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O meu sobrinho e a Mãe


Há dias que andava a matutar na ideia a minha irmã vinha visitar o filho, o que me impedia de dormir com ele como habitualmente, era uma boa oportunidade para os pôr a dormir juntos desculpando-me com a falta de camas, a ver se a coisa pegava no calor dos lençóis desde sempre ela acalentava a ideia de foder com o filho. embora não o confessasse eu sabia que era esse o seu desejo, sempre atrás dele para todo lado, ele sempre fora exageradamente protegido por ela. não poucas vezes se veio a dormir sonhando com ela até na minha cama.
Assim, quando ela chegou li-lhe a sentença.
Vais dormir aqui no meu quarto com o teu filho que eu fico lá dentro!
Disse-lhe em segredo pondo-lhe a mão entre as pernas por debaixo da saia apalpando-lhe a cona por cima das cuecas.
Não me faças isso! És parva? pode entrar alguém!
Protestou assustada.
Parva és tu! Estás aqui com a madre toda assanhada! Olha para isto? Deixa-te de tretas! A mim não me enganas trata mas é de te portares bem se não dou-te umas palmadas nesse rabo para aprenderes!
Brinquei…
Veste uma camisa de noite curta para lhe fazeres tesão que o rapaz merece!
Prossegui…
Há! Tens cada uma Vanda!
Pensas que eu sou parva?...julgas que não sei que gostas dele só para ti? Mexe-te antes que venha uma lambisgóia tirar-te o lugar mulher.
Abanou a cabeça como se eu tivesse dito um disparate,
sem paciência, para mariquices, agarrei-a pela cintura. virada de frente para o espelho do guarda fato, arreie-lhe as cuecas pelas pernas abaixo, espetando-lhe os dedos na cona, mexendo-lhe no grelo.
Vá rapariga porta-te bem. Abre as pernas, endireita a caçoleta, isso deita no meu ombro, assim deixa-te levar!..
Disse incisiva, com os dedos enterrados. chapinhando na vagina babada claro que não opôs resistência. deixando-se foder, era assim desde pequena barafustava mas depois amochava obediente lembro-me bem das visitas fugidias aos palheiros lá na aldeia para fazermos aquilo. Aquilo era foder a cona uma à outra deitadas na palha com as saias pela cabeça e os dedos a coçar os grelos com as caras vermelhas como um tição mais atrevida atirava-me a ela aos beijos na boca acabando por nos virmos como mulas desferradas minutos volvidos foi sacudida por um breve orgasmo. Soltando um tímido suspiro de gozo.
Ora! Assim é que eu gosto de te ver rapariga!
Segredei-lhe ao ouvido, beijando-lhe a face, retribuiu sem dizer nada.
Tira as cuecas! Então? vais-te deitar com o rapaz de cuecas vestidas? Tens medo que ele te veja o rabo e a cona?
Exclamei…
Não digas disparates. bem sabes que ele é encolhido para essas coisas!
É! um encolhido por tua culpa, sempre com mariquices em volta dele! Não há paciência!
Aquela mania dela fazer do filho um palerma deixava-me furiosa coisa parva mais sabia ela que o rapaz fodia comigo e sei lá com quem mais.
Não te armes em sonsa! Vá deita-te lá na cama, olha ele já chegou!
A porta da rua bateu, o Ruca entrou no quarto encontrando a mãe já deitada estranhou, quando viu que ia dormir com ela, costumava. ficar de haste empinada a noite inteira na cama comigo estava curiosa em saber como se iria safar. nu da cintura para como era costume lá se aninhou junto da mãe apaguei a luz, saindo. No silencio da noite, deitada na cama, não pregava olho excitada com a ideia deles estarem juntos, que estaria acontecer era a pergunta que bailava na minha cabeça, o melhor era ir ver, decidi, descalça, caminhei pelo corredor começando a ouvir gemidos ainda que abafados seria? Com cuidado espreitei pela porta entreaberta acertando na muche. A minha irmã estava destapada, de pernas abertas, com o filho aninhado entre elas fodendo-lhe a madre, podia ver as nádegas dele movendo-se, indo há cona há mãe. Enfiando-lhe o caralho num vai vem suave quase imperceptível, evitando abanar a cama. para não ranger. Esperto o rapaz, a minha irmã, balançava sacudida pelas fodas que o filho lhe dava, de olhos abertos, soltando pequenos suspiros como que extasiada Deixei-me ficar encostada à porta a ver, esfregando a cona cheia de tesão.
Acontecera por fim. ela sempre que se vinha na cama sozinha era nele que pensava que eu bem sabia e ele, embora inconscientemente partilhava do mesmo sentimento, aos poucos os suspiros subiram de tom. estão se a vir. pensei. observando atentamente, o Ruca, impelia agora as ancas espetando a cona há mãe com vigor redobrado uma e outra vez, a minha irmã abriu mais as pernas, abraçada a ele, retesando o corpo em espasmos sucessivos, gozando no caralho do filho feita doida dei por mim a incentivá-lo mentalmente.
Vai....isso! fode-a! ....enfia vai...isso...assim. ...meu lindo! fode a cona à tua mãe isso....fode!..
O Ruquinha parecia que me escutava, enfiou-se nela até aos colhões, numa estocada forte, pronto! está a esguichar pensei, imaginando o que sentiria a minha irmã naquele momento, inundada pela esporra do filho, enchendo-lhe a cona de liquido cremoso e quente, como o maroto me fazia a mim. Aquilo era demais. apertei o grelo entre os dedos. E foi o bastante. para ter um orgasmo fulminante. sentei-me no sofá junto à porta. para não cair espantada com o estado em que ficara por os ver a foder. Atarantada voltei para a cama com a imagem deles engatados na cabeça.      
No dia seguinte mal ela saiu para as compras, corri lampeira a meter-ma na cama enroscada no Ruca, que matreiro fingia dormir, com a mão procurei a pila apertando-lha meia tesa entre os dedos, beijei-o, abraçou-se a mim sorridente.
Então! meu safado! gostaste da cona dela?
não faças essa cara, sabes bem do que estou a falar meu maricas. Eu vi-te ali da porta, não tens que ter vergonha, todos os filhos à sua maneira tem tesão pelas mães e elas por eles embora não o confessem!
Murmurei-lhe ao ouvido manhosa apertou-se mais contra mim dengoso.
Deixa-me enfiar Vandinha! Vamos dar uma fodinha rápida.
Vamos, querido, mas primeiro conta-me como foi com a tua mãe!
Exigi…
Não há muito a contar tia, a certa altura fiquei virado para ela, com a picha tesa encostada na sua barriga, sem dizer nada abriu as pernas, e ela escorregou nos pintelhos encostando nas bordas, depois foi só empurrar um pouco, e entrou afundando na cona, rodamos na cama já engatados ,começando a foder e pronto.
Heia! Ela não te disse nada?
Não, nem uma palavra sobre o assunto tia.
Deixa melhor assim!
Murmurei, afagando-lhe o rosto, abri as pernas guiando a cabeça do caralho para dentro da cona. Com a mão aberta sobre o rabo dele fi-lo entrar mais entre as minhas coxas calcando-me a barrigota, fazendo a haste ir mais fundo dentro de mim. Agora sim tinha-o todo na minha cona.
fode-me como fizeste a ela!.
Agora sou eu a tua mãe, fode-me toda filho...fode vai há cona há mãe...isso...dá fodas grandes amor...mete a pila toda...aaaeee...vai força!...
Dizia baixinho, levando na cona esparramada debaixo dele, que extasiado desempenhava o seu papel.
toma mãe! Toma! assim! Isso abre a tua cona toda para mim! assim! Isso!
Murmurava espetando-me com vigor redobrado pela encenação quase me fazendo sentir sua mãe de verdade gemendo nos seu braços   fez-me vir de forma intensa, sacudida de cima abaixo por orgasmos poderosos.   
Ai meu deus...ai meu deus...aaaeee....ai que me matas amor...aaeee.
Tia...mãe!...ai...Vanda!...Vanda...toma...toma...assim....
O coro de gemidos foi esmorecendo, ofegantes, trocávamos beijos e carícias, ele tirava para fora, e metia outra vez, com um ruído molhado de sucção a cada mergulho na minha vagina latejante. Ficámos imóveis saboreando o relaxar dos corpos. no calor da refrega, nem demos pelo regresso da minha irmã.
Decerto que nos viu!
Disse para o ruca num encolher de ombros.
A tarde estava morna, a pedir uma sesta, eu sentada no chão do corredor costurava, enfadada a ver televisão com o Ruca, sentado num banco à porta da cozinha, o filme era uma porcaria, pisquei-lhe o olho.
Tira a tua coisa para fora querido...mostra para a tia!
Pedi-lhe baixinho para a minha irmã não ouvir deitada no quarto em frente a descansar. apesar da proximidade da mãe. ele baixou as calças junto com as cuecas, virando-se na minha direcção com as pernas afastadas mexendo no caralho para eu ver. Sorri, contemplando o sobe e desce da sua mão na haste tesa. Batendo há punheta. Senti, o calor subir por mim acima. abri as pernas desapertando a bata e passei os dedos nos pintelhos lentamente mergulhando o indicador na vagina esfregando o grelo com os olhos pregados um no outro masturbando-nos, não mais ligando ao filme, qual garotos, a fazer maldades às escondidas. Fiz-lhe sinal para que se aproximar arrastando as calças lá veio parando junto a mim exibindo a haste entumecida passei os dedos molhados da cona na glande escorregando ao longo do caralho humedecendo a pele deixando a brilhar viscosa apertei o membro nos meus dedos mexendo-lhe nos tomates com a outra mão depois passei a língua na cabeçona lambendo-a devagar sem deixar de olhar para ele num silêncio apenas quebrado pelo som do filme engoli devagarinho sentindo a escorregar na língua macia aveludada deixando a glande tocar a garganta comecei a chupar devagar saboreando cada mergulho na minha boca pela primeira vez estava a gostar de fazer um broche mamando aquela pila tesa com gosto o Ruca tentava aguentar-se para não esporrar todo a tremer começando a suspirar num ai tia! ansioso entusiasmada decidi dar a estocada final a minha mão deslizou entre as pernas dele subindo acariciando-lhe o rabo ao longo do rego massajando-lhe o ânus fiz força enfiando o dedo subindo pelo recto dentro mexendo num movimento de vai vem incisivo ele retesou-se todo mordendo o meu dedo com o cu numa contracção violente senti uma onda quente invadir a minha boca enchendo-a de esporra esguichando num pular compassado engoli um pouco o esperma escorria-me pelo queixo tentei segurar dentro da boca o mais que pude ele tirou o caralho esfregando-mo na cara lambuzando-me a face senti-me porca uma verdadeira puta adorei ter feito aquilo acto continuo meti os dedos cobertos de langonha na cona esfregando o grelo com toda a força lesto tapou-me a boca abafando o meu grito sacudida por um orgasmo logo seguido de outro vibrando de gozo a vir-me toda respirei fundo ofegante acalmando aos poucos daquela emoção ele pegou-me na mão retirando os meus dedos da cona cobertos de fluidos vaginais passando-os nos meus lábios chupei o indicador num vaivém vagaroso sentindo o gosto da minha cona enfiando depois na boca dele saboreando o gosto de o ver chupar a minha mão lambuzada. Tentei voltar há costura mas estava demasiado alterada numa veneta repentina levantei-me abrindo a porta do quarto sem fazer barulho espreitei a minha irmã dormia deitada de lado de costas para a porta chamei-o.
Não faças barulho ruca vem cá!
sorrateiros entramos ficando a olhar para ela a camisa de noite mal lhe cobria o rabo com as pernas flectidas mostrando as coxas bem torneadas arrisquei puxando o tecido bem devagar para não acordar pondo-lhe o rabo todo há mostra o caralho do Ruca pulou teso ao ver cu da mãe assim todo ao léu puxei-o para mim abraçando por trás.
Gostas do cu dela? Faz-te tesão não faz...olha bem a tua pila como está grande só de a veres!
Segredei-lhe ao ouvido ao mesmo tempo que o masturbava batendo-lhe há punheta.
Gostavas de meter o caralho no cu dela? Já imaginas-te? Todo enfiado até aos tomates a dar fodas grandes, a ires-lhe ao cu. Ela a gemer a ser enrabada. Gostavas não gostavas?...
Ele dizia que sim com a cabeça, olhos fixos no rabo da mãe, ondulando as ancas, acompanhando os movimentos de vaivém da minha mão,
Vá Ruquinha...vamos fazer de conta! Escuta! estás-lhe a ir ao cu...vá! fode-a...vamos fode...não pares...diz baixinho para mim diz!!
Sim. Tia, Vanda! estou a ir ao cu, à minha mãe....estou-a enrabar a foder...olha! vês? Estou todo enfiado no cu dela! está a ser enrabada por mim! Assim olha com fodas grandes vês tia? está a levar no cu...ai tia!...
Isso meu querido! fode-lhe o cu com força! Olha como ela geme!
Sim! Tia! …não posso mais...tia....tia...vou...esporrar no cu dela...agora Vanda olha!...ai! Vanda!   
O pobre não aguentou mais esguichando a esporra saltou caindo sobre o rabo da mãe num esguicho a seguir ao outro escorrendo nas nádegas alastrando pelo rego dela até há cavidade anal numa poça viscosa pingando sobre o lençol em gotas grossas.
Vês? Faz de conta que lhe foste ao cu...olha para ela toda esporrada estás a ver querido?
Estou tia. És louca é verdade. Faz de conta que lhe fui ao cu...que a enrabei toda...tens razão tia....
Sussurrava satisfeito contemplando a mãe. Toda suja de esporra resolvi ser perversa.
Dá-lhe um beijo no cu assim esporrado. Como recordação da enrabadela!
Olhou-me indeciso, por momentos..
Depois, baixou-se apoiando-se na cama com extremo cuidado para não a acordar, beijando-lhe as nádegas, depois o ânus coberto de esporra, lambendo o rego de uma ponta à outra. o fedelho surpreendia-me deixando-me sem fala, extasiada, arder com tesão vendo-o fazer aquilo à mãe. que, parecia continuar mergulhada no sono .quis provar a boca dele. Beijou-me. trazendo o sabor do rabo da mãe, na ponta da língua, num gosto a esporra e saliva que se espalhou na minha boca, correndo-me pela garganta. Apesar de porco aquilo levou-me ás nuvens.
Abraçamo-nos, na semi-escuridão do quarto, afastei as pernas, encostada ao toucador, desapertando a bata, afastando o tecido para o lado. puxando o rapaz para o meio das coxas, pus o seio nos seus lábios. vendo-o mamar com o mamilo enfiado na boca, esfregando-se no meu corpo nu.
Estou a ficar toda molhada Ruca. Já não posso mais. Querido, mete-me a pichota na cona, nem que seja só um bocadinho anda ,fode-me aqui na frente dela...
Murmurei, desnorteada ajudando a encavar a cabeça da bicha na vagina, não estava fácil, assim de pé para uma gorda como eu, a barriga anafada estorvava, ia calcando as banhas com as mãos, abrindo espaço Depois de algumas tentativas, ele lá conseguiu penetrar-me. Mordi o lábio de prazer. ao senti-lo dentro de mim. Assim, ali na frente da minha irmã, que embora dormindo estava presente. O pénis deslizava na minha cona ainda bem teso apesar de se ter vindo impelido pelos movimentos das suas ancas numa cadencia lenta era um esforço foder-me naquela posição mas eu estava adorar
Ai. Meu deus, ruca. Faz devagarinho....devagarinho...assim a tia sente-te todo dentro dela assim...assim filho...fode amor...
Comecei a transpirar, toda eu estava em brasa, cheia espasmos descontrolados, senti os peitos inchar os mamilos duros empinados levei o seio à boca chupando um depois o outro louca de gozo a minha cona jorrava sumo alucinada escorrendo-me pelas pernas numa sucessão de orgasmos, cada um mais forte que o outro. Beijei o ruca com sofreguidão enfiou a sua língua macia dentro da minha boca com paixão. rolando entrelaçadas, num linguado lento, saboroso, senti-o tremer prestes a vir-se
Vem-te para mim Ruca!
Esporra para tia!
Meti-lhe o dedo no cu, para aumentar o seu prazer sentindo o morder do ânus, a cada esguichadela, que deixava dentro de mim .
Mexe-te filho isso!...
rebola no dedo da tia!..
mexe o cu. Para teres mais prazer!...
aproveita que eu sei que gostas faz de conta que tens um caralho a ir-te ao cu!
Sussurrar-lhe
Sim, tia, sim...sim... tia aaaeeee, estou a rebolar...estou a rebolar!...
Gemia, balançando aquele rabiosque perfeito, a merecer uma foda de algo mais interessante que o meu dedo, esguichando, senti a cona alagada, cheia de esporra, satisfeita, olhei a mãe dele adormecida, com o rabo esporrado do caralho do filho. num lampejo perverso peguei o lápis sobre o móvel.
Espera ruca não te mexas, tive uma ideia querido!
Disse-lhe ao ouvido, encostei-lhe a ponta do lápis no ânus, empurrando para dentro, enfiando-lhe aquele pau fino pelo cu acima lentamente,
Tia!...tia...vais-me magoar...espera...espera!...
Gemeu todo a tremer tarde de mais o lápis entrara todo, ficando apenas a ponta de fora, respirou fundo pousando a cabeça no meu peito. A penetração do lápis, fê-lo ficar com a haste tesa de novo, num derradeiro lampejo de tesão pulando, apertada na minha cona hoje vais despejar os colhões até à ultima gota querido pensei comigo rodei o lápis dentro dele provocando-lhe uma sensação estranha num prazer bizarro e desconhecido retesou-se todo. soltando nova esporradela na minha cona. e nos pintelhos preocupada, com o esforço que lhe fora exigido Decidi mudar a brincadeira, agora aguenta querido! A tia quer experimentar uma coisa! Dizendo isto vesti-lhe as cuecas da mãe, que estavam sobre a cama, regressando ao corredor, sentei-me no sofá com a bata aberta toda descomposta, ele, alapou-se no banco com a haste meio tesa, enfunada nas cuecas usadas da mãe. A renda manchada de esporra da cona dela cobrindo a glande, numa simbiose perfeita. permanecendo naqueles propósitos um ror de tempo arriscando ser apanhados por alguma visita inoportuna da vizinha de baixo ou a dona da casa o relógio bateu seis horas estiquei o braço pus, a mão dele sobre o pano rendado. Olhando-o nos olhos com malícia.
Vá Ruca dá o teu melhor filho, bate uma punheta grande, em honra da tua mãe, querido, vem-te ,nas cuecas dela, que ela merece!
Sem hesitar ele começou o vaivém do punho fechado sobre a haste fitando-me sério o rosto vermelho de excitação medo e tesão.
Vá fode...isso...fode com gosto....dá uma esporradela grande nas cuecas da tua mãe querido....vais esporrar muito não vais Ruca?
Vou. Tia...vou-me esporrar todo...todo...uma esporradela grande...grande!.. grande!....
Suspirava, arregaçando o caralho. compenetrado, a minha irmã, despertara, assomado na porta do quarto, sem que ele dar por isso, ficando a ver o filho, ali a bater há punheta. a um sinal meu, ela, aproximou-se, Desconfiada, surpreendido o Ruca, parou
Vamos, continua faz para a tua mãe ver. Vá fode o caralho como estavas a fazer!
Disse-lhe abraçando a minha irmã pela cintura fi-la sentar no meu colo, puxando-lhe a camisa de noite para junto das mamas. Abrindo-lhe as pernas.
Olha, vês? A tua mãe está a mostrar a cona dela para ti...olha bem! Olha! vês?....empina, a pachacha para ele ver bem rapariga...vês Ruca? gostas da cona dela? Repara bem o papo. Os pintelhos. Gostas dos pintelhos dela? ...
Ele tremia nervoso. Sem conseguir articular uma palavra a minha irmã, não lhe ficava atrás, ali com a madre toda arreganhada na frente do filho. muda, tal era a emoção. Mandar é uma sensação agradável. Pensava poderosa dominando os dois a meu belo prazer. A haste ameaçava esporra a qualquer instante. Pese embora os seu esforço para se segurar a esporra jorrou no pano empapando as cuecas…
estás- te a vir?
Estou tia!
Não digas para mim diz para ela...vá não tenhas vergonha...a punheta é em honra dela não é?
É! Tia...é sim...Sim...estou-me a vir, mãe.... Estou-me a vir...estou-me a esporrar todo para ti!   Aaaeee!... mãe!... Estou-me a vir....... olha...olha....assim nas tuas cuecas vês mãe vês?....assim ...assim...
A minha irmã olhava para o filho em êxtase com a cara vermelha de excitação
Lindo! Agora, a tua mãe vai-se vir para ti!..
Vai foder a cona para tu veres!
Anda rapariga enfia os dedos na rata fode para o teu filho ver....esfrega bem o grelo....vamos abre bem a cona mostra...mostra como fazes quando te fodes na cama a pensar nele..
Obediente ela espetou os dedos na cona acanhada de inicio foi-se soltando chapinhando na vagina. Arreganhando-a toda para o filho ver. Senti-a retesar. com a chegada do orgasmo.
Fala para ele mulher!
Gritei
Aaaeee! ...Filho estou-me a vir...estou-me a vir toda filho....aaaeee... olha...olha....a mãe está-se a vir....aaaaeee...vê..estou-me a vir para ti filho...só para ti...
Gemia. perdida a vergonha. rebolando-se para ele sentada no meu colo toda aquela cena fez-me vir. com apenas um leve roçar de coxas. Tal o estado de excitação em que eu estava.
Peguei na mão dela, molhada da cona colocando-a sobre o caralho, atirando para o chão as cuecas empapadas começando a punheta-lo as duas. Correndo a haste apertada nos nossos dedos num vaivém suave. Acabando por deixar a haste só para ela. punhetando o filho decidida.
O ruca olhava a mãe a bater-lhe à punheta estarrecido. A sua cara não revelava o que sentia, o mesmo se passando com ela decidi dar o toque final
Dispam-se os dois!
Segredei-lhes colocados nus em frente um do outro abraçaram-se unindo os lábios num beijo quente roçando as línguas num linguado cheio de tesão! Ao vê-los assim senti orgulho faziam um belo par de amantes mãe e filho beijando-se como dois namorados cheios de tesão
Vá meus pombinhos vão dar uma foda!
Segredei
Empurrando os dois para dentro do quarto mesmo a tempo a porta do quintal abriu com estrondo a voz da Amélia gritou espalhafatosa entrando de rompante na galhofa fomos para cozinha ficando à conversa as duas enquanto o Ruca fodia a mãe enfiado no quarto ansiosa que aquela chata se fosse para saber os pormenores

Foto Perfil Vanda

Ficha do Conto

Escritor:
vanda

Nome do conto:
O meu sobrinho e a Mãe

Codigo do conto:
21142

Categoria:
Incesto

Data do Envio:
16/10/2012

Quant.de Votos:
15

Quant.de Fotos:
0

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Ultimos Comentários
Comentado por: adorolokuraspro em: 21/10/2013
HUMMMMMMM K TESAOOOOOO
Comentado por: adorolokuraspro em: 20/10/2013
NOSSA K DLÇÇÇÇÇ
Comentado por: Falcão em: 18/10/2012
Gostei muito do conto teve meu voto, com uma tia assim e uma mãe queria foder elas todos os dias...

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