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Fodendo Ana Paula - Colega de Trabalho e Casada


Certa vez, em uma das minhas primeiras experiencias profissionais, trabalhei em um pequeno escritorio onde conheci Ana Paula. Cerca de 1,60m, 25 anos, loira, usava um aparelho que a dava um certo ar infantil, logo quebrado quando se notava os grandes e redondos seios, as coxas grossas, e a bunda absolutamente perfeita. Não era bonita, mas isso era de sobra compensado pela simpatia e o ar de safada que ela transpirava.

No escritorio eramos em dez empregados mais o chefe, sendo cinco mulheres, sobre as quais falarei em outra oportunidade. Sendo uma empresa de representação comercial de máquinas industriais, o ritmo de trabalho era intenso, mas informal, já que todos os pedidos eram feitos por emails e telefone e raramente recebiamos qualquer visita externa.
Ana era uma das representantes, que recebia as ligações e emails, fazia os pedidos, tratava dos detalhes das entregas.

Sempre que o chefe não estava e o papo começava, rapidamente descambava para a putaria, e Ana sempre foi uma das mais animadas, embora na hora "h" sempre fugisse, alegando que era bem casada e tinha filhos.

Após dois meses na empresa, já tinha saído com uma mulata deliciosa e mto liberal chamada Cecília, e pegamos uma certa amizade-sem-vergonha. E foi ela que deu o impulso para que eu saisse com Ana.

Num dia depois do trabalho, caminhando para o ponto de onibus, Cecilia me contou que Ana era doida para me dar. Disse que ela se fazia de dificil, mas era louca para fuder comigo. Sua unica duvida era se eu seria discreto.

Perguntei a ela o desenrrolar da conversa, e Cecilia me disse na maior cara de pau:

- "Ué, perguntei a ela se alguém desconfiava que vc havia me comido. Ela ficou surpresa e disse que não, que nem imaginava. Falei para ela que a duvida dela estava respondida!"

Aquilo ficou na minha cabeça durante a noite. Acordei na manhã seguinte decidido a arriscar, já que o "não" era garantido.

Passei o dia sendo super-solicito com Ana, tocando seu ombro, cheguei a massagear seus pescoço para aliviar a tensão. Nas piadinhas eroticas que todos trocavam, eu falava gracinhas para ela e mantinha-me sério, como se a quisesse devorar.

Na hora do almoço, disse que iria mais tarde pois estava terminando uns relatorios (Ana sempre almoçava mais tarde que os demais). Quando ficamos sozinhos, sentei-me perto dela e puxei papo.

Como sempre, ela foi mto simpatica, e aos poucos conduzi o papo para putaria. Um provocava ao outro descaradamente. Ela reclamava que achava os seios grandes demais e que aquele vestido não ficava bem nela. Retruquei que o vestido estava lindo. Era um daqueles tomara que caia jeans, com um grande ziper que o fechava de cima a baixo.

Perguntei se aquele ziper era de verdade, e ela abaixou-o até o meio do vestido, e embora seus seios não tenham ficado a mostra, estava claro que ela não usava sutiã. Ela fechou rapidamente.

- Garota, não me provoca que eu faço uma loucura contigo...

- Que nada, vc é mto novinho, não sabe o que é loucura ainda...

Sai da sala rindo, contei até três e voltei pé ante pé. De costas, ela não me viu chegar.

Por trás dela, num só movimento, abaixei o ziper quase até o fim. No susto, ela segurou o vestido para que os seios não ficassem descobertos

- LOUCO! Tá maluco garoto?

- Talvez esteja, quem manda vc me provocar? Tem sorte de eu não ter arrancado seu vestido e ter mostrado a vc que tipo de loucuras eu posso fazer contigo em cima dessa mesa.

A fisionomia dela mudou e ela sorriu.

- Bem, falar bem vc fala, será que também faz?

Virei a cadeira dela pra mim e com o joelho sobre sua coxa, a impedi de levantar. Antes que dissesse algo, minha mão foi até sua nuca e puxei seu cabelo, deixando seu rosto inclinado para cima, a milimetros do meu. Minha outra mão apertava forte seu braço, deixando-o marcado

- Domino vc a hora que eu quiser, e faço vc implorar... mas prefiro ouvir o seu pedido.
Nesta hora ela fez a cara mais safada possivel, e me respondeu

- Bom, eu não estou pedindo, mas também não neguei ate agora...

Foi o estopim. Voei para cima dela e a beijei, com o tesão a mil. Minha mão voou até o ziper do vestido, e eu o desci até sua barriga, com as mãos deslisando para cima e acariciando seus seios grandes e macios.

Puxei-a para cima, quebrando o beijo apenas para olhar nos seus olhos e deixar claro que ela seria comida ali. Levantei-a da cadeira e coloquei sentada sobre a mesa. Comecei a beijar seu pescoço e a acariciar seus seios, enquanto ela ria alto.

- É, parece que eu brinquei com fogo... Foguento vc hein menino? - dizia isso acariciando meu pau sobre a calça.

Abri bem suas pernas e agarrei suas coxas, beijando sua boca enquanto sentia sua calcinha se esfregar em meu pau através do tecido da minha propria calça. Nisso ela agarrou minha cabeça e disse

- Calma! Os outros voltam em menos de vinte minutos, e nesse tempo eu não comecei nem a brincar...

- Quero vc agora!

- Eu to vendo... mas calma, segura esse tesão todo que mais tarde vai ser mais gostoso...

- Você não me enrrola Ana... duvido que vc vai prosseguir com isso depois

- Eu prometo! Depois do trabalho a gente sai...

- Você vive dizendo que seu marido chega em casa antes de você e não tem tempo nem pra um chopp com as amigas.

Nisso ela se aproximou do meu ouvido e disse "E eu te falei que hoje ele está lá em Resende, na casa da minha sogra? Daqui eu vou pegar um onibus pra lá... e eu posso perfeitamente perder esse onibus e ter que pegar o proximo... que só sai às 20h..."

Olhei para ela e fiquei com mais tesão ainda. Ela me deu um beijo e apertou com força meu pau

- Agora se comporta e guarda esse tesão, vou vai aprender o que é fuder com uma mulher de verdade...

Não é preciso dizer que fiquei de pau duro o resto do dia. As vezes ela chegava na minha mesa e me entregava algum papel, olhava para o volume na minha calça e sorria com carinha de safada, me enlouquecendo.

Faltando meia-hora para o fim do expediente, ela me mandou um email, mandando eu me despedir e sair mais cedo, e esperar ela no hall dos elevadores. Assim fiz, e após uns 20 minutos de espera interminaveis, ela apareceu. Sem nada dizer, me puxou pelo braço, pelos corredores de serviço do predio. Descemos até a garagem e subimos a rampa de carros a pé. Acabamos saindo na rua oposta a saída de pedestres. Andamos alguns quarteirões até um ponto de taxi.

- Pronto, ninguém viu. Aonde vamos?

- Ora, onde vc acha?

Ela deu um sorriso sacana e entrou em um taxi, mandando tocar para um motel. Passei a curta viagem alisando suas lindas coxas.

Chegando ao local, pedido um quarto. Mal entramos, agarrei ela por trás, descendo novamente o ziper, até seu vestido cair. Virei-a de frente e admirei seu corpo durante alguns segundos. Usava uma calcinha pequena, branca, que mal tapava sua bucetinha, que parecia carnudinha e deliciosa. Seus seios eram grande, redondos, macios, com mamilos rosados e bicos grandes. devo ter feito uma cara engraçada de admiração, por que ela riu.

- Não acredita ainda que esta me vendo nua? Melhor partir pro ataque, por que eu não gosto de homem mole

Levei-a até a cama e atirei na cama. Tirei minha camisa e deitei sobre ela, indo direto aos seios. Beijei seus mamilos e comecei a chupá-los com força, lambendo e fazendo-os ficarem duros e molhados pela minha saliva. Aos poucos, Ana se transfigurou, de uma mulher que estava se divertindo com o meu tesão para uma mulher que estava louca por uma boa foda.

Começou a agarrar meu cabelo e a direcionar minha cabeça, hora para um, hora para outro seio. Ela só olhava e respirava fundo enquanto eu devorava seus seios. Eu ainda estava de calça social, e ela sentia o volume pressionando suas coxas. Empurrou minha cabeça pela sua barriga e abriu as pernas.

- Mete a lingua na minha buceta, garoto, me chupa, me faz gosar...

Rasguei sua calcinha, e vi uma buceta linda, rosinha, labios carnudos e bem depiladinha. Caí de boca, beijando seus labios, dando linguadas rapidas e fortes em seu clitoris e enfiando minha lingua o mais que conseguia. Ela por sua vez se contorcia, arqueava o corpo, apertava minha cabeça com as coxas, agarrava meus cabelos e esfregava o sexo contra meu rosto, gemendo e pedindo

- Vai seu puto, chupa a minha buceta, não é isso que você queria? Me mostra onde tá esse homem todo, me faz gosar, porra!

Isso me dava mais tesão, e eu chupava Ana ensandecidamente. lembrei de minha antiga namorada, que adorava ser dedada enquanto eu a chupava. Concentrei minhas chupadas em seu clitóris inchado, enquanto comecei a fode-la com dois dedos

- Isso, continua... continua filho da puta, não pára, não pára... eu vou gosar porra, vou gosar, aiii aiiiii AI PORRA... ISSO... TO GOSANDO... AHHH AIIIIII

Ana gosava forte, molhando meu rosto e se contorcendo. Suas coxas grossas apertaram minha cabeça e seu corpo tremia em espasmos, até ir se acalmando. Ela estava ofegante.

Levantei-me e tirei rapidamente o resto da minha roupa. Ainda ofegante, ela olhou meu pau, duro como pedra.

- Hum, bem que eu sempre desconfiei que se visse seu pau, iria gostar... vem cá que é minha vez de retribuir.

Me aproximei da cama e ela se sentou na beirada. Abocanhou meu pau e comeceu a mamar, engolindo-o quase inteiro. Era uma boqueteira profissional, pois mesmo usando aparelho, ela conseguia não me incomodar. Sua lingua o percorria inteiro, dando linguadinhas no furo, as vezes descendo até as minhas bolas e voltando a envolve-lo com seus labios carnudos. Uma hora me chupava e mamava, depois trocava e me punhetava enquanto chupava meu saco.

- Puta que pariu Aninha, que chupada gostosa...

ela parou e me olhou sério

- Esquece Aninha. Aqui dentro você vai me chamar de puta, entendeu? Gosto de ser chamada assim: Puta, piranha, vagabunda... Se eu quisesse tratamento carinhoso, tinha ido com você pro cinema - e após a bronca, abriu um enorme sorriso e voltou a mamar.

Me entreguei imaginando como Ana era maluca e adoravel. agarrei seus cabelos bem apertado, e comecei a socar em sua boca com força, ela começou a gemer e a se masturbar, esfregando forte o grelo e acariciando os mamilos.

- É isso que você quer sua vagabunda? Uma surra de pica? Então toma, piranha, engole o meu pau!

Passei a beliscar seus mamilos, e ela foi gemendo mais forte. Percebi que ela gostava e fui aumentando a intensidade, até ela gemer alto com meu pau na boca. Ela tirou e disse:

- Dá na minha cara!

Dei um tapa estalado, e ela me xingou. Dei outro, e outro, ela se transfigurava a cada impacto da minha mão. Passou a chupar meu pau como se sua vida dependesse disso, rapido e com força, engolindo-o quase inteiro, as vezes parando e engolindo devagar até eu sentir a cabeça tocando sua garganta. É claro que não aguentei e avisei que ia gosar. Ela então apertou forte com as mãos a base do meu pau, cortando minha vontade de gosar quase no ultimo segundo.

- Ainda não! Ainda quero fuder mto com vc hoje!

Me deitou na cama e subiu em cima. Apoiou-se de cócoras sobre meu quadril e direcionou meu pau. Senti-a enxarcada e incrivelmente quente, engolindo meu pau inteiro. Cada milimetro de sua buceta apertando-o. Era incrivel como uma cavala daquela conseguia ser apertada. Ela estava de olhos fechados quando seus labios tocavam a base do meu pau. Ela então começou a subir e descer, primeiro devagar, depois mais rapido, até quase sair de dentro. Sua buceta apertava e massageava meu pau, e as vezes ela parava para apertar a base, antes de voltar a sentar

- Porra, sua vagabunda, quer me enlouquecer? - puxei ela pra mim, e ela ajoelhou na cama, continuando a me cavalgar.

Comecei a chupar seus seios com força, mordiscando os mamilos e dando um tapa em sua bunda. Depois outro, e outro, cada vez mais forte. Apertei com força aquela bunda que tanto desejava, puxando-as para fora e deixando-a bem aberta. Comecei a fazer força, socando de baixo para cima, e ela pirou, gemendo coisas incompreensíveis. Tudo que entendi foi ela dizer q ia gosar, logo antes de ela dar um berro e sua buceta ficar incrivelmente mais apertada e molhada. Era humanamente impossivel resistir, e eu também gosei, urrando e enchendo-a de porra quente. Parecia que eu gosei litros, e eu sentia nossos fluidos se misturando e escorrendo, enquanto ela ainda me cavalgava e terminava de gosar.

Ela caiu em cima de mim, estavamos ofegantes. Imaginei que era uma pena termos tão pouco tempo para a primeira vez, mas ela parecia ser da opinião de que cada segundo contava. Mal sua respiração voltou ao normal, ela me olhou nos olhos e começou a me beijar. Desceu pelo meu peito, barriga, e abocanhou meu pau, já ficando mole, e ainda cheio do nosso goso.

Uma chupada tão gostosa quanto a primeira, embora mais calma. Ficou assim por uns 10 minutos, por que foi todo o tempo necessário para meu pau voltar a endurecer e ficar em ponto de bala.

Ela ficou de quatro na cama, olhou para trás e perguntou "Tá esperando o que? Vocês sempre dizem que a minha bunda é linda, hora de provar, gato!"

Se eu fosse mais velho, corria o risco de infartar. fui até ela e beijei sua bunda linda, grande, durinha e branca. Mordi, lambi... cheguei a lamber seu cuzinho, mas ela logo me cortou

- O cuzinho esquece por hoje! Amo anal, mas tem que ter tempo...

- Poxa, não acredito que vc vai me negar esse cuzinho lindo

- Rsrsrsrsrs vou sim, mas se você me impressionar, quem sabe eu não dou um jeito de dar ele pra você um outro dia? Mas se eu topar, vai ter que ser a noite inteira...

Me posicionei atrás dela, encaixei meu pau e comecei a meter. Primeiro devagar, e logo fui acelerando, apertando sua bunda, chocando meu corpo contra o seu com força. pelo espelho, dava pra ver ela de olhos fechados, boca aberta, gemendo. Aquela visão me deixou mais excitado ainda. Comecei a bater em sua bunda e a puxar seu cabelo.

- Rebola vadia, rebola no meu pau... abre o olho, olha bem pelo espelho eu te fudendo, sua puta!

Ela abriu os olhos e ficou hipnotisada, olhando seu corpo se chocando contra o meu, seu cabelo esticado, eu a tratando como um objeto.

Ai Henrique, que piroca é essa... me fode moleque, fode a sua puta! Fode uma mulher de verdade! Come uma mulher casada! CASADA! Eu sou casada, você está metendo um par de chifres naquele babaca! Mete gostoso, usa a minha buceta, me faz gosar nesse pau grosso! Me enche de porra, seu puto!

Não sei qaunto tempo meti assim, mas ela parecia insaciável, gemia, pedia minha pica, pedia pra apanhar...

Quando finalmente Ana gosou, enterrou a cara na cama, puxando os lençois e arqueando o corpo. Agarrei seu quadril e bombei com minhas ultimas forças, tentando prolongar ao maximo o seu prazer. Quando ela me sentiu gemer alto, pulou fora e agarrou meu pau, punhetando e me fazendo gosar sobre os seus seios. Minha porra bateu eu seu rosto, pescoço e seios. Ela fez questão de esfregar meu pau no rosto, espalhar toda a porra nos seios, e terminou mamando e limpando meu pau.

Sentamos na cama e rimos um para o outro

- E aí, tô aprovado?

- Aprovadíssimo... Se pudesse, passava a noite fudendo com você... mas temos que ir, vamos pro banho?

Tomamos banho, conversando bobagens. Pegamos um taxi direto para a rodoviária, e ela foi acariciando meu pau sobre a calça. no terminal, puxei-a para mim e rocei em sua bunda, sendo correspondido com uma rebolada e um sorriso

- Olha, você está me devendo algo heim? - e dei um tapinha em sua bunda

Ela veio ao meu ouvido e disse

- talvez semana que vem eu tenha como dar outra escapada... vai poupando suas forças meu querido, por que você vai ter que comer meu cu até me saciar... vou deixar esse pau esfolado!

E com um lindo sorriso, ela foi em direção ao onibus.

Em outra oportunidade, contarei como comi o delicioso cuzinho de Ana.

Foto Perfil safado_rj84

Ficha do Conto

Escritor:
safadorj84

Nome do conto:
Fodendo Ana Paula - Colega de Trabalho e Casada

Codigo do conto:
24730

Categoria:
Heterosexual

Data do Envio:
17/01/2013

Quant.de Votos:
11

Quant.de Fotos:
0

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