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Quem acredita num corno?


A esposinha de Zé Carlos fecha a porta do apartamento atrás de si e dá de cara com o marido sentado na sala, assistindo televisão. Ela vai até ele e se inclinando lhe dá um bitoca nos lábios.
Zé Carlos se levanta e se dirige à cozinha, dizendo pra bela esposinha que o jantar já está pronto.
- Oh, Zé Carlos, me deixa tomar uma ducha primeiro!
- OK, mas, anda logo, Magy! A lasanha já está pronta há algum tempo... comer fria, não dá!

Passa-se mais de dez minutos e Magy não aparece. Zé Carlos perde a paciência e vai até a suíte do casal. A esposinha dele está com um pote de creme numa das mãos enquanto com a outra está espalhando uma boa porção por entre as robustas e arredondadas nádegas. A visão faz com que o marido engula um seco de excitação até o momento que ele vê as manchas rosadas por todo o corpo de sua mulherzinha. Principalmente em volta dos seios e ao redor das nádegas e das coxas.
- Morgana! O qu´qué isso? Mor... Magy, que manchas são essas? Voce não pode negar! Agora eu sei! Tenho certeza que voce tem um amante! Sua rampeira vagabunda!

Morgana, sem parar de fazer o que está fazendo, levanta a cabeça e o encara placidamente como a se acusação e o xingamento não lhe fossem dirigidos. Depois, sem proferir uma única sílaba, ela desvia os olhos do indignado marido e volta a se concentrar em passar o creme hidratante ao longo das coxas.
-Me responde, Morgana! Eu to te acusando de estar me traindo e tu ficas com essa cara de paisagem! Quem é, quem é esse filho da puta! Me diz agora, sua safada!
- Pára com isso, Zé! Não tem ninguém! Isso é só uma irritação, depois passa...        
-Irritação, o caralho! Tu ta pensando que eu sou otário, Morgana? Me diz logo quem é esse cara que eu vou foder com ele! E depois com voce, porra!
- Voce vai foder com ninguém, seu bestalhão! Quer me foder? Então vem, babacão! Vem, vem cá me foder!
- Não me provoque, Magy! Não me provoque, se não...
- Se não, o quê? Estou te dizendo que isto é uma irritação de pele e pronto! Acabou! Voce tem de acreditar! E não me xinga que eu já ando puta contigo! Não sabe me foder e quer foder minha paciência!
- O que voce disse? Que eu não sei te foder? Aaah, então ele sabe te foder... e eu, não?
- Ta bom. Tu quer saber? É isso mesmo! Ele, esse que me fez todos essas marcas de chupões, sabe me foder gostoso! E agora, o que tu vai fazer?
- Ah, então voce confessa que essas marcas são chupões?
- Cacete, Zé Carlos! O que foi que tu não entendeu? Vou ser mais explicita. Voce é corno! Voce não quis o divórcio. Só me deixou a escolha de te cornear! Quer que eu assine embaixo?

A certeza veio como uma caçapa pro marido, fazendo seu rosto avermelhar-se e o corpo ficar tremulo de ódio. No entanto, parecia que ele ia ter um ataque cardíaco ao invés de avançar pra sua adorável esposinha que o desafiava agora com as mãos na cintura, inteiramente despida, tornando as marcas dos chupões mais vívidas ainda.
Então, pra surpresa de Zé Carlos, sua esposinha lhe abre um belo sorriso, dizendo logo em seguida.
- Benzinho... leve numa boa! Não adiante ficar assim todo putinho! Isso não pega bem! Voce é meu corninho, não um putinho! Vem aqui, vem! Vou te mostrar como o outro me come gostoso!

Mesmo indignado, Zé Carlos recebe excitado o beijo que sua esposa lhe dá, enquanto ela vai lhe abrindo a barguilha. Magy se afasta do marido e deixa que ele se dispa sozinho. Ela pega a faixa que serve de cinto pro roupão e graciosamente estica o braço lhe entregando.
- Vamos começar assim. Voce amarra bem forte minhas mãos, ta bem?
- É assim... é assim... que ele faz?
- É, bobinho! É assim que ele faz, quando te põe chifrinhos! Vem, me amarra bem forte!

Zé Carlos não sabe se esbofeteia a mulher ou se deixa levar pela atmosfera de luxuria que ela está lhe levando. O excitamento é maior e ele pega a faixa de pano e passa em volta dos pulsos que Morgana lhe oferece. Depois ela própria se deita na cama, leva os pulsos amarrados por cima da cabeça, ao mesmo tempo em que dobra os joelhos e levanta as coxas, ficando na posição de frango assado. O perfeito e curvilíneo corpo da esposinha enche a visão de Zé Carlos. Ele avança por entre as coxas dela, mas se vê de repente impedido devido Morgana ter juntado as coxas e colocado os pés no peito dele.
- Jumentinho... voce não sabe que primeiro tem que prestar homenagem oral à bucetinha de uma mulher?

O marido se ajoelha como um corno manso que é, desajeitadamente passa a lamber a rosada xana da sua mulherzinha. As mãos amarradas de Morgana vão até a cabeça do marido e passa a pressionar o rosto de encontro ao seu púbis.
- Agora mete, Zé Carlos! Mete!

O marido se levanta com o rosto todo lambuzado e se posicionando entre as coxas de Magy, introduz o mediano penis na lambuzada xana da mulher.
-Mete! Mete, vamos! Com mais força! Mete com mais força!

O corno acelera o máximo que pode e não consegue segurar o gozo. Ele geme e arfa ao mesmo tempo. A piroca logo amolece e escapa do aperto que Magy lhe dá com a xotinha. Quando ele abre os olhos vê no rosto da esposinha um semblante de desapontamento e desprezo.
- Viu, seu jumento, como tu não sabes foder? O meu macho me deixa toda extasiada, completamente estafada, dolorida e feliz! Vê só o que tu fez! Me melou toda, só isso!

As palavras de Morgana atingiram o marido como uma bofetada humilhante. Mas ao invés de deixá-lo arrasado, teve efeito totalmente ao contrário. Sua pica inchou como nunca tinha acontecido antes. Morgana até se assustou quando viu o marido abrir-lhe as pernas com estupidez e introduziu-se nela. Suas feições eram de raiva e ele urrava e falava como um louco.
- Sua piranha escrachada, sem vergonha! Tome pica! Tome! Me diz agora se eu não sou bom, diz! Puta rampeira!
- Cala a... cala a... boca e mete... e mete mais... mais rápido! Mais rápido!

Zé Carlos acelera o mais que pode como da última vez. Mesmo assim, Morgana exige mais rapidez e mais força! A sorte é que ele já havia gozado e a piroca permanece enrijecida. Chega o momento que ele não agüenta e tem que parar, arfando sem parar.
- Não consigo... não consigo!
- Como que não consegue? Voce é mais novo do que o macho que te põe chifre! Por essa hora ele já teria feito eu gozar descaradamente, que teria me mijado toda e já estaria com a cabeçona da piroca forçando a entrada do meu cusinho!
- Ele... ele te comeu... te comeu o cu? Voce ta me dizendo que já deu o rabo pra ele, sua desgraçada!
- Sim, meu corninho abestalhado! Sim, eu só deixo ele ir embora quando ele me enraba pelo menos umas duas vezes!
- Sua puta! Vadia! Vou te mostrar agora quem é abestalhado aqui!

Mesmo sendo uma rola mediana, Magy sentiu a pressão dela ao penetrar-lhe o anus. Zé Carlos pega os pulsos da esposa e os segura acima da cabeça dela. Com a outra mão amassa sem muita pegada um dos seios, enquanto freneticamente dá esbarrões com a virilha de encontro as polpudas nádegas da esposa infiel, sem fazer o completo vai-e-vem da rola para dentro do cusinho
Por sua vez, Magy, passa as pernas em volta da cintura dele e pressiona para que ele vá mais fundo. Por fim, quando menos ela esperou, Zé Carlos goza e depois de alguns segundos se arria lentamente em cima do corpo dela.
- Voce pode não ser abestalhado... mas, continua corno!

Estas foram as últimas palavras que Zé Carlos escutou antes de cair no sono profundo e vê esmaecendo a soberba figura do corpo de sua adultera mulher indo em direção a porta do quarto.
Pareceu ao Zé que horas tinham se passado quando escutou baterem firmemente na porta. Do outro lado alguém gritou que era da policia.
Quando abriu a porta, viu sua esposinha ao lado de uma robusta mulher e de um cara grandalhão, que lhe apontava um dedo.
- Foi ele! Foi ele quem me estuprou!

Três dias depois, uma comissão formada de dois advogados, a mãe de Zé Carlos e o próprio chegam ao escritório do Dr. Joel, pai de Magy, para dar finalização às demandas do divórcio entre os dois. Foi escolhido o horário das doze horas, pois o Dr. Joel dispensou sua secretária por uma hora a mais para almoço, evitando assim que os outros funcionários ficassem sabendo dos meandros deste divórcio.
Ficou acertado que o apartamento, o carro e toda a soma em dinheiro da conta conjunta até aquele momento ficariam com a sra. Morgana. O Sr. Zé Carlos se livra da acusação de estupro. Depois de tudo assinado, as partes se cumprimentaram e já estavam se retirando quando Zé Carlos se virou para o pai de Morgana e disse em altos brados, desta vez em perfeito português.
- Dr. Joel, essa tua filha é uma vagabunda de marca maior! Ela armou tudo para parecer um estupro! Além disso eu descobri que ela estava me traindo! As marcas pelo corpo que ela alega que fui eu, é mentira. Foi o próprio amante que a chupou daquele jeito! Ela ainda me acusa de tê-la forçado a sodomia! Outra baita mentira! O amante dela já a havia acostumado com sexo anal! Isso mesmo! Sua filha pratica o sexo anal com total desenvoltura de uma meretriz!
- Essas suas acusações difamatórias serão levadas às barras do tribunal. Peço que se retire imediatamente ou seu sangue lavará a honra da minha filha aqui e agora!

No elevador, os advogados orientam Zé Carlos a se retratar imediatamente com o Dr. Joel.
-Mas... mas, eu disse a verdade!

A sra. Vicky se vira para filho com olhar determinado e lhe diz.
- Não interessa Carlinhos! Volta lá e se desculpa! Não quero pagar nenhuma indenização pra essa dupla. Além disso... quem vai acreditar em voce?

O ex-marido e corno sabe que não tem ninguém na recepção e reza para que Joel e a filha ainda estejam lá no escritório. Ele escuta alguns murmúrios do outro lado da porta e agora tem certeza que eles ainda está lá. Ele bate na porta e se anuncia.
-Dr. Joel! É o Zé Carlos. Por favor, gostaria que o senhor me perdoasse pelo meu destemperamento. Posso entrar?
- Pode!

Foi Morgana quem prontamente respondeu. Joel olha embasbacado pra filha com olhar inquisidor e ela lhe responde.
- Deixa ele ver, paizinho! Quem vai acreditar nele?

Zé Carlos fica estático e inteiramente sem voz, ao ver sua ex-esposinha ajoelhada entre as pernas do próprio pai sugando os bagos dele. Ela pára o que está fazendo para pegar a cabeçorra da rola e engoli-la por inteiro, ao mesmo tempo com um leve sorriso no canto da boca. Zé Carlos sai de seu estupor e vai falar alguma coisa quando Morgana interrompe a sucção da glande do pai e exclama pro ex-marido.
- Não era isso que voce queria saber? Quem era meu macho gostoso? Agora saia e pode falar pra todo mundo! Mas... quem vai acreditar em voce?


                                

Foto Perfil Helge

Ficha do Conto

Escritor:
Helge

Nome do conto:
Quem acredita num corno?

Codigo do conto:
11863

Categoria:
Incesto

Data do Envio:
16/03/2011

Quant.de Votos:
7

Quant.de Fotos:
0

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Comentários
Foto Perfil Brasileiro Comentado por: Brasileiro em: 19/03/2011
Comentario: Parabéns... Ótimo conto. Dou 10 pelo conto e 100 pela tua foto, Legal?!... Linda!!!
Foto Perfil Guto_poa_RS Comentado por: Guto_poa_RS em: 28/03/2011
Comentario: UAU !!! Muito bom o seu conto linda.. Parabens. Beijo



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