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O lobo rural por Leninha


Depois de muita conversa, muito papo furado, acertei com meus pais que iria tentar o vestibular de agronomia.
Não era minha paixão, mas era o que eles queriam. Fazer o que? Não tinha muita opção ou escolha.
Até que fui mais ou menos, passei raspando, batendo na trave, mas entrei. E lá fui eu, aos dezoito anos, estudar plantas e plantações.
Havia na região onde eu morava um haras muito bem formado, que estava desenvolvendo um esquema próprio de produção de feno para os animais. Meu pai quis de todo o modo que eu fosse ver como era a produção, “vai ser útil”, ele dizia.
Como ele conhecia a dona do haras, conseguiu agendar uma visita, e marcou com um empregado da fazenda para que me pegasse em casa certa manhã. Até aí, tudo bem... Ou quase.
O empregado era conhecido, fazia tempo que ele me “filmava” e naquela cidade pequena todos sabiam da vida de todos. Eu conhecia sua fama que por trás da aparência rude, grosseira, existia um tremendo cara de pau. Por isso, durante a viagem, quando jogou uma conversa fiada para o meu lado, insinuando que sabia coisas a meu respeito, que os homens falavam, que ele já tinha escutado, me apavorei, arregalei os olhos...
Fiquei entre irritada e surpresa. Jamais poderia me imaginar sendo cantada descaradamente por aquele homem. Comecei a chorar desesperada, sem me conter. Eu estava com muito medo de que realmente ele soubesse alguma coisa a meu respeito. Afinal, eu não era nenhuma santinha, muito pelo contrário.
Assim que chegamos desci do carro e me afastei, aos prantos, indo me esconder perto do local onde embalavam o feno. Esconder é modo de dizer, naquela hora os empregados estavam no campo, cuidando dos cavalos, não tinha ninguém por perto.
Fiquei apoiada no guarda corpo da passagem sobre o riacho que separava a plantação de feno do empacotamento, ainda chorando.
Desolada, não notei que Atílio (era assim que ele se chamava) estava se aproximando e nem consegui esboçar nenhuma reação quando ele me pegou por trás, uma mão no seio, a outra em minha bunda, me agarrando forte.
-        Quero te comer igual aos outros... Já deu pra eles, agora dá pra mim...
Ele falava colando a boca em minha nuca, mordendo e chupando, me deixando arrepiada, com medo, é verdade, mas bem arrepiada...
-        Que é isto, Atílio, você tá louco!!!
Parecia que sim. Ele forçava minha roupa para baixo, como que alucinado, as peças foram arrancadas e atiradas para longe.
-        Quero te ver pelada, menina... Peladinha... Assim que eu quero... Vai... Está gostando... Vai... Pelada...
Sem que pudesse evitar, ele me despiu ali mesmo, aos trancos. E o que era piore que eu estava começando a ceder, gostando, querendo, agora quase que só fingindo.
Ensaiei uma fuga de mentirinha, dobrando o corpo para frente, como se fosse possível escapar, mas na verdade empurrando a bunda nua de encontro ao volume enorme que tinha se formado debaixo do calção surrado que usava.
-        Não faz isto comigo... Não faz... Por favor Atílio, você está me machucando.
Eu me agarrava onde podia, sabendo que estava terminando minha resistência, se é que ainda tinha alguma.
-        Franguinha arisca... Não faz cu doce! Quero te comer agora. Já avisei... Sei de tudo, você gosta, fala logo que gosta...
Não havia mais como fingir, fazer teatrinho. Eu estava excitada como das outras vezes que tive um homem comigo. Naquela hora, nada mais importava. Eu estava vencida, não pelo homem, mas sim pelo tesão. Pouco me importava quem estava me forçando... Eu sabia que era um homem, isto é que contava.
Me virei para ele, fui erguida pelas suas mãos, até a altura de seu membro duro... Colei o monte de Vênus de encontro a ele, acesa, excitada...
-        Seu puto safado! Eu dou pra você sim, dou! Tira a camisa, tira a roupa... Tira... Eu dou... Agora eu quero... Agora eu quero...
Passei a mão ao redor da nuca musculosa, esfreguei a xota na barriga suada e peluda, esfreguei mais, para que ele sentisse quanto eu estava melada, excitada.
-        Olha que delícia, sinta como estou... Sinta como sou tesudinha, como estou querendo seu pau, sinta...
Eu estava descontrolada, ardendo e Atílio me ergueu mais e no seu colo, sem que eu entendesse naquele momento o porque, me carregou para trás do caminhão de feno.
-        Melhor aqui, Leninha... Ninguém vai ver.
Tirou o calção, ficou nu. Vi o pau imenso que me esperava, duro e molhado, em meio a uma floresta de pentelhos.
-        Forra o capim com um pano, vai Atílio... Depressa... Pode vir gente... Anda... Anda...
Não podia mais me segurar e quando me dei conta, percebi que estava obedecendo as suas ordens.
-        Fica de cachorrinho... Quero assim... De quatro...
Quase não deu tempo para me ajeitar. Seu pau, por trás, se encaixou na boceta já ensopada. Forçou a entrada e escorregou vagarosamente para dentro, me abrindo, doendo, ardendo...
-        Que gostosa... Que gostosa... Apertada... Miúda... Tá no cio, cadelinha, tá no cio?
Começou a bombear forte, me dando solavancos para trás e para frente a cada estocada, parecia que não ia parar nunca. Tive receio, estava demorando demais, podia chegar alguém, ou pior, poderia gozar dentro de mim, eu não estava certa se podia deixar, muita coisa passou pela minha cabeça naquela hora, ansiedade, medo, tesão...
-        Não goza dentro, Atílio! Dentro não... Tira fora... Mas faz depressa... Depressa... Pode chegar gente...
Ele entendeu minha aflição, sabia o que podia acontecer e tirou o pênis de dentro, mandando que eu me arrumasse, fosse para outro lugar, onde a gente poderia ficar mais à vontade.
-        Se enrola no pano. Eu pego as roupas... Vai indo para o depósito... Vai, anda! Eu vou atrás.
Nem sei como andei os poucos metros até o galpão. Tremia toda. Entrei e esperei. Ele chegou com as roupas, colocou em um canto. Não quis que eu me deitasse. Preferiu em outra posição. Eu sabia por que. Queria gozar dentro de mim, queria isto. Mas sentiu que eu não iria deixar, na xoxota não.
Então, me fez ficar dobrada, apoiada nos próprios joelhos. Eu estava indefesa, não tinha como e nem queria reagir. Apenas senti que passava algo pegajoso e gelado entre minhas nádegas, vaselina para besuntar crina de cavalo, me preparando para o ato.
-        Então vai ser assim, Leninha. Deixa eu pôr? Deixa? Aqui?
Não somente deixei, como pedi:
-        Pode pôr... Pode... Come minha bundinha, Atílio, pode comer... É tua... Você sabe que eu gosto... Falou tanto... Queria tanto... Pode pôr... Põe... Entra... Vai... Entra...
Eu senti cada centímetro daquele pênis abrir passagem para dentro de mim, misturando dor e prazer, entrando e saindo, prolongando a transa. Impossível imaginar por quanto tempo. Eu ajudava, me movendo junto com ele, deliciosamente enrabada, uma sensação incrível, que crescia, aumentava, subia pela espinha, trazendo junto arrepios e calafrios incontroláveis, à beira do abismo...
-        Agora! Agora pode gozar dentro, goza, seu puto! Me faz gozar! Eu quero assim... Que delícia! Que delícia... Não aguento mais... Não aguento mais... Tá chegando, tá vindo... Faz, seu puto! Faz forte...
Não deu para segurar mais, meu gozo veio antes que o dele. Quase caí, com meu orgasmo. Atílio me segurou. Durante alguns minutos, não sei quantos, ele me fodeu com força, compassadamente, buscando o próprio prazer e quando sentiu que estava chegando seu momento, me avisou...
-        O meu tá vindo agora... Agora... Eu sabia que gostava, eu sabia...
-        Então toma... Toma tudo... Assim... Assimmm...
Mais uma vez, querendo esperma como já queria, recebi a descarga abundante dentro de meu ânus, parecia que me alcançava o estômago, me preenchia e vazava, descia para fora.
Não aguentei mais o pau dele, estava doendo muito.
-        Agora tira... Gozou, tira. Não dá mais, pára com isso... To moída!
A gosma começava a escorrer pelas minhas coxas, vagarosamente.
-        Chega, Atílio, chega! Você me esfolou... Na frente e atrás... To toda ardida... Chega! Fez muito forte...
Com alivio, senti o pênis deslizar, saindo... Mas antes da retirada, ele ainda deu uma estocada para a frente, atolando até o saco...
-        Puta merda... Pára com isso! Quer me arrombar?!?!
Dessa vez, com uma cara de sem vergonha, tirou por inteiro e me deixou solta. Me ergui, tremendo, com as pernas bambas. Fui até minhas roupas, me arrumei como pude. Ele também se vestiu. Quando estava amarrando meu tênis, Atílio se aproximou.
Carinhosamente afagou meus cabelos.
-        Leninha, nunca fiz assim com mulher nenhuma. Nunca me quiseram. Você quis... Deu a bundinha... Gostou... Gozou... Deixou eu gozar...
Vi seu rosto de satisfação, vi o seu sorriso...
O que ele não imaginaria nunca é que minha satisfação e prazer tinham sido maiores, bem maiores... E que eu estava começando a gostar muito da idéia de me formar em agronomia, curtir todas as belezas do campo, e quem sabe, um dia, ao reencontrar o lobo rural, fazer o deliciosamente o papel de Chapeuzinho Vermelho.
Foto Perfil rela210223

Ficha do Conto

Escritor:
ni.

Nome do conto:
O lobo rural por Leninha

Codigo do conto:
12146

Categoria:
Heterosexual

Data do Envio:
06/04/2011

Quant.de Votos:
3

Quant.de Fotos:
0

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