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O porteiro do prédio


Sou uma garota que, como a grande maioria, sonha em um dia se transformar em uma modelo fotográfico, artista de cinema e televisão ou qualquer outra atividade que as leve a fama e a fortuna sem muito esforço. Desde que era bem pequenina, ouvia as pessoa dizerem que eu era uma criança muito bonita e inteligente e assim cresci pensando em um dia tornar-me uma modelo famosa. Na glória dos meus treze aninhos bem vividos, possuo cabelos longos e louros, 1,68 de altura, seis pequenos e durinhos, contornos bem delineados, tanto nos quadris como nas pernas. Mas o meu maior orgulho continua sendo a minha bundinha que é bem redondinha e arrebitada que tenho o maior orgulho de mostrar quando vou a praia. Depois de ser muito fotografada por meus pais e tios com resultados pouco convincentes, decidi que era mais do que hora de partir para fotos de nível profissional e finalmente mostrar um “book” para as agências de modelos. Assim sendo, procurei um estúdio fotográfico das vizinhanças onde fui recebida por um senhor de meia idade e muito simpático que depois de elogiar minha beleza e meu porte físico, me deu algumas dicas do que usar, que tipo de maquiagem e o que fazer quando fosse tirar as fotos para o “book”. Muito gentil me convidou para tirar algumas fotos a título de teste de fotogenia me encaminhou para dentro de uma saleta onde estavam todos seus equipamentos. Tiramos algumas fotos normais, sem maquiagem e sem trocar de roupa. Assim que terminamos, ele me pediu que voltasse no dia seguinte para ver os resultados. No dia seguinte ele me pediu que examinasse as fotos e desse minha opinião. Apesar da falta de maquiagem e ter sido fotografada com a mesma roupas fiquei maravilhada com os resultados e conclui que aquele era o fotógrafo que tanto queria encontrar para me colocar no caminho do sucesso. Com estas idas e vindas ao estúdio, fui ficando cada vez mais a vontade perto deste senhor e procurava seguir à risca suas determinações para que as fotos ficassem realmente boas. Mais ou menos na quarta ou quinta visita ao estúdio, ele me pediu que na próxima ida, eu levasse algumas roupas diferentes para trocar, inclusive um ou mais biquínis e até mesmo uma toalha de praia. Como já havia feito anteriormente, fiz exatamente como ele mandou e no dia seguinte lá estava eu para as tão sonhadas fotografias. Logo que cheguei ele me mostrou um quartinho com alguns espelhos para que eu me maquiasse e trocasse de roupa com mais privacidade. Para minha surpresa, tão logo tirei minha roupa e estava só de calcinha para vestir a roupa para as primeiras fotos a porta se abriu e ele entro naturalmente como se já me tivesse vista assim uma centena de vezes. Tratei de me cobrir com o que havia à mão mas o que consegui pegar não era suficiente para me cobrir e ali estava eu, quase completamente exposta àquele estranho. Para me tranquilizar, ele me disse que já tinha visto muitas mulheres nuas ou semi nuas e que eu era simplesmente mais uma. Sem saber o que fazer, tentei me sentir a vontade e continuei a me vestir. Depois de uma boa quantidade de fotos ele me pediu que fizesse uma poses que eu achei eróticas demais para o meu gosto e todas as vezes que ele queria que eu mudasse de posição, sob o pretexto de ajudar, ficava me tocando de uma maneira fora do comum para os meus padrões, o que já estava me deixando desconfortável e um pouco nervosa. Não que eu não saiba nada de sacanagem mas a teoria é uma coisa e a prática é outra completamente diferente. Logo percebi que suas intenções não eram as melhores mas assim mesmo decidi prosseguir e ver no que ia dar. Tão logo coloquei uma blusinha branca fininha, ele me disse que não usasse sutien para dar um toque mais sexy à foto já que desta maneira, podia-se ver perfeitamente ver os meus mamilos rosados. Após tirar algumas fotos desta maneira ele se aproximou de mim e sem dizer foi desabotoando minha blusinha quase expondo meus peitinhos totalmente. Fiquei morta de vergonha, mas como era ele quem sabia das coisas, resolvi concordar e ao fim de algum tempo já tinha meus peitinhos completamente expostos aos olhares ávidos daquele tarado.   Depois de mais algumas fotos, ele me pediu que tirasse meu jeans e ficasse de calcinha pois ele iria tirar umas fotos sensacionais e que se mais tarde eu quisesse poderiam ser vendidas para alguma revista estrangeira e que eu logicamente iria ganhar uma boa grana. A principio fiquei com receio de que estas fotos fossem um dia parar nas mãos dos meus pais ou de algum conhecido, mas ele me garantiu que o possível comprador destas fotos seria uma revista estrangeira e que certamente meus pais nunca iriam vê-las. Apesar da vergonha de estar quase nua na frente de estranho, principalmente um estranho muito mais velho que eu, na minha inocência, achei que a causa era justa e valia qualquer sacrifício. Depois de mais algumas fotos, ele descaradamente me disse que se eu fosse boazinha com ele e colaborasse as coisas ficariam bem mais fáceis   para mim pois ele tinha muitos amigos nas agências de modelo editoras de revistas de moda e até sites na Internet que iriam se interessar pela minhas fotos. Quando perguntei o que significava ser “boazinha”, ele no maior descaramento me disse que se eu lhe sesse uns beijinhos, deixasse dar umas mamadinha em meus peitinhos, as coisas ficaria bem mais fáceis . Quase tive um troço quando ele me disse isso e logicamente que respondi com um veemente “não”, já que não eu tinha feito isso nem ao menos com o meu manorado, como iria pensar em fazer com estranho e muito mais velho que eu. Assim mesmo, apesar daquela negativa, ele veio em minha direção e me agarrando, começou a tentar me beijar e alisar meus peitinhos minúsculos que mesmo contra a minha vontade ficaram com os biquinhos completamente durinhos. Quando tentei repeli-lo, ele me disse que seu não colaborasse, além de perder as fotos que ele tinha tirado e eu adorado, ele iria envia-las aos meus pais para que eles soubessem o que eu andava fazendo as escondidas. Temendo as consequências, resolvi concordar e permiti que abusasse de mim mesmo sendo virgem até aquela data. Eu estava sendo vítima de uma puta chantagem e não tinha escapatória. O que aconteceu a seguir não estava nos meus planos iniciais, e aquele sujeito, apesar de ser bem mais velho que eu, era bem simpático e charmoso, isso sem falar na tremenda lábia que tinha e no enorme volume que já começava a se formar sob sua calça. Assim sendo, simplesmente me deixei levar pelos acontecimentos. Só de calcinha de florzinha e deitada no sofá onde estava sendo fotografada, me vi completamente exposta e indefesa aos avanços daquele tarado chantagista. Tudo começou com um tremendo beijo, como eu nunca tinha sido beijada antes, e com sua língua dardejando a minha, senti sua mão esquerda acariciando levemente um dos meus peitinhos enquanto a a direita tomou minha bucetinha quase sem pelos iniciando uma deliciosa siririca que em poucos segundos me levou à loucura. Descendo pelo meu pescoço, sua boca quente rapidamente encontrou os meus peitinhos, mamando como um bezerro faminto. Sem conseguir controlar meus instintos diante daqueles estímulos, minha bucetinha já estava completamente molhada e o meu corpo todo tremia num misto de medo e desejo. Descendo ainda mais, ele continuou a lamber e mordiscar minha barriga, meu umbigo e finalmente chegou, para meu desespero, ao seu grande objeto de desejo. Ainda bem que pouco antes de sair de casa, eu tinha tomado um longo banho e como sempre faço e todo meu corpo exalava a colônia infantil que sempre uso após o banho. Sem que eu percebesse minhas pernas se abriram levemente e minha calcinha movida para um lado para permitir os avanços daquela mão cabeluda sobre o meu minúsculo grelinho. Durante alguns minutos, ele se deliciou com uma fantástica siririca e com movimentos giratórios fazia com que minha cabeça também girasse velozmente naquele furacão de emoções. No momento seguinte minha visão escureceu, meu corpinho que nunca tinha experimentado aquelas sensações, começou a vibrar e pela primeira vez gozei numa explosão de luzes e cores. Até então, eu só tinha gozado tocando minhas siriricas na solidão do meu quarto e nada se comparava aquilo. Pela primeira vez eu tinha gozado com um homem de verdade e sentindo meu corpinho todo mole, me deixei ficar deitada naquele sofá para recuperar meu fôlego e minhas forças.   Quando voltei à realidade senti algo encostando no meu rosto e sem querer abri minha boca para receber um tremendo cacete duro que brilhava contra meus lábios. Devo admitir que a primeira sensação foi de nojo, mas logo a seguir decidi que era a minha hora de dar um pouco de prazer a quem tinha acabado de levar ao paraíso, igualmente com a boca. Como que já havia visto nos vídeos de sacanagem, engoli tudo que aguentei daquela vara linda e chupei, fazendo movimentos de entra-e-sai. Mesmo sem experiência, acho que estava me saindo muito bem e também lhe proporcionando um enorme prazer pois seus gemidos estavam cada vez mais altos e seu corpo vibrava de tal maneira que parecia que estávamos no meio de um gigantesco terremo. Em segundos, sem poder mais resistir àquela “tortura” ele liberou jatos e mais jatos de porra quente e grossa que me inundaram a boca, quase me fazendo vomitar. Para mais enjoada ainda e para me livrar de toda aquela porra acumulada na minha boca, engoli de uma vez só e ao ver um enorme sorriso de satisfação em seu rosto, me senti totalmente realizada.   Ele havia gozado tanto quanto eu. Voltando a posição inicial, isto é, de joelhos entre minhas pernas e com aquele cacete duríssimo, ele continuou a mamar nos meus peitinhos e quando me beijava, ele retirou minha calcinha e eu já sentia a cabeça daquele cacetão buscando refúgio na minha grutinha quente e úmida que até então nunca tinha sido penetrada. Quando senti a cabeça forçando a entrada, recuei com medo da dor que poderia sentir e ele cada vez mais carinhoso, me acalmou dizendo que não ia doer e que se eu sentisse muita dor, ele imediatamente pararia. Relaxei e ele se aproveitando deste meu descuido, com um golpe certeiro, ele enfiou até a metade aquela vara enorme na minha xaninha. Ador que senti foi intensa e ao mesmo tempo passageira pois questão de segundo ele já conseguia movimentar a lança para dentro e para for a sem me causar tanta dor. Num misto de dor e prazer, gozei mais duas vezes antes que ele, no momento de gozar pela segunda vez, tirou aquele pauzão de dentro de mim e lançou toda a sua porra sobre minha barriga e peitinhos. Ficamos abraçados por mais algum tempo e depois de recuperarmos o fôlego, tomamos um delicioso banho juntos onde por várias vezes senti que estava alisando demais a minha bundinha numa clara intenção de me preparar para uma penetração anal, o que contarei a seguir. Nunca imaginei que um sessão de fotos para um `simples “book” fosse se transformar numa sessão de pura sacanagem.


Ficha do Conto

Escritor:
bugleboy

Nome do conto:
O porteiro do prédio

Codigo do conto:
15860

Categoria:
Virgens

Data do Envio:
24/02/2012

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0

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Ultimos Comentários
Comentado por: mestredon40 em: 28/02/2012
PARABENS PUTINHA BELO CONTO,CONSEGUIL ME DEIXAR DE PAU DURO CONTINUE VC TEM FURO !!

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