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O empregado do Nelson (final)


O empregado do Nelson (final)

Bom, depois que tive um princípio de desmaio ele ficou assustado. Tirou aquela tora de dentro da minha xaninha, me deitou de bruços e começou alisar meu cuzinho, dizendo: - Calma, putinha! Fica calma! Descança um pouquinho pra eu poder enrrabar esse cu gostoso!
Super cansada, sem fôlego e molhada de suor senti ele começar a passar a língua no meu cuzinho. Eu gemia e dizia pra ele não colocar a língua no meu buraquinho porque não ia resistir. Derepente meu cuzinho começou a se contrair e a prender a língua dele. Ele então, falava meio atrapalhado: - Vai! Vai! Morde a minha língua com esse cu quente e guloso, tô adorando! Fica piscando esse cu pra mim que logo ele vai tomar jeba!
Eu me contorci toda, me arrepiei inteirinha e comecei a morder a fronha do travesseiro pra não gritar de tesão. Sentir aquela língua quente molhando o meu cuzinho, entrando e saindo dele e tampando cada uma das preguinha com aquela baba grossa, afff...fui tudo de bom!
Ele parou, veio e deitou em cima de mim agasalhando aquele mastro bem no meio do meu reguinho. Ficou esfregando aquilo no meio das minhas nádegas abrindo elas a cada passada e falando: - E ai, putinha! Tá melhor? Meu pau já tá babado, seu cu tá todo ensopado e prontinho pra ser enrrabado! Tá sentindo a minha rola?
Dessa vez, eu me sentia diferente. Estranhamente, apesar de querer me livrar dele eu sentia que era o meu cuzinho que estava mais carente e já implorava por aquele cacete.
Eu respondi que estava e que estava louca pra sentir aquilo dentro de mim.
Ele então saiu de cima de mim, me puxou e me colocou de quatro na cama. Abaixou a minha cabeça deixando o meu rosto colado no travesseiro e com a bundinha pra cima virada pra ele. E antes de começar a colocar aquela tora negra em mim me falou:- Quero te pedir duas coisas! Eu gemi dizendo: - Pode falar! Ele continuou: - Primeiro, quero levar de recordação uma foto dessa bunda maravilhosa, posso? Eu, ri e respondi: - Pode! E ele finalizou: - Depois, quero foder seu cu sem pressa, já que vai ser a última vez! Eu resmunguei: - Tudo bem! Mas coloca devagarinho, tá?
E dai, fui sentindo o anel do meu cuzinho ir recebendo outra vez, aquele mimo tão aguardado, grosso, enorme e molhado. Sem perda de tempo, suavemente ele já começou a movimentar o meu quadril e cheio de cuidados, pouco a pouco, foi fazendo a cabeça do cacete abrir caminho pra entrar.Eu sentia que meu anelzinho dilatava um pouco mais, e as minhas preguinhas iam se abrindo uma a uma, entretanto, mesmo com todo o seu cuidado estava cada vez mais difícil pra eu agüentar. Eu dei um urro e mordi os lábios e ele percebendo falou: - Calma! Já entrou a metade!
Em seguida, senti o meu cuzinho abocanhando de vez toda aquela tora. Lentamente, fui sendo enrabada. Eu vi estrelas, mas fui agüentando sem fazer feio e quando senti o saco dele batendo na minha xaninha entendi que ele já estava todinho dentro de mim.
Então, ele se debruçou por cima de mim, enfiou os braços por baixo passando pela minha barriguinha me puxando pro seu cacete e suavemente, começou a me foder.
Como eu já estou acostumada a dar a bundinha e também já tinha sido fodida pelo cacete dele, logo fui me acostumando com aquela tora negra cheia de veias pulsando, entrando e saindo do meu cuzinho naquele movimento de vai e vem.
Depois ele pegou dois travesseiros apoiando a minha barriguinha tirando os braços e segurou com as duas mãos no meu quadril.
A sensação de dar a bundinha é indescritivel! Eu pessoalmente me sinto uma escrava, uma putinha mesmo, uma garota sendo dominada sem ter como sair daquela situação. E, dependendo do tamanho do cacete eu me sinto um pedaço de carne cravada num espeto! Rsss...é muito louco!
Sentir aquelas mãos negras e grandes me puxando e me empurrando pelo quadril enquanto uma coisa dura, grossa e grande fica deslizando pra dentro e pra fora da minha bundinha, o suor, o cheiro de sexo, os gemidos e o prazer ...não tem palavras que possam descrever!
Aos poucos fui relaxando e comecei a apertar aquela tora com o meu cuzinho fazendo ele gemer, naquele vai e vem delicioso. Por alguns instantes ele parou de meter e deixou aquilo tudo enfiando em mim e eu só fiquei sentindo seu mastro latejar dentro do meu buraquinho já todo aberto! Por incrivel que pareça, eu gozo mais quando dou a bundinha do que quando dou a xaninha!
Gozei varias vezes deixando a minha xaninha babada, molhada e ensopada! Ele percebeu e passou a mão nela e levou na boca falando: - Hum! Que melzinho delicioso sai da sua buceta! Mais delicioso ainda, é esse cu apertado, quente e guloso que o meu caralho tá fodendo agora!
Eu gemendo, respondi: - Então mete! Não para não! Come o meu cuzinho bem gostoso, vai! Me dá isso tudo!
Podia sentir o meu gozo escorrendo pela pernas. Então ele começou a bombar mais rápido e eu gritava que estava adorando ser fodida daquele jeito por ele..Depois de alguns minutos ele tirou aquela tora negra e me senti com aquela sentação de vazio por causa do meu cuzinho todo aberto. Sem entender eu me virei e perguntei porque ele tinha tirado, ele disse, já sentado na beira da cama que tinha dado vontade de gozar, mas que não queria gozar ainda porque queria me foder muito mais já que era a sua última vez comigo.
Eu fui me ajeitando e sentando no colo dele e falei agarrada ao seu pescoço: - Ah! Deixa de ser bobinho! Eu só não gosto é que fiquem no meu pé! Você é chatinho mais é muito gostoso! Quem sabe um outro dia a gente se esbarra de novo por ai! Nessa hora recebi um baita beijo na boca. Meu corpo ardia de tesão e meu cuzinho piscava de tanta vontade daquele cacete que falei: - Se você quiser, pode gozar dentro do meu cuzinho! Mas vem logo! Me dá ele de novo! E fui me posicionando de quatro outra vez na cama. Mas nem cheguei a ficar porque ele me pegou pela cintura com força, foi me levantando e dizendo: - Então vem cá putinha! Agora é você que vai meter esse cu no meu caralho! Senta aqui, vem! Vem que vou encher o seu cu de porra!
Sendo segurada e levantada pela cintura fui me colocando na direção do cacete dele enquanto ele ia me guiando com os braços.no seu colo. Com o cuzinho todo aberto foi fácil ir sentando naquela tora negra e me acomodando. Aos poucos fui me sentindo preenchida de novo com aquele mastro cravado na minha bundinha.
Com os pés nas pernas dele e as mãos pra tras apoiadas no peito no seu peito todo suado, comecei a descer e a subir naquele cacetão. Logo ele cravou as mãos na minha cintura e me jogava pra cima e pra baixo. Eram tão fortes as estocadas que a vara dele chegava a tocar o meu intestino me incomodando um pouco e fazendo eu soltar uns puns! Claro que morri de vergonha, né! Mas acabei ficando mais a vontade quando ele começou a falar com aquele jeito de tarado: - Isso! Cadela, safada! Peida no meu pau! Você não queria dar o cu? Pois já te falei que vou arrancar bosta desse seu buraco apertado, gosto e quente! Se for a última vez mesmo, então quero arrombar o seu cu! Te fazer sentar de ladinho por um bom tempo!
Eu gemia e dizia: - Aiii! Seu tarado! Tadinho do meu cuzinho! Esse baita cacete tá arrombando ele, tô me sentindo ardida, alargada...mas tá tão bom! Mete, me fode!
Minha nossa! Ele passou a me estocar com tanta força que naquela hora eu acho que perdi as minhas preguinhas.
Eu alucinada perguntei e pedi ao mesmo tempo: - Tá tudo ai dentro? Então vai goza! Me dá leitinho no cuzinho!
Ah! assim que terminei de falar ele cravou aquilo tudo dentro do meu buraquinho, deu um baita urro e eu senti aquela porra quente e grossa invadir o meu cuzinho. Foram tantos jatos daquela porra que quando ele tirou seu mastro de mim escorreu uma mistura da porra com sangue do meu cuzinho. Seu cacete estava todo sujo de fezes e porra. Caimos exaustos na cama e depois fomos ao banheiro para tomarmos um banho.
Só sei dizer que enquanto caminhava sentia escorrer pelas minhas pernas tudo que ele havia posto dentro de mim. Estava me sentindo toda arregaçada. Tomamos um banho nos chupamos mais um pouco embaixo do chuveiro e ele gozou na minha boca mais uma vez, eu achei maravilhoso, claro!
bjus
Cinthia
                                

Foto Perfil cinthialamarck

Ficha do Conto

Escritor:
lamarck

Nome do conto:
O empregado do Nelson (final)

Codigo do conto:
17460

Categoria:
Heterosexual

Data do Envio:
27/05/2012

Quant.de Votos:
12

Quant.de Fotos:
4

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