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A Vizinha


O barulho estridente da persiana silvou num arrasto súbito a figura atras da cortina assomou na janela correndo a vidraça meio encolhida no casaco aos quadrados fora de moda protegendo-se do frio com olhar furtivo pronunciou o meu nome em voz baixa
então está zangado comigo?
Prosseguiu num sopro tímido encolhendo-se mais no casaco falei que não apenas falta de tempo acenou com a cabeça entendendo levou o dedo aos lábios num shiu cúmplice apontando a entrada do prédio a chave rodou abrindo a porta de ferro num chiar pesado chovia a bom chover empurrei a grade que protegia o vidro fazendo-a encostar com estrondo no escuro a mão tacteou em busca da luz o gesto ficou a meio vendo-a encolhida no patamar aguardando-me meio escondida na porta entreaberta fez-me sinal levando o dedo aos lábios pedindo silencio cauteloso aproximei-me às escuras
ouça tem batido à punheta?
Perguntou encolhendo os ombros no sotaque arrastado de ilheu com um brilho safado no olhar nem tempo tive de responder já a sua mão magra me puxava para dentro de casa fechando a porta sorrateira
ouça! Entre! estou sozinha!
Confidenciou puxando-me pelo baraço
venha!
Insistiu na sua voz cantada caminhando cautelosa até ao quarto a cama revolta amarrotada estava ainda por fazer dispa-se!
Falou baixinho com malícia num expressão alarve ajudado pelas suas mãos apressadas as calças tombaram perna abaixo seguidas pelas cuecas num ápice estava nu sobre os lençóis esticando-me na cama dela aconchegado na almofada tentando adivinhar qual o lado em que se deitava de pouco adiantando subiu no colchão de joelhos fazendo-me deslizar para o meio dando-lhe espaço olhou-me séria de rosto fechado as rugas vincadas na face magra num esgar perverso cuspindo na palma da mão aberta deixando a saliva babar num pingo viscoso da linguona esticada de forma javarda e porca espalhando o cuspe no caralho devagar com o punho fechado num sobe e desce pausado sem dizer nada baixou a cabeça lambendo a glande lentamente dando uma chupão com os lábios esticados senti os dentes mordendo a cabeça inchada depois engoliu tudo até há garganta chupou mamou gulosa saboreando ao caralho com sofreguidão erguendo a cabeça ofegante toda vermelha do esforço falou o meu nome dengosa cuspindo de novo ao mesmo tempo que me corria os dedos nos tomates apertando com as unhas vincadas na pele de novo o meu nome saiu baixinho dos seus lábios toscos vamos há punheta?
Quer? Ouça!
Tem que ser depressa já viu se sou apanhada aqui consigo? Disse numa expressão grave fitando-me com aquela cara de macaco zangado começando a fuder o caralho com vigor punhetando num sobe e desce veloz ao mesmo tempo que metia o dedo dentre as minhas nádegas num supetão abriu caminho até ao ânus enfiando a ponta pelo cu acima suavemente mexendo ao ritmo da punheta esparramado na cama dela nu de caralho empinado e teso era uma visão inaudita para a sua mente de mulher simpeles e vulgar ainda para mais agora depois de velha o caralho latejava numa tesão imensa fazendo-me tremer arrepiado quase a vir ela percebeu vasculhando na roupa amarrotada até achar as cuecas que usara de noite marcadas da baba da cona da punheta que batera escondida do marido a pensar em mim enrolando-mas na cabeçona inchada e dura num gesto atabalhoado a esporra jorrou na hora esguichando no pano numa torrente pastosa vindo-me todo estarrecido na mão da Gerevasia falou o meu nome
esporre para a Gerevasia Isso! Vá esporra caralho! Isso à mãe! Sacana do homem! Vamos cabranzão dum corno! Deite essa esporra toda cá para fora! Esporre para Gerevasia! Dizia com a face hirta numa cara de má Fingida como faz ouça! Eu sei que gosta de esporrar nas minhas cuecas!
Não sei lembrei-me acha que fiz bem?
Olhe! Ha doida! Não leve a mal!
Acenei concordando ergueu o peito caído num gesto altivo franzindo a testa ficando a olhar-me contemplativa o seu rosto fazia-me lembrar uma macaca velha puxei-lhe o braço fazendo-a deitar sobre mim manobrando para lhe despir as calças atrpalhada lá deu uma ajuda livrando-se delas depois as cuecas rosa já muito usadas desceram-lhe ao longo das pernas magras e sacas nua da cintura para baixo levou uma palmada na cona num taf abafado pelos pintelhos teria fudido de noite a pergunta bailou-me mente sem resposta por via das duvidas de rabo para o ar alapada no lençol era a melhor posição para a fuder uma cuspidela nos dedos correndo no rego molharam-lhe o ânus abrindo caminho para o caralho ainda teso a cabeça encostou na cavidade escura pressionando falou o meu nome assuada
ouça! Não ai não! Não me meta no cu! Há! foda-se! o raio do homem! Há! seu cabranzão do caralho!
O protesto perdeu-se no gemido rouco e cavado que saiu dos seus lábios arreganhados quando a cabeça furou entrado devagar escorregando no recto com ligeireza inesperada para quem estava tão enjoada por levar com um caralho pelo cu acima agora já não havia nada a fazer todo enfiado no rabo magro até aos tomates com ela a ganir esticando a dentuça toda a tremer espojada no lençol a Gerevasia levou uma foda grande depois outra e mais outra levando no cu como uma heroina enrabada na própria cama às escondidas do marido feita putéfia assim tinha mais gosto para mim e para ela a esporra jorrou em meia dúzia de fodas num clister de pichota que lhe inundou a tripa numa esporradela gostosa que ainda esguichava quando tirei a cabeça do buraco aberto entre as nádegas secas pingando no lençol pincelei-lhe o rego devagar esfregando-lhe a glande no ânus escancarado vazando esporra num fio viscoso empurrado a cabeça de novo para dentro vendo-a sumir no rabo dela engolida num ruido de sucção
porco Há! cabaranzão do caralho!
Faça! seu porco faça!
Vá homem dum raio! Vá-me no cu! Seu sacaninha dum raio!
Isso foda! Enrabe-me meta isso assim todo!
falava entre dentes com a fuça espetada na fronha sacudida por uma par de estocadas
tome vizinha tome assim no cu fodas grandes assim! assim!
ficou imóvel ofegante como se tivesse levado uma tareia falou o meu nome a medo
ouça! Já não tenho idade para estás coisas Há! mãe! As minhas costas!
Queixou-se aflita num lamento pausado levantando-se a custo vestindo-se sentada na beira da cama.
Foto Perfil Vanda

Ficha do Conto

Escritor:
vanda

Nome do conto:
A Vizinha

Codigo do conto:
17797

Categoria:
Coroas

Data do Envio:
15/06/2012

Quant.de Votos:
7

Quant.de Fotos:
1

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Foto 1 do Conto erotico: A Vizinha




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