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A comadre dos sonhos


A COMADRE DOS SONHOS

        Estava casado há doze anos, e o irmão mais novo de minha esposa casara-se faziam cerca de cinco anos com Rosane, que a família carinhosamente chama de “Tatá”. Rosane aos dezessete anos casou-se grávida, mas era compreensível que aquele tesãozinho houvesse precipitado as coisas, pois trata-se de uma irresistível e linda morena clara, mignonzinha, com seios grandes, coxas roliças, bundinha alta e rígida, um sorriso lindo, enfim uma gracinha. Desde que a conheci, cobicei-a, mas logo a gravidez se desenvolveu e nasceu o filho do casal. Fui guindado a padrinho de crisma do filho. Tenho uma casa do litoral norte de São Paulo e, há cerca de uns dois anos atrás, lá deixei minha esposa e filha passar uma temporada de verão. Eu voltava para trabalhar em São Paulo, retornando nos fins de semana. Na segunda sexta-feira que se seguiu, minha mulher me ligou e pediu-me o “favor” de passar na casa de Rosane, porque ela queria passar a semana seguinte no litoral com o filho, e que ela iria aproveitar minha carona, pois o marido dela – meu cunhado – por motivos de trabalho não poderia acompanhá-la. Esperei ansiosamente a hora de ir buscá-la, e no final da tarde, no horário marcado, estava eu à porta da casa dela, num bairro da zona leste da cidade. Tatá estava com uma mini-saia listrada não muito curta e me recebeu sorridente. Ajudei-a a colocar as malas no carro, alojei meu hoje afilhado no banco de trás, e partimos, sabendo que a viagem iria ser demorada, pois a Rodovia dos Tamoios é sempre congestionada, ainda mais numa sexta-feira em mês de férias escolares. Pelo caminho, conversamos muito com eu olhando várias vezes para suas pernas, e deu para notar que ela percebia meus olhares. Num determinado momento ela começou a falar de um fato que teria ocorrido com ela e o marido, no litoral sul, quando eles teriam ido ao apartamento do cunhado dela passar uns dias. Disse-me ela que achava que tal cunhado deveria ser “gilete”, pois ela percebeu numa determinada noite quando dormia, que ele a bolinou mas, estranhamente, também teria bolinado o marido dela (meu cunhado) que dormia a seu lado. Disse-me que meu cunhado percebera, mas achou melhor não falar nada e fingir que continuava dormindo. Emendei o assunto erótico dizendo que era compreensível que até uma “bicha” tivesse uma recaída por causa dela, pois era muito difícil resistir a seus encantos. Ela abriu um sorriso sacana, ainda mais quando lhe perguntei com que roupa ela estava dormindo, e ela disse que estava com um comportado conjunto de calcinha e sutiã apenas. O pentelho do meu afilhado, no banco de trás, teimava em não dormir, apesar de ela dizer que sempre que ele andava num carro dormia com facilidade. Parei em um posto de gasolina na rodovia dos Trabalhadores, aproveitei para comprar umas águas e convenci o menino a tomar um suco de maracujá, daqueles prontos que, sei, é um santo sonífero. Não deu outra, depois de uns dez minutos o menino dormia no banco traseiro do carro. Rosane abaixou seu banco, parecendo que também iria tirar um cochilo, mas eu alertei-a sobre o perigo que ela correria se dormisse. Ela quis saber o porquê, e eu lhe expliquei que quando viajo com minha esposa tenho a mania de repousar minha mão direita nas pernas dela, e que se eu me desligasse um pouco poderia instintivamente acontecer algo semelhante com ela ao meu lado. Ela riu muito e disse que sabia que eu era um homem sério e comportado, mas – clima erótico do ar – parece que propositadamente, em menos de dois minutos, ela estava dormindo (!?). Estrada à frente, numa curva, arrisquei um leve toque em sua perna, e percebi uma leve reação. Pensei que ela iria abrir os olhos e me censurar, mas não...ela continuou de olhos cerrados, abriu um pouco mais as pernas, deu um leve suspiro e deixou cair um pouco a cabeça para o meu lado. Passados alguns minutos, novamente ousei, agora repousando a mão direita em sua perna e ali permanecendo. Ela não acordava. Subi um pouco a mão, e ela nada...Fui subindo, centímetro por centímetro, até que esbarrei na barra de sua saia, já a menos de dez centímetros de sua bocetinha. Ela se mexeu um pouco, abrindo mais ainda as pernas...Não resisti....tinha certeza que ela estava acordada e curtindo cada pedacinho da minha ousadia. Quando minha mão encostou no vão de suas pernas, tive a grande surpresa e a certeza de que ela, tanto como eu, ansiava por aquela aventura. Ela estava sem calcinha!. Senti os pelos de sua boceta roçarem meus dedos. Um calor intenso emanava de lá, e imaginei que quando nós tínhamos parado no posto, ela deveria ter tirado a calcinha quando foi ao banheiro. Não me questionei mais. Coloquei meu dedo médio em sua rachinha, e suavemente comecei a friccionar seu clitóris que, notei, estava durinho. Sua boceta estava encharcada, e quando esfreguei meu dedo para baixo ele deslizou suave para o canal vaginal. Continuei, agora com mais dedos, bolinando Rosane que respirava cada vez mais ofegante, mas não abria os olhos. Abri o zíper de minha calça e tirei o cacete para fora, enquanto Tatá continuava fingir dormir. Delicadamente coloquei a mão em seu ombro e fi-la deitar em meu colo. Coloquei minha mão por trás e passei a alisar seu cuzinho e aprofundar os dedos em sua xaninha, intensificando a sacanagem. O rosto dela encostava no meu pau e só sei que num determinado momento notei que ela o lambia. Não tínhamos coragem de nos olhar, e a coisa continuou assim. Ela botou meu pau todo em sua boca, e passou a fazer o vai-e-vem e eu tinha a louca impressão que estava comendo sua bucetinha. Eu continuava a enfiar meus dedos no seu cuzinho, na xaninha, enfim. Estava até com medo de bater o carro. Fiquei na faixa da direita, em velocidade baixa, e assim fui curtindo aqueles loucos momentos de desejo, até que num determinado ponto da entrada observei um guarda. Instintivamente tirei o pé do acelerador e o carro deu uma balançadinha, no que o guarda de imediato mandou-me encostar. Eu estava quase gozando, ela também, mas eu falei para ela “Levanta logo...olha o guarda aí!!!”. Assim que olhei-a nos olhos percebi que ela – como eu – tivera o orgasmo castrado. Tinha o olhar lânguido e sisudo ao mesmo tempo, como se estivesse excomungando o guarda. Coloquei uma toalha no colo, ela arrumou-se no banco, passei os documentos para o guarda que, tudo em ordem, liberou-me. Não podíamos mais fingir que nada aconteceu, e então eu falei para ela que era melhor nós fazermos um trato, ou seja, de que pelo menos naquela viagem nós seríamos um casal. Ela riu aquele riso maroto e então eu disse-lhe que a partir daquele momento ela iria fazer tudo o que eu mandasse. Ela perguntou qual era a primeira ordem, e eu mandei-a levantar toda sua saia, encostar suas costas na porta do carro do lado que ela estava, abrir bem as pernas voltadas para mim, e masturbar-se. Ela atendeu na hora. Dava para ver seus sucos escorrendo pela racha, que brilhava. Já era noite e quando estávamos próximos da serra o trânsito engavetou. Meu carro tinha insufilm, mas só nos vidros laterais, e era extremamente excitante ver aqueles idiotas que nos ultrapassam pelo acostamento nem imaginar o clima louco de tesão que rolava dentro do meu carro. Mandei-a tirar a blusa...ela abaixou-se no banco, jogando a perna direita sobre o meu colo e com o pé direito passou a massagear meu cacete. Levantou a blusa deixando-me ver seu lindo par de seios. Meus dedos passaram a entrar e sair naquela boceta velozmente e era virtual que ela logo gozaria. Ela começou a mexer os quadris, lançando sua buceta cada vez mais de encontro aos meus dedos, estremeceu, começou a gozar e a gritar alto “tô gozando!....tô gozando!!..”. O meu afilhado que até então dormia, acordou com os gritos da mãe e, assustado começou a chorar. Eu não sabia o que fazia...joguei de novo a toalha no meu colo escondendo o cacete. Ela ajoelhou-se no banco e foi dar atenção ao meninho, passando as mãos no rosto do pequeno, só que esqueceu-se que sua saia estava na cintura. Sua bunda estava voltada para o vidro da frente, e eu não resisti. Enquanto ela tratava do menino eu aproveitei e cravei outra vez meus dedos na sua boceta, agora por trás. Ela encaixou o tronco no vão entre os bancos e ficou ali, meio corpo para trás, conversando com o filho e curtindo minha bolinação, com a bunda lateralmente voltada para mim e eu nada mais podendo fazer....!!!??? Pensei um pouco e, aproveitando uma brecha, manobrei o carro e peguei a estrada no sentido oposto. Não passava carro nenhum naquele sentido e, assim que encontrei uma saída, fui para o acostamento e entrei numa ruazinha de terra. Pau para fora, me virei e encaixei-me por trás de Tatá. Ela continuava com o tronco virado para trás, no vão entre os bancos, conversando com o menino, pedindo para ele voltar a dormir, até que consegui colocar as pernas para o outro lado, ficar no mesmo sentido côncavo que ela e enfiar o cacete na sua bundinha. Meu Deus! Ela deu um pulo e um pequeno grito, logo emendado com uma frase qualquer que dirigiu ao filho. Segurei-a com força pela anca e cravei novamente o cacete naquele cuzinho já bastante alargado pelos meus dedos. Seus olhos lacrimejaram mas, aparentemente, ela como eu não queria perder aquele momento de magia e tesão. Comecei a bombar sua bunda e percebi que não deveria ser a primeira vez que ela fazia da saída do seu ânus uma “entrada”. Ela passou a rebolar e jogar sua bunda em direção ao meu pau, cada vez com mais força. Meu afilhado estava deitado no banco de trás recebendo carícias manuais da mãe, e eu cravando o cacete nela. Num determinado momento o pau escapou e eu aproveitei para esgueirar-me mais e consegui cravar o cacete na buceta dela, ainda por trás. Foi só entrar e sentir aquele calor louco, e ela rebolar mais um pouco, para eu começar a gozar, e ela – ao mesmo tempo – gozar alucinadamente e gritar para eu não gozar dentro. Não teve jeito. Enchi aquela bucetinha linda de porra, fazendo-a virar um sabão...Nossos fluidos nos deixaram encharcados e molhados, e aquela cena ficou indelevelmente marcada em minha mente. Recompusemo-nos e manobrei o carro tomando novamente o congestionado caminho do litoral, e fui o tempo todo, até Caraguá, com a mão naquela bocetinha macia, lambuzada e arregaçada. Ela sentou-se praticamente no vão entre os bancos, e foi o tempo todo punhetando-me. Gozei uma vez mais na mão dela, e ela comprovou ser uma fábrica de orgasmos, tendo gozado pelo menos mais umas duas vezes, com meus dedos cravados em sua boceta. Ao terminar a serra, paramos num outro posto de gasolina, porque minha calça estava toda esporrada, a saia dela encharcada e o banco do passageiro ensopado. Troquei a calça por um calção que trazia na bagagem e ela trocou a mini-saia por uma calça. Abandonamos as roupas no banheiro do posto. Peguei o pano amigo, o lavei e esfreguei no banco dela com um desodorante de interiores para tirar o cheiro de porra. Quando chegamos em minha casa, minha esposa veio nos receber efusivamente e – naquela noite – estranhou o fato de eu, estando uma semana sem vê-la, não ter disposição alguma para o sexo. Passei o fim de semana com elas e voltei para São Paulo na segunda-feira com a certeza de que aquela havia sido a viagem mais excitante da minha vida. Grande Rosane.!!! Super “Tatá”.!!!









CONTO 3.

                        Mulher de bêbado não tem dono.

        O que passo a relatar aconteceu há menos de dois meses, e pode estar alterando minha vida para sempre. Sei lá!... Bom,...moro numa bela e grande casa de campo num condomínio fechado numa cidade circunvizinha a São Paulo, e costumo receber muitos amigos e parentes que, muitas das vezes, pernoitam em casa, pois temos um grande quarto de hóspedes. Tenho um cunhado, o mais novo, que é casado com uma garota que é uma gracinha. Morena clara, parecendo mulata clara, com um corpo maravilhoso. Pernas torneadas, bundinha empinada, seios fartos, rosto lindo e um sorriso encantador. Cerca de sete meses atrás, nascera o seu segundo filho, uma linda menina que ainda estava mamando no seio. Ane, minha cunhada, com a amamentação, ficou com os seios mais cheios ainda, e desfilava sua sensualidade por minha casa me deixando, como sempre, louco de um tesão reprimido pelo fato de minha esposa ser muito ciumenta e não me dar trégua. Eu gostaria de ser o Alais Delon que ela acha que eu sou!!!. Mas, continuando, naquele fim de semana, convidei parentes e amigos para uma noitada que denominei “noite do colesterol”, pois só faríamos frituras acompanhadas de saladas. Foi um sucesso, até pelo exotismo da noitada. Meu cunhado, marido de Ane, tinha antecipado que não daria para ele pernoitar em casa pois tinha compromisso no dia seguinte cedo em SãoPaulo, mas como sempre, e com o meu estímulo, bebeu exageradamente, misturando cerveja, uísque, batidas, vodka, cachaça, enfim, um “melê” que só poderia fazer com que ele passasse mal. Eram cerca de 23 horas quando meu cunhadinho foi dormir, embriagado. Festa terminada, ficamos assistindo televisão, com outros cunhados e sobrinhos que, aos poucos, sono chegando, iam se retirando e indo dormir. Minha esposa que também bebera bem e tem o hábito de dormir cedo, foi também dormir, bem como minha filha de 18 anos. Ane ficou assistindo tv comigo e seu filho maior, que dormia em seu colo. Ela vestia uma calça justa que, sentada, mostrava os contornos e relevos de sua alta boceta. Eu, rabo de olho, ficava como um gato, um olho da cona outro na tv, disfarçando meu tesão. Ela levantou-se em terminado momento, pegou o menino no colo, deu boa noite e falou que ia dormir. Saiu rebolando graciosamente pela sala e eu só olhando aquele rabo lindo. Disse-lhe que eu iria ficar um pouco mais, pois às três da manhã iria passar um filme muito bom na tv por assinatura e que se ela estivesse acordada e quisesse ver, valeria a pena. Poderia parecer uma cantada medíocre, mas eu tinha que aproveitar a situação. Ela saiu, não falou nada e desceu para a “hospedaria”. Deitei no sofá e fiquei assistindo a programação, na tênue esperança que ela voltasse. Mas não acreditava muito não. Acabou o filme que eu estava assistindo, e eu liguei no “sexy hot”, canal 80, e passei a ver um filme brasileiro de sacanagem. Tinha uma gatinha sendo traçada por um garanhão que era muito parecida com Ane. Estava entretido assistindo a sacanagem, massageando meu pau por debaixo do calcão, quando senti um leve toque em meu ombro. Era Ane!!!: “era esse o filme que vc me convidou para assistir?”. Fiquei sem graça. Não sabia o que fazia. Sentei-me no sofá e pedi-lhe desculpas, pois ela parecia séria e descontente com a situação. Segurei-a, troquei de canal e pedi para ela ficar, pois não mentiroso o convite. Coloquei no canal AXN, e falei para ela que eu estava só fazendo uma horinha até o filme começar, assistido o “sexy hot” Perguntei-lhe do marido e das crianças e ela respondeu que todos estavam dormindo, e bêbados. Levantou-se e falou que iria dormir também. Aí joguei minha última cartada...Perguntei-lhe se seria capaz de manter um segredo e de matar um desejo meu, no que ela olhou-me assustada. Disse para ela se acalmar que não era nada especial, e que a única coisa que eu queria é que se ela achasse o meu pedido impróprio, que mantivesse segredo dele. Ela falou um “tá bom.!!!” assim meio que a contragosto. Perguntei-lhe então se ela ainda estava amamentando a filhinha, no que ela respondeu afirmativamente. Disse-lhe que eu tinha uma fantasia, desde a época que minha filha era de peito, que era sentir o gosto do leite materno, mas que minha mulher nunca deixou. Ela me olhou incrédula, e eu disse que ela poderia tirar o leite num lugar reservado, colocar num copo, que eu só queria experimentar. Ela não sabia o que responder...Ficou me olhando, mas talvez até para retribuir a minha hospitalidade, disse: “espere um pouco”. Foi até a cozinha e vi quando ela passou com um copo na mão em direção ao lavabo. Minutos (que pareceram horas) depois ela voltou com uns dois dedos leite no copo. Notei então que ela estava com uma camisola transparente, e dava – contra a luz da tv – perfeitamente para ver o contorno de seu corpo, seu sutiã e a calcinha minúscula. Ela sentou-se no sofá e passou-me o copo. Eu passei a tomar o leite que – já sabia eu – é ruim prá caramba. Mas fiz-me de rogado...disse que era delicioso, quentinho, enfim, demorei alguns minutos “saboreando” aquele leitinho, e ela só olhando. Terminado o copo, falei-lhe que as crianças eram felizardas, pois podiam deliciar-se com o leite tomando-o “na fonte” e que deveria ser muito melhor. Ela riu, e falou que eu era um tremendo “cara-de-pau” e que ela sabia muito bem o que eu estava querendo, e que “não era de hoje”. Confessei-lhe – sempre pedindo segredo – o meu tesão por ela, mas sempre reiterando que aquela minha tara de tomar leite materno era séria. Pedi-lhe que me deixasse experimentar da fonte, e ela falou –sem muita convicção – que eu estava louco, que poderia chegar alguém, que se o marido dela ouvisse aquilo ele me matava, e coisas do gênero. Captei que não havia rejeição da parte dela, mas da circunstância. Sentei-me ao lado dela e disse que seriam só poucos segundos e que ninguém acordaria sem fazer barulho, o que daria tempo para a gente se recompor. Fui levando a mão até seus seios, abaixei a alça da camisola, levantei seu sutiã e comecei a chupar seu seio direito. Logo começou vir aquele amargo gosto do leite materno, mas eu não parava de chupar, passava a língua na auréola e os bicos do seio de Ane ficavam cada vez mais durinhos. Ela abriu os braços para facilitar a mamada, e eu comecei a segurar o seu seio enquanto mamava, e percebi que ela gemia. Abaixei minha mão pela sua barriguinha e fui descendo, escorregando pelas pernas, até que cheguei à barra da camisola, que levantei também devagar com meus dedos agora esfregando sua pele, e subia até sua bocetinha. Quando ali cheguei ela fez menção de falar alguma coisa, então tirei a boca dos seus seios e calei-a com um louco e longo beijo e língua. Ela tentava se debater, mas eu forcei a barra e afastei sua calcinha e alcancei seu clitóris, e comecei a massageá-lo. Sua bocetinha, percebi, estava encharcada, demonstrando que o tesão não era só meu. Esfreguei meus dedos pela racha dela, enquanto continuava sufocando-a com meus beijos. Em determinado momento, puxei com força aquela minúscula calcinha que rompeu-se lateralmente. Tirei meu pau para fora, peguei sua mão direita e fi-la segurá-lo. Ela tirou a mão, e aí eu fiquei puto! Olhei sério para ela e dei-lhe um tapa na cabeça, e disse-lhe que agora era iria continuar a brincadeira, por bem ou por mal. Estranhamente, pareceu que ela gostou do tapa, pois ficou com os dentes serrados, me olhando fixamente nos olhos, e levantando o queixo como que me desafiando a continuar a esbofeteá-la. Não me fiz de rogado, dei-lhe um tapa nas pernas que ficou a marca dos meis cinco dedos...ela continuou me desafiando...puxei ao chão, e sobre o tapete de pele, levantei mais ainda sua camisola, coloquei meu pau na entrada de sua bocetinha e cravei-lhe o mastro. Era puro tesão! Não deu trinta segundos de trepada e ela começou a falar “não pára....não pára.....vou gozar!.....tô gozando no seu pau, seu puto!....enfia mais! Me fode! e tremeu toda. Eu não estava nem no começo, e não quis nem saber. Virei-a de bruços, levantei sua bunda para mim, passei a mão na sua racha trazendo seus fluidos para o cuzinho e mandei ver! Ela deu um berro que não sei como ninguém acordou. Coloquei a mão na sua boca, joguei-me em cima dela, e passei a bombear freneticamente aquele rabão. Cada vez que ela fazia menção de reclamar, eu dava-lhe tapas na bunda e nas coxas. Quando estava prestes a gozar, tirei o pau esporrei bem na entrada, entupindo o buraco e escorrendo a porra para a boceta arreganhada. Virei-a novamente, e fi-la chupar o cacete que já estava amolecendo, mas que se recuperou como um raio ao contato com aquela boca. Eu apertava seus seios com força, pra machucá-la mesmo, e a cada apertada esguichava leite quente no meu peito, e provocava um sorriso sarcástico nos lábios de Ane. Ouviu-se um barulho, e foi um tal de tentar levantarmo-nos do chão, escorregar, recompormo-nos, até que ao pé da escada vimos a figura de uma sobrinhazinha nossa, chupeta na boca, esfregando os olhos sonolentos, dizendo que estava com medo e que tinha sonhado com o bicho-papão. Ela pegou a menina no colo e foi para a cozinha dar uma água com a açúcar para a criança, e eu fui atrás, com o dedo cravado no seu cuzinho todo lubrificado pela minha porra. Ane colocou a menina sentada sobre a pedra e ficou de frente para ela, enquanto eu – louco por situações perigosas – por trás, fingindo preocupação, cravei-lhe novamente a vara na bunda, fazendo com que ela fosse lançada sobre a menina que, obviamente, só via o que acontecia por cima, e assim, revezando pau no cú e pau na racha, chegamos a um novo e louco orgasmo. Ela desceu para o quarto com as pernas bambas e tremendo com a sobrinha no colo, e no dia seguinte, apesar do sol escaldante, vestia-se com uma calça de brim e blusa fechada, certamente para não deixar transparecer as marcas da madrugada e foi embora cedo, antes do almoço mesmo, com o corninho do meu cunhado a tiracolo me agradecendo a hospitalidade. Volte sempre, Ane!!!





























































   

                                


Ficha do Conto

Escritor:
rela353582

Nome do conto:
A comadre dos sonhos

Codigo do conto:
1654

Categoria:
Incesto

Data do Envio:
06/10/2003

Quant.de Votos:
1

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