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Comendo a cunhada


Sou casado há 12 anos, e nunca havia me imaginado fazendo algo fora de casa, não vou dizer que sou um santinho pelo contrario, gosto muito de uma sacanagem, e gosto mais ainda de ficar provocando as menininhas enquanto vou de carro para casa ou para o escritório, mesmo assim nunca passou disso, bem só pro todos se situarem tenho 1.81m, 87 kg, 35 anos, pele branca, cabelos e olhos escuros.

tudo aconteceu a mais ou menos uns dois ou três anos, numa mancada que dei na frente da família, mas por incrível que pareça ninguém percebeu a não ser minha cunhada.

estávamos todos na minha casa conversando na sala e foi quando minha esposa chamou todos para irem para a cozinha tomar café da tarde, eu ainda fiquei na sala insistindo em achar um programa bom na tv, mas como não encontrei nada resolvi me reunir ao pessoal na cozinha, quando cheguei não sei o que se passava pela minha cabeça mas vi de costas para a porta da cozinha uma bunda linda e um corpo fenomenal e todo o resto do pessoal ao redor da mesa conversando, não pensei duas vezes e fui logo colando meu pau já duro como pedra na bunda que imaginei ser da minha esposa, diga-se de passagem independente de onde eu estiver sempre gosto de ficar apalpando minha esposa ou passando a mão na bunda dela só pra deixá-la mais excitada possível, bom como já estava totalmente com o corpo colado no da minha esposa resolvi só pra sacanear começar um movimento bem leve de vai e vem, afinal a cozinha estava cheia de gente e eu não podia dar bandeira, e ai já todo acomodado resolvi participar da conversa e quando olho por cima da cabeça de minha esposa, ela só tem 1.65m de altura, quem vejo do outro lado da mesa, pasmem todos, minha esposa. isto mesmo, ai me perguntei “se minha esposa esta no outro lado da mesa quem é que o idiota(eu) está encochando???” bom antes de me responder isto comecei rapidamente a assimilar a posição de todos na cozinha e pra meu espanto eu estava me esfregando na bunda da irmã de minha esposa e o marido dela ao lado, não pensei duas vezes, soltei a cintura da minha cunhada, ai que notei que eu além de estar fazendo um movimento de vai e vem na minha cunhada eu estava puxando os quadris dela de encontro ao meu pau, bom soltei a cintura dela e retornei imediatamente para a sala como se nada tivesse acontecido.

sentei no sofá e fiquei imaginando o que se passava pela cabeça da minha cunhada afinal ela sempre foi uma mulher muito tímida e nunca deixou nenhuma intimidade entre eu e ela ganhar espaço, eu de minha parte nunca imaginei fazer sexo com ela, pois ela sempre foi uma pessoa que não valorizava o próprio corpo acredito que por causa da educação que teve dos pais do interior e ate mesmo o marido que podava a libido dela, resolvi então retornar a cozinha, pois ficaria estranho a minha saída tão rápida. assim que entrei na cozinha já fui pedindo pra minha esposa fazer um lanche pra mim, assim saberia se ela havia visto algo, pra meu espanto ela respondeu “...mó faz você o lanche não vê que estou servindo as crianças...”, beleza, ela não viu nada, as crianças menos ainda pois estavam brincando entre elas e não olhando para os adultos, o cunhado de minha esposa não poderia ter visto nada pois estava um pouco à frente de minha cunhada e de costas para nos, então e minha cunhada como é que ela reagiria ao acontecido??

fiz meu lanche calado e sem olhar para os lados, o marido dela começou a puxar conversa comigo então desencanei visto que não havia mais nenhum perigo dela fazer um escândalo, quando retornamos a sala pude reparar melhor na minha cunhada, ela tinha o mesmo corpo que minha esposa, altura peso e o que havia me feito confundi-la com minha esposa é que ambas estavam com o penteado muito parecido e ambas com calças escuras, bom vale a pena ressaltar que nunca fiquei prestando atenção nem mesmo no que eu visto quem dirá os outros vestem, continuamos a conversar na sala até depois da 10 da noite quando o marido da minha cunhada resolveu ir para casa dizendo ter que trabalhar no dia seguinte cedo, ao nos despedirmos minha cunhada chegou bem perto de mim nessa hora gelei, mas ela somente pegou na minha mão rapidamente e disse somente tchau, virou as costas e entrou no carro do marido, bom mal feito vamos esperar o que vai acontecer, a partir deste dia nunca mais tive a oportunidade de conversar com minha cunhada a respeito, mas passei a reparar mais nela e comecei a notar varias e sutis diferenças entre minha esposa e sua irmã.

minha cunhada tinha uma bundinha mais redondinha e uma anca bem larga os seios mais fartos e um olhar super meigo de menina que procura um pouco de carinho. mas apesar de meus olhares e as visitas regulares a casa de minha cunhada nunca tive a oportunidade de chegar mais perto dela.

ate a mais ou menos três meses atrás quando meu cunhado teve que viajar para a bahia, terra onde nasceu para resolver alguns problemas com os pais dele e me pediu para levá-lo a rodoviária pois não queria viajar de carro sozinho, de pronto atendi o seu pedido e na data e horário marcado fui com meu carro na sua casa para despachá-lo na rodoviária, para minha surpresa a minha cunhada resolveu nos acompanhar para se despedir dele, ela estava simplesmente divina, estava usando um vestidinho azul claro que ia ate um pouco abaixo dos joelhos, desde o acontecido em casa, aparentemente ela passou a se cuidar mais usando mais pintura e mudou ate o modo de se vestir o que claro gerou um pouco de desconforto para o retrogrado marido. não demorou muito e chegamos à rodoviária e logo depois meu cunhado embarcou para iniciar sua viagem, levei minha cunhada para o carro para deixá-la em casa, mas ao entrarmos no carro no estacionamento da rodoviária minha cunhada foi logo dizendo:
- sabe nunca me esqueci daquela vez que você se aproveitou de mim na sua casa!
nesta hora não sabia mais o que dizer e comecei a tentar me explicar, mas ela não deixou eu falar nada apenas disse:
- se você não fosse casado com minha irmã quem sabe!
nessa hora já descobri que não iria rolar nada nunca, depois disso apenas me desculpei pelo acontecido e seguimos em frente para a casa dela. ao chegarmos pedi a ela um copo de água pois o dia estava muito quente e ainda tinha que voltar para casa embaixo daquele sol, ela sugeriu que entrasse pois ia fazer uma limonada pra mim. sem pensar em sacanagem pois ela já tinha cortado todas as possibilidades aceitei e entrei na cozinha de sua casa, sentei-me à cadeira e minha foi ate a pia preparar o suco, assim que terminou de cortar os limões se abaixou para pegar o espremedor e pude ver o tamanho das ancas e de seu bumbum, e já comecei de novo a pensar bobagem, perguntei sobre as crianças e ela respondeu que a menina mais velha estava trabalhando e que o filho mais novo estava na escola.
ela reclamou que os limões estavam difíceis de espremer e eu de pronto me levantei aproximando-me por trás dela e oferecendo minha ajuda, ela aceitou então eu disse para ela que o problema não era o limão mas o jeito que ela tentava espremê-lo, coloquei minha mão sobre a dela e olhei para seus olhos que brilhavam, ela retirou rapidamente a mão e foi até a geladeira dizendo que ia pegar gelo, pude sentir a respiração dela descompassada e os passos ligeiros de quem estava com medo, fiquei na pia e ela trouxe o gelo e se afastou, vi que minha tentativa ficaria na vontade mesmo, então senti as mãos dela ao redor de minha cintura dizendo que estava colocando o avental para eu não sujar minha roupa, como sou um pouco grande e os braços dela pequenos senti seus seios começarem a roçar minhas costas e ela tentando pegar com sua mão na minha frente, não resisti peguei a mão dela e guiei direto para meu pau, e ela sem rodeios encheu a mão e apertava meu pau como uma louca.
fiquei de frente para ela que sem soltar minha pica, que já estava doendo de tão dura, pude ver vela de olhos fechados e mordendo os lábios, então enfiei minha língua na sua boca que retribuiu de imediato aquele beijo, enquanto eu a beijava passava a mão nos seios dela que mostravam o tesão que ela estava sentindo os bicos dos seios pareciam que iam explodir debaixo daquele vestido, puxei a alça do vestido dela de lado deixando cair e mostrar o seio esquerdo com a aureola rosada e um bico que apontava pra minha boca, não fiz cerimônia e engoli completamente o seio, e escutei ela soltar um gemido baixo quase um sussurro, comecei a morder e chupar o seu seio enquanto massageava o outro, e minha cunhada segurava cada vez com mais força meu pau, ela chegou perto de meu ouvido e deu uma mordida e em seguida falou baixinho:
- me faz gozar faz tempo que aquele frouxo não me faz sentir mulher.
não pensei duas vezes, a peguei no colo e a coloquei sobre a mesa da cozinha, e passei a lhe dar um banho de língua, no pescoço nos seios e fui tirando o seu vestido ajudado rapidamente por ela, lambi sua barriguinha escultural, sua virilha e quando vi, ela estava com uma micro calcinha tipo tapa-sexo, minúscula mesmo e havia raspado recentemente a bocetinha, pois se via nascendo uns pelinhos tímidos, não agüentei e continuei chupando o corpo dela que já sentia tremer de tesão, cheguei com a boca por cima da calcinha e vi que a mesma estava totalmente molhada com o mel que saia de sua boceta. comecei a passar minha mão por cima da calcinha massageando ora seu clitóris ora sua vulva, afrouxei com os dedos sua calcinha e vislumbrei aquela bocetinha tão rosada como os seios dela, toquei de leve a vulva e ouvi um gemido mais alto e o corpo dela a tremer, então comecei a tatear e forçar a entrada de meu dedo indicador for quando ela começou a tremer, rebolar e falar que estava gozando, tirei o dedo da bocetinha e ele estava totalmente molhado, enfiei de novo colhi um pouco deste liquido e molhei o cuzinho dela voltei com o indicador na bocetinha pra molhar mais meu dedo e depois comecei a enfiar o dedo indicar totalmente molhado no cuzinho de minha cunha que a essa altura urrava de prazer em cima da mesa, resolvi chupar os seios sem tirar o dedo do cuzinho enfiei o polegar na sua bocetinha nessa hora ela agarrou minha cabeça empurrando minha boca no seu seio, acredito que estava gozando novamente.
mordi varias vezes os seus seios ate ela se acalmar, sentei-me em uma das cadeiras e olhei para o prato que estava servido a mesa e sem pensar coloquei minha cabeça no vão de suas pernas e enfiei minha língua o quanto pude na sua boceta, com minhas mãos ergui sua nádegas deixando-me ver o cuzinho de minha cunhada, então ora chupava seu grelo, ora chupava sua boceta, ela começou a rebolar de novo parecia insaciável por gozo aquela mulher, ela levantou e desceu da mesa dizendo que queria me retribuir um pouco se ajoelhou embaixo da cadeira e abriu o zíper de minha calça, segurou meu pau e meio desajeitada começou a chupá-lo, me disse que nunca havia chupado o pau do marido por que ele tinha nojo, mas que minha esposa a irmã dela já havia contado algumas de nossas transas fazendo com que ela ficasse sempre com vontade, então comecei a orientá-la dizendo como fazer e minha cunhada fez direitinho, chupava lambia a cabeça e descia chupando meu pau até as bolas ora colocando uma na boca ora outra, eu já estava a ponto de gozar e falei que queria gozar dentro dela, ela não deixou disse que eu gozaria na sua boca, e engoliu meu pau por inteiro fazendo uma sucção com tanta força que fui incapaz de resistir e gozei no mesmo momento, ela engasgou um pouco pois estava com meu pau atolado na boca quando gozei, e não conseguiu engolir o meu gozo que jorrou no rosto dela.
disse-lhe que precisava me recompor e fui ao banheiro lavar o rosto pois o calor estava cada vez mais forte, ela veio atrás de mim e enquanto me lavava ela por trás tirou o restante de minhas roupas e me empurrou para o chuveiro, se aproximou de mim e enfiou sua língua na minha boca num beijo apertado e muito molhado nossas línguas se entrelaçaram e nossas bocas foram pequenas para ela enquanto eu mordiscava seu pescoço ela me punhetava pra acordar o meu pau, como ele não estava ainda com forças totais, resolvi dar-lhe outro banho de língua e enquanto a água escorria no corpo dela eu descia ate sua bocetinha para poder fude-la com minha língua, enfiei minha cabeça no meio de suas pernas e ela passou uma das pernas por cima de meu ombro me dando mais visão de seu grelinho, enquanto mordia e chupava seu grelo meus dedinhos entravam e saiam do seu cuzinho e eu podia ouvi-la gemer cada vez mais alto.
meu pau voltou a ficar duro como então resolvi acalmar de vez o fogo daquela mulher, fiquei de pé e fiz menção de enfiar meu pau na boceta dela e ela diz – aqui não vamos para o quarto – ela fecha o chuveiro pega minha mão e mesmo sem nos enxugarmos vamos para a cama, ela se deita com o corpo ainda molhado e eu começo a passar a língua a partir dos seus pés e vou subindo, ela geme a cada mordida que dou na sua pele, nas coxas na virilha na barriga, nos seios, no pescoço, então deito meu corpo por sobre o dela e ela abre suas pernas e suas mãos macias pegam meu pau e esfrega ele firmemente em toda a extensão de sua boceta, deixando a cabecinha pousar entrada dela, posso sentir os lábios de sua bocetinha abraçar levemente a cabeça de meu pau, eu fico parado somente sussurrando um monte de besteiras no ouvido de minha cunhada que já louca de tesão empurra seus quadris de encontro aos meus, ela começa a pedir para eu enfiar meu pau dentro dela, eu sarcástico digo que não ela tem que implorar pra mim, dizer que quer muito um pau dentro dela, ela não perde tempo e diz que se eu não comê-la agora ela não sabe o que pode fazer, faço a menção de brincar novamente e ela me joga de lado subindo em cima de mim, e rapidamente encaixa meu pau na sua boceta e senta com força fazendo ele entrar até as bolas encostarem-se à bunda dela, doeu muito pra mim, mas o rosto dela era só um misto de prazer e riso de ter um pau dentro dela novamente, ela ficou parada um cinco segundos com a cabeça erguida os olhos fechados e a boca semicerrada, e depois começou a me cavalgar ergui meus braços para segurar seus seios e quando os peguei ela gemeu muito e acelerou o ritmo, disse que não agüentava e queria gozar, e foi cavalgando até que parou e jogou seu corpo sobre o meu, podia sentir sua bocetinha se contrair, levantei minhas pernas e comecei a fazer um movimento de vai e vem entrando e saindo dela ela começou a gemer mais alto e eu já estava quase gozando, resolvi sair de baixo e assumir o comando, a coloquei de quatro dava pra ver que as suas pernas estavam bambas, mesmo assim enfiei novamente meu pau na sua boceta, e tirava ele e esfregava no cuzinho dela, ela disse que no cuzinho não, pois ia doer, eu falei que só estava brincando se ela gostava, disse que sim desde que não coloca-se na bunda dela, continuei lambuzando a entrada do cuzinho com o liquido que meu pau tirava da boceta dela e enfiando um dedo no cuzinho quando meu pau não estava lá, quando vi que estava bem largo o cuzinho dela resolvi tentar entrar nele, nessa hora ela reclamou e disse que não queria, não dei bola, segurei sua cintura com uma mão e a outra coloquei na entrada de seu cuzinho e dei uma forçada, pra minha surpresa a cabeça entrou fácil, mas ela gritou alto e disse para parar, avisei que já tinha começado agora só ia parar quando goza-se dentro dela, segurei seus quadris com as duas mãos e puxei sua bunda de encontro ao meu pau, uma, duas , três vezes e ela gemia e gritava, na quarta vez entrou até a metade ela deu um tremendo grito, eu parei e deixei ela se acostumar, mas a única coisa que ela pedia era pra tirar pois doía muito, atendi, vendo que ela já estava chorando de dor, tirei meu pau e voltei minha atenção para a bocetinha dela enterrei meu pau sem dificuldades e iniciei um movimento de vai e vem devagar esperando ela se recuperar da estocado no cu, logo ela pedia para eu ser mais rápido, deitei ela de barriga na cama sem tirar meu pau de dentro e comecei a fode-la com força, ela pedia mais e mais e eu fodia e apertava ela contra o meu corpo, de repente ela começou a gemer alto, dizendo que estava gozando, não me contive mais e enchi sua boceta com meu gozo.
ficamos deitados na cama conversando mais um pouco e ela reclamou que o seu cuzinho estava ardendo, eu falei que da próxima vez eu traria um creme pra facilitar a entrada e ela disse que tudo bem, fomos tomar um banho e transamos no chuveiro novamente.
aquela tarde foi à primeira de muitas em que faço minha cunhadinha gozar, depois viciei ela em ter sempre um pau na bundinha, hoje ela diz que não consegue ficar sem meu pau dentro do seu cuzinho.

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Ficha do Conto

Escritor:
laiscontos

Nome do conto:
Comendo a cunhada

Codigo do conto:
15715

Categoria:
Incesto

Data do Envio:
14/02/2012

Quant.de Votos:
11

Quant.de Fotos:
3

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Comentado por: Pescador em: 04/09/2012
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