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Orgias com Minha Esposa no sitio do pai dela


Olá amigos!

Como o feriado desta Páscoa de 2011 foi prolongado aproveitamos para visitar os parentes e também curtir um pouco de sexo sem compromisso, nada combinado ou marcado.

Mais não imaginávamos que seria tão movimentado, logo na quinta-feira minha esposa ganhou uma deliciosa duplamente penetração do primo dela e de um amigo dele.

Como se trata de aventuras vividas em três dias, e o relato ficou longo (10 páginas), dividi o mesmo em três partes facilitando desta maneira a leitura, e garanto que quem tiver paciência de ler, vão ficar de pau duro com este relato 99% real, pois haja detalhe e nomes para lembrar e escrever.

Parte(1)
Os pais da Lúcia têm um sitio na região de Pedro de Toledo, litoral sul, eu deve dar uns 200 km de SP, gostamos de ir para lá quando o tempo esta quente, pois na divisa do sitio deles, no pé da Mata-Atlântica, tem uma deliciosa queda d’água, não é grande mais ideal para tomar banho pelados e fazer sexo.
Nem sempre local está tranqüilo, pois apesar de estar numa área particular e preservada sempre aparece alguém por lá, principalmente o pessoal do outro sitio que faz divisa com o nosso, mais com eles não temos problemas, pois são amigos dos meus sogros.
Minha esposa tem um primo chamando Nando, ele tem 27 anos, noivo, moreno de sol e que trabalha e mora lá no sitio também, ele ajuda o pai da Lúcia nos afazeres do sitio que tem plantação de bananas e alguns animais.
Além do Nando que cuida das coisas meu sogro tem alguns outros empregados, e um casal de caseiros que moram na propriedade e ajudam minha sogra nos serviços domésticos e manutenção da casa, que é grande e tem uma are de lazer com uma piscina e um salão de jogos, onde meu sogro gosta de passar o tempo livre jogado sinuca, tudo muito interiorano mesmo.
Meu sogro não sabe que somos liberais e nem imagina que a filha dele é uma putinha da cidade e eu corno assumido, o Nando e os caseiros sabem com certeza e minha sogra apenas desconfia ou até sabe, pois ela já flagrou alguns lances entre o Nando e minha esposa, mais sempre fica na dela, pois adora quando vamos visitá-los.
Foi neste cenário cotidiano que chegamos ao sitio na quinta-feira de manhã, feriado tudo tranqüilo, apenas o pessoal de casa estava lá e o primo da minha esposa foi o primeiro a vir nos receber, descarregamos o carro, conversamos um pouco com os velhos, depois fomos nos trocar.
Sempre que vamos para lá gostamos de ficar bem à vontade, pegar o jipe do meu sogro para passear e curtir o local.
Coloquei short, camiseta e havaianas e esperei a Lúcia no alpendre conversando com o Nando, daí ela aparece vestindo uma micro saia jeans, uma camiseta comprida branca sem sutiem e havaianas rosa nos pés, ela estava um tesão e o Nando a comeu com os olhos.
Estava quente e a primeira coisa que ela falou foi para o Nando nos levar na cachoeira, uma vez fomos sozinhos e quase nos perdemos no pé da serra do mar.
O Nando mais que depressa concordou com a idéia, pois sabia que a prima adora tomar banho pelada lá na queda d’água.
Pegamos o jipe e saímos, o Nando foi dirigindo por uns atalhos e ela na frente com ele pondo o papo em dia.
Depois de uns 15/20 minutos e muitos solavancos chegamos à cachoeira, o local estava limpo e bem cuidado, grama verdinha e água limpa e clarinha.
Descemos do carro e não deu outra, a Lúcia foi logo tirando a roupa, ela usava por baixo um pequeno biquíni florido quase fio dental, o primo não resistiu puxou-a e lhe deu um beijo, dai tiramos a camisa e fomos para debaixo da queda d’água.
Estávamos curtindo a água fria e gostosa dando uns beijos e uns pegas de leve na Lúcia quando chegam algumas pessoas, era o filho do dono do sitio vizinho com uns amigos e amigas, tudo garotada dali mesmo e conhecidos do Nando e vieram em nossa direção, o Nando foi falar com eles e depois nos chamou, peguei a Lúcia pela mão e saímos da água.
A gente já conhecia o rapaz, do sitio vizinho, e a namorada dele, mais dos outros não lembrávamos.
Eles estavam em três casais é logicamente estavam ali para curtir a natureza e sexo também, assim como nós. Notei que os dois amigos do rapaz não tiravam os olhos da Lúcia, ainda mais que além da parte de cima do biquíni dela mal cobrir os seios a parte de trás ficava toda enfiada na deliciosa bunda dela.
A Lúcia não ficou constrangida, pelo contrário estava descontraída e sorridente e eu já com um baita tesão.
Voltamos para a água e começamos a molhar um ao outro, a Lúcia estava brincando com o Nando e com um dos rapazes que também havia entrado na água e jogava água neles.
Eu fui por trás dela e a segurei dizendo que era a vez deles jogarem água nela, eles chegaram perto mais perto e começaram a jogar muita água, a Lúcia fugindo, empinava para trás e apertava sua bunda contra meu pau que já estava duro fazia tempo.
Naquela brincadeira de agarra-agarra a parte de cima do biquíni dele foi puxado para o lado e um dos seios ficou a mostra, os dois ficaram esperando alguma reação dela, que apenas sorriu, daí para apimentar a brincadeira eu propositalmente descobri o outro seio dela.
Ela parou a brincadeira e entre nós falou: "- Já que vocês estão querendo arrancar meu biquíni aos poucos, porque não tiram tudo de uma vez? "
Eles mais que depressa começaram a desamarrar o parte de cima do biquíni dela, e com a desculpa de que estava difícil, pois havia um nó se aproveitaram para ficar encoxando-a, depois desamarram a parte de baixo, e o biquíni dela acabou levado pela correnteza ficando preso numas pedras mais abaixo, tentei pegá-lo mais não deu mais.
Nua e excitada minha esposa virou-se para eles com os peitos fora da água, estavam empinados e com os bicos duros, ela nem precisou oferecer-se a eles, pois já começaram a beijar, acariciar e mamar nos seios dela.
Ficamos beijando-a, passando as mãos pelo seu corpo e encoxando-a com nossos paus duros, enquanto e falávamos sacanagens para minha esposa putinha.
Nesta altura os outros que haviam chegado junto com o rapaz também estavam na maior sacanagem numa das piscinas naturais criadas pela queda d'água
Então minha falou para sairmos da água e irmos para o jipe, chegando lá eles tiraram as roupas, ela pegou no pau deles e começou a punhetar e chupar os dois ao mesmo tempo, o pau do Nando era bem grande e do outro rapaz tinha tamanho normal, ela me olhava com cara de putinha e perguntava se eu gostava de vê-la brincar com aqueles paus e eu respondia que adorava e ficava muito excitado.
Colocaram-na de quatro no banco do jipe e enquanto um bombava na buceta dela, o outro colocava o pau na sua boca.
Depois de ser comida nesta posição o priminho dela esticou uma toalha na grama deitou-se e a colocou sentada com a buceta no pau dele, nesta hora quase morri de tesão a vendo cavalgar como uma puta no pau do primo, seus peitos balançando e outro pau entalado na boquinha dela. Ela gemia, gritava, chorava de tanto tesão.
De repente, para a minha surpresa ela me olhou e falou: "- Querido, faz tempo que estou louca sentir um pau bem gostoso na minha buceta e outro no meu cuzinho!". - “Deixa os dois me comerem juntos, deixa.." e antes que eu a respondesse empinou a bunda para trás jogando o corpo para frente oferecendo seu cuzinho rosado para o rapaz que não demorou muito em atender o desejo dela, ela todinha preenchida no cu e na buceta e eu assistindo a tudo e tocando uma punheta como um bom corno assumido que sou.
Meteram assim um bom tempo, os gritos e gemidos dela chamou até a atenção do pessoal que brincava na água, mais ficaram na deles.
Quando estavam para gozar, saíram de dentro dela e deram um belo banho de porra na cara dela e nos peitos dela e depois voltaram os três peladinhos para a água.
Depois se despediram do rapaz e saíram da água de mãos dadas, eu ainda estava de pau duro e não havia gozado, então ela aproximou-se e me beijando disse que ia me compensar por ser um marido tão perfeito e me fez gozar na boca dela com um maravilhoso boquete, engolindo toda minha porra.
Como a Lúcia tinha perdido seu biquíni na cachoeira ela vestia apenas a camiseta sobre o corpo molhado ficando a camiseta colada no corpo, e com os bicos dos seios duros quase furando o tecido, além de que por não ser muito comprida deixava parte da bunda dela amostra, nem preciso dizer que para nós homens ver uma mulher seminua expondo partes do corpo às vezes dá mais tesão do que vê-la totalmente nua.
Já passava da hora do almoço e ainda nem tínhamos falado direito com os pais da Lúcia, e por isso tratamos de voltar para o sitio.
Na volta para o sitio ainda paramos para pegar umas frutas no caminho e também para dar uns amassos na Lú debaixo de uma arvore, baixei a camiseta dela e mamei nos peitos dela sugando os bicos até sugar seu leite e ela gritar de dor e tesão.
O Nando entrou por trás dela e tirou a camiseta e como ela estava sem nada por baixo ele começou a enfiar os dedos na buceta dela e masturbá-la, enquanto eu mamava nos peitos dela, eu me abaixei e comecei a chupar sua buceta que ainda tinha um leve gostinho de sexo e o Nando a abria todinha com os dedos para minha língua entrar nela, dai o Nando perguntou se eu queria lamber a buceta dela enquanto ele a comia e eu disse que sim, ele tirou o pau já duro do short e meteu na buceta da Lú por trás e eu fique em baixo lambendo e mordendo o grelo dela inchado e sorvendo o liquido gostoso que escorria da buceta dela penetrada pelo pau dele, quanto mais eu lambia e mordia o grelo dela mais ele ficava inchado e ela gemia de tesão, depois ele a levou para o jipe e fê-la cavalgar o pau dele e meteu fundo na buceta dela novamente, acho que dava para ouvir os gemidos dela lá na cachoeira e o safado só tirou o pau da buceta dela depois de esporrar lá dentro e inundá-la de porra, que escorria pelas coxas dela abaixo. A sacanagem estava ótima mais a gente precisa voltar para casa.
Chegamos ao sitio passava das 13h e tentamos entrar despercebidos pelos fundos e logo que paramos o carro e descemos demos de cara com o caseiro, Sr. João, que apenas sorriu para nós e ao entrarmos na casa encontramos a mãe da Lúcia saindo e já levamos uma bronca pela demora no almoço e pela roupa escandalosa dela, não tinha como minha sogra não ver que a Lú estava sem nada por baixo da camiseta e ainda por cima voltando o mato com o marido e o primo, e se ela tinha dúvidas depois de hoje teve certeza que a filha dela é mesmo uma vadia safada e o genro corno assumido.
Parte (2)
Continuando a relatar alguns momentos interessantes que passamos no feriadão da Páscoa, terei de entrar em detalhes para tentar passar-lhe todo o tesão que tivemos nessa viagem. Depois de toda aquela gostosa sacanagem que rolou na quinta-feira de manhã, logo que chegamos ao sitio dos pais dela, na parte da tarde apenas descansamos e colocamos o papo em ordem com o pessoal, já que estivemos com eles em Dezembro, no Natal.
Minha sogra ainda ficou de bronca com o Nando e a Lúcia, dizendo que eles estavam muito “levados” e que estava querendo puxar a orelha deles, certamente ela se referia as nossas safadezas da manhã que ela como mãe experiente percebeu, mais como tudo ficou nas entre linhas e eles fizeram-se de desentendidos, a bronca dela acabou passando e o resto do dia transcorreu normalmente.

Como a família é Católica, a sexta-feira foi de resguardo e descanso e nada de diferente rolou. Sabíamos que nos domingo meus pais também viriam para o almoço no sitio reunindo toda a família, o sábado de Aleluia seria praticamente nosso ultimo dia liberado para curtirmos algo diferente, já que estávamos a cerca de 200 km de casa.
Sábado cedinho meu sogro bateu na porta do nosso quarto para avisar que ele e minha sogra iriam visitar uns parentes numa cidade próxima, acho que em Mongaguá e que voltariam após o almoço, achamos ótimos, pois teríamos o sitio só para nós, mais a noticia chata foi que o primo Nando é quem iria levá-los, no carro dele já que meu sogro dirige pouco na estrada.

Ficamos um pouco mais na cama numa gostosa brincadeira de casal e logo depois levantamos e fomos para o banho e depois tomar café, chegamos à copa trocando beijos e a Dna. “G”, é assim que o pessoal chama a esposa do caseiro que ajuda minha sogra em casa, nos esperava para colocar o café da manhã.
O tempo estava esquentando e resolvemos tomar sol na piscina que fica na área de lazer, há alguns metros da casa, como minha esposa havia perdido seu biquíni na cachoeira e não havia outro de reserva, perguntou-me se poderia ficar só de calcinha no deck, respondi que como estávamos praticamente sozinhos achava que não tinha problema, daí a Lúcia tirou a camiseta e o short que usava, ficando só de calcinha, era uma calcinha branca tipo asa delta, alta e cavada muito sexy, ela deitou-se na espreguiçadeira e eu passei filtro solar nela, começando pelo pescoço, passando pelos peitos, barriga, virilha até chegar aos pés dela, nem preciso dizer que meu pau já estava duro novamente, apesar da rapidinha que demos no quarto após o café. Ela também estava excitada, os seios dela estavam empinados e os bicos durinhos de tesão.
Deitei na espreguiçadeira ao lado e a Lúcia começou a passar bronzeador em mim, só que em vez de passar na virilha e nas coxas a putinha foi com a mão dentro da minha sunga, e pegando no pau passou óleo nele como se tivesse punhetando, quase me fazendo gozar.

Passadas uma hora que estávamos lá deitados, de repente aparece o Sr. João, para avisar que meu sogro havia ligado dizendo que só chegariam ao final da tarde, minha esposa ficou surpresa com a presença do caseiro, mais até então ele já havia visto ela de só de calcinha e com seus peitos gostosos expostos ao sol, e com certeza não deve ter sido a primeira vez. O Sr. João deveria ter uns 50 e poucos anos, moreno e queimado de sol, tipo rústico mais simpático, rosto um pouco envelhecido, dentes mais brancos que o meu e plenamente em forma.
Aproveitando a presença dele o convidei para tomar uma cerveja e jogar uma partida de sinuca, a principio ele ficou indeciso, mais daí falei que era sábado e o patrão não estava mesmo, ele sorriu e topou, tomei uma rápida ducha para esfriar e fomos para o salão de jogos do outro lado do deck, estávamos jogando e tomando cerveja quando a Lúcia passa pela janela em direção a ducha, a calcinha dela estava toda enfiada na bunda, o que mereceu nossa atenção, não sei se de propósito ou não, mais ela demorou no banho, os peitos dela empinados brilhavam com a água e o sol refletindo no óleo e os bicos durinhos espetados para cima. A calcinha dela molhada se tornou transparente dando uma grata visão da sua buceta, já que é quase toda depilada.

Voltamos ao jogo mais a Lúcia aparece na janela dizendo que estava com muita sede, falei para ela entrar e ver se tinha água na geladeira, ela entrou e passou por nós, ainda estava toda molhadinha, na geladeira ela achou apenas cerveja, mais estando gelada ela não recusou , abriu a latinha, deu um gole fazendo careta e veio até a mesa, com os peitos empinados e brilhando e os bicos ainda duros apontados para nós, perguntando sobre o jogo.
Puxei-a para mim e a beijei na boca, colocando-a entre eu e o caseiro, e acariciei os peitos dela fazendo-a encostar levemente a bunda na direção do pau dele, na primeira vez ele muito sem jeito afastou-se mais como ninguém é de ferro, numa segunda vez ele permaneceu firme sentindo a bunda dela contra seu pau que estava duro, a Lúcia muito safada e ainda encostada nele, olhou para trás sorrindo maliciosamente, falou: ”- Nossa Sr. João que coisa dura é esta atrás de mim?”
A partir daí acabaram as formalidades de filha do patrão e empregado e o Sr. João segurou a Lúcia pela cintura e deu uma bela encoxada nela e ela esfregando a bunda no pau dele, depois ele subiu as mãos e encheu-as com os peitos dela que praticamente cabiam quase inteiros nas mãos grandes dele, abaixei-me e arranquei a calcinha dela deixando-a peladinha.

Voltamos para piscina e ela começou a chupar minha rola, o caseiro ficou nos olhando sentado num banco de madeira ao lado do deck.
Daí minha esposa me pediu para ir até brincar com ele e eu deixei-a ir, ela se sentou ao lado dele, fiquei observando as safadezas dela com ele, ela iniciou acariciando o pau dele ao mesmo tempo em que tocava sua buceta e a exibia para ele, que logo a agarrou e ficou acariciando seus seios e sua buceta, depois ela se abaixou e começou a mamar na enorme ferramenta dele.
Aproximei-me e ela veio mamar na minha rola e revezando com a dele, ela mamava nas nossas rolas com muito gosto enquanto a acariciávamos, depois sentei no banco e a puxei, para meu colo ela encaixou sua buceta no meu pau e comecei a fode-la bem gostoso enquanto ela chupava a rola dele, ela rebolava e gemia no meu pau e mamava no pau do caseiro.
Ficamos preocupados em sermos flagrados por alguém, e daí o Sr. João nos convidou para irmos para a casa dele, pois sua esposa tinha ido ao mercado e depois iria cuidar da casa principal e fazer almoço e só voltaria para casa depois que os patrões voltassem, achamos a idéia muito excitante, seria uma experiência diferente e aceitamos o convite dele.

A casa deles era simples, grande e bem cuidada, entramos num dos quartos, fechamos a porta e começamos as brincadeiras, deitados na cama os três, ela no meio de nós dois primeiro foi penetrada pela primeira vez pelo seu João, ela gemeu e chorou levando aquela enorme ferramenta em sua buceta, mais logo conseguiu acomodá-la dentro dela, depois começamos a revezar nossas rolas na buceta dela, quando ela ficava com a bunda virada para mim eu metia na sua buceta por trás, enquanto o caseiro chupava seus peitos e sua buceta, ela dizia que a língua dele era duro e áspera, e quando tocava no grelo dela fazia-a gemer de dor e prazer.
Depois ela virava-se para mim roçando a bunda no pau dele, que também enterrava a jeba na buceta dela por trás, e eu ficava beijando sua boca e mamando nos seios, e mordendo o seu grelo, nesta altura ela já estava molhadinha, como o seu João era um homem forte e rústico ele metia na buceta dela com força usando sua enorme, jogando-a contra meu corpo que tinha de amortecer os impactos das estocadas dele, ficamos metendo gostoso assim um bom tempo, com ela gozando muito.
Minha esposa vadia sabia trepar gostoso, pois quando ela sentia o pau que a comia estava a ponto de gozar ela parava e se virava para o outro fode-la, ela estava delirando e adorando ser puta de dois machos ainda mais um deles sendo o marido corno e o outro o caseiro empregado do pai ela. A safada ora recebia rola do marido corno e ora a ferramenta do caseiro, nossa que tesão estava sendo esta brincadeira.

Ela teve vários orgasmos seguidos e demos uma parara para ela descansar e também esfriar nossas rolas que estavam em brasa, fomos para sala mais a pausa durou pouco, ela deitou-se no sofá e eu comecei a chupar sua buceta que estava com odor e gosto delicioso de sexo, depois a coloquei de quatro e iniciei a comecei a meter forte nela mais ela nem gemeu, pois sua buceta estava toda arregaçada pelo pela jeba do seu João. Depois ela veio e começou uma cavalgada em mim, mesmo cansada, coloquei-a de pé apoiada de quatro no sofá e novamente metia forte na buceta quente e gostosa da minha esposinha querida, enquanto ela chupava a rola do caseiro que estava sentado no sofá, minhas estocadas faziam até deslocar o sofá do lugar, estava um tesão, ela gemia como uma puta, ou melhor, comparando como cadela no cio. Paramos um pouco a foda, pois ela foi ao banheiro ficamos eu e o seu Jorge no sofá tocando uma punheta a espera dela voltar.

Quando voltou para sala foi logo chupar a rola do caseiro, estava um pouco preocupado e sai na varanda da casa para ver se estava tudo tranqüilo, e fiquei ouvindo os gemidos de prazer dela, a voz dela me deixava louco, pois escutar minha esposa gemer de tesão na rola do seu Jorge, que além de caseiro do pai dela era um homem de mais de 50 anos, era algo além das minhas mais obscuras fantasias, voltei para a sala e da porta fiquei a contemplar a incrível cena, a Lúcia estava dando novamente para ele, desta vez na posição de frango assado e ele metia sua enorme vara nela, cheguei perto e a beijei a boca dela com tesão, seus lábios tinham gosto de sexo, dei meu pau para ela chupar enquanto seu João continuava a castigar a buceta dela.

Então propus tomarmos um banho a três no chuveiro da casa, lá ficamos fazendo um sanduíche com ela, passando sabonete no corpo dela, acariciando e chupando-a todinha, depois ela ficou chupando os dois paus revezando entre nós dois, daí seu João se posicionou atrás dela que prontamente rebitou sua bunda, ele então enfiou sua rola na sua buceta por trás e começou a fode-la gostoso na minha frente, enquanto ela abraçava meu peito e nos beijávamos na boca com ardor, ela urrava a cada metida dele dizendo que a rola dele estava arrombando mais ainda a buceta, depois se abaixou e começou a chupar meu pau, revezamos e ela virou-se para mim, encostei-a na parede e comecei a meter, ela gritava de tesão, sai de dentro dela e o caseiro veio e a pegou novamente encostada-se à parede, ela estava nas pontas dos pés segurando-se na barra da toalha, ele a segurou pela cintura e enterrou o pau na buceta dela, daí eu entrei por baixo entre as penas deles e fiquei me deliciando em olhar a buceta da minha esposa sendo literalmente arrombada pela rola do caseiro, ela empinava mais a bunda a cada estocada que ele dava, fiquei morrendo de tesão e comecei a chupar a buceta dela enquanto era penetrada por ele, eu queria, mordiscar seu grelo inchado e ela gemia alto, ele a fodeu até o limite e daí tirou o pau da buceta dela quase gozando e colocou na sua boca, e antes dela conseguir abocanhá-lo ele começou a jorrar sobre ela, o “velho” despejou no mínimo meio copo de porra na boca, no rosto e nos peitos da minha esposa, ela quase engasgou por duas vezes, pois não queria perder nada do leito dele que continuava brotar mesmo com o pau semi-duro. Foi uma das cenas mais excitantes que já presenciei, tanto que comecei a gozar involuntariamente e sem prévio aviso, minha esposa ainda consegui sorver um pouco da minha porra que se misturou à dele dentro da boca dela.

Estávamos exaustos e já era perto da hora do almoço, então resolvemos voltar para a piscina e tomamos uma longa e deliciosa ducha gelada, peguei duas cervejas para nos refrescar e depois fomos para a piscina nadar.
Por volta das 13:00hr aparece a Dna. “G” nos chamando para o almoço e nem fez menção a estarmos os dois pelados dentro da piscina e nesta altura já havíamos notado no ar a cumplicidade que havia entre eles e resolvemos fazer um teste: Como estávamos com muita fome e apenas passamos pela ducha e nos enrolamos numa toalha e fomos almoçar, a Lúcia com a toalha enrolada na cintura e com os seios de fora foi normalmente para casa entrando na copa e se sentado a mesa, passando inclusive pelo seu João que ajudava a mulher dele em alguma atividade, a Dna “G” nos serviu sem nem levar em conta eu com o pau já querendo ficar duro debaixo da toalha e nem a Lúcia que estava ali seminua na frente do marido dela, lógico que não era certo nos sentar assim a mesa, mais queríamos entender como pensava aquele casal de caseiros, e agora a tranqüilidade com que o seu João nos levou para transar na casa dele fez todo sentido para nós.
Não comemos muito, pois ainda teríamos à tarde para curtir, mais não dispensamos o delicioso doce de banana, do próprio sitio, como sobremesa.
Parte (3)
Eram 14:00h e o sol ainda estava alto e resolvemos sair de carro, pegamos o jipe e arriscamos ir até a cachoeira, eu vestia uma camiseta e short e a Lúcia jogou apenas um camisão leve e solto sobre o corpo, destes que se usa sobre alguma outra roupa, mais no caso dela sem nada por baixo, além de mostrar as coxas também deixava os seios dela quase escaparem pelo decote e pelas cavas, uma perdição ali no mato.
Pegamos o jipe e saímos, falávamos sacanagens nos lembrando das orgias destes dois dias, decidimos ir à cachoeira sem o Nando, mais acabamos nos perdendo e no caminho paramos para uns amassos, estávamos fora da estrada no jipe quando parou outro carro, eram três pessoas, um casal e um rapaz que desceram e vieram falar com a gente achando que era o Nando, pois estávamos com o jipe dele, reparamos que era o mesmo pessoal que estava na cachoeira na quinta-feira, também descemos do carro e enquanto falávamo-los ficaram de olho na Lúcia com roupa escandalosa, estávamos ainda muito excitados com tudo que estava rolando com a gente e ela nem fazia questão de esconder seus seios quase amostra e todos perceberam que ela estava peladinha por baixo da camiseta.
Falei que estávamos indo para a cachoeira e perdemos a entrada, e que minha esposa estava louca para tomar sol e banhar-se nua naquela água geladinha, eles sorriram e um deles falou que tínhamos passado uns 2 km da entrada, mais que se a gente os quisesse nos levariam lá. Aceitamos a ajuda e eles foram com o carro deles parte do caminho e depois encostaram e passaram para o nosso jipe para seguirmos em frente.
Nem preciso dizer o clima sensual que rolava, os rapazes estavam bem à vontade, animados e falando em sexo, pedi um deles levar o jipe e a Lúcia foi com ele na frente, ela com as pernas flexionadas e apoiadas no painel do jipe deixava amostra parte da sua buceta , e não deu outra, e logo ele começou a passar a mão nas coxas dela e ela gostando chegou mais perto dele e lhe deu um selinho, atrás a garota sentada entre eu e o namorado dava uns amassos com ele e eu louco para passar as mãos na coxa dela, que estava de short, mais eu não sabia qual seria o comportamento da garota que ela bonita, deveria ter no máximo 20 anos, uma gata mesmo. Não resisti e coloquei a mão no joelho dela e como não houve reação fui descendo até a coxa, que era lisinha e gostosa, ela beijava o namorado e parecia não se importar com minha mão passeando nas pernas dela.
Na frente o rapaz já avançava o sinal passando a mão na coxa da Lúcia e tocando na buceta dela e a vadia quase que já sem a camiseta facilitava a brincadeira dele.
Uns 15 minutos depois, chegamos à cachoeira, aparentemente não havia ninguém por lá, ele encostou o jipe, pegamos as tolhas e ainda caminhamos um pouco até chegar ao gramado onde a Lúcia estendeu as toalhas e simplesmente deixou cair à camiseta ficando peladinha e depois se sentado ao sol.
A garota sentou-se ao lado dela e para alegria de todos tirou a blusa, tinha peitinhos deliciosos, depois tirou o short e ficou de biquíni, as duas ficaram tomando sol e conversando enquanto que eu e os rapazes tiramos a camisa e entramos na água eles perguntaram como era meu relacionamento com a Lúcia e respondi que éramos casados e há pouco tempo liberais, daí fiquei sabendo que a garota chama-se Suzi, era namorada de um e irmã do outro, não era liberal mais era bem safadinha.
Passado um tempo um dos rapazes foi buscar as garotas, ele as levantou pelas mãos e trouxe a irmã dele e a Lúcia de mãos dadas, só que no caminho ele tirou o short e entrou com elas pelado na água, aproximando-se ele soltou a irmã e puxou a Lúcia para ele dando um beijo na boca dela, que retribuiu com outro mais demorado.
Eles começaram nos amassos, ele pegava e apertava os peitos da Lúcia e depois mamava neles com muito tesão, passava as mãos pelo corpo dela e esfregava seu pau duro na bunda da minha esposa. O outro casal também aproveitou para se agarrar e beijar-se, o cara acariciava e mamava nos peitinhos durinhos e gostosos da namorada dele.
Para não correr o risco de também perder o short na água, tirei-o e fui levá-lo até a toalha da Lúcia na margem da lagoa, voltei para a água peladão e com o pau duro, entrei por trás da Lúcia e fiquei encoxando ela enquanto o rapaz a beijava e acariciava os seios dela, ela sentindo meu pau duro pressionando a bunda dela jogava o corpo para trás empinando os peitos para o rapaz mamar neles, estávamos os três pelados e com muito tesão mesmo.
Daí fomos nos banhar debaixo da queda d’água, uma delícia água bem gelada mais de fazer murchar qualquer pau. Um pouco mais a frente se formava uma piscina natural, a água era mais rasa e quente, entramos nela e a Lúcia sobre nós começou a brincar com nossas rolas deixando-as duras novamente e depois começou nos punhetar e fazer um gostoso boquete revezando nosso paus entre sua mão e sua boquinha. O rapaz chamava-se Paulo, tinha 22 anos e muito fogo, pois já foi levando a Lúcia para o colo dele para ela cavalgar no seu pau que tinha um tamanho normal, ele ajeitou-se deixando o pau fora da água e apesar do mau jeito ela conseguiu encaixar sua buceta no pau dele e começou a cavalgá-lo gostoso, apoiando-se em mim para equilibrar-se melhor. Era um tesão a Lúcia metendo com o rapaz ali colada em mim, e sentindo o calor do corpo dela quase me fazia gozar, daí para nossa surpresa o outro casal veio até nós, ela não estava totalmente pelada, somente com parte de baixo puxada para cima enfiada na bunda e na buceta dela, a garota era uma adolescente bonita e gostosa.
Ela estava encantada em ver o irmão comer minha esposa, assistia sem piscar enquanto o namorado acariciava os seios dela, não podia deixar por menos e também tirei minha casquinha e enchi minha mão com os seios dela que eram durinhos e tesudos, depois desci até sua coxa passando pela virilha dela e quase tocando sua buceta. Tanto ela quanto o namorado estavam muito interessados na trepada do mano dela com minha esposa.
Eles mudaram de posição e então aproveitei para levantar-me ficando bem perto da gatinha, minha rola roçava na coxa dela e a acariciar seus seios, enquanto o namorado dela se aproximou mais da Lúcia que continuava cavalgando o pau do Paulo, mais numa posição melhor que permitia a ela pegar no pau dele e acariciá-lo, ver o irmão comendo minha esposa e ao mesmo tempo o pau do namorado sendo acariciado deixou a gatinha quase paralisada e excitada, pois a senti arrepiar-se quando entrei por trás dela e comecei a encoxa-la com meu pau ao mesmo tempo em que acariciava os dois seios dela ao mesmo tempo. Nesta altura a Lúcia chupava o pau de um e dava a buceta para o outro, tudo rolando muito tranqüilo e gostoso, a sensação de estarmos ali transando com o barulho da água caindo era um misto de tesão e relaxamento profundo, totalmente diferente de nossas transas anteriores que rolaram lá no sitio.
Aos poucos fui ganhando espaço junto à gatinha até que consegui beijar e mamar nos peitinhos dela, o gosto era de um verdadeiro néctar dos deuses. Ela já não estava mais tão paralisada e se tornava mais excitada e receptiva as minhas caricias, apesar de seu interesse era mesmo curtir bem de pertinho seu namorado e irmão comerem minha esposa, pois nesta hora já havia trocado de lugar e o namorado dela agora pelado passou a comer minha esposa também, só que de pé apoiados numa imensa pedra e com a ajuda do Paulo que ajudava a Lúcia a equilibrar-se recebendo as estocadas do outro em sua buceta.
Estando o namorado e irmão se divertindo com minha esposa, resolvi ser mais ousado e por trás afastei o biquíni dela e comecei a tocar na buceta da gata, ela tremeu ao sentir dois dedos forçarem a entrada na buceta dela e aos poucos fui enfiando meus dedos e masturbando-a ao mesmo tempo, finalmente ela se rendeu, jogou o corpo para trás e fechando os olhos com a própria mão dela ajudava meus dedos a masturbá-la mais forte e fundo dentro da sua buceta, aproveitei e tirei a parte de baixo do biquíni dela e jóquei numa pedra, ela muito excitada olhou-me e pegando no meu pau começou a me punhetar e em seguida me fazer um gostoso boquete, ela tinha uma boquinha deliciosa, pequena e aveludada e chupava gostoso como uma colegial.
Enquanto isto, o namorado e o irmão também se divertiam brincando com minha esposa, que já não era mais tão colegial como a gatinha, pelo contrário era bem veterana e acho que por isso estava se dando muito bem com os dois colegiais que a comiam bem gostoso e por isso acabaram por deixar, mesmo que sem perceber, a gata deles sob meus cuidados, e eu estava cuidando muito bem dela que estava ainda um pouco tensa, eu disse a ela que achava seu nome muito sexy e bonito, ela estranhou eu dizer isto, pois achava que não sabia o nome dela e quando a chamei de Suzi ela finalmente sorriu para mim.
Sentei numa pedra e comecei a beijar e lamber sua virilha até chegar à buceta dela, ela gemeu quando abri o grelo dela com os dedos e comecei a lamber a buceta dela por dentro e depois chupá-la bem gostoso, acho que a fiz gozar umas duas vezes seguidas, não sei se ela já havia sido chupada e gozado desta maneira antes, quando ela me falou que tinha 19 anos, quase broxei e fiquei num baita dilema, pois a gatinha tinha idade para ser minha filha, mesmo assim ainda a fiz gozar mais uma ou duas vezes com minha língua na buceta dela.
Depois me levantei, abracei-a e beijei-a gostoso na boca, foi um beijo de língua e demorado, ela beija bem e com prática, engolia minha língua sem mordê-la, meu pau duríssimo roçava a buceta dela, mais não tive coragem de tentar come-la naquela situação e pedi para ela me fazer outro boquete, enquanto ouvia os gemidos da Lúcia vindos trepando com os dois rapazes logo à frente, mais com o delicioso trato da Suzi no meu pau acabei me desligando por um pouco deles e nem percebi quando o namorado e o irmão dela aproximaram-se de nós, achei até que poderia rolar algum estresse, mais pelo contrário, o namorado dela aproximou-se e fez caricias nos cabelos e no rosto dela enquanto ela continuava o boquete em mim, a Lúcia safada veio por trás de mim e roçando a buceta na minha bunda e os peitos nas minhas costas, ficou me acariciando me dando um baita tesão e fazendo eu esporrar repentinamente na boca da gata, que para minha surpresa não desviou o rosto da minha porra que jorrava nela e continuou a lamber meu pau até ele parar de jorrar.
Enquanto eu cuidava da gatinha, minha esposa putinha foi para água e continuou a sacanagem com os dois colegiais safados, colocaram-na entre eles e começaram a esfregar-se nela, depois nadaram um pouco e foram para a grama onde estavam estendidas as toalhas, deitaram-se nelas sobre elas com a Lúcia entre eles e voltaram a comê-la em várias posições diferentes, eu e a Suzi saímos da água e ficamos apreciando a brincadeira deles, os rapazes deitaram-se com o pau para cima e minha esposa começou a cavalgá-los com a buceta se revezando entre as duas rolas, daí um deles levantou-se veio por trás, pincelou o pau no cu dela e começou a penetrá-la, ela chorou e gritou mais não adiantou e acabou sendo duplamente penetrada por eles, o irmão da Silvia estava comendo a buceta enquanto o namorado dela comia o cu da minha esposa, depois de fode-la um tempo eles gozaram no reguinho do cu e nas coxas dela.
Ela estava realizada, afinal tinha levado uma surra de pau e tanto, trepado por mais de uma hora com dois garotões de vinte e poucos anos e havia dado conta dos dois com louvor, pois eles estavam acabados esticados na grama.
Após um ultimo mergulho nos vestimos, pegamos o jipe e roda na estrada, o caminho de volta foi mais descontraído falando das gostosas sacanagens que curtimos, a Lúcia na frente comigo e a Silvia atrás entre o irmão e o namorado dela, em meio a brincadeiras e passadas de mãos chegamos ao carro deles.
Nossos novos amigos se despediram de nós e foram embora.
Perguntei para a Lúcia se ela não estava cansada e ela me respondeu sorrindo que fazia tempo que não se sentia tão bem disposta como nestes dias, e o que queria mesmo era beber uma água de coco verde bem gelada.
Minha esposa estava muito gostosa, com o rosto vermelho de sol, os cabelos secos ao vento e naturalmente penteados e principalmente porque a camiseta que ela usava era um escândalo e deixava-a praticamente nua.
Adorei a oportunidade de exibi-la em público mais um pouco e saímos à procura de uma barraquinha que vendesse coco verde.
Andamos um bocado até acharmos barraca, destas verdes de madeira tipo de praia, logo ao descer do jipe a Lúcia chamou a atenção de algumas pessoas que estavam lá, principalmente dos homens.
Bem, depois de toda a deliciosa farra que fizemos, já era quase final de tarde, quando voltamos ao sitio, chegando lá o seu João estava num pé e noutro preocupado com a gente, achando que estávamos perdidos pela mata adentro.
Foi o tempo de tomarmos um banho quente e nos vestirmos adequadamente para esperar o retorno dos pais da Lúcia, sentados e comportados no alpendre da casa.
Abraços
Beto

Foto Perfil Alberto.

Ficha do Conto

Escritor:
Alberto.

Nome do conto:
Orgias com Minha Esposa no sitio do pai dela

Codigo do conto:
12372

Categoria:
Grupal e Orgias

Data do Envio:
29/04/2011

Quant.de Votos:
9

Quant.de Fotos:
2

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Ultimos Comentários
Comentado por: linguado em: 04/09/2012
ola betovem saudades cara limbra de mim ai meu imailainda é o mesmo de um alo aõ amigo fritas em brasilia como vai nossa putinha a lú diz a ela quie amndo uma linguada na xotinha dela ok forte abraço e passe deixe um alo e muitos contos sou tarado noq ue vc e a lú apronta xau mues queridos rapariqueiros
Comentado por: Tatuador Safado em: 13/07/2011
Cara, como eu gozo gostoso cm seus relatos!!!
Comentado por: negaosafado23cm em: 09/07/2011
muito bom o conto como eu queria ser um daquele sortudo que estava pegando a sua mulher!
Comentado por: gato loiro em: 16/05/2011
parabens amigo , sua putinha me faz bater 10000 punhetas ,deliciosa , gostosa, maravilhosa.isto sim é uma mulher de verdade. gato loiro .
Comentado por: NUNESS em: 04/05/2011
isso é que foi foder assim vale a pena ter uma mulher parabens

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