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Minha Primeira Mulata


Olá! Obrigado por acessarem meu conto, se gostarem deixem seus comentários e votos!

A estória abaixo é inteiramente fictícia em termos dos fatos narrados, embora absolutamente real com relação aquilo que poderia ter acontecido, pois deixou de materializar-se somente por minha própria inexperiência à época...

Casei-me muito jovem (aos 18 anos), com minha primeira namorada, com quem estava junto desde os 14 anos de idade, e que foi a mulher com quem deixei de ser virgem e que me proporcionou tudo aquilo que tive em termos de sexo até completar 24 anos....

Fui funcionário de uma estatal, começando como office-boy e depois - tendo passado em concurso público - virei funcionário efetivo aos 18 anos (quando então decidi me casar). Menos de um ano depois de casar, a empresa me ofereceu um estágio em Brasilia (DF), que topei de cara e que me proporcionou um avanço significativo profissionalmente nos anos a seguir, pois depois de tal estágio eu acabei me transferindo para Brasilia, trabalhando na direção de tal estatal.

Este primeiro estágio (90 dias) foi a primeira ocasião em que viajei de avião, em que fiquei distante de minha mulher, e em que fiquei absolutamente afastado de minha terra natal e de meus familiares, algo que nunca tinha experimentado antes. Estava para completar 19 anos, tinha perdido a virgindade aos 15 e até ali nunca tinha tido outra mulher, sexualmente falando.

Depois de uma ou duas semanas de ambientação em Brasilia, arrumei algumas amizades no local onde ia todas as noites para jantar, depois do expediente. Dentre tais amizades, figurava Iracema, uma mineira mulata que à época devia ter uns 35 anos de idade, um tanto quanto "Raimunda" típica, com feições faciais não muito atraentes, porém com um corpão de mulher madura (para os meus 19 anos incompletos daqueles tempos) que desde que vi pela primeira vez me deixou doido de tesão... Auxiliar de enfermagem, ela estava sempre de blusinha branca semi-transparente, revelando o sutiã por sobre seios razoavelmente grandes, sempre com os biquinhos saltados (como é usual entre mulheres negras), e jeans super colados ao corpo estilo violoncelo, com quadris super salientes, permanentemente revelando à frente uma incrível "pata-de-camelo" sugerindo que lá dentro escondia-se uma xana de dimensões avantajadas, e por trás uma bundona empinadinha e imensa, premiada com as marquinhas que não deixavam dúvidas sobre a minúscula calcinha que estava sempre atoladinha em seu rabão...

Sempre que via a Iracema, mesmo no meio daquele grupo de cerca de 5 a 6 pessoas, deixava-me encantar por ela e ficava taradão, sempre de pau duríssimo quando próximo dela, e a todo o tempo buscando ficar ao seu lado para conversar o máximo que pudesse com aquela mulher que tanto me atiçava... meu pensamento era inevitavelmente e permanentemente cantá-la de algum modo, tentar comê-la de qualquer jeito, porém sempre esbarrava em minha timidez e no meu sentimento de culpa pois não queria trair minha mulher....

Estava hospedado numa quitinete próxima de onde nos encontrávamos todas as noites, e de tanto eu ficar buscando meios de conversar com a Iracema, acabamos ficando bastante próximos, já sentando lado-a-lado ou frente-a-frente todas as noites, e conhecendo um ao outro bem a fundo por nossas conversas cada noite mais íntimas....

Logo os demais membros daquele grupinho já estavam fazendo piada sobre meu assédio à Iracema, todo mundo falando "o meninão aí tá doido pra comer vc Iracema, ajuda o coitado que nem sabe como te cantar"... eu ficava irritado e negava ridiculamente tudo aquilo, enquanto ela sorria maliciosamente e tratava de dizer aos demais "ih gente, vcs me conhecem, bem que eu ia gostar, mas ele é comprometido e tão novinho, quem sou eu pra estragar o garoto?", e me olhava maliciosamente, sorrindo com aquele jeitinho meio sacana de quem está adorando ser objeto de desejo de um ainda adolescente...

Com três semanas dessa interação, já estava tão enturmado com o grupo que passei a ir com eles a churrascos em clubes à beira do lago sul, e almoços e baladas nos sábados e domingos, sempre insistindo em me aproximar o máximo possível de Iracema, mas nunca tendo coragem de dizer a ela explicitamente que estava doido nela....

No quarto sábado de meu estágio, à noite, fomos todos juntos assistir um show dos Titãs, e foi aí que no meio da pista, todo mundo dançando bem coladinho, eu fui mais ousado... Com um empurra-empurra que rolou, tratei de atracar-me à Iracema abraçando-a pela cintura e apertando-a bem forte contra meu corpo (pau já estava duro há semanas), de modo que a encoxei e ela ficou rebolando o bundão contra meu pau duríssimo por um longo tempo, às vezes virando-se para mim com expressão safadinha, até que uma hora ela me cochichou no ouvido "nossa, mas vc tá num fogo hein?" ao que tomei coragem e respondi: "na verdade tô é quase gozando com essa sua bunda gostosa rebolando no meu pau"... dito aquilo, segurei com a mão o queixo dela e beijei-a na boca, foi um dos melhores beijos de língua que já dei até hoje.... Dali até o final do show acabamos "ficando", com direito aos maiores amassos possíveis e imagináveis, até enfiei a mão sob o jeans apertadíssimo dela e pela primeira vez senti sua buceta peluda, enorme, bem enxarcada de tesão, quente e tesuda, e a fiz gozar numa siririca ali no meio da pista do show....

Os outros colegas do grupo viram tudo que rolava, mas nada era problema pois estavam todos também nas maiores sacanagens com seus respectivos parceiros, sendo que dois casais eram homo (um casal de homens e um de mulheres) e outro era hetero, mais eu e a Iracema...

Saindo do show, pegamos carona com o casal de homens gays, os quatro na maior putaria, e eles disseram "Iracema, vamos deixar vocês dois lá na quitinete do Carlos ok?" e ela disse "tudo bem".

Chegando em minha kit, entramos e continuamos no maior amasso, logo caindo os dois na cama de casal que lá havia, eu a bolinando sem parar, e avançando o sinal até encontrar-me chupando suas tetas negras que me fascinaram incrivelmente, eram simplesmente maravilhosas, tamanho médio para grande, com bicos salientes extremamente negros saltando de auréolas bem escuras, que não tinham um diâmetro muito grande, mas que se destacavam lindamente coroando aquelas tetas firmes e duras, de pele bem escura, como eu jamais havia visto antes ao vivo e a cores...

Chupei aqueles peitos longamente, enquanto a bolinava sobre nossas roupas, arrancando dela gemidos incríveis.... passado um bom tempo, voltei a enfiar minha mão sob seu jeans apertado e a masturbá-la, só que sobre a calcinha minúscula que estava muito molhada e quente, viscosa até de tanto tesão, e a fiz gozar super gostoso e com muita força naquela siririca....

Quando fiz menção de ficar nu, ela disse que primeiro iria tomar um banho, beijando-me na boca e dizendo "meu menininho, hoje vou te dar uma aula de como comer uma mulher de verdade, vc quer meu benzinho?" e eu bestamente pedi até pra ela deixar o banho pra lá, mas ela recusou....

Então fui pro banho junto com ela, fiquei peladinho e ela olhou pela primeira vez pro meu pau, e disse "nossa mas que coisa mais linda, rosadão, cabeçudo, do jeitinho que eu gosto... tão mais lindo que caralho preto"... envergonhado, eu perguntei "mas vc não acha muito pequeno não?" e ela falou "deixa de bobagem menino, claro que é bem menor que de alguns negões por aí, mas tamanho não quer dizer nada, o importante é vc aprender como usar do jeito que a mulherada gosta, é isso que vou te ensinar, tá bem?" e eu disse "tá ótimo, me ensina direitinho então, faço tudo que vc pedir"....

O banho foi rápido e quase livre de putarias, salvo por ela me punhetar rapidamente (umas 6 mãozadas no máximo), daí nos enxugamos e voltamos pra cama totalmente nus....

Ela deitou de pernas super escancaradas de frente para mim, acariciando seus próprios seios, enquanto eu estava atordoado admirando-a.... Ela me perguntou se eu sabia chupar uma xana, e eu respondi caindo de cara no meio das coxas daquela mulatona, língua em riste, logo de primeira dando uma lambida longa e molhada, vindo desde logo acima do cuzinho pra cima, até chegar ao clitóris dela, sendo que no meio do caminho minha língua me fez sentir a real dimensão do que era aquele bucetão: uma vala imensa perto da única que eu conhecia, com gosto pronunciado mas delicioso, de uma polpudez incrível, lábia que podia-se dizer "gordinha", muito úmida, com cheiro pronunciado mas não ruim, e um clitóris que ela expôs abrindo-se com as próprias mãos de um tamanho inimaginável para mim àquela época, não elongado, mas tipo "botão" super inchado, entumescido de tesão, parecendo a ponta de um dedão....

Já na primeira chupada ela estremeceu o corpo todo, e disse "meu Deus, nossa Senhora, essa lição vc já sabe de cor menino, que que é isso? continua assim, vai, vai que eu vou gozar", e bastou continuar e dar nela umas 30 chupadas dessas no máximo, depois focar no clitorão inchado pra ela convulsionar gozando intensamente, jorrando líquidos orgasmáticos em tanta quantidade que os lençóis ficaram marcados com uma "roda" úmida imensa sob nós....

Ela ainda nem tinha parado de se contorcer em gozo mas foi erguendo-se na cama quase que gritando "vem cá meu menino gostoso, agora mete esse pau vai, mete em mim, eu quero seu caralho dentro de mim".... neste processo de troca de posição, ela primeiro baixou sua cabeça e me deu uma rápida chupada que até hoje não esqueço, primeiro engoliu meu pau todinho até as bolas, logo tirou da boca, voltou com a língua para o saco e veio lambendo desde lá movendo a língua como uma serpente, depois focou na cabeçona onde mamou brevemente, até posicionar-se de quatro mostrando-me aquela imensidão de rabo todinho para mim, pedindo que eu metesse nela imediatamente....

Sem fazer-me de rogado, e sem tomar qualquer precaução com camisinha e tal, tomei posição numa fração de segundos e me atolei naquela mulatona até os bagos praticamente entrarem junto com o pau... ela gemeu alto, pra dizer a verdade eu vi lágrimas fluírem dos olhos da Iracema, não de dor, obviamente, mas de tesão e prazer ao sentir uma vara com tanto tesão comê-la... certamente ela já tinha levado varas muito mais avantajadas do que a minha, e muito mais experientes, porém tenho certeza de que o que a motivou ali era realmente o fator "textura", a solidez de meu caralho jovem a invadindo sem dó...

Bombei aquela xana imensa por alguns minutos (poucos), e Iracema gozou lindamente sentindo minha volúpia e meu tesão por ela.... várias vezes.... ela urrava de tesão, gemia alto, gritava, lágrimas rolavam por sua face, entremeadas com risos que eram quase gargalhadas de prazer, ela sempre dizendo que "vou gozar, vou gozar meu menino"....

Isso foi muito rápido, e em pouco tempo eu é que tinha que liberar minha porra toda pois não aguentava mais.... Lembro que ainda perguntei "posso gozar dentro?" e ela respondeu "não, pelo amor de Deus não", então tirei e me masturbei rapidamente até explodir em jatos de sêmen branquinho e pastoso sobre aquela bundona quase negra, fazendo um contraste de cores que até hoje não esqueço, como naquela música "Ebony & Ivory" (ébano e marfim) do Paul McCartney....

Lembro perfeitamente que aquela escultura de mulher ainda implorou, quando tirei meu pau de dentro dela para gozar, dizendo “ai não tira, não tira meu benzinho, não tira”, enquanto que levou as duas mãos para a xana a fim de concluir mais um orgasmo incrível, enterrando a cabeça sobre os travesseiros e empinando-me ainda mais aquela bunda monumental....

Ofegantes, deixamo-nos cair sobre a cama, eu deitado sobre ela, entre nossos corpos a viscosidade do meu gozo nos lambuzando de prazer....

Naquela minha tenra idade, meu pau nem amoleceu depois que gozei.... e sem nos importarmos mais com qualquer risco de gravidez (pela ausência de camisinha e aparentemente qualquer outro método de controle por parte dela, já que tinha me pedido pra não gozar dentro), bastaram poucos minutos naquela posição reveladora de exaustão conseqüente de sexo ardente, meu caralho começou a pincelar aquele rego novamente....

Como já estava na chuva e bem molhado, deixei fluir de mim todo o sacana que começava a se revelar: “Iracema, agora tem algo que você pode me dar uma aula se você quiser, algo que eu sempre quis fazer e minha mulher nunca deixou”.... boa entendedora que era, minha deusa mulata forçou novamente seus joelhos em flexão, empinando aquela anca divina toda para meu prazer, passou a dedilhar seu cuzão negríssimo e visivelmente já bastante rodado e despregadinho, e disse, sacana: “eu sei o que você quer... pode vir, vem com tudo, mete aqui nesse meu cu vai”....

Não precisando de qualquer providência relativa à lubrificação já que nossos genitais estavam um verdadeiro pântano de tanto gozo de ambas as partes, apontei a cabeçorra rosada, sempre contrastando violentamente contra a pele escura dela (ainda mais a da região anal, bem mais preta que o restante), e fui enfiando, sem dificuldades maiores.... ela ia aceitando a minha vara com tranqüilidade e fazendo uma cara incrível de puta em êxtase, incentivando-me “vem meu neném, pode vir, enfia tudo, soca em mim com vontade, quero que você encha meu cu desse teu leitinho gostoso, mas só se depois você me prometer que ainda vai me deixar beber dele também um pouco ta?”.... eu não conseguia falar claramente, mas movimentava-me com força para mostrar que estava entendendo e totalmente de acordo com ela....

Embora meu pau seja não muito avantajado (14 cm) e o cuzão da Iracema fosse nitidamente experimentado o suficiente por jebas bem maiores, não sendo portanto nenhuma maravilha em termos de pressão, comer aquele cu foi uma experiência maravilhosamente superior em relação ao que até então eu já havia experimentado, principalmente logo após ter fodido aquele bucetão imenso dela.... Mesmo hoje sabendo que sexo anal geralmente oferece uma pressão bem maior do que a que enfrentei daquela vez, este primeiro contato foi incrível e bem mais apertadinho até do que a xaninha da minha primeira mulher, mesmo quando perdemos juntos a virgindade....

Desse modo, minhas bombadas inacreditavelmente longas e violentas não tardaram a resultar num imenso gozo, com jatos de porra esguichados dentro dela profusamente, a ponto de começar logo a escorrer para fora à medida que minhas socadas continuavam ocorrendo.... dessa vez ela não gozava, mas tinha um imenso sorriso de satisfação estampado no rosto, continuando a gemer alto e a dizer “que lindo meu bebê, isso, goza gostoso meu lindo, goza, que delícia!!!!”....

Eu não perdi a ereção, e meu gozo parecia não acabar mais.... o pau só continuava contraindo, já não saíam mais jatos de esperma, mas o orgasmo continuava me fazendo delirar....

Já estava passando a ficar incômodo tanto prazer, e assim que tirei o pau de dentro ela moveu-se rapidamente para chupar meu pau recém saído de seu cuzão, cheio de porra.... tendo-me assim levado à beira da insanidade, liberei-me de qualquer pudor que ainda pudesse estar presente em mim naquela hora, e posicionei-me num 69 sob aquela mulata maravilhosa, vez por outra acabando por sentir o gosto de minha própria porra já que a mesma continuava a escorrer abundante do cu que eu acabara de foder com tanto gosto.... aquela xana pentelhuda e imensa era gostosa de chupar, e a Iracema adorava minha língua e minha arte de chupador de xanas, de modo que passou a esfregar com volúpia e violência sua bucetona contra meu rosto, praticamente fodendo minha cara, e não tardou a gozar lindamente expelindo rios de seu gozo sobre minha face toda, banhando-me com seu néctar que ainda hoje pareço poder sentir em termos de cheiro e gosto invadindo minha boca, minhas narinas, escorrendo por meu pescoço....

Permaneci em Brasilia por mais dois meses depois daquela noite de sábado.... e logo que amanheceu o domingo, a Iracema foi até sua casa (que não era longe), buscar uma mala de roupas e ficou morando em minha kitnet até o dia em que retornei à minha cidade natal.... Tivemos fodas homéricas naquele período, e muito do que hoje sei de sexo aprendi com ela.... Infelizmente perdemos o contato, e nunca mais tive o prazer de trepar com aquela beldade, mas até hoje ainda bato incríveis punhetas recordando a Iracema!

Abraços,

Carlos

Foto Perfil carloszfonseca

Ficha do Conto

Escritor:
pumbazim

Nome do conto:
Minha Primeira Mulata

Codigo do conto:
16530

Categoria:
Heterosexual

Data do Envio:
29/03/2012

Quant.de Votos:
3

Quant.de Fotos:
1

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Ultimos Comentários
Comentado por: Sol45ma em: 21/05/2013
Vc tem muitas historias, rs rs cada uma melhor que a outra ja votei

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