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Os contos de meu Dono (2) DUAS ESCRAVAS


DUAS ESCRAVAS
O Sol nasceu com todo seu esplendor, o que me fez vislumbrar um excelente dia. Acordei com uma sensação de que algo muito bom iria ocorrer, o que me deixou em franca expectativa do que poderia vir a acontecer que melhorasse mais ainda esse belíssimo dia.
O telefone toca, como que respondendo aos meus anseios. Atendo e do outro lado está minha deliciosa escrava anddy.
— Bom dia meu querido e amado Senhor, Dono de minhas vontades, Dono de meus desejos, Dono de minha alma. Espero que tenhas tido uma agradável noite e um alegre despertar. Peço sua permissão para dar-lhe um gostoso beijo.
— Bom dia, minha anddy. Seu Mestre concede a permissão para receber esse gostoso beijo que me prometes, mas que seja ao vivo, aqui, ao meu lado.
— Esse é um pedido ou uma ordem, Meu Senhor?
— Achas que devo responder realmente? Ou tu já sabes a resposta?
— Senhor, estarei aí. Por favor, conceda-me 10 minutos para poder chegar em sua casa.
— Aguardo. Tempo contando.
Minha anddy mora na mesma rua, em um prédio, duas quadras abaixo. Nos encontramos em um bar temático, conversamos muito, nos encontramos outras vezes, até que terminei tomando posse da alma e do corpo dessa mulher. Coincidentemente, acabamos por descobrir que morávamos perto um do outro, o que facilitou ainda mais nossa relação.
Minha casa passou por uma reforma, onde acabei transformando dois ambientes em um local de castigos, em uma espécie de masmorra, sem janelas, com isolamento acústico, para que nenhum barulho, nenhum grito, saísse de lá para ouvidos estranhos. Um local iluminado por 4 archotes, deixando-o com uma iluminação macabra, meio escuro, bem medieval. Coloquei os meus brinquedos espalhados pela masmorra, vários deles feitos por mim mesmo.
Soa a campainha. Olho no relógio e percebo que se passaram mais do que os dez minutos solicitados por anddy.
Ela sabe que ao abrir a porta, deverá estar de cabeça baixa, olhando para o chão. Eu me afasto e me dirijo ao meu quarto, quando então ela entra na casa, para ficar da forma que eu determinei para que se apresente a mim. Sandálias de salto alto, apenas, de joelhos, olhando para baixo, esperando que eu me aproxime.
Trazendo a coleira que ela deve usar, vermelha, de couro, com argolas de metal, chego por trás de anddy, passando a coleira por seu pescoço, e apertando-a no furo que fiz, o que a deixa bem firme, não deixando passar nem um dedinho entre a coleira e o pescoço.
Prendo a corrente numa das argolas e puxo anddy pela sala em direção ao nosso ninho, arrastando-a como a cadelinha que ela será a partir de agora.
— Em pé, pernas separadas, braços para trás.
anddy fica como ordenei. Coloco algemas de couro vermelhas em seus tornozelos e em seus pulsos. Puxando a corrente para baixo, prendo-a nas algemas de seus pés, forçando-a a ficar com as costas arqueadas. Uma corda pendurada no teto, é passada pelas algemas de seus pulsos, e através de uma roldana é puxada, forçando seus braços para cima, deixando anddy em posição de strappado, mas sem forçar, no ponto certo para que ela não se mexa.
— Bem anddy, você me pediu 10 minutos para chegar aqui, o que não cumpriste. Serás castigada por ter descumprido o prazo prometido.
— Perdoe-me Senhor, não tive culpa. O elevador atrasou, demorou pra subir.
— Perguntei-lhe algo? Ou disse a ti o que irias te acontecer?
— Desculpe-me Senhor.
PLLAAFFFFTTTT.. PLLAAAFFFTTTT.. PLAAAFFFTTTTTTT......
Minha mão acertando sua bunda de baixo para cima, com força, ardendo até. O corpo de anddy sendo jogado pra frente mas não movendo-se muito por causa de seus braços presos. Vejo que sua pele vai ficando avermelhada, mas não escuto um pio de anddy.
e PLLAAFFFTTTTT... PLAAAFFFTTTTTTT…. PLLLAAAFFFFFFFFTTTTTT……
Dois vermelhões surgem em sua bunda, quentes ao contato. Aperto-os, passo minhas unhas por eles, sinto o corpo de anddy retesar-se ao contato.
Ao parar, anddy sabendo que estava sendo punida, sabe o que deve dizer.
— Senhor meu, perdoe minha impontualidade, prometo que não ocorrerá mais. Peço-te que me soltes. Dói demais.
Agachando-me perto de suas pernas, tiro suas sandálias, altas, deixando seus pés livres, mas tendo que praticamente ficar na ponta deles, para manter sua posição, senão seus braços são puxados impiedosamente pela corda, o que aumenta muito sua dor.
Saindo do quarto, deixo-a lá, pelo tempo que ela demorou a chegar.
Decorrido o tempo do castigo, retorno ao local com um copo de água, perguntando a ela se quer um pouco. anddy responde que sim, que está com muita sede. Coloco o copo à sua frente, no chão, dizendo a ela que pode beber a vontade. Vejo seu olhar de espanto, quando ela me diz que não dá pra pegar o copo.
— Como não dá, minha pequena anddy, veja só.
Pego o copo e tomo toda a água, dizendo pra ela:
— Viu como dá? Já que você não quis, bebo eu. E não reclame, pois teve sua chance de beber.
Seu rosto assume um ar de tristeza, pois nada ela pode fazer.
Solto seus braços, os quais caem em direção ao seu corpo, alívio estampado em sua face. Solto a corrente que a deixa arqueada, e ela fica de joelhos, respirando forte, assimilando a dor das alfinetadas do sangue que volta a circular normalmente pelos seus membros.
Livro seus pulsos das algemas, seus braços livres, mas não as pernas. Digo a ela que não tomei café ainda.
— Sim, meu Senhor, permita-me ir à cozinha preparar-lhe algo?
Dada a permissão, vejo anddy ir para a cozinha praticamente arrastando os pés, dada a pouca abertura proporcionada pelas algemas.
anddy vem trazendo uma bandeja com o café para nós tomarmos, com muito cuidado, já que seus pés continuam presos. Coloca a bandeja na mesa e ajoelha-se no chão ao meu lado, servindo minha xícara, e aguardando que eu a deixe servir-se, o que permito logo após ter me servido.
— Senhor, posso pedir-lhe uma coisa?
— Diga o que queres.
— Senhor, peço-te não ficares zangado comigo. o que vou te pedir talvez o Senhor não queira e tenho medo de ser castigada, severamente castigada por isso. Tenho receio de pedir-te.
— Diga logo o que queres ou realmente não serei tão paciente assim.
— Senhor, fiz amizade com uma escrava e contei-lhe de como o Senhor me trata, dos seus castigos, da sua bondade, de sua firmeza, e essa escrava me pediu se não poderia conhece-lo, sofrer em suas mãos o que eu sofro.
— anddy, você tem noção do que estás me pedindo? Já lhe disse que não permito que tenhas ciúmes de seu Dono, e tenho absoluta certeza que tu não gostarias de ver e passar por essa situação de dividir seu Senhor mesmo que por uma sessão.
— Como sempre, o Senhor meu Dono tem razão. Mas apenas relatei o que ela me pediu. O Senhor decide e eu de bom grado aceitarei sua decisão.
— Mande então que ela venha hoje à tarde. Você e ela. Juntas. Instrua-a de como se portar perante o Dono de suas vontades e de seus desejos.
— Juntas Senhor? Eu e ela?
— Não fui suficientemente claro?
— Desculpe, Senhor Dono meu. Claríssimo como sempre.
— Ponha sua roupa e vá busca-la. Estejam aqui às duas horas em ponto.
Dizendo isso, soltei suas algemas, e lembrei da minha sensação ao acordar. De que algo diferente iria ocorrer.
Anddy vestiu-se, trocamos um longo e terno beijo e pedindo-me licença, partiu.
PARTE II
Duas horas da tarde em ponto, toca a campainha. Ao abrir a porta vejo anddy e sua amiga lado a lado, ambas olhando para baixo. Ela pede permissão para entrarem, a qual concedo.
Ao entrarem, anddy me apresenta sua amiga a qual dou o nome de jenny, dizendo a ela que a partir desse instante assim ela seria reconhecida.
Anddy está vestida com uma saia curta roxa, uma blusa branca, sandálias pretas de salto alto e uma tira fina no tornozelo, sensualissima.
Jenny veste um vestidinho azul, meias finas e um sapato de salto alto.
Ordeno a ambas que se dirijam a minha masmorra, onde deverão aguardar por minha presença.
Ao entrar no aposento, mando anddy colocar os braços para trás. Prendo-os com uma algema. Seus olhos, são vendados com uma tira de pano branca pra combinar com sua blusa, a mesma tira dando uma volta por sua boca amordaçando-a. Sua coleira, uma grossa tira de couro, com argolas de metal, posta em seu pescoço, no furo especial, a deixando bem ajustada, recebe uma corrente a qual deixo pendendo em sua frente. Passo uma tira de couro grossa em suas coxas na altura dos joelhos, fazendo com que suas pernas fiquem unidas, sem poder mexe-las. Duas pulseiras de couro largo são postas em seus tornozelos, ligadas uma à outra, logo acima da tirinha da sandália, provocando um lindo efeito, suas pernas se tornando um magnífico ícone de desejo para este seu Mestre.
Coloco anddy deitada na cama que está num ponto do aposento, de lado, passando a corrente da coleira por trás de seu corpo prendendo-a a corrente das pulseiras em suas pernas, fazendo com que ela fique meio encurvada.
Com jenny vendo tudo, aproximo-me dela e percebo que ela está um pouco assustada. Pergunto-lhe se ela pretende mesmo entregar-se a nossa sessão conjunta dizendo a ela que essa é a última oportunidade dela dizer algo, se contra, eu a deixo ir, se aceitar, seguiremos em frente.
Ela me responde, — Senhor, aceito tudo que me propuseres. Estou aqui para me entregar ao Senhor da forma que desejares dispor de meu corpo, mesmo sendo meu primeiro contato real com um Mestre.
— Muito bem, jenny, a partir de então tu serás um instrumento de meu prazer, junto com anddy. Seu corpo é meu, seus desejos são os meus desejos, suas vontades serão as minhas vontades.
Pegando uma mordaça de couro com uma roda de borracha presa nas tiras, mando que jenny abra a boca. Coloco a roda em sua boca, o que a impede de fechar e mesmo de falar. Passo as tiras por trás de sua cabeça e as prendo, deixando jenny de boca aberta. Vejo seus olhos arregalaram-se, mas não escuto um sussurro sequer vindo dela.
Ordeno que ela tire seu vestido e fique apenas de meias e sapato, o que ela faz, e fico satisfeito ao ver que ela está sem calcinha e sem sutiã como eu gosto que venha anddy ao meu encontro.
Como é a primeira vez de jenny, sempre tomo como norma não forçar muito para que não se assuste e resolva não continuar em nossa filosofia. Então, ao ver que ela já cumpriu parte do que eu queria, que era vir sem nada por baixo, mando que ela tire as meias e os sapatos e fique completamente nua, o que ela faz prontamente.
Pegando suas mãos puxo-as para trás e amarro seus pulsos com uma corda, com as mãos sobrepostas.
Sentando ao lado de anddy, digo a ela que bela escrava arrumou para seu Dono, uma moça muito sensual, fazendo com que ela se mexa, em sinal de desagrado, o que prontamente rechaço com um tapa em sua bunda, percebendo que ela gostou.
Volto para jenny, prendendo desta vez seus tornozelos, com outra corda, deixando-os bem juntinhos. Uma outra corda é passada pelas suas coxas, pouco acima dos joelhos, prendendo-a como fiz com anddy. Como jenny não é minha escrava, ela não possui uma coleira que eu possa usar com as cordas. Então sou forçado a usar de outra estratégia. Dobrando uma corda, passo-a por baixo de seus seios, subindo por um dos ombros, embrulhando seu seio, voltando por sobre o outro ombro e descendo novamente embrulho o outro seio, deixando-os apertados pela corda. Deito-a na cama ao lado de anddy, e prendo uma corda na que prende seus pulsos, passando-a pela que prende os seios, e descendo até a que prende seus tornozelos, esticando-a, faço com que jenny tenha que curvar as pernas para trás, ficando completamente imobilizada. Sua visão não é tampada para que veja o que sofrerá minha querida anddy.
Parte III
Retiro a corrente dos pés de anddy, e levanto-a na beirada da cama, retirando-lhe a venda e a mordaça, no que ela me agradece.
Sua saia, com um zíper que a abre por completo, é retirada por mim, expondo sua nudez como sempre exigi que viesse aos meus encontros. Retirando suas algemas, ordeno a ela que retire a blusa, o que ela faz, deixando saltar a minha frente seus lindos seios, ansiosos por serem acarinhados e castigados.
Volto a prender seus pulsos com as algemas. Explico a jenny que irei fazer um strappado com anddy, que se surpreende, e implora para que não sofra esse castigo, por já ter sido feito pela manhã.
Plllaffftttt. Um tapa em seu rosto e uma ordem para calar-se. Não admito que me diga o que devo fazer. Se eu quero te dar esse castigo, esse castigo lhe será aplicado.
— Sim Senhor, desculpe-me, perdoe-me.
Prendendo a corrente do teto nas algemas de seus pulsos, ergo seus braços, forçando anddy a se curvar. Explico a jenny as dores que advirão dessa posição nos braços e costas dela, pelo esforço. Mas não deixarei acontecer desta vez, pois de manhã já a castiguei suficientemente. Utilizarei essa posição para excita-la.
Solto a tira de couro de suas coxas. Um balde de gelo já previamente preparado ao lado da cama é por mim aberto.
Segurando anddy pelo seu seio, começo a espanca-la com minha mão, espalmada, em sua bunda, de baixo pra cima, fazendo com que seu corpo esprema-se contra minha mão que a segura no seu peito... a cada tapa, um apertão em seu bico e seio... cinco tapas seqüenciais de um lado. Viro o corpo, trocando a mão que segura agora o outro seio, e começo a bater no outro lado de sua bundinha, com a cor já diferente, pois o outro lado já está se avermelhando. Seus gemidos de dor e prazer começam a serem ouvidos.
E assim vou fazendo, invertendo sempre, deixando sua bunda totalmente vermelha, quente ao contato, sentindo que devo esfria-la.
Uma pedra de gelo na mão, solto seu seio, escorregando minha mão por suas costas, descendo até o rego de sua bunda, raspando as unhas no vermelho que provoquei com os tapas, vendo anddy arquear-se com o arrepio que sente pelo contato.Passo a pedra de gelo onde raspei sua pele, o frio contrastando com o calor, o gelo derretendo rápido pela quentura de sua pele, as gotas escorrendo por seu reguinho, minha mão indo de encontro à sua buceta, esfregando seu grelinho, forçando anddy a abrir suas pernas e doendo mais ainda os braços, pois os tornozelos ainda estão juntos, o que a força a levantar um pouco os seus braços. Esfrego o gelo por seu reguinho, seguindo com ele em direção do meu objeto de desejo, o gelo escorregando por sua pele, chegando até sua bucetinha, junto aos dedos de minha outra mão que lá estão fazendo seu serviço, os dedos pegando a pedra de gelo e invadindo com ela o interior de anddy, o frio adentrando aquele vulcão, rapidamente sendo derretido, escorrendo por ela, molhando minha mão.
Uma outra pedra é posta em minha mão. essa vai diretamente para encontrar minha posse: o grelinho de anddy, esfregando, esfriando, entrando, invadindo, derretendo. anddy gemendo, sentindo um prazer enorme, delirando pelo que seu Mestre está lhe proporcionando.
Solto seus braços, permitindo-lhe descansar um pouco, deixando-a sentar-se na beira da cama. Seus braços doloridos, sua bunda dolorida, seu grelinho encharcado, pelo seu suco e pela água do gelo derretido.
Aproximo-me de jenny, e vejo que está toda babada, sabendo que é por causa da roda em sua boca, o que a deixa sem condições de engulir sua própria saliva, mas, aproveito-me disso para dizer que ela deverá ser castigada severamente por babar dessa forma.
Ela se assusta, tenta balbuciar algo, mas não consegue. Solto a corda que prende seus pulsos à suas pernas, solto suas mãos e também suas pernas, e trago-a para o meio do salão.
Retiro a mordaça de sua boca, e jenny arqueja, agradecendo e pedindo água, pois está seca, por ter ficado tanto tempo com a boca aberta. Dou a ela um cubo de gelo e digo pra que se satisfaça com isso, o que ela acaba tendo que aceitar.
Coloco uma espécie de banquinho em frente a jenny, mandando-a sentar-se.Chamo anddy e mando-a sentar-se no outro lado, de costas para jenny. Como o banquinho não é muito grande elas ficam na beirada do assento. Passo uma corda na altura da barriga das duas escravas minhas, prendendo-as uma à outra. Uma outra corda é passada por baixo de seus seios, deixando-as eretas. Mando jenny colocar os braços para trás, sobre o colo de anddy, algemando seus pulsos, fazendo o mesmo com anddy. As mãos delas repousando sobre o colo uma da outra.
Prendo com uma corrente a perna direita de uma à perna direita da outra,fazendo o mesmo com as suas pernas esquerdas, as correntes formando um X por baixo do banquinho.
Que excitante ver a pele de uma em contato com a pele da outra. Corpos nus colados, presos um ao outro. Mãos estrategicamente pousadas. Erotismo à flor da pele emitido por ambas, irradiando pelo ambiente, os bicos de seus seios duros, pedindo para serem chupados, mordidos. O frio contato do metal que prende seus pulsos com a barriga delas, provoca um arrepio em jenny, os poros eriçados, mostrando que ela está super excitada. Percebo sua mão tentando encostar na buceta de anddy, que mostra-se arredia ao contato.
Aproximo-me delas, após admirar esse lindo conjunto que criei, e, apertando o seio direito de anddy, beijo-a na boca, sugando-a, invadindo-a, língua com língua, correspondendo e sendo correspondido, apertando seu seio, espremendo seu biquinho, sinto sua boca procurar mais ainda a minha, como forma de driblar a dor sentida pelo apertão, seus gemidos abafados por minha boca, satisfazendo seu Senhor.
Enquanto beijo anddy, minha outra mão procura o seio de jenny, apertando-o também, espremendo seu bico duro em meus dedos, fazendo-a gemer de dor, de dor e de prazer, implorando para que eu a beije também. Dirijo-me até jenny e pego seus seios, apertando-os, e mordo seu mamilo direito, chupando-o, enrodilhando-o entre meus dentes e minha língua, passando de um bico a outro, fazendo jenny contorcer-se num misto de dor e prazer, o que, percebo, a deixa excitadíssima, o calor emanando de seu corpo denuncia sua excitação.
Coloco uma venda em cada uma delas, e digo que sairei do ambiente e as deixarei ali mas que não deverão em hipótese alguma tentarem levantar-se. Saio, mas fico observando-as do canto de minha masmorra.
Parte IV
Escuto jenny dirigir-se a anddy alguns minutos depois, dizendo a ela que está adorando o contato dos braços e mãos dela em seu corpo.
— anddy, imploro a você que tente mexer em minha buceta, passe seus dedos nela, por favor, eu desejo ardentemente que você tente mexer, farei o mesmo contigo.
— ah jenny, se meu Mestre ver ele ficará zangado, não quero nem imaginar o que ele faria conosco.
— Vamos, ele foi pra lá, vamos, só um pouco. E dizendo isso vejo jenny colocar seus dedos na buceta de anddy, esfregando, com dificuldade. E anddy dizendo não, mas um não querendo dizer sim, retribui, esfregando jenny. Deixo-as brincarem entre si um pouco mais.
Repentinamente aproximo-me e digo em voz alta:
— O que significa isso?
Rapidamente, as mãos delas se retraem, e o susto as deixa apavoradas, principalmente anddy, que teme muito quando seu Senhor se zanga.
Colocando minhas mãos em suas bucetas, percebo que estão molhadinhas, e digo:
— Quer dizer que estavam tentando se dar prazer mutuamente? É isso que querem? Eu faço.
E passei eu a esfregar os dedos em seus grelinhos, sentindo o molhado de suas bucetas, sentindo o retesar de seus corpos, o prazer sentido por elas. Elas gemendo, meus dedos invadindo-as. Paro. Retiro minha mãos. Retiro as vendas de ambas e digo:
— jenny, eu vi e ouvi tudo que vocês fizeram e saiba que isso não foi o correto. (falando isso, percebi que anddy já imaginou o que iria vir pela frente) Eu não admito desobediência, nem prazer não proporcionado por mim. Serás castigada por ter quebrado minha confiança.
— Ai Senhor, por favor, perdoe-me, não fiz por mal, estava excitada pelo contato dela com meu corpo, e pelo contato de suas mãos em meus seios. Imploro-lhe seu perdão.
Nada digo. Solto as algemas de jenny, e ponho seus braços para frente, fazendo o mesmo com anddy. Retiro as algemas das pernas das duas, solto as cordas que prendem os corpos das duas escravas.
Pego jenny e levo-a até uma armação quadrada, com quatro argolas com prendedores de couro nos ângulos formados, prendendo seus braços e suas pernas, deixando-a em forma de X, esticada também.
— anddy, o que faço quando você desobedece às minhas determinações?
— Sou severamente castigada, Senhor meu; responde.
— Então você deverá castigar sua amiga para que ela aprenda a respeitar sempre as determinações que você tinha passado a ela. Ela a desrespeitou, portanto tu a punirás. E passei as mãos de anddy uma pequena chibata de couro e ordenei que ela desse dez fortes pancadas na bunda de jenny.
Escuto jenny pedir que não a punisse, que ela não iria mais cometer esse erro. Mandei-a calar a boca e agüentar calada as pancadas que levaria de anddy.
PLLAAAAAAAAFTTTTTTTTTTT
Uma primeira chibatada, não forte, o que repreendi anddy por isso. Ela corrigiu a força, pois sabia que poderia ser punida por isso.
PLLAAAAAAFFFFFFFFFFTTTTTTTT. Uma pancada forte, o que fez jenny gritar de dor. E mais oito pancadas se fizeram soar pelo ambiente, acompanhadas dos gritos de dor dela e pelo choro após o término do castigo.
Enxugo as lágrimas de jenny com um lenço preto, e dou-lhe um copo com água para beber tentando parar com seus soluços do choro que a acometeu. Examino sua bunda para ver como ficou, não deixando de notar o vermelhão que se formou, e passando a mão, sentindo o calor ardente provocado pelos golpes.
Pego os braços de anddy e torno a prende-los com a algema. Levanto-a e puxando as algemas para cima, as prendo numa corrente pendurada no teto, com altura exata para deixá-la na ponta dos pés, com os braços esticados pelo peso de seu corpo.
— Sua vez, minha deliciosa escrava. Só que serei eu a puni-la.
E dizendo isso, acerto a primeira chibatada em sua bundinha, fazendo-a gemer e seu corpo balançar, pois ela está quase solta, presa apenas pelos pulsos e pelos dedos de seus pés encostados no chão.
Seu corpo mexe a corrente a cada pancada que dou, desequilibrando-a, o que a faz ir pra frente e pra trás, tentando se controlar, os dedos de seus pés tentando achar o chão, sua bunda tornando-se vermelha a cada golpe.
Como anddy já está acostumada com seu Dono, acerto-lhe quinze pancadas, fortes, todas elas, e quando termino, ela me agradece o castigo, entre soluços. Esfrego minhas unhas em sua bunda vermelha, provocando-lhe arrepios em todo seu corpo, o que a faz arquear-se, deixando-me cada vez mais excitado e louco por ela.
Amarrando uma corda em seu tornozelo esquerdo, levanto-o e prendo-o, deixando-a suspensa em uma só perna.
Sua buceta fica toda pra mim. Seu equilíbrio, tosco, presa pelos braços em uma corrente mole, sem apoio a ela, e apoiada nos dedos de seu pé direito.
Agacho-me e aproximando-me dela, ponho minhas mãos em sua bunda vermelha e quente, a minha boca procura por seu grelinho, lambendo-a, chupando seu grelinho, mordiscando-o, o que a faz agitar-se, quase perdendo o pouco equilíbrio que possuí, mas sentindo-se segura por minhas mãos, entrega-se à invasão que minha boca faz na propriedade que pertence a este seu Dono e Senhor, sua buceta molhadinha, seu suco delicioso, minha língua provocando-lhe, minhas unhas riscando sua bunda. Anddy me pede permissão para gozar, o que não permito.
— Senhor meu, eu não vou agüentar. Por favor. Diz ela em voz chorosa.
Com uma deliciosa mordida em seu grelinho, paro e levanto-me, vendo o corpo de anddy arqueado, ela tomada por um frenesi louco, uma louca vontade de gozar, o que ela não faz, controlando-se nem sei como, pois faço o possível para que ela goze, para que eu tenha mais motivos para puni-la. Soltando sua perna, anddy volta a ficar com os dois pés no chão, aliás, os dedinhos de seus pés no chão...
Parte V
Solto jenny e levo-a para a cama. Amarrando seus pulsos com uma corda, prendo-os à cabeceira da cama.Passando outra corda em seu tornozelo direito, estico-a e prendo na coluna da cama, fazendo o mesmo com a perna esquerda, deixando jenny com as pernas totalmente abertas. Ao esticar a corda da perna esquerda, abrindo-as, ela solta um leve gemido, pela dor sentida na grande abertura que fiz de suas pernas, deixando sua bucetinha toda a mostra, suas coxas bem separadas, seus braços levantados, esticados, deixando-a com os peitinhos empinados. Para me certificar que ela está bem presa, um pequeno teste, faço cócegas em seus pezinhos, um por vez, logo seguidas de um pedido de “por favor, não” vindo dela, o que obviamente, nem liguei. Com as cócegas mexeram-se seus pezinhos, mas as pernas permaneceram no lugar, demonstrando que ela estava bem presa, como eu quero.
O lençol todo amassado, destaca o lindo corpo de jenny, formando um Y de ponta cabeça.
É a vez de jenny sentir a exploração de uma língua pelo seu corpo.
Sentando-me na cama, ao lado dela, procuro sua boca, premiando-a com um beijo lábio com lábio, língua com língua, sua boca um vulcão em erupção, sugando meus lábios com sofreguidão. Descendo ao pescoço dela, lânguidas lambidinhas a fazem dar leves tremidas, breves gemidos de prazer, enquanto sigo o caminho de seu corpo com minha boca, chegando aos seus peitos.
Enquanto minha boca chupa um de seus peitos, a mão apertando seu peito, deixando o mamilo durinho apontado para meus lábios, sendo sugado, mordido, espremido entre os dentes, a outra mão apertando seu outro peito, fazendo jenny soltar um gemido agudo de dor. Minha boca flutua entre os bicos, os seios apertados por minhas mãos, um de encontro ao outro, próximos, tornando mais fácil a procura pelos biquinhos durinhos, mordendo-os alternadamente, uma suave tarefa, uma doce tarefa, que cumpro com o máximo de prazer. Aproveito-me da dureza imposta aos seus bicos, para colocar um prendedor em cada um deles, fortes prendedores, ligados por uma corrente não longa, curta o suficiente para que os peitos ao tentarem voltar ao local normal ao serem soltos por minhas mãos sejam seguros por eles, momento no qual jenny grita de dor, chorando.
O choro soa como música aos meus ouvidos.Continuo a exploração em seu corpo, descendo minha boca por sua barriga, atingindo seu umbigo, dando giradas com a ponta da língua por ele, e descendo em direção ao meu objetivo.
Com seu corpo totalmente esticado pelas cordas e não conseguindo se mexer, aguarda pelos movimentos seguintes deste Mestre que a domina. Com a certeza de que eu iria chupar seu grelinho, ela leva um susto ao ver que levanto-me da cama.
Vou até anddy, soltando-a de seu doloroso castigo, que ao sentir-se livre, chega a ajoelhar-se no chão, esfregando seus pulsos, sentindo novamente o sangue fluir pelos seus membros.
— Venha anddy, quero você cumprindo minha determinação.
Pegando uma chibatinha, entrego-a na mão de anddy e digo-lhe que deverá castigar jenny, batendo em suas coxas e buceta com a chibatinha. Um chicote fica na minha mão e digo a anddy que ela deverá bater com força, senão ela que receberá chicotadas de mim.
O que ela começa fazendo. Chibatadas fortes, estaladas, nas coxas de jenny, que começam a avermelhar levemente a pele dela, plafft, plafft, plafft, e o som das chibatadas ecoa pelo ambiente, os gemidos de jenny começam a se tornar audíveis, uma vez que as pancadas começam a se repetir nos mesmos locais, avermelhando cada vez mais. Por enquanto anddy castiga as coxas, e sinto que ela está gostando do que está fazendo. O prazer está estampado em seu rosto, as mãos rapidamente cumprem a ordem recebida, as coxas de jenny duramente castigadas. Repentinamente, dou uma chicotada na bunda de anddy, escutando um alto grito de dor, e um leve salto para a frente de seu corpo.
— Eu disse a você, buceta e coxas. Você até agora acertou apenas as coxas dela. Vamos, faça o que mandei.
— Sim Senhor, diz ela choramingando.
E começa a bater também na bucetinha da escrava deitada na cama, alternando entre as coxas marcadas já, e o grelinho dela. Os gemidos começam a tornar-se leves gritos de dor. Jenny tenta mexer-se, mas ela está firmemente presa, o que impossibilita qualquer tentativa dela mudar sua posição.
Anddy segue firme em seu intuito de bater na outra escrava, obedecendo cegamente minhas ordens. Mando então que ela pare, o que prontamente ela faz, e encostar-se na parede de costas para nós, olhando para a parede.
Examino as coxas de jenny e vejo que estão bem marcadas, marcas que talvez nem mesmo eu tivesse feito.
Solto as pernas e os braços dela e mando-a vestir-se.
— Querida jenny, esta foi uma pequena sessão que você passou para ter o seu primeiro contato comigo. Você pode ir agora porque eu preciso acertar umas coisas com minha escrava.
— Sim Senhor, agradeço imensamente o que fez por mim neste encontro. Espero ter-lhe agradado. Posso me retirar agora?
Dizendo que sim, acompanho-a até a porta, dou-lhe um abraço apertado e um beijo em sua boca, um beijo longo, dizendo a ela que a verei brevemente.
Fechando a porta, dirijo-me em direção a anddy, que aguarda pacientemente por mim na posição que mandei que ficasse.
— Senhor, quero permissão para fazer-lhe uma pergunta. Concedendo-lhe, ela pergunta:
— Mestre meu, meu amado Dono, porque dispensaste a outra escrava, deixando-me aqui com o Senhor?
Girando o corpo de anddy, abraçando-a e dando-lhe um beijo, longo e apaixonado beijo, tirando-lhe o fôlego, respondo:
— Amore mio, você é minha escrava, ela permiti que trouxesses apenas para que sentisses o que é dividir uma sessão com seu Senhor. Não deixaria de completar minha sessão contigo estando ela junto. Por esse motivo, dispensei-a e agora você está sozinha, a única escrava sob este teto, a única serva deste Senhor a receber atenções a partir de agora.
Parte VI
Mandando ela dirigir-se ao meio do quarto, passo uma corda por seus tornozelos, prendendo-os. Outra corda é passada entre suas coxas, na altura logo acima dos joelhos, deixando-as também bem presas.
Mandando-a colocar seus braços para trás, amarro suas mãos, uma em cima da outra, a palma de uma mão sobre a outra mão, a ponta da corda, a qual deixo bem comprida, é passada por uma das argolas de sua coleira, levantando os pulsos em direção ao pescoço, deixando suas mãos presas quase ao meio das costas.
Chupo seu bico direito, mordendo, lambendo, brincando com ele em minha boca, puxando-o com os dentes, fazendo-o ficar saliente, quando o prendo com o prendedor que possui a corrente. Anddy reclama, choramingando. Faço o mesmo no outro bico, sentindo bem seu sabor, sugando-o, mamando-o, quando então prendo-o também, tirando lágrimas sentidas de dor, de minha querida escrava.
Deito-a na cama, deixando sua cabeça para fora, os peitos pressionados no colchão, os bicos espremidos pelo peso de seu corpo contra os prendedores.
— Chupe meu pau, agora, minha menina. Quero-o todo em sua boca.
E anddy começa a chupa-lo, engulindo meu pau, brincando com ele em sua boca. Pego o chicote e dou uma lambada forte em sua bunda, o que faz ela arquear o corpo, soltando meu pau de sua boca, enquanto ela dá um grito de dor. Pegando-a pelos cabelos, volto a colocar meu pau em sua boca, de forma a que ela não possa gritar, estando ocupada em chupá-lo. Nova chicotada, nova tentativa de tirar a boca dele, mas eu a seguro, empurrando sua cabeça pelos cabelos, em minha direção, não permitindo que ela deixe de te-lo em sua boca. Seu grito de dor contido pela presença de meu pau dentro de sua boca, seus olhos espremidos pela dor, mas regalando-se em sentir a dura presença de seu Dono dentro de sua boca. Meu pau está duro de tanto tesão, recheando essa boca quente, úmida, sendo lambido, chupado, sugado, invadindo-a forçadamente nas lambadas do açoite em sua bunda, impedindo-a de gritar p


Ficha do Conto

Escritor:
lia{BW}

Nome do conto:
Os contos de meu Dono (2) DUAS ESCRAVAS

Codigo do conto:
1208

Categoria:
Sadomasoquismo

Data do Envio:
03/05/2003

Quant.de Votos:
4

Quant.de Fotos:
0

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