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COM(i) MINHA FILHINHA E SUA PRIMINHA


Olá a todos. A história que vou lhes contar aconteceu no último final de semana de abril, que emendava com o feriado de 1° de maio deste ano, em um sítio em Garanhuns, cidade serrana do interior de Pernambuco. Não esperem encontrar aqui feitos extraordinários, relatos de experiências com utilização de posturas do Kama Sutra ou sexo de super homem. Nada de diferente que extrapole muito o sexo convencional, não ser o fato de que transei ao mesmo tempo com minha filha e minha sobrinha.

Sou de Olinda, mas atualmente resido e trabalho em Recife. Dou aulas em uma Faculdade particular e atendo em duas Clínicas. Sou médico clínico, tenho 52 anos, cabelos já grisalhos e casado com uma deusa maravilhosa; temos uma filha de 23 anos, que também é casada e nos deu uma netinha que está com dois anos e meio.

Minha filha é linda. Uma princesa. Veste-se muito bem, tem um corpo super definido, bumbum saliente, seios médios, coxas grossas e barriguinha de atleta. Estava separada desde o início do ano, mas ainda sofria com a separação. Resolvemos aproveitar o feriadão e subir a serra. Minha filha (Rose) convidou uma prima (Estefânia) para ir conosco, mas deixou minha neta com o pai, pois ele havia pedido para curtir a filha no final de semana e feriado. Minha esposa (Dani) estava em Fortaleza, onde faz um doutorado e só viria no domingo, passando direto para a serra.

Estefânia, minha sobrinha, tem 19 anos e sempre foi muito apegada à minha filha. Com a separação de Rose elas ficaram mais unidas ainda. Estefânia é uma morena muito bonita, alta, magra, seios pequenos, bunda arrebitada e me despertava um discreto tesão. Viajamos nós três na sexta-feira à noite, ainda cedo, pois queríamos aproveitar o máximo esse feriadão.

No sábado acordamos todos muito tarde, cansados. Tomamos banho na barragem, bebendo cerveja e já pude perceber a partir daí que os dias seriam maravilhosos. Rose e Estefânia vestiam minúsculos biquines, super, que molhados, ficavam quase transparentes. Eram de tirinhas. O de minha filha deixava sua buceta muito saliente. O de Estefânia, de tão pequeno, quase denunciava parte dos pelinhos da sua xaninha. Devido a bebida, minha libido animou-se, mas soube controlar-me. À noite fui à cidade e minhas duas princesas ficaram assistindo dvds. Avisei que ia encontrar-me com alguns amigos e que não tinha hora certa para voltar. Ao chegar à casa de um deles fui informado que já haviam ido para o sítio do secretário de saúde e que ficariam me aguardando lá. Resolvi então desistir do passeio e voltei para casa antes do esperado.

Cheguei ainda cedo de volta ao sítio e me pareceu que todos já haviam ido dormir, pois tudo estava muito silencioso. Fui direto tomar um banho quente e depois fui à cozinha. Ao sair do quarto ouvi sons vindo do quarto onde as meninas estavam. Fiquei atento e tive a impressão de ouvir leves gemidos. Curioso, fui até o quarto e verifiquei se a porta não estava trancada. Não estava. Entrei e deparei-me com a cena que até hoje ainda não me saiu da memória. Minha filhinha estava deitadinha na cama, de costas, com as pernas abertas, só de calcinha, aliás, uma minúscula calcinha. Estefânia, de quatro, com a cara enfiada no meio das pernas de Rose. A calcinha de Rose afastada para o lado, deixando aparecer a bucetinha mais linda do mundo e sua prima se deliciando com ela. Faninha (é assim que chamamos a Estefânia desde garotinha) também estava só de calcinha, bumbum arrebitado. Ela é magra e tem uma bunda muito bonita.

Elas assustaram-se , evidentemente, com a minha brusca entrada no quarto. Minha filha imediatamente procurou cobrir a buceta com as mãos enquanto a Faninha, assustada, falou: – Tiiiooo! Disse-lhes para continuar, que não se preocupassem. Meu pau, numa fração infinitesimal de segundos quase fura o short, de tão rígido que ficou. De repente abaixei-me por trás de minha sobrinha, sem dar-lhe o menor tempo de esboçar qualquer reação, afastei sua calcinha para o lado, passei a língua no reguinho dela, peguei-a pela cintura e passei a chupá-la com tanta volúpia, com tanto tesão, que mais parecia um animal desgovernado. Passava minha língua lambendo a bucetinha da Faninha, chupava, abria os pequenos lábios vaginais com os dedos, ela se empinava cada vez mais para trás, empurrava a buceta de encontro a minha cara, roçava, remexia-se, me lambuzava.

Circulei-a com meu braço, e, pela frente introduzi me dedo médio na sua xaninha. Assim a sobrinhazinha do titio sentia ao mesmo tempo a minha língua e o meu dedo movimentando-se na sua bucetinha. Enquanto isso ela chupava a bucetinha da minha Rose. Isso me dava mais tesão, me enlouquecia. Isso não estava acontecendo, só podia ser um sonho. Minha princesa ali, bem próxima de mim com a buceta aberta. Quanto a minha Faninha, literalmente eu a fudia com o dedo e a língua. Ela então começou a gemer descontrolada, remexia-se na minha cara, aumentava o ritmo e parou de chupar a xana da Rose e falava: – Vai tio, vai, vai, chupa, mais, chupa, chupa, chupa a bucetinha da sua sobrinha tio, vaaaaaiiiiiiiii…. e gozou na minha boca. Rose se masturbava vendo sua prima gozar. Então falou: – Ah pai, eu quero também, chupa. Chupa a minha bucetinha também pai, chupa. Você fez a Faninha gozar, Eu quero também pai, você chupa? Chupa a bucetinha da sua filha, pai, chupa. E é claro q eu atendi o pedido dengoso da minha filha.

Dei um tapinha de leve na bundinha da minha Faninha, larguei-a e corri para a minha princesa, que estava deitadinha de costas na cama, com as coxas abertas, coxas com pelinhos dourados, pernas recolhidas, os pés repousados na cama e a calcinha afastadinha para o lado, deixando a amostra a xaninha mais linda do mundo, vermelha, inchadinha, pelos aparadinhos e pequena. Nem parecia que já tinha sido mãe. Confesso que fiquei nervoso, era uma sensação diferente, atípica, agradável, estranha, gostosa. Agachei-me com a cabeça no meio das suas pernas, fui alisando e beijando suas pernas suavemente, sem pressa. Subi mais um pouco beijando agora suas coxas e passando as mãos alisando-as. Passei a mão em sua bucetinha como se quisesse conferi-la. O lado da calcinha que a descobria, eu puxei cobrindo-a. Segurei nas laterais da mini calcinha e fui puxando-a para baixo bem devagar, num ritmo cadenciado, de um lado, do outro. Assim fui descobrindo por completo a buceta da minha filha. A calcinha ia descendo toda enroladinha e eu a deixei pendurada num pezinho. Caí de boca. Beijei-a, passei minha língua ao longo de toda a extensão do reguinho e em seguida a chupei com tanta volúpia, que mais parecia um animal. Ouvi um gemidinho ao lado, e a Faninha, que eu a havia esquecido, estava se masturbando. Ao me ver olhando para ela, veio em nossa direção. Agachou-se próximo a mim e liberou do calção-cueca, meu membro super durão. Puxou-o e foi logo punhetando-me com força, feito uma louca, super excitada.
Enquanto isso, Rose comprimia minha cabeça com suas coxas grossas e ao mesmo tempo me tocava os cabelos dizendo: - Ai paizinho, chupa. Chupa paizinho. Chupa mais, vai. Não demorou muito e explodiu num imenso gozo, dando sucessivas contrações e quase me sufocando, com a pressão que fazia em minha cabeça com suas coxas. Em pouco tempo já implorava: - Ah pai, agora você tem que comer a sua filha filhinha, eu quero. Anda, vem logo. Vem pai.

A Faninha engolia meu pau, lambia, chupava, punhetava, não sabia o que fazer. Quando ouviu sua prima me implorar para comê-la, levantou-se, pegou o meu pau e direcionou-o para a buceta da sua prima. Colocou a cabeçona bem na portinha da buceta da minha filha. Mas eu a tirei, peguei meu pau e bati com ele na vulva de Rose, dando-lhe uma leve surra com ele. Gosto de fazer isso antes de penetrar. Depois voltei a colocar a cabeça na entrada, peguei minha filha pela cintura e fui penetrando devagar, bem devagar, sentindo cada centímetro invadir aquela buceta. Meu membro até que não é assim lá muito grandão não, mas ele é um bocado grossão, minha mulher ainda hoje reclama dele. Por isso temi machucar a minha menina, além de que também queria sentir a penetração, a invasão, ela engolindo-me. É indescritível o prazer. Depois fui tirando-o também devagar, voltei a penetrar sem pressa e a retirá-lo do mesmo jeito. Daí para a frente, descontrolei-me. Bombiei-a com força, com muita atitude, rápido, parecia que queria atravessá-la. Ela, de olhos fechados, mordia os lábios, gemia baixinho. Me prendeu com os pés e as pernas, circulando-me, me puxando para ela. Faninha apareceu e me beijou a boca, chupei sua língua. Beijou a boca de minha filha, me beijou. Aumentei o ritmo das estocadas, mas, mais, com mais força, mais rápido, De repente, falei para Rose: - Toma, toma sua putinha safada, engole o pau do papai. Era isso o que você queria, eu sei. Vai, engole, goza no pau do seu papai, goza. Goza. Agora a sua buceta vai ser só do papai. Diz, diz que ela é só minha, diz. E aí, quando senti que ia gozar, retirei imediatamente da buceta da minha filha e gozei na sua barriguinha. Faninha que até então só assistia se masturbando, veio aproveitar o restinho de leite que ainda saía da cabeçona e lambeu o resto. Ainda um pouco duro, bati com ele na carinha de safada da Faninha, lambuzando-a de um lado e do outro. Voltamos a nos beijar antes de iniciar outra seção.



Ficha do Conto

Escritor:
dr.francis

Nome do conto:
COM(i) MINHA FILHINHA E SUA PRIMINHA

Codigo do conto:
22148

Categoria:
Incesto

Data do Envio:
12/11/2012

Quant.de Votos:
12

Quant.de Fotos:
0

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Ultimos Comentários
Comentado por: contista59 em: 22/12/2012
Muito bom, adorei e realmente não é necessário coisas extraordinárias o erotismo é que conta. Parabéns!!
Comentado por: roro em: 16/11/2012
muito bom gostei muito.. só queria estar junto com elas duas,chupando o grelinho das duas.
Comentado por: aventura.ctba em: 15/11/2012
Parabéns conto muito excitante, teve meu voto. Eu e meu marido temos vários contos neste site, se possivel leia de seu voto e deixa seu comentário...bjs ãngela Casal aventura.ctba

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