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Meu novo Irmão


Sou branca, tenho cabelos longos, lisos, castanhos e tenho os lábios avermelhados. Tenho 18 anos e já tenho um corpo capaz de chamar a atenção de qualquer homem: 1,65 m de altura, bumbum empinado, seios fartos, barriga tanquinho e pernas grossas.

Minha mãe, que havia se separado do meu pai, conheceu outro cara, com quem logo se casou. A notícia de que minha mãe se casaria com outro homem em nada me agradou. Não queria que nenhum homem ocupasse o lugar que foi do meu pai um dia. Mas nada que eu fizesse, faria com que ela mudasse de idéia. Eu nem conhecia esse cara, as únicas informações que eu tinha era que ele se chamava Bernardo, também era divorciado e tinha um filho de 29 anos, que tinha uma noiva chamada Marcela.

Só conheci o Edgar, filho dele, no dia do casamento, no qual fomos padrinhos. Fiquei sem acreditar no que estava vendo. Não esperava que aquele marido feio que minha mãe arranjou pudesse ter um filho tão perfeito como aquele. Minha mãe que estava se casando e eu que estava ganhando um presente com aquele casamento. Meu “maninho” era um cara lindo e gostoso: moreno, olhos verdes claros, 1,80m e com um corpo bem definido, pois fazia musculação. Depois do casamento, fomos morar os quatro juntos (eu, minha mãe, o novo marido dela e Edgar). Tinha uma suíte só pra mim, com hidromassagem e uma cama de casal bem alta e grande. Apesar de ter 18 anos e ter os hormônios a flor da pele, eu ainda era virgem. Vários homens me despertavam interesse, sobretudo Edgar, meu novo irmãozinho. E cada dia que passava meu tesão por ele só aumentava, mas ele não me via como mulher, apenas como uma menina. Nos dias que a Marcela ia lá para casa, eu ficava olhando, escondida, os dois na sala se beijando e trocando carícias. E eu me masturbava ali mesmo....

A Marcela tinha 28 anos e era uma mulher bonita, tinha um corpo sensual, cabelos avermelhados e, para completar, era legal. Acabei me tornando amiga dela. Ela me explicava tudo sobre sexo e algumas vezes eu perguntava como o Edgar era na cama e, sem perceber o meu interesse, ela me contava tudo. E as imagens daquele homem na cama não saiam da minha cabeça. Por saber que esse desejo era proibido, eu ficava excitadíssima. Quanto mais eu sabia que eu não deveria ter nada com ele, mais eu ansiava ser dele.

Quando ela dormia com ele lá em casa, eu sentia ciúmes dela. E sempre ia escutar atrás da porta os seus gemidos e me imaginava em seu lugar, sendo devorada por ele. Nessa mesma época, descobri o prazer do sexo, chegando até mesmo ao orgasmo, mesmo sendo virgem e sem nunca ter beijado ninguém. Todo dia antes de dormir, me trancava no quarto e ficava completamente nua. Ficava de frente a um grande espelho que eu tinha em meu quarto, admirando meu corpo. Ficava me masturbando e viajando em minha imaginação. Deslizava, por vezes, a mão em meus seios, descendo até a minha bucetinha (que sempre deixava depilada e bem lisinha) e abria bem, para conhecer melhor meu corpo. Deitada em minha cama, pegava meu bichinho de pelúcia e esfregava em minha xana. Como isso era gostoso! Ajoelhava-me e colocava minha xoxota bem em cima dele. Rebolava e apertava bem forte, até gozar. Dormia bem relaxada e me sentindo bem com meu corpo.

Chegou o dia em que ficar fazendo isso não estava me satisfazendo mais... Eu precisava arranjar outra forma de satisfazer esse meu desejo louco de ser possuída por um homem, pelo meu homem. E resolvi comprar um vibrador escondido da minha mãe. Passei a brincar com ele toda noite, onde o passava no melzinho da minha buceta para lubrificar e ia enfiando devagarzinho em meu cuzinho, até que conseguia enfiá-lo inteiro, fazendo gostosos movimentos de vai e vem. Tinha uma vontade enorme de enfiar na minha xoxota, mas resistia, pois queria perder meu cabaçinho com um homem que o merecia. Desejava ardentemente ser arregaçada por um cacete grande e grosso, igual ao dos atores dos filmes pornôs que Edgar guardava em seu quarto (eu havia descoberto-os e assistido escondido).

Sempre que ia tomar banho na hidro, levava meu vibrador para brincar. Enfiava ele em meu cuzinho, direcionava minha bucetinha bem no jato de água e gemia gostoso. Certo dia, acordei no meio da madrugada e me levantei para ir até a cozinha beber água. Quando estava perto do quarto de meu “irmão”, ouvi uns gemidos, onde, dessa vez, a porta estava entreaberta e resolvi espiar mesmo assim. Edgar fudia violentamente a Marcela de quatro, com seu enorme cacete e puxando seu cabelo. Que cacete! Era enorme, igual ao dos atores de filme pornô. Minha buceta doía de tanto tesão. Minha vontade foi me colocar no lugar dela e sentir aquele homem dentro de mim. Mas nada fiz. Me permitir apenas ser uma mera espectadora, onde fiquei olhando aquele macho fudendo aquela mulher. Ele a estocava sem pena. Parecia um animal faminto devorando sua presa. Eu via nos olhos dela o prazer que sentia e o desejo que a possuía. Ele colocou-a em pé, encostada na parede, virada de frente pra ele e começou a fudê-la outra vez. Com uma das mãos se apoiava na parede e com a outra acariciava-lhe o seio. Ela com as unhas encravadas nas costas dele, pedia-lhe entre gemidos:

- Vai sem pena! Fode gostoso seu safado!

- Você gosta quando te arregaço não é cachorra!? – ele falou puxando aqueles cabelos vermelhos e fazendo com que ela soltasse uns gemidos.

- Você é a minha puta safada! – Edgar falou ao mesmo tempo em que deu um tapa na cara de Marcela, que delirou de prazer. Ela adorava quando ele batia nela. Ser dominada por um homem na cama a deixava com mais tesão. E aquilo fez com que ela gozasse. Gozou minha cadela? Agora quem vai gozar sou eu. – Ele encostou-se na parede e a segurando pelo cabelo fez com que ela se ajoelha-se e começasse a chupar aquele cacete duro, o qual ela sabia fazer com maestria. Edgar acabou esporrando na boca de Marcela que fez questão de engolir tudinho.

Resolvi sair dali antes que um dos dois me visse e, quando voltei ao meu quarto, não acreditei na cena que tinha acabado de presenciar... aquele homem era bem mais gostoso do que eu podia imaginar e era magnífico na cama. Fiquei completamente nua e me masturbei pensando no cacete de Edgar arregaçando minha buceta. A partir daquele dia, a atração que já sentia por ele só aumentou. Todas as vezes em que me masturbava, era pensando no membro viril de Edgar. Imaginava ele me arregaçando no cú e na buceta. Estava louca pra dar pra ele!

Depois desse dia, resolvi ter aquele homem na minha cama. Eu o desejava enlouquecidamente e queria que fosse ele o meu primeiro homem. Não agüentava mais esperar. Comecei lentamente a despertar o desejo de Edgar por mim. Andava de top e short bem curtinho.

Convidava ele pra tomar banho de piscina comigo e colocava um biquíni bem pequeno. Nadava perto dele e ficava “brincando” de tentar dar um caldo nele, agarrando-o bem forte para que ele sentisse meu corpo no seu e sempre que possível eu dava um jeito do biquíni sair “sem querer” do lugar e, dessa forma, ficar nua na frente dele. A noite, andava pela casa sem sutiã, com uma calçinha minúscula e com uma camisola transparente. Sempre que podia, dava um jeito de encostar meu corpo no dele. Fui notando que com o passar dos dias, ele ia me notando cada vez mais e o desejo de me possuir ia ficando mais visível em seus olhos... Notei que ele havia deixado de me ver como uma menina e agora reparava em meu corpo, mas ele logo disfarçava quando eu olhava para ele. Vi que ele não trazia tanto a Marcela para dormir com ele e ela já comentava comigo que estava com medo de que ele estivesse com outra, pois sentia que ele estava perdendo o tesão por ela. O Edgar passou a me devorar com os olhos e sempre que estava perto de mim, seu pau ficava duro. E agora era ele que sempre arranjava um jeito de me tocar sem querer e sempre que tinha uma oportunidade.

Sempre que podia, pedia para que ele me levasse a festas. Eu ia com vestidos bem colados em meu corpo e curtos para provocá-lo e podia ver em seus olhos o desejo que sentia e via seu grande membro crescendo em suas calças... e ver aquilo me deixava com vontade de sentar em seu colo e ficar galopando. Sabia que ele também desejava o mesmo.

A situação estava num ponto em que nem eu nem ele agüentaríamos esperar mais. Sabia que ele seria meu a qualquer momento. E em uma noite qualquer, ele entrou em meu quarto, sentou em minha cama e ficou me olhando. Eu usava apenas uma camisola de seda e uma calçinha fio dental e ele estava apenas de short de pijama. Como eu havia esperado por esse momento. Imaginei mil maneiras de ser dele, mas naquele momento não sabia o que fazer. Então fingi que estava dormindo e deixei que ele fizesse tudo que desejasse. Estava deitada de bruços. Ele começou a alisar minha perna e foi subindo a mão. Alisou minha bunda por cima da camisola e foi subindo pelas minhas costas. Chegou ao meu cabelo e beijou meu pescoço, dando leve chupões. Voltou a me alisar fazendo o caminho inverso, chegando a minha bunda, parou e colocou a mão por dentro da camisola, alisando por cima da calçinha, do meu rego até a minha xaninha. Abri um pouco as pernas para que ele pudesse alisar melhor. E foi fazendo movimentos circulares bem na entradinha dela. A essa altura eu já estava toda molhadinha e com um tesão fora de sério. Ao perceber que eu estava acordada, ele se aproximou do meu ouvido e falou:

- Você está me deixando louco, menina!

Ele me virou e começou a me beijar e não demorou muito, minha camisola já tinha sido arremessada no chão. Ele ficou olhando aqueles seios duros e com os mamilos rijos. Com uma mão acariciou um e no outro caiu de boca, onde passava a língua, dava mordidinhas e chupões. Começou a beijar minha boca outra vez. Com a voz meio tremula de tesão falei:

- Vai com calma ta?!

- Serei super carinhoso. Essa noite será inesquecível para nós dois!!!

Foi beijando cada parte do meu corpo até chegar em minha virilha e ficar passando a língua em meu grelo por cima da calçinha, apertando minha coxa. Puxou minha calçinha para o lado e ficou passando a língua levemente em meu clítores, seguido de chupões e com o dedo ia acariciando a entrada da minha bucetinha. Não saberia descrever o que senti nesse momento. Foi um misto de tesão, desejo que ele me fudesse logo, medo de doer... Ele parou de me chupar, tirou seu short e eu pude ver aquele pau grande e grosso. Segurou em minha mão e me levou até aquele cacete que por vezes foi o objeto do meu desejo e agora eu iria poder fazer tudo que sempre tive vontade... quando toquei no seu pau, senti o quanto ele latejava e ao encostar minha boca e ir chupando-o devagarzinho ele soltou um gemido alto. Fui colocando ele todinho em minha boca e fiquei sugando-o. Ele segurou em meu cabelo e ficou empurrando e puxando minha cabeça com bastante rapidez. Segurei suas mãos e fiz com que deixasse que eu chupasse do meu jeito... passava minha língua naquela cabeçinha rosada e mamava deliciosamente. Nunca havia chupado um homem e percebi que fazer aquilo deixava minha xaninha ardendo de desejo. Ele puxou meu cabelo, levantou minha cabeça e me disse olhando nos olhos:

- Você ainda tem muito o que aprender minha menina! Mas estou disposto a te ensinar tudinho! Mesmo assim, você é super gostosa!

Me deitou na cama e veio por cima de mim... ficamos na posição papai/mamãe. Beijava minha boca de uma maneira voraz, deixando-me sem ar. Ele colocou aquele caralho duro na entradinha de minha bucetinha, fez pressão para que ele fosse entrando e eu soltei um gemido de dor. Tentou colocar mais uma vez... na medida que eu sentia aquele mastro tentando me penetrar, e entrando aos poucos com muita dificuldade, eu só desejava que ele me fudesse logo para que aquele tormento se transformasse em algo gostoso. Minha nossa como era grande! Como era grosso! Como doía! Não sentia mais prazer, apenas muita dor. Era como se ele estivesse me rasgando. Queria desistir, mas a imagem de Marcela gemendo e se contorcendo de prazer nos braços desse homem me fazia desejá-lo mais e mais... tinha a certeza de que quando ele me descabaçasse eu também iria ser feliz em seus braços, também gemeria e também gozaria de tanto tesão. Desejei muito aquele homem e agora que estava prestes a ser dele não poderia desistir. Pedi, apenas, para que ele desse um tempo, pois não agüentava mais. Ele me olhou nos olhos e percebeu minha expressão de medo, de dor. Afastou-se de mim e vendo aquele misto de sentimentos em meus olhos, disse:

- O que eu estou fazendo?! Você é apenas uma menina! – Levantou-se, vestiu seu short e saiu do meu quarto, sem nada dizer.

Não entendi o por que ele fez isso! Esperei por um momento que ele voltasse e continuasse me amando, mas ele não voltou. Entrei em pânico e comecei a chorar... como isso pôde acontecer? Será que eu não sou capaz de fazer um homem ficar louco por mim? Será que é por que não consigo dar prazer a um homem? Será que ele me achou muito idiota porque o pedi para dar um tempo? Será que ele não sentiu tesão quando estava me possuindo? Não encontrei respostas para nenhuma dessas perguntas... minha noite maravilhosa havia se transformada em um verdadeiro desastre. Sem perceber acabei dormindo, exausta. No outro dia ele nem se quer me olhou. Era como se eu nem estivesse ali... não deu uma satisfação, não pediu desculpas... a única coisa que fazia em relação a mim, era me evitar. Estava me sentindo um lixo. Passaram-se dias e nem se quer uma palavra foi trocada por nós. Durante esses dias de silêncio, a Marcela voltou a freqüentar bastante nossa casa. Ele não desgrudava mais dela e estavam transando feito loucos. Quando ela vinha conversar comigo, contava todas as suas aventuras com o meu Edgar, como ele estava mais carinhoso com ela, como ele estava com mais tesão, como ele passou a ser mais atencioso, como ele estava maníaco na cama.. fiquei sem acreditar no que ouvia. Minha vontade foi de contar tudo que havia acontecido entre nós naquela noite para que ela terminasse com ele e ele sofresse da mesma forma como estou sofrendo agora. Mas por gostar muito da Marcela, não fiz nada para que ela não sofresse por tabela.

Não entendia como ele pôde fazer isso comigo. Ele foi o único homem que eu tive na minha vida. Ele não tinha o direito de ter me usado dessa forma. Já estava quase desistindo daquela aventura quando uma faísca de esperança surgiu.

Estava deitada no sofá da sala, em uma tarde qualquer, assistindo um seriado na TV e comecei a chorar. Edgar passou para a cozinha e escutou meu choro. Ele parou no caminho e virou-se para mim. Ficou me olhando por uns segundos e depois veio em minha direção. Achei que ele fosse fazer qualquer coisa... mas ele sentou-se ao meu lado no sofá e falou, levantando meu rosto com uma das mãos para que eu o olhasse: - Achei que tivesse entendido o porque saí daquele quarto! Você é só uma menina e eu não sou o homem certo para ser o seu primeiro homem. Creio que deve ser alguém da sua idade e que possa realmente te fazer feliz! Não fazia idéia de que você estivesse sofrendo tanto. Espero que agora entenda meus motivos... e você estava linda naquela noite!! – e da mesma forma que veio, foi embora. Sem nem me dar uma chance de falar nada.

Depois do que ouvi, percebi o por que ele agiu daquela forma. Ele ainda acha que sou uma menina e como ele pode acreditar que não é o homem certo para mim? Ele é o homem que escolhi para ter em minha vida. E sei que ele pode sim me fazer feliz de todas as formas. Quero aquele homem para mim e não vou aceitar perde-lo dessa forma... de repente lembrei da Marcela. Ela o amava tanto. Não poderia fazer a minha amiga sofrer. No início me aproximei dela só por interesse, mas sem que eu me desse conta, ela havia se tornado minha amiga de verdade e eu não queria que ela sofresse. Então resolvi que o teria apenas por alguns momentos. Momentos esses que ele me proporcionaria muito prazer e alegrias. E, dessa forma, a Marcela poderia continuar tendo o seu noivo que amava tanto. E eu me faria feliz e realizada tendo aquele homem apenas em minha cama. Isso para mim bastava. Meu homem!! Agora ele seria meu e eu não iria deixá-lo escapar outra vez. Comecei a pensar como que faria para que ele percebesse que ele era o homem certo para ser o meu primeiro e único homem... e acreditei que provocando ciúmes nele seria a melhor forma. Só precisava encontrar uma maneira de fazer isso e lembrei que tem um cara do 3° ano que paquerava há muito tempo comigo, mas que eu nunca havia lhe dado bola por só ter olhos para o meu Edgar. Ele se chama Fred, tem 18 anos, tem o cabelo loiro, a pele levemente morena, corpo esculpido pelos Deuses, olhos cor de mel, a boca carnuda e era um tremendo galinha. Sabia que quando Edgar o conhecesse iria ficar louco por que saberia que aquele, também, não era o homem ideal para mim. E isso mexeria bastante com a sua cabeça e o faria agir de tal forma que me impedisse de ter qualquer coisa com esse cara. E eu esperava que isso o fizesse perceber que era ele o homem que deveria me fazer mulher.

Para a minha felicidade, no dia seguinte, uma terça-feira, minha mãe nos deu a notícia de que, por questões de trabalho, ela e Rafael iriam viajar, e só voltariam em uma semana. Viajaram no mesmo dia. Adorei a notícia! Assim, iria aproveitar e tomar mais liberdades com Edgar (como andar só de calcinha e sutiã pela casa). Dito e feito. Logo no primeiro dia de sua ausência, despudoradamente, andei pela casa só de peças íntimas. Quando Edgar me viu, me olhou assustado e admirado, mal acreditava na cena que via. Quando notei seu espanto, olhei em seus olhos e dei um sorrisinho malicioso. Fingi que não sabia que ele estava em casa e pedi-lhe desculpa. O vi reparando em cada detalhe do meu corpo. Ele estava com um sorriso estampado no rosto, como quem estava lembrando do momento em que teve aquele corpo todinho só para ele. Fiquei um tempo parada para que ele pudesse se lembrar do que estava perdendo, mas logo voltei para o meu quarto e vesti uma roupa. Naquela noite me masturbei até gozar, pensando em Edgar. Logo adormeci. No outro dia, me dei conta de como iria provocar ciúmes nele.

Quando cheguei a escola, pedi a uma amiga, que iria dar uma festa, que chamasse o Fred e assim ela fez. Passei a quarta-feira inteira comprando a roupa para usar na festa, fazendo depilação, unhas. Para no dia seguinte, fazer apenas uma escova e ter muito tempo para me produzir com o intuito de provocar meu homem. No dia da festa, o Edgar estaria sozinho em casa e eu sabia que a Marcela não poderia ir ficar com ele, pois é o dia que ela dorme com a mãe, já que é uma senhora de idade e não pode ficar sozinha. Dia perfeito. Serei mulher hoje! Meu homem me fará mulher, hoje!!

E com essa idéia na cabeça, me arrumei, coloquei uma langerie branca e super sexy, vesti um vestido curtinho, tão colado que delineava todo meu corpo, me maquiei e calcei uma sandália alta. E fui até a sala de jantar, onde Edgar estava estudando à mesa, pedir que ele me levasse até a festa:

- Ed, quero ir a uma festa agora lá na casa da Pri. A mamãe já está sabendo. Você pode me deixar lá?

- Festa? – ele falou me olhando dos pés a cabeça, reparando cada detalhe do meu corpo – E você vai vestida assim?

- Você gostou? Estou uma delícia né? – falei com cara de safada e me exibindo toda para ele.

- Você está mesmo uma delí... – ele não se permitiu terminar a frase e logo mudou de assunto - Quem é que vai tá lá? - Minhas amigas e uns caras do 3° ano.

- E isso tem futuro? – ele perguntou.

- Lógico que tem. Essa noite promete e muito. – Falei exibindo um sorriso malicioso no rosto que ele não pôde deixar de notar.

- Promete? O que ela promete? Vê lá o que você vai aprontar, menina! – ele falou com raiva nos olhos...

- Primeiro, eu não sou mais uma menina! Você deveria saber disso já! E hoje terei de outro cara o que você não foi homem para me dar...

- Eu não sou o homem certo para você... – falou com um tristeza na voz.

- Eu sei disso! Por isso, hoje vou me entregar a quem realmente me mereça!!

- Deixe de falar besteira!! Você não vai fazer nada. Não é?!– ele falou quase me engolindo de tanta raiva. Fiz uma cara de quem está planejando mil coisas e falei:

- De fato eu não vou fazer nada! Deixo tudo por conta do meu Fred.

- Vê se cresce menina!! Leve esse assunto mais a sério... – falou e logo foi se levantando, pegando as chaves do carro e se dirigindo a porta. Onde parou, abriu e me chamou para que fossemos. Não trocamos uma só palavra dentro do carro, mas estava visível que ele estava se roendo de ciúmes. Quando chegamos na casa da Pri, a primeira pessoa que vi foi o Fred em pé conversando com os amigos em frente ao portão de entrada. Perfeito! Virei para o Edgar, olhei para ele com expressão de quem estava louca para aprontar loucuras e dei-lhe um beijo no rosto. Seu pau ficou duro na hora. Ele estava louco de tesão, mas conseguiu se conter e nada fez. Dei uma de atrevida, coloquei a mão encima daquele cacete delicioso, apertando levemente e falei:

- Pena que eu não posso fazer nada em relação a isso... boa noite irmãozinho! – me virei, abri a porta do carro, desci fechando a porta logo em seguida. O Fred me olhou como se não acreditasse que eu estava ali e falou:

- Oi princesa!! Gostosa como sempre! – Fred estampava um sorriso sacana. Me aproximei dele e dei um beijo daqueles de tirar um do sério. Fred correspondeu e me agarrou com força. Só ouvi quando Edgar arrancou com o carro cantando pneu. Parece que tudo está saindo com planejado...

A festa foi maravilhosa. Dei vários amassos no Fred. Apesar de ter feito isso apenas para provocar meu querido “irmão”, eu estava adorando trocar carícias com aquele homem. E apesar da pouca idade e aparentar pouca experiência, ele sabia o que fazer e como fazer para nos deixar molinhas e entregues. Como era bom me sentir desejada por um homem e ver que eu sabia como deixá-lo louco.

A casa estava cheia de gente, tinha muita zuada e muita gente embriagada. Eu e o Fred saímos da casa e fomos procurar um local sem muito movimento para dar uns amassos, foi quando ele viu uma parte da casa que estava meio escondida por uns arbustos e estava meio escuro ali. Ele me encostou na parede e ficou na minha frente, encostando seu corpo no meu. Começou a me beijar e deixar que sua mão percorresse todo meu corpo. A essa altura meu vestido já estava abaixado, deixando meus seios a mostra. Ele chupava com habilidade e uma de suas mãos foram alisando meu corpo até chegar entre minhas pernas. Coloquei uma de minhas pernas envolvendo sua cintura para deixar o caminho aberto para sua mão. Minha xaninha estava coberta por um mel que denunciava o tesão que me possuía e assim que ele afastou minha calçinha para o lado, logo percebeu e comentou:

- Ta excitadinha tá? Acho que você quer uma chupadinha!! – falando isso ele me soltou e ficou de joelhos na minha frente.. coloquei uma de minhas pernas em cima do seu ombro. Na medida que ia chupando minha buceta, ia enfiando seu dedo até a metade, fazendo gostosos movimentos de vai e vem, mas sempre deixando só a metade do dedo entrar.

Eu estava delirando com aquilo e logo o gozo me dominou, deixando meu corpo todo mole. Aquilo só aumentou o tesão de Fred, que parou de me chupar na mesma hora, se levantou, me afastou, encostou-se na parede e pediu que eu o chupasse. Quando olhei para a sua calça vi o volume que o seu mastro fazia e sem nem pensar me deixei guiar pelos sentidos. Abri aquela calça, retirei aquele cacete e o coloquei todo em minha boca. Aquela era a segunda vez que fazia isso, mas eu me deliciava quando tinha um pau em minha boca. Eu estava delirando com aquilo e logo o gozo me dominou, deixando meu corpo todo mole. Aquilo só aumentou o tesão de Fred, que parou de me chupar na mesma hora, se levantou, me afastou, encostou-se na parede e pediu que eu o chupasse. Quando olhei para a sua calça vi o volume que o seu mastro fazia e sem nem pensar me deixei guiar pelos sentidos. Abri aquela calça, retirei aquele cacete e o coloquei todo em minha boca. Aquela era a segunda vez que fazia isso, mas eu me deliciava quando tinha um pau em minha boca.

Ele começou a estocar em minha boca, tentei tirar minha cabeça dali, mas ele a segurou com força e estocou sem pena. Quase vomitei... quando ele percebeu que eu iria vomitar parou, me levantou, voltou a me encostar na parede, tirou minha calçinha jogando-a no chão, segurou uma de minhas pernas com a mão e com a outra segurou seu cacete e o levou até a minha bucetinha... quando me dei conta do que iria acontecer, tive vontade de empurrar aquele homem e sair correndo dali. Não poderia me entregar dessa forma a outro homem. Minha virgindade pertencia ao Edgar e ele, só ele, tinha o direito de me descabaçar. Mas como sair dali sem ser motivo de chacota no outro dia na escola? Não queria ser vista como a menina idiota que teve medo de dar pra o cara mais cobiçado da escola... mas também não queria que ele fosse meu primeiro homem.

E quase que por telepatia e atendendo ao meu pedido de socorro, meu telefone tocou naquele instante. Dei um leve empurrão e falei:

- Tenho que atender! Deve ser meu irmão.

- Deixa tocar. – falou, voltando a me beijar.

Tirei minha perna de seu braço e fui direto pegar minha bolsa que estava jogada no chão. Tirei meu celular e vi que era ele mesmo, o meu Edgar. Dizendo que estava ficando tarde e já estava na hora de voltar para casa, pois já passava das duas da madrugada. Afastei o celular do ouvido e perguntei ao Fred:

- Quer uma carona para casa?

- Para a sua casa? - Ele perguntou. Me permitir apenas dar um sorriso e fazer que sim com a cabeça. Sabia que não seria para a minha casa que ele iria, o Edgar não permitiria isso. Mas precisava dele para completar meu plano. Voltei a falar com ele no celular:

- Pode vim me buscar. AH! Ed, o Fred vai com a gente tá?

- Fred? Quem é esse? Vai com a gente para onde? – sentir o ciúme refletido em sua voz.

- Estou te esperando. Beijo maninho. – Desliguei sem permitir que ele dissesse mais nada. Fred me agarrou e voltou a me beijar. Eu o afastei e falei:

- Temos que ir! Daqui a pouco nossa carona chega! – e fui me recompor. Queria esperar por ele em perfeito estado. Mas deixei a calçinha na bolsa. Queria que Edgar visse o quanto eu estava disposta a me entregar aquele homem e dessa forma o fizesse acordar para a vida.

Já estava lá na frente da casa quando ele chegou. Quando vi o carro se aproximar, dei um beijo daqueles no Fred. Ele deu uma buzinada, virei fingindo que estava surpresa por ele já ter chegado. Ele abriu a porta do carona e fez sinal que eu entrasse. Me aproximei da porta e falei:

- Vou lá trás com ele tá? – fechei a porta e entrei no banco de trás, onde Fred já estava sentado a minha espera.

Edgar deu partida no carro. E perguntou:

- Onde que você vai ficar rapaz?

- Ele vai dormir comigo lá em casa. Pode ir pra lá. – disse antes que o Fred falasse qualquer coisa. Senti o olhar dele me fuzilando pelo retrovisor. Mas não disse nada e continuou dirigindo. Me aproximei do Fred e comecei a beijá-lo. Fiquei mesmo no meio do banco. Dando espaço para o Edgar ver tudo que desejasse. De início, foi um beijo normal, mas logo esquentou. Puxei o Fred para mais próximo e coloquei minhas duas pernas em cima das dele. A mão boba do Fred começou a passear pelo meu corpo. Apertando bem meu seio por cima do vestido. Eu soltava leves gemidos. E vez por outra, eu olhava para o retrovisor para ver se ele estava olhando e via seus olhos cheios de raiva. Era mesmo bom que olhasse o que ele estava perdendo.

Edgar dirigia feito um louco a 120km/h. Segurei na mão dele e a levei para o meio das minhas pernas, que já estavam bem abertas. Ele encostou na minha xaninha e a sentiu toda molhada. O tesão que sentia agora era extraordinário... ser tocada por um homem e ver aquele outro homem me olhando e desejando estar ali me possuindo no lugar daquele cara era fantástico. Já não sabia mais qual era a expressão do olhar do Edgar: desejo, tesão, raiva, indignação, ciúmes... não sei bem ao certo o que era. Era um misto disso tudo. Pude notar que ele já acariciava o seu cacete e o imaginei duro dentro daquela calça e louco para me fuder gostoso.

Levei minha mão até o pênis do Fred e o acariciei por cima da calça. O Fred também estava louco de tesão e seu mastro também fazia volume em sua calça jeans. Quando o Fred tocou minha buceta, que viu que eu estava sem calçinha, sussurrou em meu ouvido:

- Huuum.. já está sem calçinha e toda molhadinha. – falou num tom que deu para o Edgar escutar. Ele imediatamente pisou no freio sem se preocupar com a velocidade que estávamos. O carro parou cantando pneu. Já chega!!! Isso foi longe demais. Ela é só uma menina cara! Tem apenas 15 anos. Venha já aqui para frente Luiza. – o obedeci na mesma hora e fui lá para frente, com um sorriso de orelha a orelha. Havia conseguido o que queria. Ele seria meu hoje mesmo. – Onde que você mora cara? Você não vai dormir lá em casa. Vou te levar para sua casa.

O Fred pediu desculpa e explicou onde morava. Não falamos mais nada e o deixamos em casa. Quando chegamos ao apartamento, fui direto para o meu quarto sem pronunciar uma palavra para o Edgar. Entrei no quarto e comecei a tirar minha roupa. Quando estava apenas de langerie, ele bate na minha porta.

- Lu, posso entrar?

- Claro! – Falei virando-me de costas para a porta. Ele entrou e ficou parado apenas me olhando. Não conseguia desviar os olhos do meu corpo. Eu interrompi seu momento de fantasia e perguntei:

- O que foi Ed?

- Sei que você ficou chateada comigo por ter te deixado daquela maneira naquela noite, mas quero que entenda que a primeira vez de uma mulher é muito importante para ela e não quero que a sua aconteça da forma como aconteceria hoje: com um alguém que não tem importância em sua vida.

- Se você realmente se preocupa que a minha primeira vez seja inesquecível, você mesmo já teria cuidado disso, não é mesmo? - Eu não sou o homem certo para você menina...

- Então deixe que eu escolha outro alguém que seja.

- Se é isso que você quer... – se virou e saiu encostando a porta do meu quarto.

Fui para o banheiro e tomei um banho daqueles. Sentia muita vontade de chorar. Mas sabia que aquele homem estava bem pertinho de ser meu e eu não ia desistir agora. Terminei o banho, vesti apenas uma calçinha e deitei-me na cama. Tentei dormir, mas acabei ouvindo um barulho de TV ligada, que vinha da sala. Só podia ser ele. Então, só de calcinha, fui até lá.

Quando cheguei na entrada da sala, vi Edgar de costas, sentado no sofá assistindo um de seus filmes pornôs. Meu coração disparou, mas estava decidida em ir até lá. Quando cheguei até ele, tive a visão do céu. Edgar estava nú, masturbando seu pau, com os olhos fechados e gemendo baixinho.

- Oi, posso assistir com você? Edgar abriu os olhos assustados e ficou, mais uma vez, boquiaberto diante daquela visão: sua irmãzinha, só de calcinha, com seus fartos seios a mostra. Diante do seu espanto, dei-lhe um sorriso malicioso e disse:

- Adoro filmes pornôs, me deixa assistir com você? – Ele, ainda boquiaberto, pensou um pouco e fez com a cabeça que sim. Sentei bem ao seu lado.

Por alguns instantes, fiquei em silêncio, apenas observando as cenas maravilhosas do filme. Comecei a acariciar meus seios e logo notei que sua respiração estava ofegante. Resolvi brincar com ele e fui descendo uma de minhas mãos até a minha bucetinha, enfiei a mão por dentro da calçinha e fiquei me masturbando. Ele ficou olhando tudo que eu fazia, calado... Me virei para ele, e disse:

- Deixa eu sentar no seu colo?

Antes que ele pudesse responder, sentei, e ainda de calcinha, pressionei fortemente minha bucetinha contra sua perna. Edgar começou a gemer. Ele não tinha como me evitar mais. Estava louco de tesão e nenhum homem poderia ser capaz de resistir tanto para se entregar aos seus desejos. Virei de frente pra ele, posicionando minha bucetinha bem encima de seu cacete. Encostei meus seios em sua cara, e Edgar mamou deliciosamente neles. Enquanto chupava meus seios, foi me deitando no sofá e deitou-se encima de mim. Parou de chupar meus seios e arrancou minha calcinha. Começou a chupar minha buceta. Nunca havia sentido uma sensação tão maravilhosa quanto aquela. Naquela hora perdi os sentidos, perdi a consciência de tudo. Gemia alto, muito alto:

-Vai! Chupa minha buceta! Hum... que delícia... – Edgar, parou de chupar minha buceta e finalmente, me dirigiu a palavra:

- Você me deixa louco menina! Como pude resistir tanto a tudo isso? Você quer ser minha, não é? Pois agora vai ser! –Edgar me ajoelhou no tapete, e enfiou seu cacete em minha boca.

Pegou minha cabeça, e começou a fazer movimentos de vai e vem com ela, quase enfiando seu cacete em minha garganta. Ele gemia muito alto e dizia:

-Isso! Chupa gostoso, minha menina! Só em pensar que poderia tá sendo aquele cara que estaria com você agora...

Parei de chupá-lo e falei:

- Não era ele que eu queria aqui... sempre foi você que eu desejei para ser o meu homem.. Ele, delicadamente, me deitou no chão e deitou-se por cima. Ficou esfregando seu pau em minha buceta, me provocando com aquilo. E não segurando a ansiedade de tê-lo em minha xana, pedi-lhe:

- Ed, come minha buceta, por favor... quero sentir seu pau arregaçando ela! Quero ser de fato sua! Quero que você me arregace tirando esse cabaçinho....

Dessa vez ele não pulou fora e deixou-se levar pelo momento... não me via mais como aquela menina inocente, mas sim como uma mulher que estava desejando ser deflorada pelo seu homem. Não preocupou-se nem um pouco em ir devagar, enfiou com tudo na minha bucetinha e a fudeu loucamente. Senti uma dor fora do normal, mas sem perceber, aquela dor havia se transformado em prazer. E eu estava delirando nos braços daquele homem. Eu gemia muito alto, enquanto ele dizia coisas como:

- Era isso que você queria, não era? Como pude achar que você era uma menina? Você é mais gostosa que muita mulher que eu já comi. Contei entre gemidos que tinha um vibrador e que muitas vezes o penetrava em meu cuzinho, pensando que era aquele cacete que estava me fudendo. E pedi-lhe que fizesse o mesmo.

Ele me colocou de joelhos, virada de frente para o sofá, de costas para ele, com as mãos apoiadas no sofá e encostou seu pau na entradinha do meu cuzinho e foi penetrando vagarosamente... quando entrou todo, começou a me estocar com força.

Já havia feito isso inúmeras vezes com aquele vibrador, mas nada se comparava aquele membro viril. Como era delicioso ter meu cuzinho sendo penetrado pelo meu homem

Quando já tinha enfiado tudo, começou a fazer deliciosos e violentos movimentos de vai e vem. Como era gostosa a sensação de ter uma pica de verdade enterrada no meu cuzinho! Não demorou muito e gozei. Logo depois, Edgar tirou seu cacete e despejou toda sua porra em minha bundinha.
Ficamos ali deitados no tapete por alguns minutos. Depois tomamos um banho juntos, e dormimos abraçadinhos.

Depois daquele dia, sempre buscávamos uma oportunidade para transar. E eu passei a ter meu homem em minha cama quase todas as noites....

Foto Perfil Lu Lopes

Ficha do Conto

Escritor:
Lu Lopes

Nome do conto:
Meu novo Irmão

Codigo do conto:
12814

Categoria:
Incesto

Data do Envio:
20/06/2011

Quant.de Votos:
5

Quant.de Fotos:
2

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Ultimos Comentários
Comentado por: Kasado_SP_ZS em: 12/04/2013
Delícia de conto, realmente bem excitante... vc é bem safadinha mesmo!! Adorei.. mil beijos pra ti!!!
Comentado por: felipezoof em: 24/06/2011
delicia.....adorei vc....
Comentado por: eddie santos em: 21/06/2011
oi amiga to aqui prontinho para voce te quero comer todinha do jeito que voce quer,vamos falar por o msn
Comentado por: Ingha em: 21/06/2011
Humhum, como voce é safadinha! Conto excelente, bem encaminhado e simplesmente maravilhoso! Meu voto é seu!!
Comentado por: gato loiro em: 21/06/2011
PARABENS GATA PELO CONTO UMA DELICIA ,TE VALEU UMA PUNHETA , BEIJOS CARINHOSOS . GATO LOIRO..... LEIA OS MEUS CONTOS .
Comentado por: Menyna safada em: 20/06/2011
Gostei do conto bem legal
Comentado por: negaosafado23cm em: 20/06/2011
oi linda se realmente essa foto for sua vc e de mas viu!

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