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Chácara do amor


O que passo a contar aqui, aconteceu no mês de julho de 2003 na cidade de São Jose do Rio Preto. Tenho negócios com vários produtores rurais da região, e sempre viajo para aquela localidade. Era uma sexta-feira, e depois de uma reunião maçante com alguns produtores, resolvemos chegar até o centro para um chopinho. Estávamos em 10 pessoas, e depois de achar um local aconchegante nos instalamos. Era umas 8 da noite, quando resolvi que estava na hora de ir embora, já que a cidade onde resido fica a pouco mais de 100 quilômetros, e a estrada não é das melhores. Foi aí que um produtor de nome Marcos, me convidou para ficar na cidade, pois haveria uma festinha na chácara que ele tem na região, e eu poderia pousar por lá e ir embora na manhã seguinte. A princípio relutei um pouquinho, mas diante da insistência de Marcos, resolvi aceitar o convite. Pensei em procurar um hotel nas proximidades de onde estávamos, mas Marcos me disse que na chácara eu encontraria tudo que precisasse, inclusive roupas limpas. Bebemos mais um chopinho e rumamos em direção a chácara. Logo que chegamos fomos recebidos por um casal muito simpático que tomam conta da chácara, fui conduzido ao quarto de hospedes, onde realmente tinha tudo que eu precisava, toalha, roupas e até cuecas novas. Tomei um gostoso banho, me troquei, e segui em direção ao quiosque próximo da casa, onde a festa já havia começado. Marcos veio em minha direção e me apresentou para os convidados, na sua maioria, produtores rurais com suas respectivas esposas. A festa seguiu noite adentro, e eu um pouco cansado, arrumei um cantinho próximo do balcão, onde me sentei e fiquei apreciando a festa. A turma estava bastante animada, cantando acompanhados por uma dupla sertaneja. Em dado momento Marcos veio em minha direção acompanhado de uma bela mulher, que me apresentou como sua esposa. Lisa é uma mulher muito bonita, morena clara, olhos escuros, meio amendoados, cabelos nos ombros, vestida num vestido preto de seda semitransparente, que dava para ver nitidamente o contorno de todo seu corpo, inclusive os seios, aparentemente maravilhosos. Não pude deixar de notar seus lábios vermelhos e sensuais. Lisa me cumprimentou com um aperto de mão e um beijo no rosto, apesar de não me conhecer. Depois das apresentações, Marcos deixou Lisa em minha companhia, e saiu para conversar com outros convidados. Lisa logo puxou conversa, perguntando sobre meus negócios com seu marido, e disse-me que Marcos sempre falava de mim, sobre nossos encontros de negócios, e também de uma viagem que fizemos juntos ao Rio Grande do Sul, para participar de uma feira de Agro-negócios. Ao falar sobre a viagem, Lisa perguntou-me se havíamos nos divertido na noite, se tínhamos ido a alguma boate. A pergunta me pegou de surpresa, já que na ocasião fizemos uma farra com algumas garotas da feira. Mas ela em seguida disse-me que seu marido não escondia nada dela, e que ele havia contado tudo sobre as garotas. Fiquei meio encabulado, mas a presença daquela deusa logo me fez relaxar. Lisa então perguntou sobre minha vida particular, minha família, etc... Depois de um longo bate-papo, Lisa pediu licença e foi ciceronear os convidados. Já passava das 2 da madrugada quando o ultimo convidado se retirou. Lisa e Marcos vieram então ao meu encontro e me convidou para um ultimo drinque na sala de tv da casa. Entramos e enquanto Marcos servia-me uma cerveja, Lisa pediu licença e saiu para tomar um banho. Marcos então veio perguntar-me o que tanto eu e Lisa conversávamos na festa. Disse-lhe que falávamos sobre assuntos diversos, ao que ele me perguntou se eu havia falado sobre a viagem ao Rio Grande do Sul. Contei-lhe que havia falado sobre os negócios, mas ele insistindo perguntou se havíamos falado sobre a noitada com as garotas. Confesso que perdi o pique, mas disse-lhe que ela havia me dito que ele havia lhe contado tudo. Marcos deu uma bela gargalhada, e batendo no meu ombro disse-me para que ficasse a vontade, pois ele na realidade jamais escondia qualquer aventura que tivesse fora do casamento. Senti um certo calor percorrendo meu corpo, mas relaxei o Maximo que pude, e resolvi investir naquela noite. De repente Lisa entrou na sala, vestida numa camiseta branca, tipo camisola, que dava para notar que estava sem sutiã, pois os biquinhos dos seios estavam tesos, apontados para frente. Marcos, pediu-nos licença e também resolveu tomar um banho, deixando-nos a sós. Lisa sentou-se ao meu lado no sofá, e colocando a mão sobre minha perna, disse-me com uma voz super sensual, se eu não queira dançar com ela. Aceitei, levantei-me e pegando-a pelas mãos dirigi-me ao centro da sala onde começamos a dançar uma musica bem suave que tocava no aparelho de som. Lisa encostou seu corpo no meu, e senti na hora um tremor por todo meu corpo, como se tivesse levando um forte choque. Lisa então enroscou seus braços no meu pescoço e beijou-me com sofreguidão. Correspondi passando as mãos por suas costas, descendo lentamente até sua bundinha (E que bundinha!). Aquela altura, meu pau estava latejando, duríssimo, que parecia que iria saltar para fora da calça. Lisa foi se abaixando, abrindo minha camisa, soltando o cinto da minha calça, e enfiando a mão por dentro da cueca, começou a me masturbar lentamente, enquanto beijava minha barriga e um umbigo. Naquele momento me lembrei de Marcos, e tomei um susto ao vê-lo sentado na poltrona, completamente nu e se masturbando. Pensei em me afastar de Lisa, mas ela imediatamente me segurou, e sorrindo disse-me para ficar calmo, e que a noite estava apenas começando. Em seguida, Lisa puxou minhas calças até os pés, tirou minha cueca, e passou a mamar meu pau com maestria, Marcos se aproximou de nós e Lisa passou a revezar a chupada, ora em mim, ora em Marcos, que de olhos fechados, dizia o quanto Lisa era gostosa, que ela era mestra num boquete, e que eu jamais esqueceria aquela noite, que Lisa me faria delirar de tesão. Mas eu já estava delirando com a boca daquela mulher fogosa. Não demorou muito e avisei Lisa que eu iria gozar, ao que Marcos imediatamente abaixou-se e passou a revezar com Lisa meu pau. Marcos chupava muito bem, lambia minhas bolas, beijava a boca de Lisa, até que não agüentando mais, explodi num gozo delicioso, com Lisa e Marcos lambendo meu pau até que ficasse limpinho, sem nenhuma gota de porra. Pedi licença aos dois e me dirigi ao banheiro para uma ducha, quando voltei a sala, Lisa estava de quatro, com Marcos chupando sua xaninha por baixo. Assim que me viu, Lisa chamou-me para participar da brincadeira. Penetrei sua xaninha por trás, enquanto Marcos nos lambia, ora a xaninha de Lisa, ora tirava meu pau e o chupava. Lisa falava palavras desconexas, gemia alto, às vezes até gritava, enquanto Marcos não parava de nos lamber. Em dado momento, Lisa saiu da posição que estava, e se deitou de costas, pedindo para que eu a penetrasse na posição papai-mamãe. Não me fiz de rogado, e enfiei com tudo meu pau naquela grutinha de prazer, Lisa continuou gritando, não se importando se o casal de caseiros estava ouvindo, ela pedia para que eu a fodesse com vigor, para que eu mamasse seus maravilhosos seios, e eu o fazia com extremo prazer, até que gritando muito, ela começou a gozar loucamente, apertando meu pau num pompoar maravilhoso, até que se aquietou. Pensei em sair da posição que estava, mas ela me segurando pelas costas pediu para que eu não saísse. Beijando-me a boca com tesão, Lisa recomeçou a rebolar, a me puxar contra seu corpo. Eu sentia sua grutinha de prazer super molhadinha, quentíssima, parecia que estava pegando fogo, sentia meu pau em ponto de brasa, sendo mordido por aquela bocetinha deliciosa. Marcos então se ajoelhou no tapete e colocou seu pau para que Lisa chupasse. Lisa abocanhou o pau do marido, e sugava da cabeça até o saco, em dado momento, Lisa puxou pelo pescoço e beijou-me a boca, enfiando a língua e tirando, como se tivesse fodendo minha boca. Em seguida perguntou-me se havia sentido o gosto do pau de Marcos. Não havia nem pensado naquilo, mas disse que sim, ao que ela pegando o pau do marido, direcionou-o para minha boca. Tentei resistir, mas tanto ela como o marido, seguraram meu pescoço, e colocaram o pau do Marcos na minha boca. No começo senti um certo asco, mas com aquele clima, logo comecei a relaxar as mandíbulas, e deixei que a cabeça do pau de Marcos entrasse lentamente por meus lábios. Marcos começou um leve movimento de vai e vem, enquanto Lisa apertava meu pau dentro de sua bocetinha. Na verdade o pau de Marcos me incomodava, pois era muito grande, uns 20x6 cm, (o meu é de 16x4cm), e quando ele forçava, ia até minha garganta, o que me incomodava muito. As vezes ele tirava e punha na boca de Lisa, que logo devolvia para que eu o chupasse. Ficamos assim um bom tempo, até que avisei que iria gozar. Lisa saindo de baixo de mim, chamou Marcos para partilhar meu gozo. Marcos abocanhou meu pau, e quando comecei a gozar, ele passou meu pau para a boca de Lisa, que recebeu fortes jatos de porra. Lisa então se levantou e veio me beijar, passando para minha boca o gosto da minha própria porra, o que adorei, pois nunca havia experimentado. Lisa voltou a se deitar e pediu para que Marcos a fodesse. Marcos subiu em cima da esposa e começou a estoca-la loucamente, até que se largou sobre o corpo da mulher, gozando dentro da xaninha de Lisa. Caímos cada um para um lado, e um clima de satisfação tomou conta do meu corpo. Sentia-me como se estivesse em êxtase. Resolvemos apelar para um banho, foi quando Lisa sugeriu que fossemos para a piscina. Disse-lhe que estava frio lá fora, mas Lisa tranqüilizou-me, dizendo que a piscina era aquecida. Fui colocar a roupa, mas Marcos disse-me que não havia necessidade, ao que perguntei sobre os caseiros. Então Lisa deu uma bela gargalhada e pegando pela mão, puxou-me em direção do fundo da casa. Assim que passamos por uma sala de jantar, avistei o casal de caseiros, que arrumavam a mesa, como se estivessem preparando um jantar, (Lisa me confirmou depois, que já havia pedido para que eles providenciassem, pois depois da farra, sentiríamos fome), tentei me cobrir com as mãos, mas Lisa sorrindo, disse-me que o casal já estava acostumado com a nudez, e que ela e Marcos raramente usavam roupas na chácara. Fomos para a piscina e Marcos ficou para traz, não nos acompanhando. Entramos rapidamente na água, pois estava um pouco frio, e logo Lisa veio ao me encontro, e esfregando a bundinha no meu pau, pediu para que a penetrasse dentro da água, pois ela adorava trepar dentro da piscina. Logo Marcos veio ao nosso encontro, trazendo duas canecas de café forte e bem quente. Lisa nem se deu o trabalho de virar-se para Marcos, e continuou a engolir minha rola com sua bocetinha. Tomei o café e Marcos nos convidou para entrar, já que realmente estava muito frio lá fora. Voltamos para a sala e assim que chegamos, Lisa pediu para que me sentasse no sofá, e direcionou meu pau para seu cuzinho. Fui colocando aos poucos, até que Lisa forçou e enterrei meu pau de uma vez naquele cuzinho deliciosamente apertadinho. Marcos se posicionou de frente para Lisa e começou a penetrar sua bocetinha. Quando finalmente seu pau entrou por inteiro, Marcos começou a bombar lentamente, enquanto Lisa gritava que estava morrendo de tesão, que não ria agüentar, que morreria de tanto prazer. Aquelas palavras me motivaram tanto, que não consegui segurar e explodi num gozo alucinante, que logo foi acompanhado por Marcos e Lisa. Tomamos um gostoso banho, onde voltamos a nos chupar e gozamos mais uma vez. Em seguida fomos para a sala de jantar, onde o casal de caseiros nos serviu uma deliciosa comida. Marcos pediu para que os caseiros nos dessem uma distração. Imediatamente o rapaz começou a tirar a roupa da mulher e ambos deitaram no chão e começaram uma sarração. Marcos chamou minha atenção para o tamanho do pau do caseiro, que realmente era descomunal, uns 25x8cm, logo a mulher do caseiro foi por cima dele e aos poucos foi agasalhando aquela tora na bocetinha, até que entrasse tudo. A partir daí ela cavalgou o marido até que ambos gozassem. Foi realmente uma sobremesa deliciosa. Fomos todos para a sala, mas o resto contarei numa próxima oportunidade. Beijos molhados a todos.


Ficha do Conto

Escritor:
jaws

Nome do conto:
Chácara do amor

Codigo do conto:
1588

Categoria:
Grupal e Orgias

Data do Envio:
13/08/2003

Quant.de Votos:
3

Quant.de Fotos:
0

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