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Enteada no volante


Convivo com minha enteada desde os seus seis anos. É uma linda menina, hoje bem crescidinha, com seus 18 anos. Na verdade a nossa aproximação maior começou de uns tempos para cá. Sempre nos respeitamos, mas com reservas. Como disse, de uns tempos para cá com alguns carinhos e conversas ficamos mais próximos. Nos abraçamos nos acariciamos, andamos abraçados e tudo que uma relação amigável e carinhosa mereça. A questão é que junto com isso, percebo que andava me excitando com alguns carinhos. È a menina me encostar meu pau se manifesta. Não consigo controlar isso. As vezes até fujo destas situações. Outro dia sentados na sala assistindo televisão, inesperadamente se deita em minha perna. Passo a acaricia-la nos cabelos e por algumas vezes deixo a mão raspar em sua orelha, pescoço e ombro. Uns carinhos maliciosos que não resistem fazer. Foi a primeira vez que fico completamente de pau duro. Ela não percebe porque olha a tevê está de costas. Se vira mais ainda e esfrego a mão acariciando seus ombros como se tivesse fazendo massagem. Ela vai relaxando e fecha os olhos demostrando um certo prazer naquilo, mas era só uma massagem. Tentou ousar um pouco mais, com um dos dedos alcançando um pedaço dos seus seios. De cima vejo que não reage. Estávamos sozinhos em casa, mas fico medo de ousar mais. Precisei viajar por algumas semanas e volto para casa apenas no fim de semana. Seus abraços são calorosos e em muitos deles sinto seus peitos se espremerem em mim. No último fim de semana a porta se abre mais um pouco. Ela me vê e me abraça forte. Colando todo seu corpo em mim e meu pau se manifesta encostando nela que se mantem colada em mim. Francamente, quase gozei. Coisa maluca. Sentia que aquilo crescia a cada encontro a cada aproximação. Neste fim de semana, com tanto tempo com meu carro parado na garagem pero a bateria e sem conseguir dar a partida. Corro atrás de mecânico consigo trocar a bateria, mas como ainda eu teria muitas semanas pela frente, longe de casa, sabia que também poderia perder a bateria nova e como já tinha pedido para minha esposa as vezes ligar o motor do carro e nada fez, peça conta a história e peço este favor para minha enteada ligar o motor do carro sempre que pudesse. Nas minhas voltas para casa nos finais de semana, vejo que minha menina tinha atendido minhas solicitações. Desajeitada, sem saber direito como fazer, me mostra como tinha feito. Ela não sabia dirigir e foi naquela oportunidade que teve contato com um veículo pela primeira vez. Envergonhada me diz que gostaria de aprender a dirigir. Pergunto se queria que a ensinasse. Sorridente me diz que sim. A primeira lição acontece na garagem mesmo. Lhe ensino as marchas alguma coisa do painel e etc. Na semana seguinte volto pra casa e ainda sem nenhuma malícia com aquela nova situação, ela me cobra perguntado se teríamos aula de motorista. Disse que sim. No sábado pela manhã sigo sigo para uma rua onde não há movimento, sem carros em trânsito. Uma rua fechada. No caminho e vem finalmente a ideia que seria o início de um começo de uma nova relação com ela. Penso que em algum momento posso coloca-la em meu colo para dirigir e assim teria finalmente aquele rabinho delicioso sentado em meu colo. Só de penar já me excito, mas não poderia dar muita bandeira. Chego no local e repasso os primeiros ensinamentos. Trocamos de banco e a faço se sentar em meu lugar. Nervosa, não consegue nem ligar o motor. Faço alguns carinhos em seu cabelo, na cabeça e no rosto e se acalma. Liga o carro dou os comandos, mas não evolui. Chega a hora de brincar com ela no colo. Digo para sair e me sento no banco do motorista. Ela do lado de fora e digo para se sentar em meu colo com muita naturalidade. Ela entra e vai se ajeitando. Para minha sorte ela é de estatura baixa. Recuo o banco e nos encaixamos. Ainda falta um ajuste para que sente exatamente com seu rabinho em meu pau já duro e coma cabeça saindo por cima da calça. Seguro minha menina pela cintura e faço o encaixe. Ela larga seu corpo todinho em cima do meu 4 sinto finalmente seu cuzinho espremendo meu pau. Que coisa maravilhosa. Já me dava por feliz a por aquilo. Não tinha como ela não sentir meu pau em sua bunda. Ligo o motor e digo para se concentrar no volante. Apenas no volante. Troca de marcha e pedais são comandos meus. Com o carro em movimento aos poucos vou conseguindo me movimentar debaixo dela. Com o carro se mexendo e ela concentrada na rua guiando o carro vou sarrando seu rabinho. Não demora muito e gozo daquele jeito mesmo. Dentro da calça. Meu pau continua firme, duro em sua bundinha. Ela se meche e de cima vejo que minha porra espalha pela calça e por cima da barriga, Vejo a cabeça de meu pau ainda com algum líquido que escorre. Passa por cima da calça e alcança a roupa dela. Dou a nossa aula por encerrada e a partir daquilo tento esconder a meleca que fiz. Estico a blusa para esconder e descer do carro quando chegamos em casa. Minha menina festeja com a mãe sua primeira aula. Entusiasmada conta pra mãe sua evolução. Corro para o banheiro para tirar a roupa e me limpar. Ainda excitado bato uma punheta. No almoço ela me cobra a aula para o dia seguinte. E tudo acontece da mesma forma. Iniciamos com ela sentada no volante, mas não consegue fazer o carro andar. O que me coloca de novo seu rabinho no colo. Desta vez prevenido, uso papel higiênico que já estava enrolado no pau, antes de sair de casa. A coisa fica cada vez melhor. Desta vez consigo segura-la pela cintura e faço alguns movimentos de vai e vem. Com a mão direita, quando não troco a marcha, a coloco em sua coxa. Faça alguns carinhos e tudo sem que ela não perceba absolutamente nada e sem chamar atenção. Gozo mais uma vez muito gostoso, mas ainda escapa um pouco de esperma pela calça. Com mais um dia em casa, o terceiro e último ainda resta mais uma aula naquele fim de semana. Desta vez levo um casaco para amarrar na cintura e esconder e excitação e a meleca. Para minha surpresa, ela aparece de sai para a terceira ala. Já saio de casa de pau duro. Mais ousado, a faço se sentar direto no meu colo. Antes que se sente, sutilmente afasto sua saia enquanto se senta em meu colo. Pela primeira vez ponho minha princesa só d calcinha em meu colo. De repente me cai a ficha. Se antes, na primeira vez não tinha como não sentir meu pau duro, agora mais do que nunca só de calcinha e sem reclamar ou se manifestar. Algo estava se passando por aquela cabecinha, mas não tinha a menor idéia. Tenho certeza disso quando coloco minha mão em sua perna. Vejo que se arrepia. Seu corpinho fica todo empelotado. Ganho confiança e passo a fazer carícias em sua coxa. Subo lentamente e finalmente chego em sua xaninha. Com o indicador por cima da calcinha acarinho ela. Vejo que estamos os dois excitados. Paro o carro. Beijo seu pescoço, sua orelha. Ela se larga em mau colo. Eu não creditava naquilo. Levanto o elástico da calcinha quando pela primeira vez encosto em sua bucetinha. Toda molhada ela geme. Deitada em meu ombro pergunto se já tinha feito isso com alguém. Ela diz que com os meninos da escola. Insisto com outra pergunta, se era virgem. Disse que sim. Que só tinha beijado e deixado ser acarinhada. Ponho o pau pra fora colocando entre a calcinha e a buceta. Com o dedo faço carinhos no grelo. Gozamos juntos. Terminamos suados, desajeitados com muita porra em sua perna, xana e calcinha. Limpamos e voltamos pra casa. O meu trabalho fora de casa termina e nossas aulas se seguem. Além das aulas, passamos a brincar muito em casa também. Mas ela ainda continua virgem. Mesmo assim me provoca gozos maravilhosos. Aprendeu a chupar, me punhetar e ainda muitas vezes brinco com seu rabinho, colocando só a cabeça, mais tarde pretendo entrar um pouco mais. Ela se delicia com minha língua e do pau em seu grelinho. Ainda não aprendeu a dirigir.
                                
Foto Perfil caveira

Ficha do Conto

Escritor:
caveira

Nome do conto:
Enteada no volante

Codigo do conto:
20693

Categoria:
Incesto

Data do Envio:
03/10/2012

Quant.de Votos:
12

Quant.de Fotos:
1

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Ultimos Comentários
Comentado por: notório em: 06/04/2013
Olha esse conto é super excitante e é algo que eu venho tramando fazer com minha afilhada já há algum tempo.

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