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Eu e Meu Padrasto


Tenho 19 anos. A estória que vou relatar é cem por cento verdadeira. Sou o que pode-se chamar uma garota bonitinha. (Pelo menos é o que falam). Tenho olhos cor de mel, cabelos claros e encaracolados, não sou alta e nem baixa. Alguns dizem que o que mais chama atenção no meu rosto é o sorriso de menina e no corpo os quadris e o bumbum ligeiramente arrebitado. Este sim é alvo de muitas investidas. Principalmente no ônibus lotado. Quando vou pro trabalho é aquele sufoco. Tem sempre um carinha mais ousado que não se faz de rogado e na hora do veículo lotado arrocha e acaba literalmente tirando um sarro e tanto. Muitas vezes senti os membros bem rígidos e em ponto de bala esfregando no meu arrebitado bumbum. E a garota que disser que isso não é excitante que me desculpe, mas pra mim é hipócrita. Embora eu sempre fique bem quietinha, sinto e curto momento por momento daqueles sarrinhos até ficar bem molhada.

Em casa a coisa é ainda mais quente. Já fazem quatro anos que minha mãe resolveu abandonar meu padrasto e ir definitivamente embora de casa. Como foi ele quem me registrou, pois era bem pequenina quando ele veio morar com ela, minha mãe achou que a obrigação de ficar comigo era dele, já que pelo registro, ele é meu pai.

A raiva que tomei da decisão doida de minha mãe, me fez aceitar ficar com ele. Afinal de contas, ele sempre me deu carinho, atenção e nunca me deixou faltar nada.

Hoje, trabalho e estudo. Ou seja, tenho certa independência financeira. Só não conseguí ainda ter meu próprio teto, o que significa que ainda moro com ele.

Nossa relação sempre foi de muita troca. Quando ele precisa de grana, e eu tenho, favoreço a ele, ou vice-versa.

Mas de uns tempos pra cá, quando completei meus dezesseis anos, percebi que algumas coisas mudaram no comportamento dele. O olhar de meu padrasto passou a ser mais profundo cada vez que falava comigo. Era estranho mas eu também não dava importância.

Um dia cheguei em casa exausta do trabalho e como sempre faço, fui até meu quarto, tirei minha calça jeans, blusa e sutiã ficando apenas de tanguinha. Em seguida fui para o banheiro. Lá retirei a tanga e entrei no box. Me deliciava com a ducha. Na verdade, nunca me preocupei em fechar a porta do box. Afinal, a porta já estava trancada. Foi neste momento que ouvi um grito. Parecia ser de meu padrasto. Desliguei o chuveiro e abri a porta. Vi estarrecida ele de costas tentando atrapalhadamente colocar suas calças enquanto corria para o quarto.

Não tive dúvidas que ele estava se masturbando enquanto se deleitava ao me ver pelo buraco da fechadura nua tomando banho. Aquele grito era de alguém explodindo em orgasmo.

- Nossa!! – pensei – Alguém cheio de tesão por mim! E logo meu padrasto! É muita loucura!

Aquilo não saiu mais de minha cabeça e no dia seguinte não via a hora de voltar do trabalho e arrumar um meio de me certificar sobre tudo aquilo.

Cheguei em casa, meu padrasto estava sentado a mesa da cozinha bebendo uma garrafa de cerveja. Beijei a testa dele como sempre faço e fui pro quarto. Lá mais uma vez tirei minha roupa e só de calcinha fui pro banheiro. Desta vez, resolvi deixar a porta aberta de propósito. Com certeza meu padrasto estaria ali pra me ver tomando banho. E desta vez resolvi colaborar pra despertar o tesão dele.

Comecei a me ensaboar e me deliciava com a ducha quente. Passeava bem lentamente o sabonete pelo meu corpo. Seios, barriga, coxas, bunda. Até o momento em que de propósito deixei o sabonete cair no chão. Foi quando não tive escolha senão me abaixar para pegá-lo e deixar minha bunda arrebitada pro alto. Imaginei no momento o quanto meu padrasto já devia estar louco de tesão pelo que estava vendo. Não deu outra. Só deu pra ouvir a porta sendo aberta bruscamente e meu padrasto já de calça e cueca arreada agarrou minha cintura e sem dó nem piedade foi cravando violentamente na minha buceta.

Dei um grito e me apoiei na parede do box de costas pra ele enquanto sentia a vara entrando intensamente. Fiquei com vergonha de encarar meu padrasto. Tratei de fechar os olhos e me concentrar na sensação de ter sua rola dentro de mim que dura feito pedra iniciava um alucinante vai e vem.

Nossos gemidos se misturavam. Ainda de olhos fechados, senti que meu padrasto esfregava seu rosto em meu pescoço, me beijava a nuca e aumentava o vai e vem. A única coisa que conseguia fazer era gemer e corresponder como podia aos movimentos daquela pica tesuda.

Foi neste momento que pude ouvir meu padrasto falar:

- Quero gozar no chup chup! Vem logo!!Ahhh!!!

Antes que eu tentasse entender o que ele queria. Foi logo tirando a pica de minha xana, me colocando de frente pra ele de joelhos e enfiando a rola dura na minha boca. Eu ainda de olhos fechados, iniciei um alucinante boquete. Vez ou outra lambia a cabeça pra depois abocanhar e fazer vai e vem.

Pra não dizer que não olhei pra ele em momento algum, pude ver que ele fechava os olhos e apertava os beiços de tanto tesão. Isso me fez aumentar o vai e vem do boquete até sentir ele agarrando mais forte na minha cabeça e empurrando ela pra frente. A pica entrou toda na minha boca e foi nesse momento que ele esporrou. Minha garganta ficou lotada de porra, não sei como não morri sufocada. Pra não acontecer isso resolvi engolir o que podia e depois que ele aliviou o tesão e tirou da minha boca, cuspi o resto. Mas aí já tinha consumido boa parte do que ele havia esporrado.

Não satisfeito retirou a pica ainda dura de minha boca e começou a bater na minha cara. Pra me defender coloquei minha língua pra fora pra aparar as investidas daquela rola no meu rosto.

Depois de um tempo, meu padrasto passou a acariciar minha língua com a própria rola enquanto eu correspondia acariciando a rola também com minha língua.

Ele deu o último gemido satisfeito e se retirou do banheiro. Eu voltei a me banhar e fui pro quarto dormir.

No dia seguinte meu padrasto e eu na mesa do café da manhã não tocamos sequer no assunto da noite passada. Mas era impossível negar que nos olhávamos de maneira diferente.

Voltei do trabalho e como de praxe fui tirar me roupa e tomar meu banho. Quando dei por mim, a cena havia se repetido. Meu padrasto invadira o banheiro e mais uma vez me invadia enquanto eu de olhos fechados apoiada na parede de costas pra ele, remexia enquanto engolia com minha buceta a rola dura de meu padrasto.

Passei a ter uma vida ambigua.

De dia, sou uma garota certinha. Vou pro trabalho, tenho amigos, às vezes até vou tomar chopps com colegas de trabalho mas não rola nada.

Em compensação em casa, a estória muda,. Lá eu viro uma putinha. É por os pés dentro de casa, ir pro banho ou me deitar que com certeza logo tenho meu padrasto me possuindo. E eu por minha vez acabei acostumando, embora continue sem coragem de encará-lo, optando por fechar meus olhos, gemer e me entregar a sua rola que sempre terá essa bucetinha pra meter
                                


Ficha do Conto

Escritor:
Leandra Putinha

Nome do conto:
Eu e Meu Padrasto

Codigo do conto:
2187

Categoria:
Incesto

Data do Envio:
23/03/2004

Quant.de Votos:
4

Quant.de Fotos:
0

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