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Ninfeta Virgem parte 1


Esse é o meu primeiro conto, espero poder agradar os amigos leitores. Deixem seu comentário!
Tudo aconteceu em 1998. Eu me mudei com meus pais para um apartamento em São Bernardo do Campo, São Paulo e tinha 20 anos. Lá, conheci Mariana (vou chamá-la assim). Era uma garota muito linda e gostosa. Mariana era virgem ainda, mas bem safada até na maneira de se vestir. Sempre com saias curtíssimas, blusinhas agarradas ou shorts justos que realçavam seu corpo. Tinha longos cabelos pretos lisos até o meio das costas, os seios e a bunda eram bem volumosos, firmes, além da boceta sempre depilada que se destacava com um volume que se formava entre suas pernas. Olhos verdes, pele clara, não mais que 1,65m. Claro que ela percebia o quanto eu olhava para ela e fazia questão de mostrar seu tesão para mim. Fizemos amizade, começamos a conversar muito e certo dia, ela me convidou para acompanha-la na piscina do prédio, com a desculpa que precisava “pegar uma corzinha” e aproveitar o verão. Escutei a campainha e quando abri a porta do apartamento, fiquei sem saber o que falar. Mariana vestia apenas um biquíni azul claro, cuja calcinha mal cobria sua boceta que tinha um volume enorme. A parte de trás deixava quase toda sua bunda à mostra e a parte de cima só escondia mesmo os bicos dos seios, que, aliás, eram rosados como a parte de dentro da sua boceta. Pensei comigo: “essa garota tá com fogo na xana e eu vou ter que apagar”. Era dia de semana, o prédio era bem tranquilo e acabamos ficando somente os dois na piscina. Mariana havia se deitado com aquela bunda enorme para cima e me deixou de pau duro. Eu mal conseguia esconder o tesão que estava sentindo por ela e por certo, a safada percebeu, pois, volta-e-meia, olhava discretamente para o meu pau, que fazia volume na sunga. Conversamos sobre tudo e surgiu um papo sobre namoro e sexo. Percebi que Mariana estava um pouco inquieta, com certeza cheia de tesão. Ela me disse que nunca havia pegado nem tinha sequer coragem de chupar o pau de um macho, pois, achava nojento. Foi então que eu soltei: “eu também pensava assim, até chupar a primeira boceta”. Mariana ficou curiosa e acabou querendo saber detalhes, já que nunca havia recebido a boca de um macho entre as pernas. Eu lhe disse que não tinha como expressar a sensação, só fazendo mesmo e que se ela quisesse, eu chuparia a dela com muito prazer, só porque ela era limpinha e cheirosa. Mariana sorriu sem jeito e disse que precisava ir ao apartamento. Naquele dia não aconteceu nada em especial, mas no dia seguinte... Eu estava no hall do prédio e Mariana chegou da academia vestindo uma camiseta colada ao corpo e uma calça tipo legging. Aquele dia estava calor e o corpo suado daquela ninfeta, misturado ao cheiro de fêmea me deixaram com muito tesão. Cumprimentamo-nos e entrei com Mariana no elevador. Não pude me segurar e disse a ela o que estava sentindo, que eu queria chupar ela toda ali mesmo. Falei palavras quentes no seu ouvido e deixei meu corpo colado ao seu. Meu pau empurrava sua boceta e a beijei com fogo. Sorte que não tinha câmera ali. Mariana ficou sem jeito, empurrou-me e começou aquele papo de “para com isso”. Quando o elevador parou no seu andar, antes de deixa-la sair, agarrei-a com força e comecei a beijá-la, coloquei uma das mãos entre suas pernas, senti o volume da sua boceta e com dificuldade enfiei minha mão dentro de sua calcinha. Sua boceta estava molhada. Masturbei aquela ninfeta gostosa que se abriu como uma flor. Gemia e me pedia para não parar, pois estava delicioso. Eu quis entrar com ela no seu apartamento, mas sua mãe estava lá, acabamos indo para o meu apartamento, um andar acima, pois, eu estava sozinho. Fomos para o meu quarto, ainda em pé, tirei sua blusa e o sutiã exibindo os seios firmes e grandes, bicos rosados... Comecei a chupar e mordiscar aqueles mamilos, escutando o gemido de Mariana que aos poucos foi se soltando e se tornando uma puta me pedindo para fodê-la. Empurrei Mariana para cama e deitada, tirei seus tênis e a calça, deixando-a apenas de calcinha e meias brancas. Beijei suas pernas e as coxas, volta e meia, mordiscando. Mariana gemia como uma puta safada. Tirei sua calcinha e finalmente vi sua boceta inchada, estava molhada, o cheiro de fêmea, uma mistura de tesão e suor exalavam dela me deixando ainda mais excitado. Abri suas pernas e passei a língua de baixo para cima, bebendo todo seu mel, sentindo seu gosto. Comecei a brincar com sua boceta, lambendo toda. Mordiscava seu clitóris e os lábios, enfiei a língua na gruta molhada e lambia seu clitóris que estava inchado e vermelho. Mariana se contorcia na cama, era outra mulher, uma puta gemendo, dizendo coisas que eu jamais pensei que ela poderia dizer: “Que delícia... Isso me chupa... Chupa minha boceta... Caralho, como isso é gostoso... Porra, assim vou gozar seu canalha... Isso me faz gozar... Quero gozar na tua boca seu canalha...” Aquilo me excitava ainda mais, até que senti seu corpo estremecer, suas coxas me apertaram o rosto, Mariana me agarrou pelos cabelos e gozou me apertando... “Porra! Vou gozar.... Ai gostoso... Tô gozando... Caralho...”. Nunca havia bebido tanto líquido de uma fêmea, o mel escorria de sua boceta e Mariana ofegante caiu para trás desfalecida. Esperei alguns instantes, Mariana se sentou a beira da cama de olhos fechados, ainda tremendo e gemendo, corpo arrepiado. Eu já estava nu. Coloquei meu pau na sua frente, ela abriu os olhos, ficou olhando para o meu pau, disse que não ia chupar. Agarrei-a pelos cabelos, puxando-a para trás, fazendo ela me olhar nos olhos e lhe disse: “Escuta aqui sua puta... Eu te fiz gozar, agora eu vou gozar na tua boca, entendeu! Ou te quebro a cara aqui mesmo...” Mariana fez cara de surpresa, eu percebi que ficou assustada, mas ia se levantar da cama, quando a empurrei de volta, dei-lhe um tapa no rosto e mandei ela chupar meu pau. Mariana começou a chorar... Esfreguei a cabeça do meu pau entre seus lábios. Ela sentiu o cheiro do meu pau. “Para, seu pau tá com cheiro de urina...” Respondi a ela: “Cala boca e chupa sua vagabunda... Você provou isso... Chupa o pau sujo do seu macho ou te bato de novo...” Mariana abriu a boca, mandei-a lamber a cabeça do meu pau e aos poucos ela foi se soltando. Extinto de fêmea, ela pôs uma das mãos no meu saco e começou a lamber, desde lá até em cima. Introduzi aos poucos o pau na sua boca até sentir o saco nos seus lábios, ela engasgou... “Se vomitar no meu pau eu te arrebento sua cadela”. Meti naquela boca deliciosa até sentir que ia gozar, tirei o pau e agarrei-a pelos cabelos, levantei sua cabeça e mandei Mariana abrir a boca. Gozei no seu rosto e na sua boca, enchendo de porra quente aquela ninfeta safada. “Isso putinha... Agora eu gostei... Agora lambe essa sujeira que você fez... Chupa teu macho... Quero meu pau bem limpo...” Mariana obedeceu e em seguida se levantou. “Aonde vai minha puta?” perguntei a ela, no que me disse: “Vou para casa!” Peguei-a pelo braço e puxei para mim. Abracei com força, senti meu pau pressionar sua boceta e com uma das mão agarrei sua bunda com força. “De jeito nenhum... Ainda quero foder essa boceta gostosa...” Mariana quis se soltar: “Não! Você sabe que sou virgem...” Mas eu não a soltei e a joguei sobre a cama: “Por isso, vou completar meu serviço... Você não provocou, brincou com fogo... Agora vai se queimar”.
Para não alongar muito, contarei o final em uma segunda parte.


Ficha do Conto

Escritor:
pdbr2000

Nome do conto:
Ninfeta Virgem parte 1

Codigo do conto:
18244

Categoria:
Virgens

Data do Envio:
10/07/2012

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0

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Ultimos Comentários
Comentado por: Paulão 1 em: 13/07/2012
Valeu, gozei gostoso, parabens pelo conto
Comentado por: Pescador em: 11/07/2012
Não precisa ser a força, ela se rende
Comentado por: Perversa em: 10/07/2012
Ola!! seu conto tá uma delícia..

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