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Orgia & Incesto


Orgia e incesto.

        Olá! O relato que aqui vou descrever é um pouco grande e por isso está dividido em varias partes. Os nomes obviamente são fictícios.
1ªparte.
Chamo-me Luís sou moreno, tenho 35 anos 1.75 m e sou de estatura media. Minha esposa Sofia tem 33 anos, de pele branca, um pouco mais baixa que eu e ligeiramente rechonchuda.
        Moramos no litoral centro, de Portugal, onde trabalho por conta própria. Nós somos uma família bastante frontal e directa, não temos tabus entre nós mas o nosso relacionamento sexual nunca passou para alem de marido e mulher com umas fantasias pelo meio, nunca foi nossa intenção realizar tais fantasias no entanto sem querer-mos, acabamos por realizar algumas fantasias tal como se descreve em seguida.
        A um Sábado em pleno Verão fomos visitados por um casal nosso amigo de Beja que tem uma casa de ferias nesta zona e que vinha acompanhado por outro casal de Beja que nos foi apresentado (Pedro de 42 anos de estatura forte e pele ligeiramente queimada e sua esposa Lara de 39 anos rechonchuda pele clara com uns seios bem avantajados mas firmes, rabo bem feito, e coxas roliças. Uma mulher de encher o olho). Depois das apresentações o meu amigo foi directo ao assunto, que era que o carro do casal amigo estava com um problema de luzes, embora o carro funcionasse não tinha luzes o que estava a estragar o fim-de-semana deles pois caso não resolvessem o problema teriam de partir para Beja no Domingo muito mais cedo que o previsto pois não podiam circular de noite sem luzes e as oficinas aqui na zona estavam encerradas pois era fim-de-semana, como tenho alguns conhecimentos de electricidade, imediatamente eu disse que tentaria resolver o problema e assim nós os homens fomos para o carro tentar reparar o problema enquanto as mulheres foram para o terraço da casa ver a paisagem, porque dentro de casa estava muito abafado, aquele fim-de-semana estava invulgarmente muito quente. E assim por volta do meio da tarde eu tinha conseguido resolver o problema das luzes o que deixou o Pedro extremamente contente pois o fim-de-semana já estava um pouco maior já que podia ir para Beja durante a noite. Uma vez que o problema estava resolvido voltamos para junto das mulheres que tinham acabado de preparar um lanche para todos mas antes de chegar junto delas fui directo ao WC para me lavar e como a porta estava só encostada abri a porta sem bater (pensava que não estava ocupada) e deparo com a Lara sentada na sanita com parte do corpo destapado, (do umbigo até aos joelhos) pedi-lhe desculpa dizendo que não sabia que o WC estava ocupado, ao que ela responde que não tinha importância pois o que tinha visto não era nada de invulgar. Nisto fecho a porta e vou para o WC ao lado (em casa há dois ) e enquanto me lavava eu revia em pensamento aquela visão do corpo da Lara branquinho com um pequeno tufo de pelos púbicos bem arranjados e um par de seios embora tapados pela camisa e soutien estavam extremamente apetecíveis de apalpar, tudo isto acabou por me provocar uma pequena erecção, que me fez desviar o pensamento para que esta desaparecesse e pudesse juntar-me a eles para lanchar sem que eles dessem por alguma coisa. E assim ficamos na conversa até quase à noite. Por volta das 21 horas as visitas resolveram ir embora, é então que o Pedro me pergunta quanto me devia pela reparação, eu respondi que pagaria para a próxima, ele volta a insistir em pagar e eu volto a recusar, então ele olha para a Lara como que a perguntar o que deviam fazer ela fica um pouco pensativa e de repente convida-nos em tom de ordem a passar alguns dias em casa deles dali a 15 dias já que havia um feriado a meio da semana. Olhei para a minha mulher e pergunto-lhe se concordava, ela acenou que sim. Combinamos então que o Pedro nos viria buscar no Sábado depois do almoço, fez-se as respectivas despedidas ficando o meu amigo para o fim, que de uma forma disfarçada me confidenciou que o casal era todo para a frente e sem tabus mas de grande confiança e responsabilidade. Aquelas palavras ficaram a martelar na minha cabeça e a noite quando já estava-mos deitados comentei o que tinha ouvido e o que se tinha passado no WC, fazendo com que eu recorda-se novamente aquela visão e ficasse com uma excitação enorme o que me levou a apalpar a vagina da minha mulher e verificar que estava bastante húmida, pergunto-lhe porquê, e ela diz-me que estava a imaginar a cena do WC e que por isso estava bastante excitada, pedindo-me imediatamente que salta-se para cima dela e a fornicasse com força pois estava louca de desejo e queria sentir a cona completamente preenchida pelo meu caralho (fiquei um pouco admirado pois a Sofia não costuma dizer palavrões) e assim fizemos amor como à muito não fazia-mos.
        Finalmente chega o Sábado e como estava combinado por volta das 4 da tarde chega o Pedro com a Lara para nos levar (temos carro mas como o Pedro tinha de ir a Lisboa ( ele é construtor civil ) assim passou por nossa casa e nos levou.) durante o caminho falou-se de varias coisas entre elas de tabus e preconceitos da sociedade, revelaram-nos que tinham dois filhos a Rute de 18 anos e o Rui de 17 que tinham ficado em casa e que lá em casa quando esta calor é costume andarem totalmente nus ou só em roupa interior. Não há tabus em casa e por isso nada a esconder fazem todos parte da família o que os leva a serem muito unidos e totalmente abertos, no entanto isto só é possível quando não existe visitas estranhas (fora da sua confiança) ou familiares (estes são muito conservadores) em casa, situação muito rara. Disseram-nos. Pois as raras visitas são geralmente pessoas de certa idade e de negócios nunca pernoitam lá em casa (pois estão sempre com pressa), o quarto de hóspedes só é usado por familiares e era-mos os primeiros não familiares a usar o quarto porque era-mos de sua inteira confiança já que o nosso casal amigo lhes dera boas referencias a nosso respeito por isso nós podia-mos estar a vontade era como se fosse-mos membros da família.
        Finalmente ao final da tarde chegamos a casa, mal chegamos a Lara apresenta-nos a Rute que apesar de ter só 18 anos já era uma mulher, com +/- 1,60 m de altura, a rondar os 58 kg, de cabelo escuro pelos ombros, olhos escuros e grandes, pele queimada pelo sol uns seios enormes ( maiores que os da mãe ), redondos e firmes, uma cintura a medida do corpo e umas pernas grossas mas sem sintomas de celulite. (uma mulher que chamava a atenção) e extremamente simpática. De seguida apresenta-nos o Rui ligeiramente mais baixo que a irmã e mais magro de cabelo escuro cortado à tropa pele morena do sol e ligeiramente musculado, aparentava ser um rapaz simples e desinibido também muito simpático. A seguir a Lara mostra-nos a casa e o nosso quarto. Era uma vivenda enorme de cor branca com 1º andar e um terraço, o rés-do-chão era composto por uma porta central (acesso principal da casa) seguido de um corredor que acabava ao fundo da casa numa escada que dava para o 1º andar. Ao lado esquerdo da porta de entrada no corredor existia uma porta que dava para uma garagem que ocupava metade da casa, do lado direito existia outra porta que dava para uma cozinha para assados, na cozinha havia dois acesso, um para a rua e outro para um WC. Quanto ao 1º andar a começar da escada existia um corredor central que acabava numa sala enorme com terraço, do lado direito do corredor existia quatro quartos, o primeiro junto a escada era o de hóspedes (nosso) a seguir era o quarto do casal (Pedro e Lara) depois o quarto da Rute e finalmente o quarto do Rui junto a sala, do lado esquerdo também junto a sala havia a cozinha seguida de um quarto de arrumações, um WC pequeno e por fim um WC enorme junto à escada com banheira de hidromassagem. Depois de ficarmos a conhecer a casa a Lara foi fazer o jantar com a Rute na cozinha de baixo enquanto fomos por as malas no nosso quarto, ao entrar no quarto verificamos que existia uma porta funcional e destrancada ao lado da cama, que dava acesso ao quarto do casal, ficamos espantados e curiosos por isso e porque estavam todos lá em baixo decidimos abrir a porta e o que vimos para alem do normal num quarto foi outra porta do outro lado da cama que dava para o quarto da Rute, fiquei ainda mais curioso e contra todas as regras e ordens da Sofia resolvi abrir também aquela porta, ficamos a saber que todos os quartos tinham acesso interno ao quarto do lado. Voltamos para o quarto para acabar de desfazer as malas quando surge o Rui a chamar-nos para jantar. Acabado o jantar fomos para a sala onde começamos uma conversa banal, a dada altura o Rui e a Rute levantam-se e saem da sala, ficamos só nós os quatro no falatório até eu ter de ir ao WC, quando cheguei junto do WC mais pequeno fiquei perplexo com o que vi no WC grande, a porta estava aberta e na banheira estava o Rui com a irmã na maior descontracção, ao ver a quilo retardei a minha entrada no WC (não se aperceberam da minha presença) e fiquei a observar o panorama, ele estava de pé de costas para a porta se lavando enquanto a Rute estava dobrada para a frente lavando as pernas, resolvi seguir para o meu destino antes de ser apanhado. Ao entrar no WC fecho a porta e com mais calma analiso ao pormenor o que acabara de ver. O Rui não me interessava mas a Rute sim, fechei os olhos e lá estava ela dobrada para a frente com aqueles seios enormes, redondos de mamilos médios mas saídos, de tom rosa com uma aureola de +/- 5 cm de diâmetro e firmes pendendo do seu tronco, juntamente com um rabo bem feito que combinava com umas pernas perfeitas. Começo a imaginar como seria fazer sexo com ela enquanto o meu pénis já de fora e completamente erecto me levava inconscientemente a masturbar-me (eu estava super excitado) quando repentinamente me lembrei que a minha esposa estava esperando o meu esperma. (É que ela delira quando ejaculo em abundância dentro dela e o período tinha terminado no dia anterior, portanto há já alguns dias que não havia nada de sexo o que fazia o meu esperma se acumular) a custo resolvi parar mas estava de tal maneira excitado que tive de fazer um esforço enorme para urinar. Volto novamente para a sala onde continuamos no falatório até surgir o Rui e a Rute para se despedirem de nós, pois iam para uma festa de anos e chegariam bastante tarde. Logo que eles sairão a Lara pergunta-nos se queria-mos tomar um banho já ou ficar para o fim, disse-lhe que ficava-mos para o fim (fiquei curioso para ver como ela se apresentaria depois do banho) e assim a Lara foi tomar banho dizendo que não se demorava. Pouco depois toca o telefone. Pedro atende o telefonema diz qualquer coisa e desliga, olha para nós e em tom de lamuria diz-nos que domingo bem cedo tem de ir ao Algarve com o Rui por causa de um negocio de vivendas mas que não havia problema já que a Lara e Rute ficariam em casa e com um carro para que nos mostrassem a cidade.
        Finalmente surge a Lara. Muito acima do que eu esperava (já sabia que não havia tabus mas não àquele ponto) trazia apenas vestido uma camisa de noite quase transparente que acabava um pouco acima do joelho e desabotoada do umbigo até ao pescoço (meu coração disparou) era perfeitamente visível aqueles seios fartos e firmes esticando a camisa deixando-a aberta de cima a baixo ficando um pouco de cada seio à mostra notando-se e muito através do tecido uns bicos pequenos mas erectos numa aureola cor rosa claro de +/- 4 cm de diâmetro, o volume e a firmeza dos seios era tal que mantinham a camisa afastada em toda a frente do corpo deixando apenas notar-se uma pequena sombra púbica que puxava pela minha imaginação. Nesta altura já o Pedro estava também tomando banho. Enquanto isso, a Lara sentou-se com a maior descontracção ao lado da Sofia e ambas iniciam um dialogo de mulheres, enquanto eu, evitava olhar para a Lara, vendo tv para não ter uma erecção e passar por uma vergonha, até surgir para meu espanto e de Sofia o Pedro completamente nu. Apesar de ser um homem não deixei de reparar nos seus órgãos genitais (um pénis pequeno e grosso mas uns testículos enormes juntamente com uns pelos púbicos rasteirinhos) olhei para a minha esposa e vi que estava de mamilos saídos sinal da sua excitação. Perguntei ao Pedro se já podia-mos usar o WC para o banho, ao que ele respondeu que sim, e que estava indo para a cama pois tinha que levantar-se cedo e a Lara ficaria a fazer-nos companhia. Tomamos um banho rápido quanto possível (pois estava-mos a fazer a digestão) e voltamos para a sala onde a Lara estava sozinha vendo tv, não sem antes discutir-mos o que levaríamos vestido, resolvi ir de calção largo sem forro que costumo usar para andar por casa, enquanto a Sofia foi só de camisa de dormir curtinha, (até ao joelho) sem botões, quase transparente e com um decote bastante grande que lhe deixava uma parte das mamas à mostra. Ficou um pouco em duvida mas resolveu ir também sem nada por baixo, para ver a reacção da Lara. Ao chegar-mos a sala a Lara disfarçadamente olha-nos de alto a baixo e de seguida oferece-nos uma bebida com álcool e um sabor estranho, dizendo que apesar da bebida ter álcool ela acabava por provocar uma sensação refrescante. E tinha razão. A minha mulher assenta-se junto da Lara e ambas pegam numas revistas de decoração que ali estavam, para se inteirarem das últimas modas. Enquanto eu sento-me num cadeirão um pouco afastado mas que estava num ângulo que me permitia velas quase de frente e ao mesmo tempo ver tv. De inicio comecei por olhar para aquelas duas deusas quase nuas sentadas ao lado uma da outra desfolhando as revistas, de pernas ligeiramente abertas que dava para ver uma parte da zona púbica de ambas, ao mesmo tempo eram visíveis já quase completamente a descoberto as mamas de ambas. E claro comecei a ficar excitado pois já me imaginava numa orgia com elas, ao mesmo tempo que o meu pénis já esticava o calção levantando ligeiramente o pano numa das pernas permitindo que elas o vissem se olhassem para mim, o que eu acho que veio a acontecer pois a dada altura ambas estavam com os mamilos erectos e ligeiramente nervosas ao mesmo tempo não paravam de mexer as pernas especialmente a Lara. Este cenário manteve-se assim por algum tempo até que resolvi beber mais um pouco daquela bebida, que talvez por não estar habituado ou por causa do cansaço da viagem me fez bastante sono, resolvi despedir-me delas e ir dormir. Mal cheguei à cama tirei os calções e adormeci profundamente. Só acordei por volta das 4 da manhã para ir ao WC. Depois de vir do WC, mal acabo de me deitar acende-se a luz do corredor e logo de seguida ouço passos de mais de uma pessoa no corredor, não dava para ver quem era pois a porta apesar de estar aos pés da cama estava quase fechada, quando de repente vejo a porta abrir devagarinho quase por completo permitindo que eu, mesmo fingindo que dormia visse a Lara e a Rute completamente nuas olhando para nós ali deitados de barriga para cima também completamente nus. De seguida afastaram-se as duas deixando a porta aberta e a luz apagada. A Sofia só acordou por volta das 6 da manhã quando ouviu o barulho de um carro a trabalhar, era o Pedro que estava de saída com o Rui.
        Por volta das 8 da manhã somos acordados por alguém abater à porta, abrimos os olhos e deparamo-nos com a Rute nua em pêlo que nos dá os bons dias e chama para tomar o pequeno-almoço que já estava pronto, ficamos um pouco atarantados mas depressa ganhamos tacto, olhamos um para o outro em duvida se devia-mos continuar nus ou vestir-nos e de repente surge a Lara também nua em pêlo para nos dar os bons dias e saber como tinha-mos dormido a noite, a nossa duvida ficou imediatamente esclarecida também andaríamos nus, até porque já estava bastante calor. Tomamos o pequeno-almoço e combinamos sair só a seguir ao almoço, da parte da manhã ficaríamos em casa. Como já estava muito calor a Lara aconselhou-nos a tomar um duche para ficar-mos mais frescos pois era isso mesmo que ela e a Rute iam fazer e nós podia-mos ir em seguida, foi o que fizemos logo que a Lara e a filha saíram ainda ligeiramente molhadas e se dirigiram para o quarto do casal pegado ao nosso quarto, tomamos um duche rápido e voltamos logo para o nosso quarto pois esquecemo-nos de levar as toalhas, enxugamo-nos e como não havia nada para fazer resolvemos deitarmo-nos por um bocado, ali ficamos em silencio até que a Sofia começa a beijar-me e em voz baixinha confessa-se que estava com bastante tesão e saudades de sentir-se inundada com esperma e preenchida por o meu pénis dentro da sua vagina, ao ouvir isto fiquei bastante excitado mas disse-lhe baixinho, para que no quarto ao lado não ouvissem nada, para esperar até a noite, pois era de dia e se fechasse-mos a porta do quarto podiam suspeitar alguma coisa e tornava-se uma situação incomoda, voltamos a ficar em silencio e foi ai que começamos a ouvir gemer baixinho ao mesmo tempo que se ouvia o som de beijos, olhamos um para o outro curiosos e assim ficamos imóveis a tentar ouvir o melhor possível o que se passava no quarto ao lado, não foi preciso grande esforço pois a cada momento os gemidos eram mais frequente, altos e profundos e com um ritmo ora lento ora rápido, a esta altura já nós nos masturbavam-mos, a Sofia massajava o clítoris com as duas mãos, ao mesmo tempo que abria as pernas e contraía ritmadamente o ventre enquanto eu também de pernas abertas massajava o meu pénis que alem de estar bastante erecto estava também super grosso de inchado tal era a minha excitação e curiosidade por isso levantei-me e fui espreitar pelo buraco da fechadura da porta lateral que dá para o quarto do casal, o buraco era grande o suficiente para ver muito bem o que se passava do outro lado, e o que vi deixou-me louco de tesão, a Lara estava deitada de barriga para cima com as pernas esticadas e bem abertas, ao mesmo tempo ia movimentando os quadris e encolhendo o ventre ritmadamente, uma mão massajando as próprias mamas e a outra na cabeça da filha como que a orienta-la, enquanto esta a ganchada lambia o clítoris da mãe ao mesmo tempo que movimentava ritmadamente 2 dedos enfiados na vagina da mãe, enquanto eu via esta cena ia-me masturbando, até que a minha mulher resolve espreitar também, aproveito o facto de ela estar dobrada para olhar pela fechadura para pôr-me por traz dela e colocar o meu pénis junto da vagina dela mas sem a penetrar para a deixar ainda mais louca, pois ela continuava a massajar o próprio clítoris com uma mão e com a outra num joelho em parava-se naquela posição enquanto eu ia massajando-lhe as mamas, tudo isto estava a deixar a minha mulher louca pois ela já não parava quieta e por isso ela vira-se para mim e diz – Elas atiçaram-me o fogo agora tens que o apagar, para verificar se a Lara e a filha estavam minimamente preocupadas com as visitas (nós) fui ver se tinham fechado a porta do quarto, mostrando assim alguma reserva, mas não, a porta estava totalmente aberta, voltei para junto da minha mulher que continuava a espreitar pela fechadura e disse-lhe que tinham a porta aberta e por isso nada escondiam, por isso decidimos ficar também à vontade não escondendo nada, até porque a nossa excitação era tal que era difícil parar, então, a Sofia deita-se na cama de barriga para cima com um joelho levantado e a outra perna esticada e implora-me que lhe lambe o clítoris e toda a zona da vagina, pedido que eu atendi imediatamente e assim comecei a lamber o clítoris e os lábios vaginais já bastante molhados de tesão da minha mulher ao mesmo tempo que movimentava dois dedos meus na vagina dela em movimentos circulares fazendo-a movimentar os quadris e contrair o ventre soltando também gemidos de prazer, a excitação dela era tal que a lubrificação vaginal lambuzou-me toda a cara ao mesmo tempo que as contracções vaginais apertavam os meus dedos cada vez com mais intensidade denunciando pequenos orgasmos, olhei para a minha mulher e vi-a de olhos fechados mordendo o lábio inferior e apertando as próprias mamas, ao vela assim excitada fiquei louco para a penetrar mas resolvi esperar mais um pouco, de repente a Sofia abre os olhos e faz uma cara de assustada, olho para traz e vejo a Lara com a filha (nunca mais nos lembra-mos delas) junto à porta do nosso quarto olhando para nós, ainda não tinha-mos recuperado do susto quando a Lara pergunta-nos se podiam juntarem-se a nós, para minha total surpresa a minha mulher responde imediatamente que sim com uma condição a primeira dose de leite teria que ser para ela, imediatamente a Rute diz que não se importam de ficar com os restos, e assim eu abandono a minha mulher para me dedicar um pouco a Lara que já estava deitada com as pernas abertas ao lado de minha mulher para que eu a lambesse o que eu fiz tal como tinha feito a Sofia, enquanto a Rute estava sentada sobre a cara de minha mulher que lhe lambia o clítoris e massajava-lhe as mamas (não imaginava a Sofia a fazer tal coisa, eu estava perplexo!), a determinada altura eu já não aguentava mais e parti para cima da minha mulher começando a massajar-lhe a vagina com o meu pénis que nesta altura estava enorme e grosso de tanta tesão e finalmente resolvo penetra-la enfiando de vagarinho o meu pénis até ao fundo para depois o tirar e voltar por repetidamente, eu estava eufórico pois adoro ver o meu pénis sumir na vagina da Sofia, até que algum tempo depois comecei a fazer movimentos ritmados e fortes ao mesmo tempo que a Sofia empurrava as ancas contra mim para que a penetrasse o mais fundo possível, e tinha a gora a chupar-lhe as mamas a Lara e filha fiz mais alguns movimentos e finalmente explodi num orgasmo ejaculando de tal maneira que quase perdi os sentidos, a minha mulher ao sentir a vagina completamente cheia do meu esperma quente não aguenta mais e entra em delírio abrindo as pernas o mais possível enquanto as suas mãos pressionavam as minhas nádegas de encontro a ela para que a penetrasse o mais fundo possível ao mesmo tempo que o corpo dela entra em convulsões descontroladas ao atingir um orgasmo arrasador que a fez soltar um gemido enorme seguido de um grito prolongado e muito profundo que a fez desfalecer um pouco, enquanto a Lara e a filha se masturbavam e beijavam uma à outra olhando para nós, vou para sair de dentro da Sofia mas ela pede-me que me deixe ficar mais um pouco para que ela pode-se sentir um pouco mais aquela sensação de preenchimento, esperei um pouco e retirei o meu pénis já um pouco murcho de dentro da Sofia. Mal o meu pénis saiu começou a jorrar imenso esperma da vagina de minha mulher que me pede para eu lamber um pouco do esperma que saia dela e dar-lhe na boca através de um beijo e assim provei pela primeira vez o meu próprio esperma que ainda escorria da vagina dela, (tinha um gosto algo agridoce a puxar para o salgado) sugando um pouco de esperma para deposita-lo na boca de minha mulher através de um beijo super apaixonado. Entretanto o cheiro a sexo no quarto era extasiante e apesar de ter tido um enorme orgasmo continuava ainda excitado até porque neste momento eu via a Lara com a filha lambendo o esperma que ainda estava na vagina de minha mulher, fazendo com que minha mulher começa-se novamente a gemer e a contorcer-se, novamente o meu pénis começa a dar sinal de vida, então a Lara vem até junto de mim e beija-me na boca fazendo-me provar novamente o sabor do meu esperma dando-me em seguida as mamas para chupar e massajar o que eu faço sem hesitar até ao momento que ela se baixa e começa a massajar o meu pénis com uma mão e a chupa-lo ao mesmo tempo, não foi preciso muito para que eu fica-se novamente louco de tesão ao que a Lara aproveitou para subir para cima de mim, pegar no meu pénis e começar a brincar com ele na entrada da sua vagina que estava super vermelha, lubrificada e de lábios super inchados, finalmente a Lara não aguenta de tanta tesão e enfia a cabeça do meu pénis na sua vagina deixando-se descair devagarinho sobre ele absorvendo-o por completo, eu ao sentir aquela vagina tremendamente quente, húmida e apertada de tanta tesão pois as contracções eram constantes ao mesmo tempo que a Lara massajava as próprias mamas e vendo a minha mulher agora sobre a Rute lambendo-lhe o clítoris e penetrando-a com os dedos fazendo movimentos bastante rápidos provocando-lhe um orgasmo que a fez estremecer e gritar ao mesmo tempo, começo a fazer movimentos ritmados cada vez mais rápidos e fortes juntamente com a Lara enquanto eu sentia o que era fazer sexo com uma mulher um pouco mais velha mas mais madura (nada tem haver com uma mulher de 17 ou 18 anos) é muito melhor, os nossos movimentos foram acelerando até que atingi-mos o orgasmo ao mesmo tempo, fazendo com que a Lara caísse sobre mim e me desse um beijo de agradecimento, mal a Lara sai de cima de mim começa imediatamente a pingar algum esperma que saia da vagina da Lara, sobre a minha barriga, de imediato a Rute coloca-se debaixo da mãe e lambe todo o resto de esperma que ainda saia da vagina da mãe enquanto a minha mulher limpava o resto do meu leite que estava na minha barriga e pénis. Depois disto estava-mos exaustos e lambuzados por isso fomos todos tomar banho, até porque se aproximava a hora de fazer o almoço. A Lara com a filha foram fazer o almoço e eu com a Sofia fomos mudar a roupa da cama pois o lençol estava todo sujo dos nossos líquidos, enquanto fazia-mos a mudança fomos comentando o que tinha acontecido, a Sofia diz-me que tinha adorado ver eu fornicar a Lara mas que agora eu teria que aceitar que o Pedro a fornica-se a ela, pois seria isso que o Pedro iria crer quando soubesse o que se tinha passado, eu respondi que sim (mas por dentro custava-me a aceitar tal coisa embora me sentisse bastante excitado com a ideia) mas com uma condição teria de ser em grupo tal como se tinha passado a pouco já que em privado para mim seria uma traição, ela concordou que assim fosse, pois também me amava muito e partilhava da minha ideia e assim às claras e em grupo era uma espécie de troca.
Continua……


Ficha do Conto

Escritor:
ematufa

Nome do conto:
Orgia & Incesto

Codigo do conto:
2129

Categoria:
Incesto

Data do Envio:
08/03/2004

Quant.de Votos:
3

Quant.de Fotos:
0

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