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No quarto andar


Por vezes há coincidências que acabam por nos marcar e, de que maneira.

Há uns anitos fui à casa de um amigo e, ao chegar encontrei uma senhora (que tinha acabado de chegar do estrangeiro), irmã da mulher desse amigo e, na hora ma apresentaram: uns 10 anos mais velha do que eu, corpo esbelto, cabelos curtos que faziam um conjunto harmonioso com o rosto ovalado, bonita.

Quando a fui cumprimentar ela estendeu-me as mãos e o toque me fez desejá-la intensamente. Comecei a frequentar a casa amiúde e tentei todos os expedientes para um avanço mas ela, muito reservada mantinha as distâncias e já estava a me exasperar pois, o desejo era cada vez maior.

Ela tinha uma filhinha de 6 anos e, ao conversar sobre a filha ela referiu-se ao pai de quem estava separada e aí consegui ir penetrando no seu íntimo. Depois, foi uma questão de poucos dias.

Na altura vivia num stúdio no quarto andar de um prédio e, num belo dia fui buscá-la a casa para estar comigo. Mal chegamos, estava calor, despi a camisa e comecei a acariciá-la e a beijá-la. Notei que estava um bocado constrangida, aliás, depois confessou-me que nunca lhe passara pela cabeça estar com alguém durante os dias em que cá esteve mas, como não lhe dei muitas hipóteses de recusar, acabou por viver uns dias maravilhosos comigo.

Comecei sem presas, embora por dentro estivesse ardendo de desejos de a penetrar. Pouco a pouco fui vencendo o constrangimento, ela foi-se relaxando e, passado uns minutos as roupas quedaram-se espalhadas pelo quarto após dançarem um bocado pelos ares. Beijei-lhe os lábios com sofreguidão e explorei-lhe o pescoço com a língua fazendo-a começar a gemer de prazer. Quando iniciei a exploração do resto do corpo, dos mamilhos, descendo até ao umbigo e daí para a gruta húmida e gostosa, apesar dela adorar, notei que determinadas práticas não faziam parte do passado sexual mas, como estava delirando foi aceitando e gozando.

Quando lhe atingi o clitóris com a língua e comecei o tratamento os gemidos ficaram mais fortes. E, embora de forma desajeitada alinhou num 69. Então, antes de a penetrar fiz-lhe um botão de rosa no buraco quente e húmido e depois, tendo ficado ela deitada de costas e eu de joelhos em cima da cama penetrei-a com toda a gana que quase fazia doer o meu zézinho que há muito estava à espera. Não me lembro exactamente mas, ela teve uns 3 ou 4 orgasmos seguidos até que senti brotando do meu íntimo o leite espesso que foi-se-lhe alojando no interior, arrancando uma sensação de prazer que explodiu no meu interior invadindo todo o meu ser. O cheiro a suor e sexo invadia o quarto e fomos à casa de banho refrescar.

Entramos os dois na banheira e abrimos o chuveiro, mas, o meu material mostrava claramente de que ainda o serviço não estava completo. Enquanto a água ia caindo entre os dois passava-lhe as mãos pelo corpo todo, ela de costas encostada a mim, tendo-se alojado entre as pernas dela o meu pavio de felicidade. Agarrei-lhe os mamilos com os dedos, comecei a brincar com eles e a tesão recrudesceu, tendo-a penetrado aí mesmo sob os esguichos do chuveiro que testemunhava os movimentos e gemidos de prazer. Com o calor que se fazia sentir, a foda sob a água soube-me muito bem e, após nos libertar-mos da esporra que caía da xoxota passamos uma toalha ao de leve pelo corpo e fomos novamente para o quarto.

Recomeçamos a nossa sessão ainda com o corpo sem secar e com o cheiro a sabonete. Depois disso tudo, ela estava mais desinibida e, sem delongas começou a explorar o meu corpo de norte a sul com a língua e, para a fazer gozar mudei-lhe a posição de forma a que os dois joelhos dela ficasse à altura do meu ombro e aí, com a visão bendita da rata mergulhamo-nos num 69 até que os espasmos dela me deram conta de que se vinha, razão porque lhe aumentei o prazer esmerando no serviço, estimulando o clitóris com os dedos e indo a língua ao cú dela. Mas, eu não me vim, contive-me porque queria fazer-lhe uma surpresa, queria gozar aquele cuzinho que ainda era virgem.

Coloquei-a de joelhos com o peito na cama e, aproveitando o facto de ter a pila húmida tentei aproveitar um pouco do suco da rata mas, porque ele não se relaxava, a tentativa de penetração estava sendo dolorosa para ela. Assim, mandei-a deitar-se sob o lado esquerdo, por ser uma posição que ajuda mais, pus um pouco de óleo e iniciei a penetração nesse buraco que, pela primeira vez estava sendo invadido. A princípio queixou-se mas, com cuidado para não a magoar fui forçando a entrada sem pressa e, passado um pouco ela entrava numa onda de prazer, segundo ela confessou depois, mais intenso, diferente.

Após cerca de quatro horas de prazer, deitei-me de costas, ela deitou-se com a cabeça no meu peito e conversamos durante um tempo até que a fadiga, apoderando-se de nós nos levou para os braços de morfeu.

Durante um mês repetimos, quase todos os dias os nossos encontros e, ainda hoje penso nela com muito carinho.



Ficha do Conto

Escritor:
Joao

Nome do conto:
No quarto andar

Codigo do conto:
22

Categoria:
Heterosexual

Data do Envio:
11/12/2009

Quant.Lido:
1539

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
0

Quant. Comentarios:
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