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Doce vingança... Traindo minha mãe.


Meu nome é Clarice e vou escrever como foi que resolvi me vingar da minha mãe. Com 19 anos namorava um belíssimo rapaz de 25 anos (Valdir), e foi com ele que aprendi praticamente tudo sobre sexo... Apaixonada, dei-lhe minha virgindade e por fazer tudo o que ele me pedia até no meu traseiro deixei ele enfiar. Mas o problema foi quando passamos; por exigência do meu padrasto, namorarmos em casa. Mas nunca poderia imaginar que minha mãe com seus 40 anos pudesse seduzir meu já quase noivo... Ela era um mulherão e não aparentava ter sua idade; éramos tão parecidas que muitos nos confundiam como irmãs... A diferença era que ela tinha tudo mais “ão” do que eu: bundão, peitão, coxão e bocão. Deixei Valdir em casa pra ir até a casa da minha colega e copiar algumas matérias que eu tinha perdido por faltar aulas. No meio do caminho é que fui me lembrar de um livro que precisava levar. Ao passar pela varanda tive a impressão de ouvir algo não muito normal... Janela aberta só com uma cortina tapando, fiquei do lado tentando ouvir:
- Mas dona Carla; pode ser perigoso chegar alguém!
- Ninguém vai aparecer Valdir, e a Clarice com certeza vai demorar algumas horas!
- Não faça isso dona Carla... A senhora sabe que eu gosto da sua filha!
- Eu sei; mas ela não precisa ficar sabendo do que vamos fazer!
Ainda ouvi Valdir resmungar que precisavam parar com aquilo, mas, parece que era minha mãe quem estava tomando toda iniciativa:
- Você está excitado Valdir... Você também está me desejando!
- É que a senhora é uma mulher bonita e muito gostosa!
Ai é que fui perceber que a vaca estava indo pro brejo, e não demorou pra começar ouvir alguns gemidos. Mesmo podendo ser descoberta, me abaixei na janela e com um dedo fui lentamente abrindo um vão na cortina... A puta da minha mãe segurava seu vestindo na cintura e estava cavalgando no pau do meu namorado que mamava nos seus peitões com sua blusa levantada. Minha cabeça começou a ferver de ódio e por pouco não denunciei minha presença... Percebendo que poderia provocar um escândalo de grandes proporções e depois de ver a puta da minha mãe gritando que estava gozando e que era pro Valdir encher sua buceta, me levantei e fui pra rua pra respirar melhor e colocar meus pensamentos em ordem. Voltei fazendo barulho e dando desculpa que minha amiga não estava em casa. Dispensei o Valdir dizendo que estava com um pouco de dor de cabeça e que precisava me deitar um pouco. Pensei muito e cheguei a conclusão de que podia ficar ainda por algum tempo namorando o Valdir. Como ele era o único homem com quem tive e mantinha relações sexuais, achei melhor continuar com nosso namoro até ter coragem pra arrumar outra opção pra fazer sexo; já que estava viciada numa pica dura. Aos poucos fui percebendo; pelos olhares, que minha mãe e Valdir continuavam a ter um caso. Mas, só fui começar a arquitetar minha vingança quando vi meu padrasto com a porta do banheiro aberta fazendo a barba e só com uma toalha enrolada na cintura... Ele tinha aquela mania quase todos os dias depois do seu banho, antes de sair pra trabalhar. Como minha mãe era enfermeira, de três em três semanas fazia plantão noturno no hospital... Comecei a bolar meu plano de vingança. Meu padrasto Gilberto (Gil) era um cara bonitão: 45 anos, moreno, 1,80 mts, uns 85 kgs. Apesar de ultimamente ter notado seus olhares fixo no meu corpo, ele nunca tinha deixado transparecer algum desejo por mim... Resolvi fazer ele passar a me notar de qualquer maneira. Dias depois, fiquei na espreita até perceber que ele abriu a porta e começou a fazer a barba. Sai do meu quarto só de calcinha e sutiã e chegando na porta do banheiro:
- Preciso fazer xixi!
Ele ficou momentaneamente paralisado me olhando de cima em baixo e eu na maior cara de pau:
- Não se preocupe Gil; pode continuar fazendo a barba!
Não sei de onde tirei aquela coragem... Arriei minha calcinha e sentei no vaso deixando o xixi sair livremente. Gil ao invés de ficar de costas pra olhar pro espelho, virou e ficou me olhando fazer o xixi, levantar e passar o papel higiênico na xoxota:
- Porra Clarice... Gostei dessa sua liberdade comigo!
- Hehehehe! Só que minha mãe nunca vai poder saber disso; né?
Quando ele me segurou pelos braços notei sua toalha estufada pra frente... Mas ele só fez um comentário antes de voltar a fazer sua barba:
- Caramba; você está cada dia mais linda!
Como ele virou de costas pra mim, eu o abracei pela cintura e recostei meu rosto nas suas costas e procurei usar as mesmas palavras que minha mãe usou pra seduzir o Valdir:
- Você ficou excitado Gil? Está me desejando?
Ele parou de fazer a barba:
- Oh menina; você sabe que sim... Mas você é como minha filha!
Desci minha mão e soltei sua toalha deixando-a cair no chão:
- Eu sei Gil; é por isso que eu gosto muito de você!
- Pensa bem no que você está fazendo menina!
Segurei seu pau duro e acariciando:
- Já pensei muito Gil... Mas se você não me quiser; tudo bem!
Quando ele virou de frente pra mim é que pude ver seu lindo pênis duro. Ele levando a mão no meu sutiã puxando-o pra acima dos meus peitos e iniciando uma leve massagem:
- Qualquer homem desejaria uma menina como você. Só me preocupo com o escândalo se alguém viesse a descobrir um relacionamento entre nós dois!
Voltei a segurar seu pau e ele enfiando sua mão por dentro da minha calcinha e passando o dedo na minha xoxota:
- Ninguém vai descobrir nada Gil; é só tomarmos cuidado!
Ele foi descendo minha calcinha, e me colocando entre ele e a pia foi colocando seu pau entre minhas pernas:
- Abaixa só um pouquinho e abri mais suas pernas!
Ele foi enfiando seu pau na minha xoxota:
- Você já se previne contra gravidez?
- Oooooh!!!!! Já sim Gil; tomo pílulas regularmente!
Era o segundo homem a meter na minha xoxota. Mas, talvez por ser algo mais proibido, comecei a gostar muito mais daquele pau fodendo minha buceta do que do meu namorado:
- Oh Gil! Hummmm! Hummm! Vai! Vai! Mais forte! Mete! Mete!
Meu padrasto me fodeu tão gostoso e tão forte que em menos de dois minutos eu estava tendo um delicioso orgasmo sentindo minhas pernas bambas... Ainda gemia quando senti soltando toda sua porra dentro da minha xoxota. Ele me beijando com cuidado por estar ainda com o rosto sujo de espuma:
- Não posso chegar atrasado; mas vou ficar ansioso pra chegar a noite e ficar sozinho com você!
- Eu também Gil!
Dez horas da noite minha mãe saiu para o hospital, e assim que o portão automático fechou após o carro sair da garagem fui me sentar ao lado do Gil que rapidamente procurou minha boca pra beijar enfiando a mão por baixo da minha camisola:
- Já está sem calcinha; é?
Também levei a mão no seu short esfregando onde estava seu pau que começava a ficar duro:
- Ela já está molhadinha desejando ser possuída!
Ele começou a tirar minha camisola:
- Vamos lá pro seu quarto Gil... Quero dar pra você no mesmo lugar que você transa com minha mãe!
Pelados na cama de casal, Gil me beijou; chupou meus peitinhos e novamente fodeu minha bucetinha que gritei de prazer por uns cinco minutos antes de ter meu orgasmo:
- Caralho, você é muito gostosa!
Em seguida ele procurou minha boca e fui sentindo os jatos de porra lá no fundo do meu útero. Uma hora depois, eu estava chupando a piroca do meu padrasto pra que ficasse novamente dura:
- Oooooh!!!! Como você chupa bem! Isso, lambe, passa a língua... Aaaahhhh!
Eu que gostava da posição de cachorrinha, fiquei de quatro e pedi pra ele meter com toda a força na minha buceta. Ele socando foi fazendo carinhos nas minhas nádegas:
- Que bunda maravilhosa que você tem Clarice!
Gemendo muito comecei a imaginar dando também minha bundinha pro meu gostoso padrasto... Gozei e novamente recebi todo seu gozo dentro de mim.
No sábado, quando Valdir chegou na minha casa, só esperei minha mãe chegar toda assanhada e sorrindo pro Valdir pra anunciar que queria terminar o namoro. Os dois espantados começaram a me questionar e não tive nenhum receio de contar que sabia que eles estavam transando... Foi um tal de querer tirar o corpo fora como se o que eu dizia era um absurdo. Quando falei o que tinha visto algumas semanas atrás e que tinha certeza de que eles passaram a se encontrar fora de casa; talvez pra irem a algum motel, de repente ficou tudo em silêncio. Mas, falei que não ia comentar aquilo com ninguém e que não me importava mais se eles quisessem continuar:
- Você promete não falar nada pro Gil?
Minha vontade foi falar ali naquela hora pra minha mãe, que não ia contar nada porque também estava transando com o seu homem. Acho que só não contei por me sentir apaixonada pelo Gil e não queria estragar nosso relacionamento. Valdir foi embora e minha mãe ainda envergonhada sumiu das minhas vistas durante o restante do dia.
Passei a ter uma semana inteira pra transar com meu padrasto enquanto minha mãe ia fazer seu turno a noite no hospital, e também quando ela saia muito cedo para o seu turno da manhã... Era quando Gil me fodia antes de sair pra trabalhar. Numa noite depois dele meter gostoso na minha xoxota dei um bom tempo pra começar a chupar seu pau e a provocar:
- Vou querer ele bem duro pra entrar na minha bundinha!
- É mesmo? Vai deixar comer sua bundinha?
Era a parte do meu corpo que eu mais gostava... Sabia que era minha bunda volumosa e empinada que mais atiçava os homens a me darem cantadas na rua:
- Vou sim Gil; eu sei que você também me deseja por trás!
- Kkkkkkkk! Mesmo antes da gente começar a transar, já ficava de pau duro só de olhar pro seu traseiro!
Continuei chupando e parando pra punhetar:
- Seu safado, eu já desconfiada de você!
Rimos muito, e com ele duro fui ficando de quatro:
- Vem Gil, mas vai devagar que só transei por trás uma única vez!
Gil praticamente botou a boca no meu ânus e passou a língua pra me deixar lubrificada soltando saliva. Quando senti aquele pau abrindo meu ânus, o pouquinho de dor que senti não conseguiu tirar meu prazer de sentir dando meu delicado cuzinho pro meu padrasto:
- Ai! Ai! Aaaaaiiii! Mais Gil; enfia maaaaiiiiiissssss!
Ele enfiou até o saco e passou a puxar pra trás e enterrar até o fundo repetidamente até ficar parado pra gozar dentro da minha bundinha.
A ideia inicial da minha vingança era transar com o marido da minha mãe e depois contar pra ela... Mas, acabei preferindo uma vingança silenciosa pra não perder aquele homem gostoso que era meu padrasto. Mesmo depois que minha mãe confessou que continuava se encontrando com Valdir, achei melhor manter tudo sem segredo.
Foto Perfil salinas-vamp

Ficha do Conto

Escritor:
salinasvamp

Nome do conto:
Doce vingança... Traindo minha mãe.

Codigo do conto:
18112

Categoria:
Incesto

Data do Envio:
03/07/2012

Quant.de Votos:
22

Quant.de Fotos:
5

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Ultimos Comentários
Comentado por: azevedo em: 08/10/2012
otimo conto, voce e linda...
Comentado por: loiro171 em: 06/09/2012
ei sim q delicia vc é ADOREI!!
Comentado por: Nilsinho em: 31/08/2012
vc tem todos os atributos de uma vingança, uma buceta linda e um cuzinho de dar inveja, bjos no anus
Comentado por: Pescador em: 06/07/2012
Parabéns pelo conto e as lindas fotos, muito bom, show merece voto Clique meu nome, leia e comente meus contos

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