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Dei até banho na minha mãe.


Tenho que esclarecer, quando minha mãe ficou grávida de mim; antes de casar, era muito nova e meu pai já passava dos 30 anos. Ao acontecer o que aqui escrevo, estou com 19 anos incompletos e ela apenas 37. Minha mãe é uma mulher de uma beleza comum, mas tem um corpo escultural capaz de provocar admiração e elogios de muitos dos meus amigos: magra alta (+-1,70 mts); seios médios e firmes, e um bumbum volumoso e bastante empinadinho. Já eu, sempre fui muito desengonçado: magro (70 kg), alto (+-1,90 mt), e apesar de não ser feio não fazia muito sucesso com as meninas. Normalmente namorava meninas de beleza mediana e cheguei a fazer sexo com algumas barangas... Mas, tinha um amigo que apesar de não aparentar que era viado vivia me dando a bundinha e chupando meu pau. Meu pai que chegava aos 50 anos, se envolveu com uma pirainha de 21 e montou uma casa pra ela... Minha mãe acabou descobrindo e não ouve jeito a não ser a separação. Como éramos de classe média começamos a passar dificuldades financeiras mesmo meu pai dando uma pequena pensão e eu ajudando com meu salário que ganhava trabalhando num escritório de contabilidade e fazendo faculdade a noite. Minha mãe passou a fazer salgados e doces pra algumas lanchonetes e bares próximos a nossa casa... Logo, um buffet voltado pra festas de casamentos começou a solicitar nos finais de semana os serviços culinários da minha mãe. Normalmente, os dias de sábados passaram a ser uma loucura dentro de casa com minha mãe como uma alucinada correndo contra o tempo pra dar conta de tantos doces e salgados... Não tive como não me oferecer pra ajudá-la já que não estudava e nem trabalhava aos sábados. Por passarmos a ficar tão próximos um do outro, naturalmente nossas conversas foram tomando vários rumos e obviamente veio as perguntas sobre namoradas e sobre minha vida sexual. Nunca que eu ia contar pra minha mãe que andava comendo o cuzinho do meu amigo viadinho; mas, mesmo com um pouco de vergonha acabei falando que cheguei a transar com algumas meninas com quem namorei. Ela, mostrando ser muito curiosa começou a querer saber alguns detalhes sobre minhas transas: onde; como; se eu gostei e até se eu conseguia fazer a menina ter orgasmo. Eu como homem, querendo mostrar que era machão, fiz questão de dizer pra minha própria mãe que cheguei fazer uma menina ter dois orgasmos seguidos... Ela parando o que estava fazendo e olhando pra mim sorrindo, sem mais nem menos falou:
- É mesmo Edu? Nooooossa... Com seu pai era difícil eu ter até um orgasmo; hihihihihi!!!
Eu que já achava minha mãe muito gostosona, com tanta intimidade fui me soltando a ponto de abraçá-la por trás e encostar meu pau no seu bumbum... Um dia que a abracei por trás, ela aprumou o corpo se soltando nos meus braços:
- Adoro quando você me abraça assim Edu... É tão bom!
Apertei-a mais ainda e beijando seu rosto:
- Também gosto muito mãe... Te acho uma mulher muito linda!
- Iiiiiiiiih... Não tá pensando besteira não né filho?
Apesar dela rir, fiquei com receio de estar indo além do limite de mãe e filho:
- Claro que não né mãe... Só quero lhe dar um pouco de carinho!
Senti ela empurrando seu bumbum pra trás e ainda dando uma pequena reboladinha:
- Mas cuidado que ando muito carente filho... Esses seus carinhos chegam a me deixar de pernas bambas; hahahahaha!
Imaginei logo que minha mãe devia estar sentindo falta de sexo. Nesse dia, foi um dos que mais trabalhamos e só pudemos respirar quando a kombi do buffet veio pegar as encomendas (quase 7 horas da noite). Ela sentada numa cadeira na cozinha olhando pra pia lotada de vasilhas:
- Ufa!!!! Hoje estou esgotada... Vou deixar essa bagunça pra arrumar só amanhã!
- Vai tomar um banho mãe... Deixa que dou um jeito na cozinha!
- Estou tão cansada que se pudesse dormia suja assim mesmo!
Eu puxando-a pela mão pra que ela levantasse da cadeira:
- Nada disso Dona Cristina; vai tomar logo seu banho que está quase na hora da sua novela!
Ela novamente com aquele seu sorriso maroto:
- Seria ótimo se eu tivesse alguém pra me ajudar no banho!...
Eu levando na brincadeira:
- Ué mãe... Tem seu filho aqui; serve?
- Hahahahaha... Você teria coragem de dar banho na sua mãe?
- Se for preciso; por que não?
Só fui entender que não era tão brincadeira quando ela caminhando pra sair da cozinha:
- Vou deixar a porta do banheiro aberta... Espere uns 5 minutos pra entrar; ok?
Foram minhas pernas que começaram a ficar bambas... Cinco minutos depois, com meu coração disparado empurrei a porta do banheiro e fui entrando:
- Mãe??!! Está tudo bem?
Ela abrindo a porta do Box cobrindo seus seios com um braço e levando a mão pra sobre sua xoxota:
- Está sim filho... Só estou um pouco envergonhada; hihihhihihi!
Maravilhado com aquela visão, respirei fundo:
- Quer que eu lhe ajude mesmo no banho?
Ela virando de costas, passando a bucha e o sabonete pra mim e chegando o corpo pra mais próximo da porta do Box:
- Esfrega minhas costas filho!
Meu pau que estava duro só faltou rasgar o tecido da bermuda com a visão daquela bunda maravilhosa. Trêmulo, comecei a difícil missão de ir passando a bucha de cima até chegar no início do bumbum... Parei apenas por alguns segundos e resolvi descer esfregando suas volumosas nádegas enquanto ela ia reclinando seu corpo a ponto de eu ver seu cuzinho no rego semiaberto. Ela virando lentamente já sem cobrir nada com suas mãos:
- Entre aqui comigo pra você poder lavar todo meu corpo!...
Devia fazer bem mais de 10 anos que fiquei pelado na frente da minha mãe pela última vez. Não podia perder aquela oportunidade... Me enchi de coragem pra ir tirando minhas roupas ali na frente da minha mãe que sorria. Ela olhando pro meu pau duro:
- Entre aqui filho... Vem dar um abraço na sua mãe!
Entrei, e tive que ficar meio de lado (por causa do meu pau duro) pra poder abraçá-la... Ela me apertando forte contra seus peitos fui fazendo carinhos nas suas costas e descaradamente desci minhas mães apalpando levemente suas nádegas. Quando ela própria pegou minha mão direita e colocou-a no meio das suas pernas:
- Faz um pouco de carinho; faz!
Parecia um sonho... eu ali pelado com minha mãe e ainda com minha mão na sua buceta. Apenas fui passando os dedos entre seus lábios vaginais, e ela gemendo:
- Hummm! Hummm! Pode enfiar o dedo; vai! Aaaiiii! Aaaaiii!... Mais filho; mais!...
Quando enfiei três dedos e fiquei socando de baixo pra cima, ela grudou no meu pescoço:
- Não pára! Não pára!... Maaaiiiis! Maaaaiiis! Aaaaahhhhh! Aaaaahhh!...
Eu estava louco pra enfiar meu pau na buceta da minha mãe, mas vendo que ela estava quase gozando continuei socando meus dedos até que ela toda trêmula começou a gemer mais alto indicando que estava tendo um orgasmo. Mas quando abracei-a por trás e esfreguei meu pau na sua buceta:
- Isso não filho... Isso não podemos fazer!
- Mas mãe... Só um pouquinho; deixa?
- Não... Só podemos fazer carinho um no outro...!
Nisso, ela segurou minha piroca e começou a movimentar sua mão:
- Vai filho; é sua vez de ter prazer...!
Fiquei realmente frustrado; mas, a delicadeza com que ela movimentava sua mão me fez soltar um jato de porra que bateu na parede de ladrilho e veio escorrendo:
- Ah mãe! Aaah! Mais rápido; mais rápido!...
Em seguida ela pegando sua toalha e saindo do box:
- Já chega filho; acho que já passamos do limite!
Saiu pro seu quarto me deixando sozinho ali no banheiro.
Já era tarde quando terminei de arrumar a cozinha e fui dormir. No dia seguinte (domingo), logo que cheguei na cozinha onde ela preparava um café foi logo me advertindo:
- Olha Edu; vamos esquecer o que houve ontem, ok? Nada daquilo podia ter acontecido!
Abri a boca pra argumentar e ela me olhando com cara de poucos amigos:
- Não quero ouvir nada sobre o que aconteceu; e pronto!!!
Me calei, e instante depois sai pra trabalhar. Durante toda a semana só falávamos o essencial... Parecia até que estávamos de mal um com o outro. Na sexta-feira quando cheguei da faculdade e fui pra cozinha lanchar e vi aquele monte de compras sobre a mesa resolvi fazer um pouco de chantagem:
- Ó! Amanhã não vou poder ficar em casa pra te ajudar!...
Ele me olhou assustada:
- Porque Edu? Eu sozinha não vou dar conta!
Eu muito sério resolvi inventar uma história dizendo que tinha arrumado uma nova namorada e que combinamos de ficarmos o dia todo juntos. Minha mãe pareceu murchar e com cara de triste:
- Tá certo filho; não posso de obrigar a me ajudar... Vou ter que me virar sozinha!
Fiquei calado e ela que já ia saindo da cozinha virou novamente pra mim:
- Porque você não combina com ela pra saírem no domingo Edu?
Eu continuando a fingir tendo certeza que tinha deixado minha mãe abalada:
- Tô pensando aqui mãe; eu mesmo acho melhor ficar com você do que sair com uma menina sem graça como ela.
Notei que minha mãe segurava um sorriso:
- Ué Edu; você não gosta dela?
- Não mãe; só queria me divertir um pouco já que ela parece ser uma menina muito liberal... Você entende; né?
Mesmo sendo tudo mentira, tinha deixado claramente que a menina era só pra sexo... Ai ela soltou um sorriso:
- Entendo filho... Mas não tenho o direito de querer que você fique em casa pra me ajudar!
Levantei da cadeira e abracei minha mãe com força dando-lhe um beijo no rosto:
- Eu é que não tenho o direito de deixar você trabalhando sozinha... Vou ligar pra menina desmarcando tudo!
No sábado começamos bem cedo e o tempo todo ficava ansioso pra chegar o fim do dia... Tinha decidido arriscar tudo com minha mãe. Seis e meia da tarde quando a Kombi saiu carregada minha mãe foi pra cozinha e eu fui atrás. Ela chegou na pia e eu agarrando-a por trás:
- Deixa tudo isso aí mãe... Vamos tomar um banho; vamos?
Ela toda solta nos meus braços:
- Sou sua mãe Edu... Nós não podemos fazer o que você está pensando!
Fui levantando seu vestido e em seguida desci sua calcinha até quase os joelhos voltando a braça-la por trás e tirando meu pau pra fora:
- Porque não mãe?... Ninguém nunca vai ficar sabendo!
Dei um jeito de encaixar meu pau entre suas pernas fazendo-o roçar na sua buceta... Ela nitidamente se mexendo pra esfregar sua buceta sobre minha piroca:
- Ooooh meu Deus... Deixa eu só fazer carinho de novo em você filho!
- Só carinho não mãe... Eu quero é transar de verdade com você!
- Não tenho coragem; isso é um pecado muito grande!
Arriei bem meu corpo, e com meu pau de baixo pra cima fiz com que ela abrisse um pouco suas pernas e fui tentando enfiar na sua buceta:
- Ai! Ai! A calcinha está atrapalhando filho... Tira ela primeiro; tira!
Segurei a calcinha que estava nos seus joelhos e em um segundo tirei jogando-a no chão. Minha mãe caminhou até a mesa e debruçando sobre ela arrebitou sua bunda:
- Põe devagar filho; faz muito tempo que não faço isso!
Realmente, mesmo ela estando com sua buceta bastante úmida meu pau entrou meio que apertado:
- Ai meu Deus! Ai! Ai! Enfia tudo filho; enfia!...
Que maravilha; meu sonho estava sendo realizado... Depois de enfiar tudo comecei a socar cada vez com mais força fazendo minha mãe gritar como se fosse sua primeira trepada:
- Eduuuuuuu????? Aaaaaaiiii! Aaaaaiiii! Que deliiiiiiiiiicia... Mais filho! Maaaaiiiisss forrrrrrte!...
Ainda bem que consegui segurar até vê-la gemer nitidamente tendo um prolongado orgasmo... Continuei socando e ao mesmo tempo soltando toda minha porra dentro da sua buceta. Ele virou pra mim com um sorriso largo me abraçando:
- Nossa filho; foi muito melhor do que com o seu pai... Hihihihihihi!
Quando fomos juntos pro banho já estávamos bem a vontade um com o outro... Ela constantemente acariciando minha piroca e eu passando a mão por todo seu corpo e dando umas mamadas nos seus ainda lindos seios... Quando ela sentiu que meu pau estava ficando novamente duro continuou massageando-o:
- Quer enfiar ele de novo em mim?
Eu pra deixar minha mãe ainda mais a vontade comigo:
- Fala "na minha buceta" mãe; fala!
- Quer enfiar ele de novo na minha buceta?
Rindo e por estarmos ali tão abraçados, não resisti e dei um beijo rápido na sua boca... Ela me olhando séria pra logo em seguida me oferecer sua boca:
- Você é muito sem vergonha; onde já se viu beijar sua mãe desse jeito?
Beijei a boca da minha mãe como nunca beijei nenhuma menina e ela ainda segurando minha piroca:
- Vamos pra cama filho... Hoje vou ser a sua namorada.
No quarto da minha mãe; cama de casal, vendo-a ali deitada nuazinha, era a fêmea mais bonita (antes só com feias) e a mais gostosa que eu já tinha transado na minha vida. Beijei muito sua boca, mamei bastante seus peitos, e dando vários beijos na sua barriga fui até sua buceta... Abri sua buceta com os dedos e beijei bem na portinha e ainda dei uma boa lambida:
- Queeeeee iiiiiiissso Edu?... Você é louco?
Continuei segurando sua buceta aberta com meus dedos e olhando pra ela:
- Não gostou mãe?
- Adorei filho; é que nunca fiz sexo oral.
Lambi, chupei, mordisquei sua buceta, e ela ainda gemia tendo o seu orgasmo quando subi e enterrei minha piroca até no fundo da sua buceta e comecei a socar fazendo ela gritar ainda mais alto de prazer... Mesmo depois de gozar, fiquei com meu pau dentro da sua buceta e ela tomando a iniciativa de me beijar:
- Nossa filho; adorei o que você fez comigo.
- Podemos fazer sempre; e se você deixar, posso lhe ensinar outras coisas também.
Ela rindo:
- Seu safado; já estou até imaginando o que você vai me ensinar... Kakakakaka!!!
- Ah é? E você vai deixar?
Só que eu pensava numa coisa e ela em outra:
- Outro dia eu tento fazer em você filho... Só não sei se vou conseguir botar minha boca no seu pinto.
Foi minha vez de rir:
- Kakakakaka!... Tava pensando é na sua bunda mãe... Em sexo anal!...
Ela me deu um empurrão que me fez sair de cima do seu corpo:
- Seu cachorro descarado... Isso eu nunca vou deixar você fazer em mim!
- Tá bom mãe... Se você não quiser; por mim está tudo bem!...
No domingo, logo após o café, ela me chamou pro seu quarto e novamente demos uma trepada com ela se soltando ainda mais comigo... Nem parecia aquela mulher toda certinha e toda dedicada ao marido e ao filho:
- Iiiissso Edu! Mete! Mete forte na minha buceta; vaiiii!... Vaiiiii!... Meeee faaaaaz goooooozarrrrr!!!!
Num beijo ardente, ela gemia dentro da minha boca tendo seu orgasmo e eu esporrando gostoso dentro da sua buceta. A tarde, ao ir tomar meu banho, ela quis ir junto e foi lá que pela primeira vez chupou minha pica... Mesmo ela nunca tendo feito sexo oral, parecia que ela tinha muita vontade de fazer; chupou com tanta vontade que nem tive tempo de avisar que ia gozar... Enchi sua boca de porra. Nunca cheguei a dormir com minha mãe; mas, muitas vezes ficávamos até de madrugada na cama num rola-e-rola bem gostoso. Minha mãe além de gostar de chupar meu pau, adorava ficar cavalgando comigo deitado de bruços e ela por cima fazendo sua buceta engolir meu pau e ficar subindo e descendo... Ela já chegou a falar em deixar qualquer dia eu meter na sua bundinha.
Foto Perfil ANDRE.LINO

Ficha do Conto

Escritor:
andrelino

Nome do conto:
Dei até banho na minha mãe.

Codigo do conto:
21434

Categoria:
Incesto

Data do Envio:
25/10/2012

Quant.de Votos:
36

Quant.de Fotos:
5

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Ultimos Comentários
Comentado por: c1 em: 21/08/2014
EXTASIANTE,EXCITANTE, LINDO CONTO.
Comentado por: sregina em: 02/10/2013
Conto maravilhoso, fiquei excitada do início ao fim e acabei homenageando vocês com uma siri bem gostosa. Parabens ao casal.
Comentado por: Falcão em: 16/08/2013
Delicia de conto muito bom mesmo me deixou bem excitado parabéns continue você dois merece ser felizes.
Comentado por: amo minha cunha em: 04/04/2013
Bom de mais este conto gostei ...essas fotos e de sua mae
Comentado por: cavaco em: 16/01/2013
nossa otimo demais maravilhoso que desejo gostoso. tenho contos especiais tbm me add no msn galegoviski
Comentado por: YLENA em: 22/12/2012
Muito. Muito bom mesmo! Um dos mais excitantes que já li! Sou sua 22a. votante. Beijos
Comentado por: Pescador em: 12/11/2012
Muito bom, votei Leia e comente meus contos, vote se gostar
Comentado por: estudantsafad23 em: 03/11/2012
muito bom gostei muito ja tem meu voto abç
Comentado por: Giacom em: 03/11/2012
mto bom cara!Tem meu voto.
Comentado por: pintudo18 em: 27/10/2012
que inveja ..tesao a mil.lendo esse conto...
Comentado por: henriqueadvsp em: 26/10/2012
essas fotos são da sua mãe?
Comentado por: cornutto em: 26/10/2012
Delicia de conto...
Comentado por: jordanel em: 26/10/2012
Gostei muito bom.

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