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Mãe Puta


Fiquei surpreso e feliz com o debate sobre incesto na
Brazil. Sou amante da minha mãe e não
vejo nosso relacionamento como anormal ou fora do comum.
Viemos de uma família tradicional. De empresários
bem-sucedidos, com participação em clubes
de serviços, na política e no esporte.
Minha mãe casou-se muito nova, me deu a luz aos
18 anos. Meu pai era bem mais idoso e nunca foi um bom
amante. Fazia o tipo machão. Era grosseiro e
a tratava como um objeto. Não percebia a mulher
fantástica que tinha ao seu lado. Meu pai devia
ter muitas amantes. Quando minha mãe reclamava
sua ausência, contrariado ele entrava nela apenas
para provar sua condição de macho.


Minha mãe sempre se cuidou e era ela quem nos
levava à praia, chamando a atenção
dos banhistas com seus trajes bem cavados. Eu morria
de ciúme. Ela brincava dizendo que se meu pai
não dava valor tinha quem se interessasse. Percebi
imediatamente quando começou a sair com outros
homens. Saíamos juntos mas ela acabava me deixando
na casa de uma prima, e de lá seguia para encontrar
seus amantes. Quando percebeu minhas desconfianças
me fez jurar que não contaria nada ao meu pai.


Ela sempre foi muito vaidosa e comprava lingeries finas.
E as escolhia na minha presença. Passava cremes
hidratantes na pele e se depilava cuidadosamente. Um
dia a vi raspando tudo na frente. Fiquei de pau duro.
Até o cuzinho ela deixava lisinho. Quando ela
percebeu minha presença disse que estava fazendo
para agradar a meu pai. Fizeram sexo a noite inteira.
Via o meu pai entrando e saindo da minha mãe
e desejava estar ali no lugar dele. Uma cena rara.


Meu pai costumava dizer aos amigos que eu havia puxado
a ele. Na verdade, eu sou muito parecido com a minha
mãe, mas como tenho o pênis grande, ele
brincava que nisso também éramos parecidos.
Minha mãe não gostava dessas brincadeiras.
Um dia perguntei a ela se era verdade. Estávamos
no banheiro. Ela, olhando o meu pau, me mandou mexer
nele para ficar duro. Mostrou como eu devia fazer. O
contato da mão dela foi mágico. Ficou
durinho. Ela me mandou seguir com o vai-e-vem, dizendo
que aquilo o faria crescer mais ainda. Mas não
respondeu à minha pergunta.


Meu pai cada vez mais se afastava da família.
Dormia na casa da outra e minha mãe, sozinha,
nas noites frias, pedia para eu esquentar seus pés.
Eu dormia atravessado na cama, brincando com seus pezinhos.
Ela dizia que eu era o seu hominho e que meu pai não
fazia falta. Mas eu só entrava em seu quarto
quando era convidado. Havia muito respeito entre a gente.
Eu a admirava demais para invadir sua intimidade.


Certa noite ouvi uns gemidos vindos do seu quarto e
fiquei preocupado. Ao me aproximar notei que estava
fazendo sexo. Achei que meu pai estivesse com ela. Fiquei
escondido, me masturbando. Gozei rapidamente. Permaneci
ali até a porta se abrir e ela aparecer nuazinha.
O homem com ela era seu médico. Mamãe
mandava diminuir a voz para não me acordar. Ele
queria cerveja e ela voltou com salgadinhos e duas latinhas
bem geladas. Parecia feliz. Dava a comida na boca dele
e se divertia perguntando se a mulher fazia melhor ou
igual a ela. Mamãe gostava de exibir sua nudez.
Orgulhava-se do corpo que tinha.


O corpo da minha mãe, sua bunda e seu sexo lisinho,
era tudo o que eu desejava. Parei de ir à Igreja
porque não podia confessar tanto pecado.
Não dormia mais esperando ver minha mãe
fodendo. Mas o médico sumiu da sua vida. Demorou
para surgir outro. Mas esse era bem mais divertido.
Ela ria muito com as trapalhadas do novo amante. Percebi
que ela fechava a porta do quarto mas deixava a janela
aberta por conta do calor ou para uma possível
escapada do amante caso meu pai chegasse. Um dia tomei
coragem e pulei para olhar pelo lado de fora. Não
acreditei quando vi que era um garoto. Um pouco mais
velho que eu, mas um garoto. Mas ele sabia como agradá-la.
Chupava minha mãe da cabeça aos pés.
Enfiava a língua na frente e atrás. Minha
mãe o chupava com muita vontade e o deixava penetrar
em todos os buracos. Era uma aula de sexo. O pau dele
não era maior que o meu, e isso me levou a um
questionamento: por que minha mãe não
faz o mesmo comigo?


Descobri quem era o rapaz. O pai dele era dono do supermercado
novo. Perguntei se ele conhecia minha mãe e ele
disse que não. Expliquei quem era e ele ficou
nervoso. Menti dizendo que minha mãe havia mandado
dizer que se meu pai desconfiasse de alguma coisa ela
diria que éramos amigos. Afinal, tínhamos
quase a mesma idade. Ele gostou da idéia e passou
a me ver como um aliado. Voltei para casa e encarei
minha mãe pela primeira vez de igual para igual:
?Fiz amizade com seu amante. Agora ele pode aparecer
quantas vezes quiser, é só dizer para
todo mundo que ele é meu amigo.?
Minha mãe ficou perplexa. Tentou desconversar,
mas vendo que não podia mais manter seu caso
em segredo começou a chorar. Disse para ela que
não me importava, gostava de vê-la feliz,
e meu pai não a merecia. Mas ela sabia que eu
estava com ciúme. Abraçou-me e disse que
não podia fazer o mesmo comigo porque entre mãe
e filho não era certo. Mas estava orgulhosa de
ter um homem de verdade ao seu lado.


Passamos a ter mais intimidades. Ela se trocava na minha
frente e eu podia ver seu sexo, sentir o seu perfume,
opinar sobre suas peças mais íntimas.
Era um jogo gostoso e ela sabia o quanto estava me atentando
com aquilo. No dia do meu aniversário prometeu
fazer um bolo bem gostoso e me mandou convidar meu amigo.
Virei seu pombo-correio. O cara me enchia de presentes,
balas, chocolates, revistas. Estávamos os três
na cozinha quando meu pai chegou. Foi logo falando do
cheirinho e perguntando quem era o moço. Estávamos
preparados para o evento. Apresentei-o como meu amigo
e meu pai, com seu jeito bruto, disse que preferia me
ver com amizade com garotas.


?Com 15 anos já devia ter tirado o cabaço.
Garanto que seu amigo já fez isso!?
O rapaz ficou embaraçado e meu pai riu gostosamente,
pois tomou sua reação como uma negativa.

?Se tivesse tempo levava os dois na zona hoje mesmo.
Mas tenho um compromisso. Só passei para dar
os parabéns e deixar o dinheiro da feira.?
As viagens do meu pai eram para o lugar de sempre. Ele
morava com outra numa cidade próxima, na qual
tinha negócios. Antes de sair levou minha mãe
para o quarto e fez o serviço. Como sempre, minha
mãe corria para o banheiro e se lavava. Passou
a sentir nojo do meu pai. Mas era ele quem sustentava
a casa. O rapaz havia ido embora com medo e raiva. Minha
mãe estava triste. Mesmo assim acendeu uma vela
e cantou parabéns. Depois me fez comer uma fatia
do bolo, colocando pedacinho por pedacinho na minha
boca. Pegou duas cervejas e me fez beber com ela. Fez
ainda uma caipirinha, que tomamos juntos. Conforme o
tempo passava ela ia ficando mais animada. Eu seguia
na mesma linha. Mas a surpresa maior foi quando ela
disse que eu não precisava ir à zona para
saber o que era sexo, se quisesse podia me deitar com
ela. Fui correndo tomar banho.


Minha mãe estava sob os lençóis
e quando me aproximei me abraçou febrilmente.
Tascou um beijo na minha boca e foi descendo a mão
até o meu pau, duro como ferro. Colocou um peito
na minha boca e me mandou mamar. Esfregava a boceta
contra meu cacete e gemia no meu ouvido. Quando sua
boceta ficou encaixada na cabeça da verga senti
aquele calor gostoso. Meu pau parecia que ia estourar
e sem nenhum esforço começou a jorrar
um rio de porra. Ela riu e disse que eu estava muito
ansioso. Mas era normal. Fiquei chateado, mas com o
vigor da idade não foi difícil manter
o pau duro mesmo depois da gozada. Ela chupava meu pau
e dizia que era para eu relaxar. Afinal, tínhamos
a noite toda. Na verdade tínhamos a vida toda.
Fodi minha mãe de todas as maneiras. Comi sua
boceta de frente, por trás, de lado, ela por
cima e por baixo, não sei quantas vezes gozei.
Ainda naquela noite ela me ensinou que havia uma forma
especial de prazer. Ficando de quatro, me mandou enfiar
em seu rabo.


Depois dessa noite minha mãe não convidou
mais o rapaz. Transávamos quase todos os dias,
a ponto de numa das visitas do meu pai ele desconfiar
do cheiro que encontrou no quarto. O velho me chamou
de lado e perguntou se minha mãe tinha outro.
Disse que não e ele me ameaçou. Um tempo
depois meu pai sofreu um acidente de carro e morreu
junto com a amante. Descobrimos que ele era um empresário
bem-sucedido e tivemos que assumir suas empresas. Apesar
de todos os pretendentes, mamãe se manteve ao
meu lado. Meus namoros nunca prosperavam e acabei virando
um solteirão feliz. Minha mãe, por ser
muito conservada, adorava viajar comigo e se fazer passar
por minha mulher. Até praias de nudismo freqüentamos
pelo Brasil e pelo mundo. Minha mãe hoje aparenta
ser mais nova que eu.



Ficha do Conto

Escritor:
flavio2010

Nome do conto:
Mãe Puta

Codigo do conto:
11628

Categoria:
Incesto

Data do Envio:
24/02/2011

Quant.de Votos:
7

Quant.de Fotos:
1

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Ultimos Comentários
Comentado por: orlandjr em: 04/08/2011
Otimo, excelente...
Comentado por: henriqueadvsp em: 15/06/2011
quemé esta gata?
Comentado por: marquestg em: 27/02/2011
muito bom

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