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Minha filha é igual a mãe...Também gosta de mulher


Antes mesmo de entrar pra faculdade eu já era pai de uma linda bonequinha. No colégio, tínhamos um grupinho de garotos e garotas que sempre estavam juntos mesmo fora do colégio. Eu, Néia e Jandira, por morarmos no mesmo bairro éramos mais unidos ainda. Quando íamos pra algum baile ou show, era normal irmos dormir na casa de Jandira... Seus pais eram bastante liberais. As duas ficavam na cama e eu em um colchonete. Foram ficando tão íntimas comigo que resolveram revelar que gostavam de fazer sacanagem juntas, e se revelaram dando beijos na boca e Néia levantando a blusa de Jandira passou a chupar seus peitos. Fiquei tão excitado que fui tocar uma punheta no banheiro. Os pais de Jandira foram viajar e as duas dizendo que tinham gostado quando fiquei olhando elas na cama, me chamaram pra vê-las novamente em ação. Mas pra mim, ter que ficar vendo as duas peladinhas se beijando, mamando uma no peito da outra, e depois ver Jandira chupando a bucetinha da Néia, não resisti e resolvi participar também. Caí de boca na buceta de Jandira que no início levou um susto, mas logo voltou a chupar a buceta da Néia me deixando chupar a sua já toda melecada de tesão. Néia gozou e depois ficou olhando eu chupar Jandira até fazê-la também gozar... Depois as duas tocaram uma punheta em mim. Comecei a participar das sacanagens com as duas e ficava doido pra dar uma trepada em uma delas, mas entre nós três só era permitido usar a boca e o máximo as mãos. Isso aconteceu mais umas três vezes até chegar o dia em que Néia por estar adoentada não pode ir em um baile comigo e Jandira... Não pensava, mas Jandira mesmo sem a Néia junto me fez dormir em sua casa. Chegamos duas horas da madrugada, ela trancou a porta do quarto e me convidou pra deitar na cama com ela. Pelados, começamos a brincadeira de beija aqui e chupa ali até Jandira me pedir pra meter na sua buceta. Jandira não era virgem e foi ela que gozando travou suas pernas na minha cintura não deixando tirar minha pica... Acabei gozando muito dentro da sua buceta. O bom foi que os pais de Jandira foram supertranquilos quando descobriram que a filha estava grávida. Gabriela nasceu; registramos... Eu, Jandira e Néia continuamos nossa amizade durante um bom tempo. Passei a usar camisinha e comer as duas enquanto ficavam se chupando. Não esperava, mas quando terminei a faculdade 5 anos depois, meus pais e os pais de Jandira em comum acordo nos abrigaram a casar por causa da nossa filha Gabriela. Jandira continuou morando com seus pais e eu com os meus, até que tive condições de ter minha própria casa... Nisso Gabriela já estava com 9 anos. Sei que Jandira teve outras mulheres em sua cama, mas, pela nossa filha eu a convidei pra vir morar comigo. Era lógico que não vivíamos como deveria um marido e mulher. Mesmo em quartos separados, Jandira adorava foder e não tinha vergonha de ser bem depravada... Mais três anos, Jandira resolveu de vez ir morar com outra mulher. O pior disso tudo é que Gabriela passou a frequentar a outra casa de sua mãe e aos poucos foi entendendo o que acontecia entre as duas. Minha preocupação passou a me consumir quando Gabriela começou a trazer amiguinhas pra dormir junto com ela no seu quarto. Mas foi quando Gabriela já tinha quase dezenove anos e começou a trazer uma colega da faculdade pra dormir constantemente em nossa casa, é que passei ter quase certeza que ela tinha o mesmo defeito da mãe. Gabriela era uma moreninha linda em um corpinho todo certinho nos seus 1,62 mts e 56 kgs. Já sua amiga Debora (21 anos), uma loira também bastante bonitona: 1,70 mts, +- 65 kgs, peitos grandes e bumbum redondinho. Debora com o tempo passou praticamente a morar na minha casa e só ia visitar seus pais de vez em quando. Eu, mesmo tentando levar numa boa aquela convivência da minha filha com sua amiga, não conseguia evitar em ficar admirando o corpão da Debora desfilando de shortinhos dentro de casa; tão curtos que deixava quase a metade das suas nádegas de fora. Quando estávamos na sala a noite assistindo TV, era normal uma deitar no colo da outra e ficar recebendo cafuné... Minha imaginação ia a mil e meu pau acabava ficando duríssimo que tinha que despistar das duas. Passado alguns meses, sozinho com minha filha; na sala, resolvi perguntar mesmo achando que não ia ter uma resposta satisfatória:
- Me diz uma coisa Gabriela; quem de vocês duas é o namorado e quem é a namorada?
Ela me olhou, sorriu e normalmente:
- Ah pai... Entre a gente não tem essa diferença não; simplesmente gostamos de ficar juntas!
- Me explique direito, ficar juntas de beijar na boca e brincar de fazer sexo?
Gabriela caiu na gargalhada:
- Que brincar pai? A gente faz sexo sim; a diferença é que não tem penetração!
Disse que já imaginava e Gabriela demonstrando que tinha herdado toda safadeza de sua mãe foi ficando toda assanhada me incentivando a ser cada vez mais atrevido:
- Hummmm! Deve ser interessante ver vocês duas juntas na cama... Kkkkkkkk!!!!
- Hahahahaha! Já pensou? Meu pai me vendo pelada na cama com outra mulher?
- Não teria problema nenhum, já que eu sei o que vocês fazem!
- Hahahahaha! Saber e ver tem uma grande diferença!
Ela levantando e reclinando o corpo pra me dar um beijo no rosto:
- Foi bom conversar com você sobre eu e a Debora... Tinha medo de você descobrir e não aceitar!
Puxei-a fazendo sentar no meu colo, abraçando e beijando seu rosto:
- Faz tempo que venho percebendo; mas jamais vou criticar vocês duas... Só quero que você fale comigo se houver algum problema, ok?
Dias depois, as duas na sala assistindo novela na TV se beijavam na boca mesmo sabendo que eu estava me aproximando. Sentei no sofá do lado e as duas vendo que eu agia naturalmente voltaram a se beijar e Debora a passar a mão nas coxas da minha filha, que chegava a levantar sua camisola deixando aparecer a ponta da calcinha... Eu procurava me controlar, mas meu pau de tão duro estava incomodado dentro da bermuda... As duas levantando do sofá de mãos dadas Gabriela vindo me dar um beijo:
- Nós vamos dormir mais cedo hoje paizinho!
Retribui o beijo e pra minha surpresa, pela primeira vez Debora também me deu um beijo do rosto de boa noite. Esperei alguns minutos e resolvi ir até o banheiro pra tentar aliviar-me tocando uma punheta. Mas ao passar pelo quarto de Gabriela, fiquei de boca aberta vendo pela porta entreaberta as duas peladinhas na cama e minha filha chupando a buceta de Debora... Tive certeza que elas sabiam que eu estava espiando. Fiquei uns três minutos assistindo até Debora gozar na boca de Gabriela... Tive que segurar a vontade de entrar no quarto e deitar junto daquelas duas safadinhas, corri pro banheiro pra me masturbar. A história se repetia: na juventude vi a mãe de Gabriela fazendo aquelas mesmas coisas com sua amiga; agora era minha filha. Dois dias depois, novamente fiquei olhando da porta do quarto as duas peladinhas na cama na maior sacanagem... Mesmo sabendo que elas só fingiam que não estavam me vendo, tirei meu pau pra fora e fiquei ali uns 5 minutos vendo uma chupando os peitos da outra. Mas quando Debora começou a chupar a bucetinha de Gabriela, ela fazendo cara de prazer ficou o tempo todo olhando na minha direção e sorrindo... Fui pro banheiro me masturbar colocando na minha cabeça que da próxima vez eu ia entrar no quarto e deitar com aquelas duas putinhas. Já fazia dois dias que Debora tinha ido pra casa dos seus pais... Cheguei do serviço e dando um beijo em Gabriela:
- Ué... A Debora ainda não voltou?
- Ela ligou e disse que só volta amanhã!
Tomei meu banho e depois de fazermos um lanche fui pra sala ver um pouco de TV. Gabriela vestindo uma camisola curtinha veio e deitou no sofá colocando sua cabeça sobre uma das minhas pernas. Ainda vem que meu pau estava do outro lado, pois, fazendo carinho nos cabelos de Gabriela comecei a ter uma ereção olhando pras suas coxas e pra sua bundinha escondida sob o tecido da camisola. Estava tentando desviar meus pensamentos prestando a atenção no que passava na TV quando senti que Gabriela se mexeu no sofá subindo o corpo posicionando seu rosto bem em cima do meu pau duro... Mesmo sentindo meu pau pulsando debaixo da sua bochecha, Gabriela continuou deitada com o rosto no mesmo lugar. Estava com a consciência pesada, mas resolvi agir... Fiz um pouco de carinho nas suas costas e fui com a mão na sua bundinha alisando-a sobre a camisola. Quando ela colocou sua mão entre seu rosto e meu pau duro, percebi que podia ir mais longe. Puxei sua camisola e enfiei a mão por dentro da sua calcinha passando pelo seu rego chegando na sua bucetinha... Gabriela, já apertando meu pau com a mão junto com o tecido da minha bermuda foi virando de barriga pra cima me fazendo tirar a mão que passava por trás das suas costas pra ir pra frente e chegar novamente na sua bucetinha que estava molhadinha e ao mesmo tempo quente. Fui ficando tão louco, que, sem tirar meu dedo da mão direita de dentro da sua bucetinha, com a mão esquerda comecei a desabotoar o cós da bermuda logo sendo ajudado por Gabriela que parecia ansiosa pra ver meu pau pra fora... Foi Gabriela que puxou minha bermuda e minha cueca até o meio das minhas coxas e sem nenhum constrangimento segurou minha piroca e passou a beijar e a lamber a cabeça:
- Ohhhh filha! Que loucura! Não para... Chupa meu pau; chupa!
Foi inexplicável quando Gabriela enfiou boa parte da minha pica na boca e começou a chupar deslizando seus lábios... Passei a socar meu dedo na sua buceta e minutos depois, já não aguentando fiz tirar a boca e apontando meu pau pro chão fui gozando enquanto ela segurando meu rosto dando rápidos beijinhos na minha boca:
- Isso paizinho... Goza! Goza bem gostoso!...
Ainda segurando meu pau que pulsava cuspindo porra, fui ficando apreensivo descobrindo que minha filha era ainda mais safada do que sua mãe... Mas ela voltando a beijar minha boca:
- Também quero gozar paizinho... Chupa minha buceta, chupa!
Ela deitou com as pernas viradas pra mim... Tirei sua calcinha vendo sua linda bucetinha raspada e como um tarado cai de boca lambendo e bebendo todo liquido salgadinho que ensopava sua bucetinha:
- Mais pai! Mais! Ai! Ai! Oooohhh! Oooohhhh! Aaaaaahhhhhhh!!!!!!
Mesmo estando com minha cara toda lambuzada, Gabriela sentou no sofá e beijando minha boca:
- Foi delicioso paizinho... Adorei!
- Isso tudo é porque está sentindo falta da Debora?
- Acho que sim... Mas também porque sei que você fica excitado olhando eu e a Debora na cama.
Perguntei se a Debora também sabia que eu ficava excitado e Gabriela rindo disse que Debora também gostava de saber que eu ficava espiando pelo lado de fora do quarto. Pensei em pedir pra Gabriela continuar comigo, quando ela levantou dizendo que ia dormir.
No dia seguinte, estava louco pra chegar em casa e por via das dúvidas passei numa farmácia comprando algumas cartelas de camisinha. Gabriela me recebeu toda alegre e me beijando disse que Debora tinha avisado que já estava chegando. Naquela noite, depois de 20 anos, estava novamente com duas mulheres numa cama fazendo sacanagens a três: Chupei suas bucetas; as duas chuparam meu pau e me beijaram muito na boca. Uma hora depois, as duas querendo ver a novela, fomos pra sala e foi lá que passei a esfregar minha pica na bucetinha da minha filha que chupava os peitos de Debora... Achava que elas não iam deixar rolar sexo vaginal, mas, Gabriela deitada sobre Debora parou de mamar nos peitos virando pra mim:
- Enfia paizinho... Mete na minha bucetinha; mete!
Corri até meu quarto, pequei uma cartela de camisinha de dentro da minha carteira e quando cheguei novamente na sala já estava com a pica devidamente protegida. Soquei o pau na bucetinha apertada da minha filhinha que passou a ter seus gemidos abafados pela boca de Debora... Bastaram dez socadas pra Gabriela estremecer todo seu corpo indicando que estava tendo um orgasmo. Minha sorte é que eu tinha apenas 39 anos e tinha bastante lenha pra queimar... Duas horas depois estava fodendo a buceta de Debora. Atualmente Gabriela está namorando um bom rapaz e já falam até em casamento... Mas Debora ainda faz parte na nossa vida e ainda gosto de ter as duas na cama.
Foto Perfil ANDRE.LINO

Ficha do Conto

Escritor:
andrelino

Nome do conto:
Minha filha é igual a mãe...Também gosta de mulher

Codigo do conto:
17371

Categoria:
Incesto

Data do Envio:
23/05/2012

Quant.de Votos:
18

Quant.de Fotos:
5

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Ultimos Comentários
Comentado por: jordanel em: 13/03/2014
Espetacular!!!
Comentado por: vegetojlle em: 05/03/2014
Parabéns pelo conto e muita sorte a sua ter duas delicias dessa na cama.
Comentado por: mgseg em: 13/07/2013
que peitinho gostoso.......
Comentado por: orlandjr em: 24/06/2013
Hummm que delicia... que filhota maravilhosa

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