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Deflorado no bambuzal


Quando eu tinha aproximadamente 18 anos, o meu jeitinho meio efeminado começou a incomodar meus pais. Eles faziam vista grossa, mesmo assim eu notava suas preocupações. Aproveitando da imensa preferência do macho pernambucano pelo sexo anal, comecei nessa mesma época a ter minhas primeiras experiências sexuais. Morava num sítio mas, como estudava na cidade, utilizava o ônibus rural todos os dias. Foi quando aconteceu algo que me marcou fundo na alma e mais fundo ainda no corpo. O motorista do ônibus, um senhor de meia-idade, calvo e com uma certa barriguinha, aproveitando que não havia outros passageiros, parou perto do ponto onde eu descia junto a uma plantação de bananas. Disse-me que tinha algo muito importante para mostrar, e me chamou para perto de si. Levantei do meu lugar e fui até ele, que permanecia sentado ao volante. Eu era super bobinho e não cheguei a perceber malícia alguma. Quando me coloquei ao seu lado, vi que sua calça estava aberta e uma rola gordinha , cheia de veias e com uma cabeçinha rosada estava à mostra m. Por um instante, fiquei em transe com a cena, isso antes de me encontrar totalmente envergonhado e, com um certo desespero. Me afastei para sair do coletivo mas a porta estava fechada. O homem me falou sorrindo que não havia do que Ter medo. Ele não faria nada comigo, só queria que eu ficasse calado e o observa-se. Decidi obedecer, afinal ele era mais velho e até aquele momento sempre foi digno tanto da minha confiança como da dos outros alunos que usavam aquele transporte. Ele pegou aquele cacete e começou a esfregar a mão de baixo prá cima, enquanto eu o olhava. De repente, de dentro de seu membro espirrou uma bela quantidade de esperma que atingiu o painel do ônibus. Pensei que o motorista podia estar morrendo, tais eram as caretas e gemidos que fazia. Em seguida, se limpou com um pano sujo que trazia no bolso, guardou o pau amolecido, ligou o ônibus e tocou até o meu ponto. No caminho me disse que a muito tempo vinha notando o meu jeito e sabia que eu havia gostado de lhe ver tocar uma bronha, e que não adiantava eu tentar negar. Simplesmente não falei nada. Desci correndo e, quando estava indo para casa, senti pinto duríssimo dentro da cueca. Não tinha mesmo como esconder. A situação de total cumplicidade havia me excitado. Quando cheguei no sítio, não havia ninguém. Minha mãe, Dona Luzia, era costureira de uma confecção da região e já tinha ido trabalhar. Entrei, fui no meu quarto, tirei minha calça e comecei a pensar naquele pinto que tinha visto. Iniciei agora a minha bronha. Estava em êxtase completo quando instintivamente, levei meu dedo “fura bolo” até a portinha do meu cuzinho. Colocando a pontinha, percebi que o buraquinho era no mínimo cinco a seis vezes menor que o diâmetro daquela barra de carne. Uma penetração talvez fosse impossível. Toquei minha punhetinha e gozei em jatos, acho que foi a primeira vez que isso me ocorreu. Em seguida, me recompus e fui até o quintal dar o almoço aos nossos cachorros, afinal a vida tinha de continuar. Mesmo anscioso em reencontrar aquele senhor, resolvi Ter paciência e cabeça no lugar. No outro dia, quando vinha da escola, o motorista era outro. Fiquei decepcionado. Percebi que aquele fato que havia sucedido devia Ter sido uma espécie de despedida do nosso antigo condutor. Contentei-me em bater punhetas e enfiar dedinhos em mim mesmo. Mais ou menos um mês depois, eu estava esperando o ônibus sozinho, pois minha aula havia terminado mais cedo, quando apareceu um caminhão da ARISCO destes de carregar tomates, e o motorista, um sujeitinho simpático, me ofereceu carona. Como já tinha visto meu tio conversando com ele na cidade ( meu tio era produtor e revendia tomates para aquela empresa), achei que não haveria nada de mal em aceitar. Assim que o caminhão começou a andar, ele colocou uma das mãos em meu rosto e cinicamente, me disse que eu era uma gracinha de menino. Como eu permaneci calado ele insistiu no assunto. Perguntou se algum outro homem havia dito isso antes. Respondi que não. Depois quis saber se eu também o achava bonito. Apenas sorri. Ainda em meio aquele interrogatório, me perguntou se eu não tinha medo de ficar naquele ponto sozinho, pois ele havia ouvido muitas histórias sobre tarados que pegavam garotinhos naquela região. Fiquei em silêncio durante algum tempo. Depois falei que não tinha motivo algum para Ter medo. Ele, pelo visto, entendeu errado pois se animou e quis saber se eu gostava dos taradinhos e para quantos deles eu já havia dado. Antes mesmo de eu poder reparar o mal entendido, ele quis saber se eu não queria liberar a bundinha prá ele também, pois ele era louco por bichinhas delicadas como eu. Fiquei chocado com o que ele me disse e acabei chorando de vergonha. Pedi para que ele parasse para que eu pudesse descer. Zangou-se comigo, e de cara fechada falou que não tinha nada a ver eu ficar daquele jeito e que deveria deixar de bobeira, pois era evidente que eu gostava de queimar a rosca. Disse que homem de verdade não tinha aqueles meus trejeitos , e que um ex- colega seu que fazia o trajeto de coletivo por aquela região, havia lhe jurado de pé junto que havia faturado o rabinho do filho da dona Luzia. Em seguida, pegou uma estradinha paralela e, uns cem metros depois, parou debaixo de um árvore um pouco longe da estrada. Fiquei assustado e tremendo de medo. Tentei argumentar que aquilo tudo era um baita engano. Mas de nada adiantou... Deduzi que ele não estava mesmo para brincadeira. A raiva em seu rosto era algo incrível. Ele desceu, bateu a porta e não voltava nunca. Preocupado, desci também pensando em correr até a estrada e quem sabe escapar daquela situação vergonhosa. Imaginei que ele estivesse no mato mas quando dei a volta no caminhão, o vi com as calças arriadas se masturbando. Ao me ver, virou-se e veio caminhando na minha direção, arrastando as calças no chão. Sem saber porque, fechei os olhos até perceber ele perto de mim. Quando senti sua mão tocar minha cintura, abri os olhos e vi seus olhar cheio de desejo. Desviando os olhos para baixo, pude então ver ser ferro. Era do mesmo tamanho do motorista anterior, só que mais fino. Ele levou a mão pelo meu peito, segurou minha camiseta e a tirou rapidamente. Eu continuei totalmente paralisado. Em seguida, abaixou meu short ( estava usando o uniforme de Educação Física) colocou uma das minhas pernas sobre o para choque traseiro, puxou minha cueca para o lado, abriu minhas nádegas, abaixou um pouco o corpo e colocou a cabeça daquela piroca na entradinha do meu olhinho. Apesar do desespero e medo, não conseguia fazer nada. Sua cara de zangado me assustava muito. Quando começou a socar prá dentro, doeu muito e eu protestei. Ele tirou o pau, me puxou pelo braço com energia, quase me arrastando, e me levou até um bambuzal próximo do local. Gritou para que eu ficasse de quatro na palha seca. Olhei em volta apavorado buscando, talvez, uma salvação, mas não havia ninguém. Em seguida, pegou meu braço esquerdo pelas minhas costas causando dor, encostou seu corpo no meu, me mantendo quase que imóvel, e firmou a mão para arregaçar minha bunda. Depois, cuspiu atingindo em cheio meu rego. Encaixou a cabeça do seu membro na entrada salivada e, novamente, começou a penetração. Estava doendo muito e eu pedia para parar. Ele ficou puto, disse que viado merecia era aquilo ali mesmo, e enterrou tudo. Gritei de dor, e implorei para que tivesse pena de mim, mas continuou firme socando tudo até o talo. Senti como se tivesse um ferro em brasa lá dentro. Eu gemia de dor e medo, meu corpo tremia como uma vara verde. Ele tirava devagar mas enterrava com violência. Senti uma aflição no corpo. O homem que me enrabava começou a dar gargalhadas e eu não entendi como seu humor podia mudar tão rápido. Olhei por debaixo do meu corpo e percebi que meu pintinho estava duro, percebi então que meu corpo parecia estar de acordo com aquela situação, me senti estranho, e em meio aos toques que massageavam minha próstata acabei atingindo o orgasmo sem nem mesmo encostar no pau . Não me contive e acabei gemendo muito enquanto melava a palhoça. Meu comedor ficou feliz ao me ver gozar, afinal agora não poderia dizer que eu não havia curtido. Com os espasmos acabei forçando o rabinho dando mordidas com o cu no pau do caminhoneiro. Ele foi a loucura, me deu um puta tapa na bunda e gritou que aquilo tudo era uma delícia. Logo depois, aos berros, gozou dentro de mim como um cavalo. Depois, chorei muito, dizendo que tinha me violentado. Eu não conseguia nem andar e sangrava pela cu. O motorista não demonstrou preocupação. Gritou que aquele era o tratamento que um boiola merecia. Foi na cabine e pegou estopa limpa e me deu para limpar o rego, em seguida me ajudou a subir na boléia e fomos embora para a cidade. Me mandou guardar segredo, não contando nada para ninguém, caso contrário ele poderia ficar realmente zangado comigo, e me lembrou que sabia muito bem onde eu morava. Antes de descer, o safado ainda me lascou um beijo na boca. Voltei para casa no primeiro ônibus que tinha de volta e disse para minha mãe que não estava passando bem, porque tinha jogado bola debaixo de sol forte. Levou alguns dias para que as idéias se acertassem na minha cabeça e minhas pregas se acertassem no meu rabinho. Duas semanas depois, estava na rodoviária quando vi o velho motorista que tinha batido uma punheta para mim. Quando ele me viu, virou o rosto e caminhou para o outro lado da rua, e eu fui atrás. Ficou todo sem jeito quando viu que não poderia fugir de mim. Perguntei que estória era aquela de que ele havia me comido. Ele ficou em silêncio e eu insisti. A resposta veio quase sussurrada: “ Eu sinto muito meu filho, não sei mais o que se passa nessa minha cabeço...estou muito envergonhado” " Falei que deveria se envergonhar mesmo, e que por causa daquele comentário eu havia sido estuprado, e o pior é que eu havia ficado viciado em caralho e não conseguia mais ficar ser tomar no cu. Em seguida, fui embora, deixando o velho com uma cara de surpresa e admiração, totalmente boquiaberto. Me surpreendi em Ter conseguido falar aquilo, mas na verdade era realmente o que eu estava sentindo. Duas semanas depois, eu estava na rodoviária, esperando o ônibus, quando vi o velho motorista vindo em minha direção. Parecia meio bêbado. Chegou seu rosto perto do meu ouvido e disse que estava me esperando do outro lado da rua, numa esquina, e que eu fosse até lá. Em seguida, foi embora. Fiquei na dúvida se ia ou não. Resolvi ir e, quando cheguei, ele não estava lá. Ouvi uma buzina vindo de uma brasília velha de cor branca. Cheguei perto e ele pediu que eu entrasse no carro. Respondi sério que não entraria, ele fez uma cara de choro e quis saber por que. Disse-lhe que meu rabinho eu não dava para velhos mentirosos. Falei que se ele tivesse me dado um trato legal quando me abordou no ônibus, nós hoje com certeza seriamos amantes mas como ele preferiu espalhar por ai coisas que ele não tinha tido competência para fazer, então agora iria ficar só na vontade. Falei também que se encontrasse o Agnaldo (esse era o nome do caminhoneiro ) que o avizasse que eu estava necessitando novamente de seus serviços. Deixei aquele homem com a maior cara de tacho, mas não é que o danado deu o recado certinho, pois no outro dia o Agnaldo estava me esperando na porta do colégio, de cabelinho penteado e banho tomado todo cheirosinho.....mas isso já é outra história. Quem quizer manter contato é hoje estou com 20 anos e com muito mais experiência, me mudei para Goiânia onde faço faculdade, me escreve quem sabe não rola algo.

                                
                                



Ficha do Conto

Escritor:
goiano sapeca

Nome do conto:
Deflorado no bambuzal

Codigo do conto:
252

Categoria:
Gays

Data do Envio:
11/12/2009

Quant.de Votos:
9

Quant.de Fotos:
0

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