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Minha casada safada


Ao contrário de muitos contos que são publicados nesse e em diversos sites do gênero na Internet, esse aqui é verdadeiramente real e os nomes não foram trocados, justamente porque uma das coisas que nos excitam é o risco de sermos descobertos, esse gosto pelo proibido que nos une. Não vou dar muitos detalhes de como nos conhecemos (pelo menos não por enquanto), mas o importante é que atualmente somos amantes, nos amamos muito e temos um tesão um pelo outro que aumenta a cada dia e nos leva a nos deliciar cada vez que conseguimos escapar de nossos compromissos (somos ambos casados, eu me chamo Reginaldo, 31 anos, 1,72 m, 73 kg e ela Mariana, uma delícia de 29 anos, cabelos compridos e selvagens, seios deliciosos, lábios carnudos, alta, com uma bunda muito gostosa) para nos perder nos braços um do outro.
Isto posto, o que passo a relatar foi a nossa última transa, que aconteceu em fevereiro de 2004. Havíamos combinado de nos encontrar pela manhã, tão logo o marido dela saísse para levar os filhos para a escola e ir trabalhar. Eu, como de costume, fui para o meu escritório bem cedo e fiquei aguardando o telefonema dela, sinal de que tudo estava correndo bem. Foram momentos de verdadeira angústia, com várias idas e vindas até a janela da minha sala para procurar algum sinal dela na avenida (ela mora em frente ao prédio em que trabalho! Conveniente, não rs?), até que finalmente o meu telefone tocou! Ela me disse que ele havia saído e confessou estar muito nervosa, mas tão ansiosa quanto eu pelo nosso próximo encontro. Combinamos que ela se arrumaria e sairia de casa, me ligando quando estivesse num lugar seguro para que eu pudesse ir apanhá-la de carro. Uma meia hora depois eu ia ao encontro dela, que me aguardava numa travessa de uma avenida muito conhecida aqui em São Paulo. Assim que ela entrou no carro rumamos para um motel próximo, pois não queríamos perder mais um minuto sequer!
Ela ainda estava muito nervosa quando entramos no quarto do motel, pois, ao contrário das outras vezes, dessa vez havíamos nos arriscado muito em nosso encontro (geralmente optamos por um lugar longe da casa dela). Sem pressa sentei-me ao seu lado na cama e fui tentando acalmá-la, demonstrando que, apesar do risco, não havíamos sido vistos por nenhum conhecido e, de qualquer modo, agora estávamos a sós e entre quatro paredes, finalmente podendo aproveitar ao máximo a presença um do outro, que era algo que ansiávamos a pelo menos 4 meses.
Aos poucos ela foi relaxando, colocamos um CD do Caetano Velloso para tocar e nos abraçamos, ambos vestidos e em pé encostados na parede. Trocamos o primeiro de muitos beijos, minhas mãos iniciaram uma deliciosa exploração do corpo dela, quente e macio, que me excita muito. Ela começou a desabotoar a minha camisa enquanto eu a ajudava com sua blusa, que logo foi abandonada num canto do quarto. Ainda abraçados e sentindo a sua língua percorrendo minha boca, ela me puxou para a cama onde caímos juntos. Deitado por sobre o seu corpo delicioso, meus lábios iam da sua boca vermelha e molhada até os seus seios, ainda presos no soutien, passando pelo seu pescoço. Esses carinhos deixaram os biquinhos de seus seios intumescidos, de modo que, mesmo cobertos pela renda da lingerie, eu podia senti-los perfeitamente com meus lábios, aumentando o meu tesão.
Olhando nos meus olhos ela me pediu que ficasse apenas de cueca e, enquanto eu fazia isso, ela se livrou de sua calça, ficando só de calcinha, soutien e uma sandália de salto alto que a deixava ainda mais sexy (eu havia contado a ela meu desejo de comê-la de quatro, e queria que ela estivesse apenas de sandália quando isso acontecesse). Voltamos a nos beijar, agora sentindo o calor da pele um do outro, eu me embriagando com o seu perfume delicioso. Meu cacete já estava muito duro e eu podia sentir sua bucetinha molhada através da sua calcinha. Deixando-a deitada na cama, lentamente fui puxando sua calcinha para baixo, descortinando aquela xaninha deliciosa, totalmente molhada de tesão e prontinha para me receber dentro dela. Num movimento rápido, ela inverteu a situação, deitando-se sobre mim e retirando o seu soutien, deixando-me ver os seus seios deliciosos. Segurando um deles com sua mão, ela o colocou em minha boca e eu o suguei gostosamente, arrancando pequenos gemidos de minha amante. Ela se afastou por um momento, e com um brilho nos olhos começou a tirar minha cueca, libertando meu cacete que, a esta altura, estava muito duro e grosso. Ela o segurou com as mãos e, abaixando-se, o colocou entre os lábios, iniciando um gostoso boquete, deslizando sua língua pelo tronco, lambendo meu saco e engolindo meu pau com muito tesão e vontade, levando-me à beira de gozar em sua boca.
Mas não era esse o plano dela. Interrompendo seu trabalho em meu pau, Mariana beijou-me gostosamente e, em silêncio, passou a engoli-lo com sua bucetinha, fazendo meu cacete sumir dentro de si. Naquele momento estávamos ambos saciando uma vontade de quatro meses e as palavras eram totalmente desnecessárias, pois nosso desejo e nosso amor falavam por nós dois. Apesar disso, tão logo meu cacete sumiu inteiramente dentro dela, a ouvi dizer baixinho “nossa, isso é maravilhoso! Vale a pena correr qualquer risco para sentir esse pau dentro de mim, amor!”. Olhando-me nos olhos ela começou a me cavalgar, fazendo meu pau entrar e sair de sua buceta e me levando ao delírio. Seus gemidos de tesão e o cheiro de sexo que rapidamente se espalhou pelo quarto só aumentaram o meu desejo, e comecei a apertar seus seios que, graças aos seus movimentos, ficavam balançando à minha frente. Ficamos alguns momentos curtindo essa foda assim, meu cacete deslizando facilmente em sua xana muito molhada e quente, os gemidos dela enchendo o quarto e o nosso tesão cada vez mais a mil. Num dado momento ela parou sobre mim e esse foi o pretexto que eu esperava para mudar de posição, colocando-a deitada de pernas abertas na cama e metendo nela num maravilhoso “papai e mamãe”, sentindo meu cacete penetrando cada centímetro daquela xaninha tesuda. Ela me prendia dentro dela com suas pernas me pedindo para fodê-la com força e eu não a deixei na vontade, dando estocadas profundas e fortes que a faziam gemer mais alto e arranhar minhas costas. Má estava alucinada e me pedia para comê-la, para socar meu cacete dentro dela sem dó e me xingava de ordinário, cafajeste, tarado. Eu estava me segurando para não gozar desde o boquete que ela havia feito, mas o tesão já estava falando mais alto que o controle, por isso fiz menção de tirá-lo de dentro e esporrar na sua barriga, já que não estava usando camisinha e ela não tomava anticoncepcional, mas ela, percebendo o que eu ia fazer, me pediu para enchê-la de porra. Sem pensar muito no que estava fazendo, cravei minha vara novamente em sua xoxota e, com movimentos rápidos e vigorosos, ouvindo-a gemer em meu ouvido, despejei todo o meu esperma dentro de minha amante, beijando sua boca.
Após esse primeiro gozo, ficamos deitados na cama, curtindo nosso tesão e loucura, mas ainda queríamos mais. Havíamos pensando numa pequena travessura quando planejávamos esse dia, e aquela era a hora de colocá-la em prática. Ela me perguntou se eu não iria ligar para a minha esposa, e no mesmo momento passei a mão no meu celular e disquei para casa. Ela já começou a se esfregar no meu corpo, segurando meu cacete em suas mãos e se aproximando de mim para ouvir o que eu dizia ao celular. Quem nunca experimentou isso não pode imaginar o tesão que senti naquela hora, enquanto inventava um pretexto qualquer para justificar a ligação para minha esposa e era beijado, acariciado e chupado em silêncio pela minha amante. Meu cacete, que estava flácido a alguns minutos, voltou a ficar ereto e pronto para outra! Assim que desliguei o celular, olhei para ela e disse que agora era a sua vez. Ela então ligou para o corno, enquanto eu, sacanamente, escorreguei pelo seu corpo e, afastando suas pernas para melhor expor aquela gostosa bucetinha, passei a lamber o seu grelinho, ouvindo-a conversar com ele. Algumas lambidas minhas e aquela situação totalmente alucinante foram suficientes para deixá-la novamente toda babada, e ela, ao desligar o telefone, já gemia de tesão. Ouvindo seus gemidos, passei a introduzir meus dedos em sua buceta enquanto a chupava, fazendo com que ela arqueasse o corpo, elevando os quadris e me possibilitando introduzir a língua mais profundamente dentro dela. O calor daquela xaninha, o gosto do seu mel e o cheiro delicioso que exalava dela, invadindo minhas narinas e impregnando cada ponto do meu corpo me enchiam de desejo, mas eu queria ainda mais. Com cuidado para não assustá-la, passei a brincar com seu cuzinho, alongando minhas lambidas pelo seu reguinho para alcançá-lo, insinuando um dedo atrevido dentro dele ao mesmo tempo que continuava trabalhando em seu clitóris. Ao perceber minha ousadia, ela esboçou uma débil resistência, mas ignorei seus apelos e fui empurrando meu dedo dentro de seu cuzinho, que pouco a pouco ia se alargando para recebê-lo, guloso. O tesão dela era visível, se debatendo sob o meu corpo, gemendo alto, pedindo para eu não parar. Eu queria a todo custo que ela gozasse assim, sentindo minha língua em sua buceta e meu dedo em seu cú, por isso aumentei o ritmo das minhas linguadas em seu grelinho, até que ela, gemendo alto, se derreteu em minha boca, ao som da nossa música: Sozinho.
Ela estava deitada na cama, ainda sentindo pequenos espasmos por conta do gozo que tivera, mas nós não estávamos satisfeitos. Deitei-me sobre o seu corpo tesudo e comecei a beijar sua boca, para que ela sentisse o gosto do próprio gozo. Meu cacete ainda estava duro, e ela não demorou a perceber isso. Nos ajoelhamos na cama e nos abraçamos, nos beijando com uma volúpia inesgotável, e ela se abaixou para colocar meu pau na boca novamente. Enquanto ela me chupava eu tentava bater com minha rola em seu rosto, ou então em seus seios, mas por causa da posição em que ela se encontrava isso era difícil. Ela então se recostou na cama e eu me posicionei por cima dela, colocando minha vara entre seus seios, que ela apertava com as mãos, iniciando um lento vai e vem. Cada vez que ele se aproximava do seu rosto ela aproveitava para colocá-lo na boca um pouco, lamber a cabeça e me levar à loucura. Mas naquele dias estávamos mesmo elétricos e não ficamos nesse jogo por muito tempo. Ela se levantou e vestiu minha camisa, e depois, deixando-me ajoelhado na beirada da cama, ficou agachada na minha frente e voltou a abocanhar o meu pau. Aquela posição dela me dava um tesão enorme, pois podia ver perfeitamente meu caralho sumir na sua boquinha deliciosa, sentindo sua língua percorrendo o tronco e descendo até minhas bolas, arrancando gemidos altos da minha garganta. Uma cena muito erótica, que logo a deixou com vontade de senti-lo novamente dentro dela, e foi o que fizemos. Mariana me empurrou de costas na cama e novamente encaixou meu cacete dentro dela, me cavalgando com maestria. Eu fazia de tudo para beijá-la, abraçá-la, queria sentir aquela fêmea junto a mim, mas ela nessa posição tinha total controle da foda e me mantinha deitado, movimentando-se sobre o meu corpo de uma forma deliciosa, gemendo gostosamente, mordendo os dedos e olhando-me nos olhos enquanto falava o quanto gostava de sentir o meu pau dentro dela, o quanto era deliciosa ser comida por mim. Eu a queria de quatro e pedi para trocar, mas ela estava tão atrapalhada em seu tesão que acabei me deitando sobre ela e metendo meu cacete novamente em sua xaninha num papai e mamãe, como na primeira vez. Ela me pediu para meter com força e eu passei a bombar o caralho em sua xaninha muito rápido, desta vez me controlando para não gozar, comendo a buceta da mulher que eu tanto amo com muita vontade, levando-a a outro orgasmo profundo e longo.
Já passava das 10:00 hs e sabíamos que dentro em breve teríamos que nos separar, mas ainda tínhamos tempo para mais e resolvemos aproveitar. Passados alguns minutos para nos recuperarmos, ela se levantou e, vendo-me ainda excitado (eu não havia gozado), encostou-se na parede e me chamou. Voltamos a nos beijar e tentei encaixar meu cacete novamente dentro dela, mas o salto alto dela dificultou a idéia. Ao olhar para o lado, percebi uma mesa de madeira (mais tarde ela me confidenciou que fora por conta dela que se levantara, a safadinha), e foi sobre ela que a coloquei sentada, segurando suas pernas bem abertas e encaixando-me dentro da sua xaninha. Meu caralho deslizou fácil para dentro dela e passei a meter com vontade em minha amada, socando meu cacete com força naquela buceta gostosa, metendo-o inteiro, fazendo-a gemer com força. Eu ora apoiava suas pernas nos meus ombros e ora segurava-a toda arreganhada, enquanto a fodia com tesão, comendo-a deliciosamente, deixando-a com a xaninha inchada de tanto receber a minha vara dentro dela. Não me agüentando mais, tirei meu cacete de dentro dela e gozei na sua barriga, lambuzando-a todinha com a minha porra.
Essa foi apenas a última de nossas transas, apesar das dificuldades já aprontamos muitas loucuras juntos (ela já me chupou no estacionamento de um supermercado e de um shopping e eu a deixei toda molhada uma vez na rua, dentro do carro). A idéia de colocar esse conto na Internet foi dela, e esperamos que vocês tenham gostado tanto de lê-lo quando nós de realizá-lo. Em breve pretendo comer o seu cuzinho e, quando isso acontecer, prometo contar como foi aqui para vocês!


Ficha do Conto

Escritor:
kzado_safado2004

Nome do conto:
Minha casada safada

Codigo do conto:
2138

Categoria:
Heterosexual

Data do Envio:
10/03/2004

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0

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