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A Empregada Crente


Ela tinha 17 anos quando veio trabalhar em casa como empregada. Era mulata misturada com índio, muito tímida e sempre se vestia com roupas de crente: blusa apertada no pescoço, de manga longa e saia sempre abaixo da canela. Seu nome era Natália.
O tempo foi passando e minha mulher e eu fomos nos afeiçoando a ela, sempre elogiando sua eficiência e estimulando seus estudos.
Minha mulher sempre insistia para que ela deixasse de usar roupas tão recatadas, pois era muito menina ainda e tinha que aproveitar. Se ela soubesse como a Natália iria aproveitar mesmo...
Três anos se passaram. O corpo dela se desenvolveu muito, mas ainda não dava para ter uma boa noção do resultado por causa das suas roupas. Demos a ela de presente de aniversário uma sessão no cabeleireiro para fazer trancinhas afro, que a deixaram bem exótica e mais bonita. Um belo dia ela aparece com uma bermuda de lycra até a altura do meio das coxas, daquelas grudadinhas, que dá para ver a marca da calcinha.
De manhã acordo sempre mais cedo que minha mulher e sempre encontro primeiro com a Natália. Levei um susto com aquele seu novo visual e tratei imediatamente de elogiar. Ela apenas sorriu, sem graça. As coxas dela eram grossas e muito lisas. A bunda era grande, redonda, apetitosa como eu jamais imaginei que fossem sob aquelas roupas recatadas.
No dia seguinte, a mesma bermuda, o mesmo elogio e o mesmo sorriso amarelo. Ela estava seguindo os conselhos de minha mulher....
Após alguns dias, ela me aparece com um top largo, sem soutien, que deixava aparecer os biquinhos dos seios. Que peitinhos... Pareciam desafiar a lei da gravidade e caíam para cima. Eram redondos, médios, duros, deliciosos... Às vezes, pela manhã, eu ficava atrás do balcão, sentado em uma banqueta e debruçado sobre o tampo, conversando com ela enquanto a observava preparar o café. Ela absolutamente não se constrangia em se abaixar na minha frente para pegar qualquer coisa, deixando aparecer sob meus olhos os dois seios mais belos do mundo, um pouco maior do que eu suspeitava e com auréolas saltadas...
Um dia, agachada ao pé da minha banqueta e deixando mostrar os peitos, pediu-me que levantasse para poder abrir um armário. Enquanto eu descia da banqueta, uma ereção enorme sob o meu fino pijama apareceu na frente dela. Ela fingiu que não viu e não se incomodou, mesmo com meu pau a cerca de 30 cm do seu rosto.
No dia seguinte, já apareci na cozinha de pau duro e fiquei andando na frente dela, conversando normalmente e com um pijama bem fino. Ela mais uma vez fingiu que não viu, até que nos encontramos no corredor da copa... No momento que cruzei o seu caminho, vi em câmara lenta aquela mulher levantar os braços, encostar as mãos na parede de frente e empinar a bundinha para trás. A minha reação foi instintiva. Levantei os braços, me apoiei na parede de trás e empurrei os quadris para a frente. Meu pau hiperduro percorreu toda aquela bundinha maravilhosa, de um lado a outro, delirando desde o início da calcinha, de tamanho muito grande mas fininha, até a fenda carnuda no meio das nádegas. Quando meu pau encaixou no meio da sua bunda, dei um pequeno passo à frente, e ela empinou a bunda para trás. Repeti o movimento mais algumas vezes e gozei. Tenho certeza de que a reação dela também foi instintiva, e tenho certeza que ela gozou também. Nunca achei possível gozar daquela maneira, sem manipular nada, sem muitos movimentos, apenas com uma esfregada. Mas eu gozei, ejaculei no pijama e nem vi que ela também tinha gozado. Ouvimos um barulho vindo do meu quarto e corri para me limpar no banheiro da piscina.
Os dias se passaram e nenhuma outra chance apareceu, até que minha mulher, que trabalhava numa grande empresa, anunciou que tinha que viajar por 3 dias. No dia seguinte, levei-a ao aeroporto, voltei para casa, peguei meu filho, levei-o para o colégio e fui trabalhar. Quando voltei à tarde, disse a ela que desse um banho no menino e fosse para casa, mas que voltasse depois das 10 para ficar com ele, pois eu precisava tratar de uns assuntos importantes. Ela agiu com naturalidade, pois sempre pedíamos a ela que ficasse com o menino quando precisávamos sair. Passei o resto do tempo fazendo os preparativos. Coloquei o menino para dormir, desliguei o telefone, tomei um banho de chuveiro bem gostoso e deixei a banheira cheia. Vesti apenas meu pijama fino.
Às dez em ponto ela apareceu e agiu como sempre fazia quando precisava ficar à noite em casa. Estava com o mesmo tipo de bermuda, mas agora com uma calcinha mais fina, quase um fio dental, e um top solto que denunciava os bicos pontudos quando caminhava e os peitos balançavam. Foi direto para a cozinha e começou a lavar alguma louça que estava na pia, com a bundinha empinadinha. Meu pau já estava muito duro quando a abracei por trás, envolvendo sua barriga com os braços. Meu pau se encaixou naquela maravilhosa bunda outra vez. Ela soltou um suspiro e segurou meus braços com as mãos cheias de sabão. Disse ao ouvido dela, sussurrando, que naquele dia eu havia gozado somente com o toque da bunda dela no meu pau, e que tinha sido um momento único e mágico da minha vida, o melhor orgasmo de todos. Ela se virou para mim de olhos fechados, agarrou meu pescoço e me deu um beijo tão gostoso, tão molhado, tão íntimo, tão seguro, tão forte que eu gozei de novo, com o pau no meio das pernas dela, ouvindo os gemidos de seguidos orgasmos dela. Meu Deus, pensei, o que está acontecendo comigo? Isso nunca aconteceu antes? O esperma escorreu pela minha perna e, quando ela percebeu, passou a mão recolhendo um pouco e lambeu os dedos, enquanto tinha mais um orgasmo. Depois disso me deu um beijo terno, beijo de agradecimento, tocando meu rosto com as duas mãos, e pude sentir o gosto do esperma. Ficamos um longo tempo abraçados, sentindo o sabor, o cheiro e a pele um do outro. Levantei-a pela cintura e a fiz sentar-se na pia. Tirei seu top disse a ela o quanto amava aqueles seios lindos. Passei um tempo que pareceu uma eternidade lambendo, chupando, mordiscando e brincando com aqueles seios, como o bezerro mais desmamado do mundo.
Ela então segurou minha cabeça com as duas mãos e me olhou nos olhos. Eu parecia estar em transe. Ela trocou de posição comigo e, numa posição bem confortável, tirou meu pijama e numa só abocanhada enfiou meu pau inteiro na boca. Pude sentir bater na garganta. Aos poucos, foi tirando da boca, enquanto muita saliva escorria pelos cantos. Quando finalmente tirou todo meu pau para fora da boca, parecia que estava sem fôlego. Enquanto arfava para se recuperar, batia uma punhetinha simplesmente deliciosa e cadenciada. Depois voltou a me chupar e, pressionando a glande com a língua, de uma maneira inacreditavelmente gostosa, me fez gozar e encher sua boquinha de esperma. Que boca úmida, que lábios macios, que habilidade surpreendente...
Depois de gozar pela segunda vez, estava arriado, mas mesmo assim quis retribuir. Sentei-a de novo na pia, tirei a bermuda e a calcinha dela e comecei a lhe dar um banho de gato. Comecei pelos pés. Enfiei o dedão dela inteiro na boca, enquanto massageava os pés. Depois fui subindo pelas coxas, enquanto segurava sua cintura. Ela começou a abrir as pernas. Fui me aproximando daquele monte negro de pêlos enquanto beijava a virilha de ambos os lados. Dei uma grande lambida em volta de toda a sua vulva, que a fez estremecer. Depois segurei sua bunda por baixo com as duas mãos e passei a língua em toda extensão da sua bucetinha, de baixo para cima. Abri mais as pernas e enfiei toda minha língua dentro dela. Comecei a fazer movimentos de transa com a língua enquanto apertava sua bunda. Aí me detive no clitóris, e fiquei mordiscando, chupando e lambendo este pedacinho de carne que foi inchando até que ela explodiu num orgasmo vulcânico, interminável, muito profundo e... exaustivo. Estávamos ambos praticamente enlouquecidos quando ela terminou. Me levantei e a abracei enquanto relaxávamos. Peguei-a pelo colo e levei-a até a banheira cheia. Coloquei bastante espuma e entramos para o mais relaxante e gostoso banho de nossas vidas.
No banho ela me disse que nunca havia transado de verdade. Quando tinha 14 anos fazia muitas brincadeirinhas com um primo, que ensinou ela a beijar e chupar e que dois anos mais tarde lhe comeu o cuzinho. Ela disse que deu tanto a bundinha para ele que ficou viciada. Quando veio para a cidade, nunca mais o viu e nunca mais se aproximou de nenhum homem, por causa dos rigores religiosos da mãe, mas que sempre se masturbava e sonhava em dar a bundinha de novo. Quando ela falou aquilo, meu pau endureceu na hora, aparecendo a cabeça por sobre a água. Ela disse que queria que eu comesse seu cuzinho, mas em uma posição muito especial. Como ela me via sempre de pau duro desfilando pela cozinha, disse que quando estava na pia às vezes se masturbava esfregando as pernas, e queria ser penetrada lá mesmo, de pé. Partimos voando para a cozinha, carregando um espelho bem grande e um tubo de KY. Coloquei o espelho ao lado de nós, para que pudéssemos apreciar a penetração naquela posição. Ao se posicionar na pia, ela empinou a bundinha da maneira mais sexy que existe e disse:
-Vem comer minha bundinha, vem...
Enchi meu dedo médio com o lubrificante e enfiei no seu cuzinho para abrir caminho. Ela começou a rebolar e dizer que queria logo sentir meu pau. Então lambuzei todo o meu pintão e comecei a forçar a entrada. O cuzinho dela estava ainda muito contraído, e não consegui penetrar. Ela então colocou uma mão para trás, pegou meu pau e posicionou bem na entradinha. Vi esta cena pelo espelho, que me deixou completamente tarado. Empurrei bem forte e entrou a cabeça. Ela abriu a boca como se estivesse gritando, mas apenas pediu mais. Enfiei mais um pouco e entrou metade. Pelo espelho olhávamos a posição maravilhosa em que estávamos. O pau completamente duro enterrado em seu rabinho até a metade. Ela começou a suar e disse que queria tudo lá dentro. Comecei a me movimentar e num instante o pau entrou por completo, sobrando de fora só as minhas bolas. Agora eu estava extasiado com a enrabada. O pau entrava e saía alucinadamente daquela bundinha, sem parar. Ela começou a dizer:
- Me fode, gostoso. Enfia esta vara dura como pedra até as minhas entranhas. Quero sentir seu pau inteirinho. Mete, mete, me fode...?
Ela já se tocava na bucetinha desde o início, mas tirei a mão dela e coloquei a minha. Ela estava encharcada e já devia ter gozado mais de uma vez. Quando ela começou a rebolar a bundinha, da maneira mais sexy possível, não aguentei e gozei dentro dela, soltando urros de prazer, sentindo meu corpo todinho tremer na mais gostosa metida que já havia dado. Ela gozou junto comigo mais uma vez, apertando meu pau com o cu e me dando uma sensação maravilhosa. Suados e saciados, ameacei tirar o pau de dentro, mas ela não deixou. Queria curtir mais um pouquinho. Ele foi amolecendo aos poucos até que saiu sozinho. Em tantos anos de trepadas com mulheres de todos os tipos, nunca tinha visto alguém fazer sexo anal tão bem.
No dia seguinte, acordei com ela chupando meu pau. Ela pegava o pinto com as duas mãos e dava batidinhas no rosto, enquanto acariciava as bolas. Pedi para ela se virar e fizemos um delicioso 69. Que sabor maravilhoso tinha aquela grutinha encantada, fechadinha e virgem. Após gozarmos um na boca do outro, disse que preferia que ela se mantivesse virgem, para evitar possíveis problemas futuros com a família dela.
Hoje tenho esta amante à minha disposição dentro de casa o tempo todo.
Às vezes, fujo do trabalho à tarde para uma sessão de sexo anal. Quando chego, ela já está posicionada, com a bunda linda empinada, esperando pelo meu pau. Sou um cara muito feliz por isso. Minha mulher nunca desconfiou de nada, e continua estimulando ela a aproveitar a sua juventude...
Foto Perfil rela210223

Ficha do Conto

Escritor:
ni.

Nome do conto:
A Empregada Crente

Codigo do conto:
12210

Categoria:
Heterosexual

Data do Envio:
13/04/2011

Quant.de Votos:
4

Quant.de Fotos:
0

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