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TIRE A ROLA DO CU DO MEU MARIDO, IMEDIATAMENTE! 1


01. O AGIOTA, O AMIGO FR INFÂNCIA, O RANCOR, O PRAZO
_ Tá ligado, não é, camarada?! Sete dias, nem um minuto a mais! Começo a contar no comento que você cruzar aquela porta! Não vacila! Se você tem dúvida se vai ter a grana... aconselho a procurar outra pessoa...
_ Que é isso, Juca! Numa pressão psicológica dessas, fico até receoso de pegar a grana mesmo! Alivia aí, cara! Seja mais flexível com seu amigo velho de infância... Fomos criados juntos! Estica mais esse prazo... pelo menos dez dias!
_ Saulo... Sete dias... Exatos! [...] Fomos criados juntos... [Risos] É... Fomos criados juntos... [Gargalhadas]
_ E não fomos? Crescemos em casas coladas... Estudamos na mesma escola! Não entendi sua reação!
_ Crescemos juntos é uma porra! Crescemos com você enchendo meu saco! Estudamos na mesma escola onde eu fui motivo de chacota, zombaria... [Engasgo... Tosse] por sua causa! Olha, cara, vai levar a grana ou não vai? Resolve logo... Antes que eu me arrependa e não empreste! Resolve, caralho!
_ Não estou acreditando... Juca, você está desenterrando essa tolice de vinte anos atrás? Juca, éramos duas crianças... inconseqüentes... Não acredito que você está com isso aí dentro! Você guarda rancor de mim, cara? Juca, se liga... Temos 35 anos!
_ Pimenta no cu dos outros, né?! Pois fique sabendo que tudo o que escutei... as piadas, as humilhações, as situações vexatórias, as horas de choro sozinho em meu quarto... Tudo isso... Tudo isso, com todos os detalhes... está aqui! Atravessado na minha garganta! Tudo! Ouviu bem? Tudo!
_ Juca... cara...
_ Saulo, é a última vez! Vai levar a porra da grana ou não vai?
Nós estávamos frente a frente, separados apenas pela escrivaninha onde estavam as cédulas, agrupadas em dez de cem reais... Somavam vinte mil! Em sete dias, teria que devolver com dez por cento de juros em cima. Minha vontade era não levar, mas a situação não me deixava escolha. Ou levava, ou perdia a casa! O rosto do Juca tremia... Ele sabia que era quase impossível levantar essa quantia em uma semana. E eu sabia também o preço a pagar caso não conseguisse o dinheiro! Quantas mortes misteriosas tivemos notícias por aquelas redondezas... desde o tempo do pai dele, o responsável pelo início das agiotagens em nosso bairro! Sempre tiveram costas largas! Nunca se viu um policial sequer investigando aquele negócio ilegal! Policiais andavam por lá, mas para pegar empréstimos também.
Quem entra naquela mansão, que mais parece uma fortaleza, inclusive com homens armados, não imagina a origem de Juca. A situação da família era de fazer pena! Sofreram muito mesmo... e eu tive minha contribuição! Parado ali, olhando nos olhos dele, passou um filme na minha cabeça. Nem lembrava mais de tudo aquilo! Juca era mais cruel que seu pai que apenas mandava dar um “corretivo” no caloteiro – que baixava hospital tamanha a quebradeira de ossos! Juca, talvez devido ao rancor que guardava da vida pregressa, usava de métodos mais, digamos, eliminatórios! “Vem quem quer! Eu não vou buscar ninguém em casa pra emprestar dinheiro! Eles vêm com as próprias pernas... E saem daqui sabendo como é o esquema! Você acha que eu acumulei tudo isso como? Levando calote? Tendo peninha do coitado? Como meu pai me ensinou: quem tem pena do coitado, vai para o lugar dele!” – Escutei ele dizer isso a um senhor, muito elegante, de terno e gravata, que conversava com ele enquanto eu aguardava minha vez.
Não tive outra saída:
_ Tudo bem, Juca. Vou levar a grana. Seja o que Deus quiser!
_ Tem certeza? Preste atenção... Estou perguntando novamente... Tem quatro testemunhas aqui... – Olhando para seus “seguranças” – Todo mundo tá escutando, não é?
Confirmaram com a cabeça.
_ Vamos Juca! Vamos logo acabar com isso!
_ Assine aqui essa nota promissória!
_ Pronto.
_ Tome a grana. Confira direitinho... Olhe para o relógio na parede. Que horas marca lá?
_ Dezessete e quarenta e sete.
_ Vou ser generoso com você... Você tem até as dezoito horas. Entendeu, né? Dezoito!
_ Beleza!

02. A PROPOSTA, O DILEMA, O DESPERTAR

Apertamos as mãos. Já ia cruzando a porta quando escutei:
_ Saulo! Vem cá! Vem cá!
_ Fala!
_ Pensei aqui... e resolvi levar em consideração nossa infância... nossa criação juntos... [Sorriso sarcástico]... Só não sei se você vai ser macho o suficiente para topar!
_ Considerar como? O que muda?
_ Permanece o prazo de sete dias. Se você trouxer a grana... beleza! Se não trouxer... você paga de outra forma... Aliás, você ainda terá direito a duas opções de pagamento!
Poxa! Cheguei a respirar fundo de alívio! Aquilo era inédito! Nunca soube de ninguém que conseguisse flexibilidade na prestação de contas com o Juca. Com os olhos brilhando e estampando um sorriso no rosto:
_ Juca... Juca! Eu sabia que você não ia desconsiderar o passado! Apesar de tudo... foi uma história, cara! Fala aí, cara... Juca, você poderia dividir em duas vezes...
Ele me olhava... um sorriso estranho, as duas mãos nos bolsos da calça...
_ Claro! Crescemos juntos... Chega aqui mais perto... Não sei se você vai aceitar... melhor ficar entre nós! Venha...
_ Já aceitei, Jucão! Já aceitei!
_ Calminha!
Ele foi entrando num escritório bem pequeno, cuja porta dava para esta sala maior onde estávamos. Só havia um sofá de dois lugares, uma mesinha de centro e um quadro na parede.
_ Senta aí, Saulo!
Sentei. Ele ficou em pé, quase encostado na parede, bem na minha frente.
_ É o seguinte: faz tempo que venho prometendo aos meninos aí, os seguranças, uma festinha...
Na hora que ele disse isso, eu pensei: “Pronto! Ele vai pedir pra eu me encarregar dos preparativos! Dez anos trabalhando em restaurantes... já fui ajudante de cozinha, cumim, garçom, maitre... Vai ser moleza!”. Ele continuava:
_ Estava adiando, adiando... Afinal, a Rosa entre a vida e a morte, não tinha como dar uma festa... Ainda mais como eles queriam! Mas fiquei viúvo! Agora já é possível...
_ É como eles estavam querendo?
_ Sabe como é homem, não é, Saulo?! Em tudo dá um jeito de envolver sacanagem...
_ Ah! [Risos] Entendi! Olha Juca, eu não tenho muito conhecimento desse tipo de serviço, não, mas tem um colega no restaurante que trabalhou numa casa de stripper... Era um cabaré camuflado... Segundo ele comenta, as profissionais de lá são de primeira qualidade. Mas deixe comigo... Você terá a festa pronta! Só curtir mesmo! Deixa as preocupações comigo... Você está pensando em quantas acompanhantes? São seis seguranças, sete contigo... Uma pra cada? Ou metade...
_ Calma, Saulo... Eles vão se satisfazer só com uma pessoa mesmo!
_ Juca... Espera! Uma garota de programa para sete... Rapaz, é difícil! Até com dois elas põe dificuldades... Não cara... É quase impossível em contrar uma garota para encarar. Ainda mais uns gigantes desses! Devem ter umas jibóias entre as pernas! Ela sai voada daqui!
_ Não, Saulo! E quem falou em garota?
_ Ah... Sim! Tá certo! Sem esse negócio de sexo...
_ Não... Só tem graça com uma orgia no meio! Ok. E o que você pensa em servir? Você pretende oferecer o que para comer?
_ Você!
_ Não... Eu não falo em quem vai servir, mas o que vai ser servido...
_ Isso mesmo! Você será o prato da festa! Topa?
Quase enfartei tamanho o susto! Depois, cheguei a pensar ser uma piada dele...
_ Como é que é?
_ Calma, Saulo! Calma... Sente aí!
_ Ah,,, Você ta me tirando! Porra, Juca... Olha aqui minhas mãos, cara! Tremendo, bicho! O jeito que você falou... deu até pra pensar que era sério!
_ Mas é sério! Por isso trouxe você em separado. Caso não tope, fica entre nós!
_ Claro que não topo! Caralho... Fez eu perder esse tempo aqui! Você ficou louco, Juca? Sou um cara casado, nunca dei nenhuma pinta de que curtisse isso, cara! Que onda é essa agora?
_ Posso falar?
_ Não cara... Melhor nem continuar. Vou fazer de conta que nem estivemos aqui...
_ É melhor você escutar! Que custa? Ouve... pensa e responde.
_ Juca, não há no que pensar... Pirou, cara?
_ Tudo bem... Então até daqui a sete dias, às dezoito horas... pontualmente!
Levantei e, quando já ia torcer o trinco, parei... virei para ele:
_ Tá. Vou escutar só por curiosidade... Qual a proposta?
_ Senta. Saulo.
_ Tudo bem...
_ Você tem sete dias. Escuta com atenção e pesa se vale ou não a pena! Se às dezoito horas você não tiver conseguido o pagamento... total... Eu te darei duas opções: você pode optar por ganhar mais cinco dias... nesse caso, você me dá o cu, na presença dos seis seguranças. Serviço completo, com direito a boquete e tudo!
_ [Risos] Pirou! Cara... você enlouqueceu!
_ Ou...
_ Ou? Se você achar que mesmo com mais cinco dias não vai conseguir, você esquece o pagamente... A grana é sua... Mas vai dar o cu para quatro de nós, e chupar os sete. No fim, vai levar um banho de gala de todos!
Fiquei chocado! Aquilo seria um teste? Ou ele tinha pirado mesmo? O pior é que a segunda opção me deixou balançado. Perderia as pregas do cu, mas não pagaria o empréstimo. Mas se vazasse?
_ Juca... sinceramente... eu sou um homem casado, como você tem coragem de me propor isso? Eu me livro da dívida e do casamento ao mesmo tempo! Tem cabimento?
_ Só se você quiser perder. Daqui isso não sai. Se um deles abrir o bico, vai conversa o que não deve com os anjinhos do céu! Dessa parte eu garanto! Se você pensar bem... verá que não é lá grandes coisas!
_ Eu acabei de dizer que uma garota não aceitaria porque esses caras devem ter umas pombas de jumentos! Aí tu bota minhas pregas na fita!
_ Que é isso, Saulo! Isso é mito!
Nessa hora, o Juca simplesmente abriu o zíper em jogou aquela pomba morena, veiuda pra fora. E o pior: quase em estado de ereção total! Ele falava:
_ Quem olha pra mim, uma lapa de negro... e meu cacete... olha só! Nada de descomunal! Metia no cu da Rosa todo dia... Acho que comi mais o cu dela do que a boceta! E ela adorava! Sentava em cima fazendo o bichinho sumir naquele rabo... Ah! Quando eu lembro!
Ele ia falando aquelas coisas e o pau cada vez ficando maior e mais grosso. A cabeça brilhava, como se tivesse passado óleo! E pra piorar, ia se punhetando lentamente, mergulhado nas lembranças das trepadas com a esposa! Fiquei confuso... Meu cacete também começou a crescer, mas não sabia se por ter o dele ali, a um palmo da minha boca, ou se pela descrição que ele ia fazendo. Tratei de interromper logo aquilo.
_ Sem condições, Juca! Sem condições!
_ Seja franco, Saulo. Esse é o máximo que meu pau endurece. Daqui não passa. Se a Rosa engolia inteiro, deixava só o saco de fora... Você não conseguiria? Besteira, porra! O teu, se duvidar, é mais avantajado que o meu! E tua esposa consegue, não consegue?
_ Que intimidades são essas, cara! Não põe a Cris nisso.
_ Calma, garoto! Eu falei de mim e da Rosa numa boa! Estou com minha pomba aqui em exposição... Pra quê esse melindre?
_ Eu não pedi pra você falar nada... Muito menos ficar com o cacete de fora! Você fala que eu devo ser mais avantajado porque sabe que não sou! Essa tua pomba equivale a duas das minhas! E tem outra: nunca comi o cu da minha esposa... nem de ninguém!
_ Vai pra puta que pariu! Qual o homem que nunca comeu um cu? Isso nem existe!
_ Existe! Eu. Nunca comi... Nunca!
_ Sério Saulo?
_ Sério!
_ Põe tua rola pra fora aí! Deixa eu ver! Tô vendo que está dura... Vai!
_ Para com isso, Juca!
_ Eu estou desconfiando de você, heim Saulo! Por que um homem não pode ver o outro de pomba dura? Pensa que não sei que você e a turma se juntavam para bater punheta? Eu tinha a maior raiva! Nunca me chamavam!
_ Eu nunca fui! Me chamavam, mas eu sempre me saia... Tá bom... eu mostro. Mas trava essa porta. Pode entrar alguém. O que vão pensar?
_ Beleza! Pode mostrar, agora.
_ Pronto. Vê a diferença?
_ Praticamente a mesma coisa! Claro que sou mais alto, mais corpulento... Mas descontando isso... é equivalente! Também essas veias do meu dão a impressão de ser mais grosso! Então... Qual tua resposta?
_ Porra, cara! Que cilada essa em que você me meteu! Ainda se fosse só nós dois, sem ninguém ver... era de se pensar. Mas esses caras olhando você me fuder... é dose!
_ E o valor do empréstimo? Será que não vale a pena? Vai ter uma semana pra se preparar... sem preocupação de correr atrás dessa grana. Possivelmente vai fazer outro empréstimo para cobrir esse. Pesa tudo isso...
_ Não vou negar... é tentador! Coragem de dar o cu para m/e livrar dessa preocupação, eu tenho! Agora de fazer isso com outras pessoas olhando... aí é o nó!
_ Pra te mostrar que não sou tão ruim, vou facilitar tua vida... Mas só se for no segundo caso: dar para quatro!
_ Qual é a facilidade!
_ Ao invés de ser somente você dando... Combino com eles pra todo mundo se comer, se chupar... inclusive você pode comer. Assim, fica mais fácil!
_ Juca!
_ Saulo... Melhor que isso é impossível!
_ Mas isso só vai rolar se eu não conseguir a grana, sim? Não preciso dar uma resposta agora...
_ Exato. Mas um dia antes você já terá uma posição. Você liga pra mim... A gente precisa se preparar... Suspender os atendimentos aqui... tal... Combinado?
_ Combinado! Vou lá...
_ Espera, espera! Só para você ver que não tem bicho de sete cabeças... vem cá!
_ Que você tá fazendo, Juca? Pára, cara!
_ Fica frio... Olha... Vou dar uma chupada só na cabeça do teu pau. Olha! Hummm... Hummm... Ahrrr...!
_ Ei Juca! Ahrrrrr...! Caralho! Hummm... Juca! Ahrrrr...!Só para sentir outro cacete na mão!
_ Pronto. Mudou alguma coisa? Eu continuo o mesmo e você também!
Eu ri.
_ Pega aqui no meu!
_ Cara...
_ Pega! Isso! Tá vendo! Não está dando vontade de sentir o gosto não? Só assim, como eu fiz...
Olhei para o rosto dele. Realmente bateu uma vontade louca... Ele insistia:
_ Vai, Saulo! Só umas lambidinhas!
Ajoelhei-me diante dele, olhei aquela cabeça brilhando, apertei um pouco o pau dele, fechei os olhos e meti, devagar, na boca. Que sensação boa!
_ Isso Saulo! Ohhhhh....! Que gostoso... Tá vendo? Mais um pouquinho... Assim... Ahrrrrr...!
_ Chega. Chega! Depois eu ligo e dou uma posição!
Guardamos nossos paus e saímos. Ao passar pelos seguranças, inevitavelmente, olhava-os de modo diferente. A cada um que via, direcionava meu olhar para seus “pacotes”, imaginando suas medidas! Já na porta, virei para a direção onde Juca estava, sorrimos. Saí.

03. A ESPOSA, O DESEJO, A TENTATIVA, A DECEPÇÃO

Dali, fui direto quitar a dívida da casa. Na imobiliária tive que esperar para ser atendido. Para todos os homens que estavam no mesmo espaço meus olhos só tinham duas direções: suas bundas ou suas rolas. Alguns pareciam bem beneficiados outros dava a impressão que eram capados. As bundas... quantas diferenças! Largas, estreitas, empinadas, batidas... Aquele comportamento não me deixava a vontade. Alguns caras repararam meus olhares... Eu estava ficando preocupado. Teria eu descoberto uma bissexualidade, antes, retraída. Nunca tinha me sentido assim! De vez em quando, a visão e o gosto da pica do Juca me vinha a mente. Me peguei, em alguns momentos, arrependido de não ter ido mais longe! Já vi algumas pombas em sites, filmes... mas sem nenhum interesse sexual. A dele era, sem dúvidas, a mais ... como dizer?... a mais interessante.
Realmente, nunca tinha comido o cu de ninguém. Mas não por falta de vontade! Tinha uma certa vergonha de sugerir... sei lá! Mas depois daquela situação, estava decidido: vou comer o cu da Cris! E seria naquele dia!
Cheguei em casa e ela estava uma pilha!
_ Aff! Saulo... já estava pensando mil coisas... ruins, claro! Que demora foi essa?
_ Pronto, Cris... Pronto! Parece que tirei um peso das costas (Mal sabia ela que outros pesos estariam, provavelmente, nas minhas costas dentro de uma semana!). Eis o recibo! A casa é, finalmente, nossa!
_ Ahhh...! Graças! Mas não sei se fico feliz e me tranqüilizo ou fico mais preocupada ainda!
_ Por que? Não era isso que queríamos. Aliás, precisávamos! Se não pagasse hoje, a casa iria a leilão... E nós para debaixo da ponte!
_ Pois é... Mas debaixo da ponte e vivos é melhor que com a casa e mortos! Nem filhos para deixarmos nós temos! Você sabe como é o sistema de empréstimo do Juca! Não tem perdão! É pagamento ou caixão!
_ Chris... como eu disse, o Juca era quase um parente. Crescemos juntos...
_ E isso serviu de alguma coisa?
_ Muito! Ora, ele foi bem flexível... Facilitou...
_ Em quantas vezes?
_ Sete! (Pensei: seis seguranças mais o Juca)
_ É! Ele foi generoso!
_ Pronto! Agora vou tomar um banho...
Abracei-a por trás.
_ E depois nós vamos comemorar bem gostoso!
_ Aiii...! Saliente! Que tara! [Risos]
_ Se prepara! [Risos]
_ Me preparar? Pra quê? Ei... Não foge! Fala!... Ei! [Risos]
No banho, ao lavar minha rola, comecei a lembrar da boca do Juca engolindo-a. A ereção foi imediata e intensa. Chegava a latejar! Como ainda estava cedo e não transaria com Chris logo que saísse, mas somente antes de dormir, a vontade de bater uma punheta foi irresistível! Fechei os olhos e fantasiei aquele bando de homens fortes, brutos e másculos nus. Viajava imaginando seus cacetes... alguns disputando minha rola para chupar, outros me oferecendo suas picas tesas para me deliciar... e o Juca tentando meter seu pau em meu cuzinho. Sem me dar conta, enquanto me punhetava, roçava o dedo indicador em meu buraco! A bronha ficava intensa e o dedo já avançava! Delirei! Com o dedo todo atolado no meu cuzinho, dei a esporrada mais espetacular da minha vida! Terminei o banho e sai renovado. Leve. Fui a cozinha e Cris fez um lanche para nós. Conversamos. Vimos TV. E ela:
_ Amor... Vamos deitar?
_ Vamos pro quarto... mas deitar eu não garanto! A noite promete!
_ Você está estranho! [Risos] Tarado! Que houve, heim? Olha... como essa rola está dura!
_ Aiiii... Não aperta! [Risos] Vai arrancar! [Risos] Não posso ficar louco de vontade de fazer amor com minha esposinha, não?
_ Pode! Pode... pode... pode... pode...! Vem, tarado!
No quarto:
_ Abre essas pernas, gostosa!
Comecei a linguar sua boceta... Ela enlouquecia... Levantei mais as pernas dela e fui direcionando a língua até o cuzinho dela. A reação dela foi diferente.
_ Ai, amor! Não... Eu tenho cócegas! Ai...
_ Deixa eu chupar esse cuzinho... deixa?
_ Ai! Não, não... Vem pros meus peitinhos... Vem!
Fui. A contragosto, mas fui. Em seguida, o trivial: uma chupetinha no meu pau, depois meti rola na boceta dela... Ela gritava... Eu estava muito tarado mesmo. Fui tentando encaminhar a coisa para o que eu estava desejando...
_ Fica de quatro, Cris!
_ De quatro, Saulo? Nossa... Por que isso agora?
_ Amor... Vem! Vamos matar nossas vontades!
_ Mas a gente faz tão gostoso sempre...
_ Tá bom Cris... Fica de ladinho, então!
A partir dali, já fui baixando o fogo. Ainda, de ladinho, tentei fazer uns carinhos, mas, novamente, fui barrado. Por fim, gozamos. Mas, eu, cheio de frustração! O jeito foi dormir... na vontade!
No dia seguinte, pela manhã, Cris saiu para dar aulas. Eu entraria no restaurante somente a partir das três da tarde. No período que fiquei só, busquei na Net filmes pornôs bi e homo e assisti-os. Bati duas gostosas punhetas. Da última vez, introduzi dois dedos!

04. O RESTAURANTE, O GARÇON, A REALIZAÇÃO, O PRAZER

No restaurante, quase enlouqueço! A troca de roupas da equipe de garçons, que era tão normal para mim, passou a ser o momento da cobiça, da curiosidade, do tesão. Juliano, o garçom recentemente contratado, ao trocar a roupa, ficou totalmente pelado. Minha boca encheu d’água. Ele notou meu jeito e, já de calça e me olhando, deu uma apertada no pau que me arrepiei dos pés a cabeça. Saí dali às pressas! “Será que ele sacou?” – essa pergunta martelou minha cabeça a noite toda. Quatro da madrugada, estava no depósito regulando os congeladores quando ouvi um barulho na porta de saída dos funcionários. Rapidamente saí. Por pouco não ficava preso! O gerente já estava saindo. Como não viu ninguém, pensou que já tínhamos saído todos. Deixou a chave comigo e fui ao banheiro mudar a roupa para voltar a minha casa. Ao entrar, chuveiro ligado: Juliano banhava-se! Puta que pariu! Fudeu!
_ Foi pesada a noite heim, chefe?!?
_ Hoje foi de lascar! Por pouco não ficamos presos, sabia? Agora, não entendo como o gerente não escutou o chuveiro!
_ Eu acabei de ligar! Deitei aí, só para dar uma relaxada nas pernas, e cochilei! Acordei ao escutar o senhor falar com ele.
_ Ah... Sim!
_ Para ser sincero, seria até bom ter ficado trancado... Pelo menos seria um pretexto...
_ Pretexto? Para quê?
Ele desligou o chuveiro e veio saindo, passando a toalha pelo corpo...
_ Pretexto para não enfrentar condução nesse horário, com o cansaço que estou! ... ... Seu ônibus demora muito?
_ Bem... Agora são quatro e vinte! Daqui que eu me molhe, me vista e chegue até a parada, já terei perdido o de quatro e meia. Então... só cinco e meia! Corujão... você sabe! Só de hora em hora!
_ Poxa! O meu também! Então vou esperar o senhor... A gente vai juntos!
Entrei e liguei o chuveiro. Ele dava ajeitava os cadarços do tênis e, de rabo de olho, direcionava o olhar a mim. Por duas vezes nossos olhos se encontraram e eu disfarçava. Ele, inquieto, perguntou:
_ Chefe... Sei que não pode, mas será que seria possível eu pegar uma cerva. Eu pago.
_ Não é nem por não poder, Juliano. Acontece que lá está trancado. Peguei só a chave da saída!
_ O senhor não vai se apressar não, não é? Ainda tem uma hora! Me aguarde só um segundo... é um puilo! Vou pegar aqui a chave, ta?
_ Não demora, rapaz!
Assim que ele saiu, comecei a fazer uns alongamentos para tentar aliviar a tensão do corpo. Minhas pernas estavam uns bagaços! Os ombros estavam arriados, fazendo conjunto com a curva que fazia minha coluna. Não conseguia erguer meu tronco! Estava muito cansado mesmo! Alongar poderia ajudar. A água caía sobre mim e com as pernas esticadas e afastadas, tentava alcançar meus pés, um de cada vez, depois o chão. A bunda ficava direcionada à porta do banheiro. Ele tinha acabado de sair! Tomei um susto quando ele encostou uma latinha geladíssima em minhas costas...
_ Aiii...! Juliano... que susto! Rapaz, pensei que você ainda estava no portão!
`_ Fui no posto aí vizinho! Trouxe uma pro senhor!
_ Obrigado! Estou precisando! Nunca fiquei tão exausto! Estou acabado! Estava alongando para tentar melhorar!
_ Eu vi aí! – Falando quase inaudível – Me segurei, mas não sou de ferro não!
_ Oi?
_ Quê?
_ Não entendi o que você falou!
_ Não. Deixa pra lá!
_ Fala, homem!
_ Não... Eu estava só pensando alto: mas o senhor poderia achar muito abuso!
_ Fale!
_ Assim... Caso o senhor permitisse, eu poderia fazer umas massagens... nada profissional, mas como eu faço no futebol, o senhor sabe! ... mas eu acho que ajuda! Mas deixa quieto! Eu sou assim mesmo... sem noção!
_ Julliano... cara, vou aceitar! Estou um caco!
_ Mesmo?! O senhor pode deitar de bruços aí no banco. Deixa eu só tirar esse tênis e a camiseta... Fica mais livre e melhor para mim...
_ Aqui mesmo, não é? O perigo é eu dormir! [Risos]
_ Pernas e costas são os mais doloridos, não ? Aqui?
_ Exato! Ahhhh....! Era tudo o que eu precisava! Nesse lugar mesmo! Ahhhh....!
_ Está bom assim? Ou mais forte? Como o senhor gosta: bem de leve... devagar... ou forte, com pressão mesmo?
Saquei logo o duplo sentido nas palavras dele e meu pau já dava sinal de vida, pressionado do banco.
_ Do jeito que você fizer, vou adorar!
_ É mesmo? Posso fazer como gosto que façam em mim? Olha lá, heim?
_ Pode... Ahhh...! Você tem uma pegada boa: nem violenta, nem delicada! Ahhh...!
_ Só um instante... deixa eu tirar essa toalha!
_ Mas assim, vou ficar pelado!
_ Qual o problema? Pois para o senhor não ficar constrangido... ... ... Pronto!
Quando olhei, ele estava completamente nu, e a rola já se elevando...
_ Não fique ofendido, ta, chefe?
_ Ofendido? Mas por quê?
_ Esse danado do meu pau!
Olhei novamente. Duro feito uma rocha, e ele agarrando com força... quase estrangulando... Fiquei sem fala e engoli a saliva com dificuldade.
_ Mas o senhor entende... Assim, num lugar desse e tocando um corpo gostoso como o seu... pelado! É impossível não morrer de tesão! Mas eu vou ficar na minha... É... Uma bunda como a sua... Assim, pertinho dela... Olha só... A bixinha fica tremendo e chorando...
Olhei o pau dele e da cabeça saia uma gota de baba...
_ Fique de frente... Nas coxas também relaxa!
Virei e logo meu cacete marcou presença. Ele me olhou nos olhos, se abaixou, e enquanto sua mão deslizava da minha coxa até o pau, seu rosto se aproximava do meu. Boca rente a boca, ele sussurrou...
_ Posso até perder o emprego, mas não vou perder a chance de satisfazer os desejos que estão gritando dentro de mim... Desculpa, mas não sou forte o suficiente...
A língua de Juliano invadiu minha boca ao mesmo tempo que sua mão enlaçou minha chibata! Nossas línguas dançavam fazendo nossos tesãos aumentarem mais... mais... mais... e meu pai experimentava a pegada de maior profusão até então! Meu corpo parecia não estar ali! Sua boca desprendeu-se da minha, mas não do meu corpo. Ele foi lambendo meu pescoço, meu tórax, meu abdômen, minha virilha e senti meu pau ser engolido por aquela boca faminta! Seus dedos acariciavam minhas bolas... Eu estava em transe absoluto. Nossos gemidos soavam ao longe! Nossos corpos exalavam o cheiro do desejo!
_ Ahrrrrrrrrrrrrr...!! Porra! Chupa essa pomba! Ahrrrrrrrrrrrrrrrr......! Engole seu safado! Ahrrrrrrrrrrrrrr...!!!! Ahrrrrrrrrrr......! Engole, porra! Ahrrrrrrrrrrrrr.....!
_ Hummmm... Hummmm.... Hummmm.... Hummmm.... Ah! Delícia! Delícia! Quero esse caralho todinho! Hummm... Hmmm... Hmmm... Ah! Ah! Delícia demais! Ah! Ah!
_ Fica aqui! Vem! De quatro! Isso! Hummm... Cuzinho apertadinho! Abre mais as pernas... Assim! Toma um tapa, danado! Toma, safado!
_ Ai! Bate! Ai! Ai! Bate! Hummm...! Aiiiiiiii! Que língua quentinha! Isso, mete no meu cuzinho! Ahrrrrrr!!!! Hummmmm!!!!!
_ Gosta de chupada no cu? Hummm? Hmmm?
_ Gosto! Chupa! Aiii!
_ Alto, fala! Gosta, safado? O que é que esse cuzinho quer? Responde?
_ Aiiiii.... ! Delícia! Aiiiii... ! Ele quer rola! Quer rola! Mete essa rola, Mete! Mete! Meu cuzinho está piscando pedindo seu cacete... Dá pra ele dá?!
_ Esse rabo de macho está querendo minha pomba? Deixa eu ver... Se seu cuzinho piscar, prendendo minha língua... é porque essa safado quer mesmo! Hummm...! Hummm...! Isso, sem vergonha! Arrocha minha língua! Vou enfiar o máximo que posso! Hum! Hum! Hum! Hum! ... Ahrrrrrrr...! Safado! Toma palmada! Toma!
_ Aiiiii...! Não me maltrata! Mete logo esse caralho! Vai!!! Mete! Hummm...! Assim... Passa a cabeça da rola nas minhas preguinhas! Hummm...! Gostoso! Tá sentindo meu buraquinho piscar? Oh... Oh... Oh... Hummm... Ai! Isso, vai empurrando... Ai! Assim!
_ Ahrrr...! Que delíocia de cu, porra! Mexe assim... Ohhh... Meu cacete está entrando... Assim... Rebola! Opa! Entrou a metade! Hummm... Você vai agüentar todinho? Hummm... Eita! Cabra macho! Tô inteiro atolado no teu cu! Que coisa gostosa! Hummm... Hummm... Quentinho! Apertadinho!
_ Ai que delícia! Que cacete! Que rola! Que pica! Arromba meu cu... Agora! Bomba forte!
_ Tem certeza?
_ Vai! Soca tudo! Soca forte! Soca rápido! Vai! Aiiiiiiii...! Aiiiiiiiiiiiii...! assim! Assim! Ai que tesão! Aiiiiiiiiiiiiii!...!
_ Puta que pariu... como é bom comer um cuzinho! Toma, safado! Pede mais pede!
_ Mete mais! Assim, toda dentro, dá umas estocadas! Ai! Ai! Ai! Ahrrrrrrrr.....!!!
Deitei no chão e pedi para ele sentar no meu cacete. A pica dele ficava apontada para mim. Enquanto ele subia e descia no meu pau, eu tocava uma punheta nele!
_ Ai caralho! Que visão! Ver você engolir minha chibata! Isso!
_ Tá gostando de comer meu cuzinho?
_ Estou em êxtase! Maravilha!
_ Aiiiiiiiii!! Estou quase gozando!
_ Eu também!
_ Na minha boca! Quero sua gala na minha boca!
_ Então, vem! Levanta! Assim! Abre essa boquinha... Lá vem! Ahrrrrrrrrrrrrr!!! Ahrrrrrrrrrrrr!!! PORRA! Ahrrrrrrrr...!!! Bebe pra eu ver! Isso! Isssssssssssssssssssssss...!!! Gostoso! Agora vou querer viver atolando minha pica nesse cuzinho!
_ Ah! Olha o tanto que gozei, chefe! Seu leitinho é delicioso! Meu cuzinho vai ser exclusividade sua!
_ Tem certeza? Olha que eu acredito! [Risos]
_ Pode confiar! Sou fiel! [...] Posso fazer uma pergunta?
_ Claro!
_ Assim... Você passou a impressão... quando falava... que essa era a primeira vez que fazia anal... Foi isso?
_ Exato! Você tirou minha virgindade! É o primeiro cu que como!
_ De homem, não é?
_ Não. O primeiro... primeiro! E também é minha primeira experiência com outro homem...
_ Mas o senhor não é casado? Nunca fez anal com a esposa?
_ Nunca!
_ Caracas! Mas... não tem quem diga que foi sua estréia! O senhor comeu gostoso demais! Porra! Inesquecível!
_ Para mim também! ... ... ... Você tem cara de danado!
_ Sou danado só contigo! Me dá um beijão bem safado!
_ Vem cá...
Aquelas sensações que afloravam em mim eram simplesmente incríveis! Nunca seria capaz de imaginar que pudesse ser assim uma transa com outro homem! Eu sentia mais liberdade para expressar em palavras o que eu sentia, de uma maneira natural, espontânea... Com mulher a gente se policia mais. Os movimentos também! Com um homem, por estar de igual para igual, a gente age mais animalescamente! Forte! Intenso...
Juliano e eu conversamos um bocado. Coisas importantes e necessárias como o tratamento dentro do restaurante. Tudo deveria continuar normal! Jamais deveríamos misturar assuntos pessoais com os profissionais. Falei sobre minha condição de homem casado e, portanto, a minha não possibilidade de firmar compromisso com ele. Era bom que tudo ficasse claro para evitar cobranças futuras... tanto de um quanto do outro.
Enfim... de início, nos dias seguintes, tudo transcorreu numa boa. Faltavam só dois dias e eu já estava convicto a aceitar a proposta do Juca. No próximo conto, relatarei como se deu a orgia e algumas coisas inusitadas que aconteceram! Entre elas, o fato que justifica o título deste conto.
Até mais!!

Foto Perfil G Froizz

Ficha do Conto

Escritor:
gutofroizz

Nome do conto:
TIRE A ROLA DO CU DO MEU MARIDO, IMEDIATAMENTE! 1

Codigo do conto:
12352

Categoria:
Gays

Data do Envio:
27/04/2011

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
1

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