 Flora e seu poney Zoofilia 15
9964 Iniciação anal de uma ninfeta 1 Virgens 6
9975 Helga e os presidiários II Traição/Corno 7
9981 Safadas santinhas III Virgens 5
10070 Amadureci chupando um pivete Fantasias 16
10076 Rasgando as calcinhas da mãe Incesto 15
10103 Dando a bundinha com classe Traição/Corno 8
10104 Meu marido aceitou minha tara 3 Interrraciais 6
10105 Meu marido aceitou minha tara 2 Interrraciais 6
10106 Meu marido aceitou minha tara 1 Interrraciais 9
10121 A juiza e o filhinho gay 4 Incesto 7
10184 O Deputado e sua esposinha safada 4 Traição/Corno 3
10185 O Deputado e sua esposinha safada 3 Traição/Corno 3
10186 O Deputado e sua esposinha safada 2 Traição/Corno 3
10187 O Deputado e sua esposinha safada 1 Traição/Corno 3
10188 O deputado e sua esposinha safada Traição/Corno 5
10241 Rasgando a calcinha da mãe 2 Traição/Corno 6
10329 Só o amigo de meu marido que me enraba Traição/Corno 6
10330 Minha primeira traição foi dar o cusinho Traição/Corno 5
10340 Forçada ao incesto III Incesto 3
10341 Forçada ao incesto II Incesto 3
10342 Forçada ao incesto I Incesto 9
10430 A juiza e o filhinho gay 5 Incesto 10
10455 Namoro o filho, mas o api que me come 1 Traição/Corno 9
10545 Sodomizada por acaso II Incesto 4
10546 Sodomizada por acaso I Incesto 6
10584 Namoro o filho, mas o pai é que me come II Traição/Corno 19
10671 Anus acolhedor da Luterana III Traição/Corno 3
10672 Anus acolhedor de uma Luterana II Traição/Corno 4
10673 Anus acolhedor de uma Luterana I Traição/Corno 6
10682 Sodomizada no navio 4 Traição/Corno 4
10683 Sodomizada no navio 3 Traição/Corno 7
10705 Namoro o filho, mas é o pai que me come 3 Traição/Corno 8
10751 Melissa e seu sogro (parte 2) Traição/Corno 7
10913 Meu marido jura que lhe sou fiel II Traição/Corno 7
10914 Safadas santinhas IV Traição/Corno 5
10974 A safada esposinha do parlamentar I Traição/Corno 11
11022 A esposinha safada do parlamentar II Traição/Corno 5
11183 Diana e o estagiário negro I Traição/Corno 10
11204 Diana e seu estagiário negro II Interrraciais 12
11315 Diana e o estagiário negro III Interrraciais 11
11347 Diana e o estagiário negro IV Incesto 7
11400 Virei gay por amor a uma mulher I Incesto 12
11605 Virei gay por amor de uma mulher II Incesto 10
11705 Melissa e o primo gay I Incesto 9
11863 Quem acredita num corno? Incesto 8
12053 O lado obscuro da esposa perfeita 1 Traição/Corno 11
12116 O lado obscuro de uma esposa perfeita II Traição/Corno 7
12117 Dando a bundinha com classe II Gays 11
12183 Buttplug de Marta Traição/Corno 8
12184 Divórcio Incestuoso Incesto 7
12273 Rasgando as calcinhas da mamãe III Incesto 7
12276 Rasgando as calcinhas da mamãe IV Incesto 6
12397 Rapto e defloração anal de Ylena Sadomasoquismo 7
12398 Rapto e defloramento anal de Ylena 2 Sadomasoquismo 7
12515 Meus maridos, meus cornos I Traição/Corno 18
12689 Meus maridos, meus cornos II Traição/Corno 8
12815 Viuva insaciável Zoofilia 15
13096 A sogrinha e o genro cafetão Traição/Corno 10
13363 Arrependida, porém satisfeita. Traição/Corno 10
13386 Arrependida, porém satisfeita II Traição/Corno 9
13528 Que culpa tenho por ser gostosa? Traição/Corno 9
13684 A primeira vez com meu filho. Incesto 174
13871 Infidelidade em familia Traição/Corno 10
14000 Esposa e sogra enrabadas pelo vizinho I Traição/Corno 20
14082 Infidelidade em familia II Traição/Corno 8
14225 O canalha que me seduz III Incesto 9
14463 Helga descobrindo o prazer Anal Traição/Corno 26
14550 Compulsão Anal do noivo e da noiva Traição/Corno 27
© Copyright 2000-2014 www.contoerotico.com - Todos os direitos reservados
Web Design/Hosting - Dynamic Web Solutions Corp - USA