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Evangélica, casada e tarada.


Conheci Carol há quase 3 anos atrás. Em Fevereiro de 2008.

Estava na casa de uma amiga, que é cabeleireira e essa me pediu pra colocá-la no mundo virtual. Como ela não tinha um computador, fomos na lan do lado da casa dela. Carol era a dona e se propôs a nos ajudar a colocar sua amiga no mundo virtual pra arrumar um namorado.

Carol, aproximadamente 1.63m, 65 kg, coxas grossas, seios fartos, bunduda. Bem bunduda. Lábios finos e olhar meigo, mas firmes. Uma voz gostosa de se ouvir. Mulher recatada, tímida, correta e bem casada. Evangélica por sinal.

Enquanto fazíamos uma id do Yahoo pra essa amiga, passamos a conversar um pouco e em dado momento, dei um jeito de chegar perto de Carol e tocar em sua pele com minha pele. Ao sentir o toque, me correu um arrepio gostoso pelo corpo inteiro. Adorei aquela sensação. Dei um jeito de conseguir seu MSN, com a desculpa de que assim, poderíamos ajudar melhor nossa amiga em comum.

Ao chegar em casa, a 1ª coisa que fiz foi ligar o micro e lá estava ela. Passamos a conversar e notamos uma afinidade. Com o passar dos dias, já falávamos sobre todas as coisas e passamos, sem notar, a sentir falta do outro quando este não aparecia.

Até que um dia perguntei a ela se já havia lido um conto erótico.

A resposta foi não mas que gostaria de ver sim ( ela não fazia idéia de como era um conto erótico ).

Escolhi um a dedo e perguntei se poderíamos lê-lo juntos. “Não”, foi a resposta.

Ela preferia ler o conto sozinha, mas como insisti, acabou aceitando.

Disse que para ler-mos, tínhamos que ficar nos olhando pela cam. O que foi aceito.

Combinei que a cada vez que ela terminasse a frase lida, não haveria necessidade de dizê-lo. Bastava colocar reticências e eu viria com a parte seguinte.

Copiava uns dois parágrafos... e enviava, dando tempo pra que ela lê-se e eu a acompanhasse, frase por frase, aproveitando pra ver se suas feições mudavam conforme o assunto ia ficando quente. E notei que a partir do 4º parágrafo, ela não parava mais quieta na cadeira, pois o tesão se fez presente em Carol.

Ficava com vergonha de me olhar diretamente, mas a partir Dalí, mudamos nossas vidas.

O conto , era de um homem casado que se envolvia com uma mulher casada. Nos acendeu para o sexo.

Após aquele maravilhoso conto, passamos a falar mais abertamente sobre sexo e nossas intimidades com nossos parceiros conjugais, até que um dia, como ela havia me dito que o marido não se encontrava em casa devido a estar na casa da mãe, disse que iria visitá-la. Ela se assustou com minha afirmação e ficou indecisa se deixava ou não. Disse que iria apenas passar na frente da casa dela pra vê-la e iria embora. Ela aceitou.

Quando cheguei, ás 24 hs, liguei... e ela abriu a janela ( sobrado ) e me viu. Pedi que descesse. Liguei em seu celular e ordenei que descesse. Alguns carros parados na rua e um salão de baile ao lado. Ela novamente ficou indecisa, mas fui firme no que queria e ela acabou descendo. Fui ao portão e entrei. Ela desceu com uma camisola curta e pude ver suas coxas. A beleza de suas pernas que me encantam até hoje. Não deu tempo de nada. Abracei-a e beijei deliciosamente aquela boca que me matava de tesão e prazer. Logo, estava beijando toda sua barriga e seus seios. Desci e colocando uma perna sua em meu ombro, abocanhei aquela buceta cheirosa por cima da calcinha que nesse momento, parecia que ela estava mijando de tão ensopada que estava. Pediu que eu parasse e subíssemos, o que fizemos logo após. Na sala de sua casa, o sexo foi completo. Deitei-me no chão e mandei que ela sentasse sobre minha boca apoiando-se no sofá. Sinto golfadas do mel que brotava daquela colméia de abelhas trabalhadoras. Izolda estava faminta por minha língua.

Coloquei-a sentada no sofá, abrindo-lhe as pernas e novamente voltei a chupá-la deliciosamente como nunca havia chupado mulher nenhuma. Após, tirei meu pau da calça e colocando dois dedos dentro de sua bocetinha, dei-o pra que ela chupasse. Ela o abocanhou com gosto como se nunca tivesse visto um cacete tão duro e gostoso ( tenho 19cm x 5cm ). Mamava a pica sem parar e quando fiz menção de tirar de sua boca, ela me segurou forte querendo chupar-me mais e mais. Até que consegui me desvencilhar daquela boca gulosa e a coloquei de quatro no chão sobre o tapete. Perguntei se ela estava pronta pra me sentir dentro dela. A resposta veio bem baixinha: vem... me fode!! Me fode toda!!

Fui enfiando devagarinho... primeiro, esfregando a cabeça do pau em seu grelo molhado e depois, deixando que sentisse apenas a chapeleta dentro de si... e quando notei que a buceta já estava me apertando de tanta vontade, enfiei devagar... indo até o saco bater no grelo, no que ela deu um gemido gigante e começou a rebolar deliciosamente em meu cacete. Segurava-a pelas ancas e afundava com gosto todo o pau naquela bucetinha lisa e molhada, até que ambos, sem agüentar mais de tanto tesão, gozamos juntos pela primeira vez.

Tirei o pau de dentro e lambi cada pedacinho daquela coisinha molhada, vindo assim a melar toda a minha boca e meu rosto de porra minha e dela. Com a boca cheia, fui beijá-la e ela adorou!! Lambeu cada canto de minha de meus lábios e rosto.

Passei dois dedinhos em seu cuzinho e disse que a partir daquele momento, ele seria meu, o que ela consentiu sem nada falar. Disse-lhe que seria meu mas não o comeria naquele dia. Aquele dia, seria o de sua boceta. E Assim foi feito.

Ficamos até ás 5hs da manhã fazendo amor de todas as formas e a partir daquele momento, criamos um laço que dura até hoje. De lá pra cá, muita coisa aconteceu, mas isso, contarei em outros contos.

Nesse dia, um fato que esqueci de contar foi que havia deixado minha moto quase na frente de sua casa e quando voltei, a moto não mais estava lá.

Fui pra delegacia fazer ocorrência. Mas estava feliz. Perdi a moto e ganhei uma mulher maravilhosa que faz meus dias mais felizes até hoje.

A moto?? Nunca mais vi.

Breve, coloco a continuação de nossas fantasias realizadas.

Gostaram do conto? Comentem.

Buscamos parceiras para fantasias a ser vividas.

Já saímos com um rapaz amigo e duas amigas ( em separado ). SE acha que se encaixa no que buscamos, nos escreva com fotos e o que pensa em fazer quando conosco


                                

Foto Perfil juan_caballero3

Ficha do Conto

Escritor:
Juancaballero37

Nome do conto:
Evangélica, casada e tarada.

Codigo do conto:
13901

Categoria:
Traição/Corno

Data do Envio:
02/10/2011

Quant.de Votos:
6

Quant.de Fotos:
5

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Foto 1 do Conto erotico: Evangélica, casada e tarada.

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Ultimos Comentários
Comentado por: Pescador em: 06/11/2012
Gostei, muito bom, parabéns, votei Leia e comente meus contos, vote se gostar Escolhi para você o conto 18838
Comentado por: 18cmsp em: 13/10/2011
eu qro experimentar sp capital

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