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Noite de chuva com a amiga


Minha amiga havia se separado e eu a encontrava para dar apoio durante o período difícil de muita tristeza e frustração. Ela é uma mulher bonita, de olhos e cabelos claros, filha de americanos, mas na época tinha emagrecido muito, estava com o rosto encovado e tristonho. Nós nos víamos e por vezes eu dormia em sua casa, no sofá, pois ela divide o apartamento com o filho. Na época ele era novo, adolescente, talvez uns 16 ou 17, e não curtia muito a minha presença, era eu chegar e ele sumia no quarto dele. Nada de mais, a mãe sempre explicou que eu era um amigo e que ela precisava do apoio.
Os meses foram se passando, ela foi ficando um pouco melhor. Às vezes tinha alguma recaída na fossa, mas logo se recobrava. Nos víamos pelo menos duas vezes por semana. E esse hábito foi criando muita afeição entre nós e eu fui me envolvendo, querendo devolver alguma vida e amor àquela mulher por quem tinha sentimentos tão bons. E o tesão também é uma coisa muito boa e não deixou de aparecer. Eu ficava especialmente excitado quando ela me recebia de shorts, nos dias mais quentes, porque ela tem as pernas muito bonitas. Mesmo mais magra, as pernas dela estavam sempre lindas, desde as coxas até os joelhos, as batatas, e depois as canelas fininhas, os tornozelos bem moldados e redondinhos, e os pés lindos, torneados, que nem nos períodos mais difíceis ela deixou de cuidar. As unhas estavam sempre pintadas e sempre no mesmo vermelho. Nunca mudava a cor e nunca a vi sem as unhas naquela cor. Mesmo quando descuidava um pouco das unhas das mãos, os pés estavam perfeitos. Nossa intimidade era suficiente e eu sempre elogiava os detalhes do seu corpo.
Um dia, ao nos despedirmos, havíamos bebido um pouco, e nossos lábios se tocaram. Um choque me percorreu o corpo inteiro, senti que ela também havia estremecido, mas quando olhei pra trás dela, lá estava o garoto, na sala, tinha visto a cena e armou a tromba. Fiquei sem graça e fui embora.
Algumas noites depois eu estava lá outra vez. O garoto, Julinho, nem quis olhar na minha cara. Comentei com ela, ela disse que não tinha muito o que fazer, que era bobagem dele e que não estávamos fazendo nada, e mesmo que estivéssemos, ela agora era solteira e um dia ele ia ter que entender. Nessa noite choveu muito e ela me disse pra ficar e dormir por lá. Como já tinha feito isto antes, não havia novidade. Mas fomos ficando no sofá até mais tarde, e começamos a falar do “quase beijo” da noite anterior, e eu ali olhando aquelas pernas e os pezinhos que tanto me excitavam, não tão pequenos, porque ela é alta e calça 37. Estava louco pra tocar naqueles pés e foi o que fiz, passando a massageá-los. Imediatamente senti que ela estremeceu. Perguntei se aquilo a excitava e ela respondeu, “Muito”. Aí, num movimento pra pegar um copo ou cinzeiro, não me lembro, ela se inclinou e o decote da camiseta me deu uma boa visão dos seios dela, pequenos, não muito cheios, mas com os bicos grandes e pontudos. Estavam um pouco flácidos por conta do quanto ela ainda estava magra, e mesmo por já ter passado dos 40, mas nem por isso menos bonitos e atraentes, o que estava na minha frente não era uma foto de capa de revista cheia de correções, mas uma mulher real e extremamente feminina e sensual. Fiz qualquer comentário sobre nunca ter visto os peitinhos dela e ela de pronto, me surpreendendo, tirou a camiseta, me olhou bem nos olhos e me deu um beijo suave nos lábios. Então disse, “Essa noite eu não vou aguentar, quero dormir com você. Acho que isso tá acontecendo e é melhor deixar acontecer.” Aí se levantou e disse pra eu esperar mais para o meio da noite, depois que o Julinho apagasse a luz do quarto dele e fosse para o quarto dela, e que se a pegasse dormindo que a tocasse e a acordasse assim. Me deu mais um beijo, vestiu a camiseta, e foi. Ouvi quando passou pelo quarto do filho, deu boa noite e se retirou. Do sofá eu podia ver a luz do quarto dele embaixo da porta, no fim do corredor, então nem tinha que me levantar. E nada do garoto apagar aquela luz. Mas não havia desespero, se não fosse naquela, outras noites viriam. E foi o que aconteceu, estava tão acostumado com aquele sofá que acabei dormindo.
No meio da noite, acordo no escuro, sentindo as mãos de Telma me tocando. Fiz um movimento, mas uma das mãos dela me empurrou e ouvi um “Sshhhhh”. Olhei na direção do quarto do Julinho e a fresta de luz estava lá, sob a porta. Se ele abrisse a porta, não teríamos tempo de nos recompor. Fiquei imóvel, fechei os olhos e me concentrei no que sentia. Ela foi abrindo minhas calças, tirou meu pau pra fora, massageou por um momento, então senti sua língua tocá-lo, e logo toda a boca dela envolveu a cabeça e depois todo o resto. Meu pau ficou duro no mesmo instante, era a chupada mais deliciosa que eu já tinha recebido e comecei a imaginar o quanto estava ficando louco por aquela mulher. Pensei em carregá-la dali e levá-la para o quarto, me lembrei dos bicos dos seios balançando dentro do decote, das pernas, dos pés que eu adoraria beijar dedo por dedo, e isso e a chupada iam me excitando tanto, que fui deixando rolar ali mesmo e adiando a ida ao quarto. Mas eu nem aguentei muito tempo, logo senti que ia gozar naquela boca deliciosa e cochichei para ela que isso ia acontecer, não sabia se ela queria receber toda a porra na boca. Pra minha surpresa e alegria, não houve tempo pra nada, ela manteve a boca e a língua sugando meu pau e eu gozei tudo. Eu gozo muito, minha ejaculação é farta e demorada e devia estar ainda mais carregada pelo tesão acumulado durante os acontecimentos daquela noite. Ela ia engolindo tudo, mas ouvi quando engasgou um pouco, fez um barulho com a garganta, mas não tirou meu pau da boca, foi até o fim e depois o lambeu até amolecer. Achei que a minha cabeça fosse explodir de tanto tesão, e eu apertava os meus próprios cabelos e tentava não gemer nem gritar. Por fim, acho que soltei um suspiro pra acomodar e consolar meus pulmões. Então percebi seu vulto avançando sobre mim, uma mão tocou meu rosto, voltei a fechar os olhos, recebi um beijo delicado nos meus lábios e a abracei. Então não entendi nada, porque no contato do abraço não reconheci o corpo que estava sobre mim e senti meu corpo inteiro congelar de pavor, sem entender quem estava ali. Tentei me soltar, começando a falar, mas a mesma mão que me tocava o rosto me tapou a boca e o corpo todo me pressionou, me prendendo e pude ver que era o Julinho que estava ali. Ele aproximou os lábios do meu ouvido e falou com uma voz quase feminina, que quase não lembrava a dele, “Eu sei o quanto você quer comer a minha mãe, e eu vou deixar e você vai gozar muito com ela, mas antes vai gozar muito comigo, também. E cada vez que transar com ela, vai ter que transar comigo. Se contar pra ela, eu digo que é mentira tua. E se não me comer eu apronto alguma pra você. Não é pra ficar assustado. Você adorou a minha boca e vai adorar a minha bundinha. Eu adorei o teu pau e a tua porra. Nem sabia que saía tanta porra assim de um pau só.” Então ele se levantou, e pude distinguir seu corpo branquinho atravessando o escuro com uma tanguinha bem preta enfiada na bunda.
Assim que o vi sumir dentro do quarto dele, corri assustado para o banheiro, me lavar e pensar no que tinha acontecido e no que poderia acontecer.
Lavei o rosto, me olhando no espelho. Minhas mãos tremiam. Voltei pra sala, me servi um uísque, tomei alguns goles. Não sei quanto tempo passou até que a tremedeira chegasse ao fim e desse lugar a uma incrível e estranha excitação. Então larguei o drinque e fui conferir o corpo daquela mulher maravilhosa.
Muita coisa ainda estava por vir nos meses seguintes e continuamos juntos, os três, nos vendo muito, e ele ainda finge que me detesta.


Ficha do Conto

Escritor:
robwitt

Nome do conto:
Noite de chuva com a amiga

Codigo do conto:
20174

Categoria:
Fetiches

Data do Envio:
17/09/2012

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0

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Ultimos Comentários
Comentado por: regisuk em: 19/09/2012
Esta de parabens que conto bom da porra...kkkmolequinho malandro eim...kkk

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