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Um Conto de um Amor Proibido


Olá! Meu nome é Suzana, sou gaúcha do interior e atualmente vivo em São Paulo, onde exerço o meu ofício de psicóloga. Sou morena de cabelos castanhos claros, longos e lisos, e olhos claros, tenho 41 anos de idade, 1,70 cm de altura e 62 kg de peso. A história que passo a narrar agora teve início no final do ano de 2001, porém, antes contarei alguns fatos que antecederam o ocorrido.

Eu sou filha única e perdi a minha mãe muito cedo, sendo criada por meu pai, um pecuarista que me proporcionava uma vida ótima e realizava todos os meus desejos, fazendo com que eu me tornasse uma menina mimada. Eu vivia a viajar pelo litoral sul do Brasil, curtindo festas. No reveillon de 1980/81, numa festa em Itapema, conheci um homem que fora o meu "amor de verão", que jamais cheguei a reencontrá-lo novamente. Nesse verão eu engravidei. Meu pai, sempre muito compreensivo, me deu todo o apoio, mas não antes de me repreender. Com o nascimento de meu filho, Pedro, eu decidi mudar a minha vida. Jamais havia contado essa história ao meu filho, ele apenas sabia que eu era mãe-solteira, e nunca quis saber sob quais circunstâncias ocorrera. Em 1982, me mudei para Porto Alegre, com meu filho, e entrei numa faculdade de psicologia, pela qual eu me formei. A partir de então tudo o que eu fiz foi dedicar a minha vida ao meu filho e à profissão, sem jamais me envolver com outro homem novamente, apenas me masturbando para tentar me satisfazer sexualmente.

Levava a minha vida normalmente, trabalhando e cuidando de meu filho, que foi crescendo e se transformando em um homem muito bonito, alto (com cerca de 1,90 cm e 90 kg), forte, cabelos castanhos claro. Juntamente, em meu âmago, foi crescendo um sentimento complexo em relação a ele, um misto de amor maternal e atração carnal. Durante a sua adolescência, eu já imaginava, "se eu fosse uma garotinha, provavelmente eu me apaixonaria por ele". Era um desejo obscuro, que parecia prestes a transbordar a qualquer momento e se reforçava pela nossa proximidade, dentro de casa, onde mantínhamos uma intimidade muito grande. Eu tentava combater esse desejo, me reprimia, imaginando que um dia passaria. Mas eu estava enganada, e em alguns dos atos de meu filho, eu sentia certa reciprocidade de sentimentos, eu percebia que ele sentia atração por mim. Afinal, eu sou o que pode se considerar uma "lobona enxuta", e eu sei o desejo que desperta as mulheres mais velhas em rapazes jovens, o "Complexo de Édipo", o balzaqueanismo. Afinal, sou psicóloga.

No final do ano de 2001, com as férias universitárias de meu filho, resolvemos passar a virada de ano na praia. Nos anos anteriores, nós passávamos as festas na casa de meu pai, no interior, porém, nesse ano ele veio a falecer. Pedrinho opinou por Itapema, a cidade em que ele havia sido concebido e que eu não visitava desde então. Eu concordei. Mau imaginava eu que nessa escolha dei início ao surgimento de um novo "amor de verão", de uma nova relação entre mãe e filho, que ultrapassaria outros verões, um amor que romperia limites e convenções sociais, um amor que ignoraria o maior dos tabus, o tabu do incesto, e mudaria as nossas vidas para sempre.

Chegamos à cidade pouco antes da virada de ano, mas como não havíamos feito reserva no hotel, achamos somente um quarto simples, com duas camas. Como não queríamos arriscar a não achar nada melhor, optamos ficar com este quarto mesmo, depois poderíamos procurar por outro, e como estávamos acostumados a dormir juntos em casa, eu não vi nenhum problema em compartilharmos o quarto.

Depois de nos acomodarmos no quarto, resolvemos ir a praia. Tomamos uma ducha, eu fui primeiro e enquanto me preparava no quarto, meu filho saiu da ducha apenas enrolado na toalha e me pegou seminua, apenas com a parte de baixo do biquíni, com os meus seios à disposição de seu olhar. Acho que eu propositalmente demorei a me arrumar, para que ele pudesse presenciar tal cena. Ele ficou estático, me observando, como se estivesse em transe, mas logo pegou suas roupas e foi se vestir no banheiro, se desculpando ao se retirar. Nesse momento eu pude perceber o início de uma ereção que se formava debaixo de sua toalha. Não tocamos mais no assunto e fomos para a praia, nos bronzeamos, tomamos umas caipirinhas, entramos no mar e brincamos muito, como crianças, sem chamar muito a atenção, pois havia poucas pessoas dentro da água. Estávamos bem afastados da areia, eu apenas com os ombros fora da água, e de repente uma corrente marinha fez com que eu começasse a me afundar. Nesse momento, instintivamente, eu me segurei em Pedrinho, abraçando-o pela frente ao redor de seu pescoço, e ele me segurou pela cintura, me puxando para cima. Meus seios se pressionaram contra o seu tórax, o seu pênis pressionou o meu Monte de Vênus, enrijecendo. Nossos olhares se cruzaram por alguns segundos, e eu apenas dei um selinho em seus lábios, com um sorriso maroto no rosto, agradecendo por ter me segurado e em seguida retornamos à areia.

Voltamos ao hotel e tudo ocorreu como se nada tivesse acontecido. Jantamos e descansamos. Mais a noite, resolvemos ir à uma boate em Balneário Camburiú. Ele vestiu uma bermuda e uma camiseta, e eu fui com um vestidinho leve e solto. Nós caminhávamos pela boate como um casal de namorados, de mãos dadas, e assim devíamos parecer, aos olhos dos outros, apesar da diferença de nossas idades. Bebíamos e dançávamos, até tocar um forró. Imediatamente abracei-o e começamos a dançar juntos, e novamente senti o seu pênis enrijecer, pressionado contra a minha barriga. Instintivamente, puxei-o mais junto ao meu corpo, dei um beijo em seu rosto, e voltamos a dançar normalmente. Fomos embora, e, novamente, como se nada tivesse acontecido, mas eu sentia que a "Caixa de Pandora" estava cada vez mais na iminência de ser aberta.

Inconscientemente e sutilmente, eu estava seduzindo o meu filho, o meu próprio filho, o ser que eu gerei dentro de mim e que eu desejava novamente dentro de mim. Mas eu não poderia simplesmente me oferecer a ele, afinal, poderia estar estragando uma relação e duas vidas. Assim, decidi não tentar nada explicitamente. Se acontecesse, aconteceria naturalmente, deixaria a natureza fazer o papel dela, afinal, antes de mais nada, somos um macho e uma fêmea, prontos para acasalar. Há muito tempo eu o desejava e naquele momento eu tinha a certeza que o desejo era recíproco.

No dia seguinte, depois do almoço, retornamos da praia ao hotel para ducharmos e descansarmos. Eu já senti um clima diferente entre nós, um clima de sedução, com olhares e elogios. Dormimos cada um em sua cama, eu somente de calcinha e sutiã, me cobrindo com um lençol, e ele de cueca, totalmente descoberto. Eu despertei antes dele e fiquei observando-o, aquele corpo másculo, bonito, atraente... e o seu pênis longo e grosso, que era delineada pela cueca apertada. Quando olho em seu rosto, ele já estava desperto, olhando para mim, nossos olhares se cruzaram, apaixonadamente...

Fomos para a praia e depois passamos em um bar, pois havíamos decidido não retornar para jantar, ficaríamos bebendo e comendo petiscos. Mais tarde, já meio altos pela bebida, voltamos para o hotel, e ao sair do elevador, ele me abraçou e assim caminhamos até o nosso quarto. Ao entrarmos, bruscamente ele me virou à sua frente, olhando em meus olhos, me abraçou e me deu um selinho. Após um breve silêncio, ele me beijou profundamente. Ele abriu a "Caixa de Pandora". Começamos a nos beijar selvagemente, nossas mãos passeavam por toda a extensão de nossos corpos. Interrompi dizendo "acho melhor tomarmos uma ducha", e assim foi, mas desta vez entramos os dois juntos, ele me despiu, tirando a minha canga e o meu biquíni, me deixando, pela primeira vez em mais de 20 anos, totalmente nua em frente a um homem, e retirou a sua bermuda e a sunga, mostrando um pênis lindo e grande, grosso e liso, com uma glande que se parecia com um cogumelo vermelho, totalmente ereto de desejo por sua progenitora. Debaixo do chuveiro, nos beijamos e nos lavamos. Ao lavar o seu pênis, eu não resisti e chupei-o, da mesma forma que ele fez com os meus seios. Depois ele me levou no colo para a sua cama, e, ainda molhados, me deitou, abriu as minhas pernas, e beijou a minha vagina, em seguida chupou o meu clitóris. Não demorou muito e eu tive um orgasmo, o primeiro em 20 anos com um homem, meu próprio filho. Depois do orgasmo, eu coloquei um travesseiro debaixo de minha bunda e puxei-o para mais perto de mim e disse sussurrando "venha Pedrinho... me foda... coloca o teu pau dentro de mim... me deixe sentir o teu pau dentro de mim... mas faça devagar que eu não transo há muito tempo... me faça gozar... goze comigo... me encha de porra... faça de mim a sua fêmea...". Ele encostou o seu pênis em minha vagina e começou a penetrar num vai-e-vem lento. Quando o seu saco encostou em minha bunda, a penetração havia se consumado, eu me sentia cheia, completa, com aquele pênis enorme dentro de mim, preenchendo a minha vagina, penetrando em meu útero, com nossos pelos púbicos se entrelaçando. Assim, ele começou a se movimentar, ora rápido, ora devagar. Eu me sentia no céu, eu tinha um orgasmo atrás do outro. Ele dizia coisas como "mãe... tu é muito gostosa... eu sempre quis te fuder... eu sempre te quis... eu sempre te amei, como mãe e como mulher... eu quero te encher com minha porra... tu é só minha... minha fêmea...".

O pênis do meu Pedrinho estava invadindo o local em que ele surgiu, viveu e cresceu por 9 meses, o seu local sagrado, o útero de sua mãe. A cada orgasmo meu eu colocava as mãos em suas nádegas e puxava para mais perto de mim, como se eu estivesse fazendo-o retornar ao meu útero. Gozei novamente e demos uma pausa, mas como ele ainda não havia gozado, reiniciamos a nossa sessão de sexo incestuoso. Ele se sentou na cabeceira da cama e eu fui por cima dele, abri as minhas pernas, encostei a vagina em seu pênis ereto, e fui descendo, descendo, até acomoda-lo todo dentro de mim, com seu pênis penetrando até o meu útero e comecei a rebolar em cima dele alternando com uma cavalgada, subindo e descendo sobre o seu pênis. Gozei mais inúmeras vezes nessa posição. Depois ele me penetrou de quatro, respirando e ofegando mais intensamente, dando sinais que seu clímax estava próximo, gritando "EU VOU GOZAR!!!. EU VOU TE ENCHER COM A MINHA PORRA!!! EU VOU ENCHER O TEU ÚTERO COM A MINHA PORRA!!!" Novamente eu gozei, gritando "GOZA FILHO!!! GOZA COMIGO!!! ME DEIXA SENTIR O CALOR DE TUA PORRA DENTRO DE MIM!!! Ato contínuo ele gozou tudo dentro de mim. Eu poderia sentir os seus jatos de sêmen batendo em meu interior, dentro de minha vagina, no fundo de meu útero. E desabou em cima de mim, até seu pênis amolecer e sair de mim, fazendo com que escorresse um filete de sêmen de minha vagina. E disse "mãe, eu te amo e a quero para mim, não só como mãe, mas agora também como mulher, como amante, como fêmea...", e eu respondi "eu também te amo e agora sou somente tua, o meu corpo é somente teu". A barreira do incesto havia sido derrubada, agora nós éramos mãe/filho e amantes, com um caso secreto que, mais do que qualquer outro, jamais poderia ser revelado.

Pedrinho se deitou ao meu lado, na estreita cama de solteiro do hotel, e dormiu. Eu fiquei acordada por mais um tempo, pensando no que havia acontecido. Ainda em êxtase, eu sorria saciada, eu acabara com uma abstinência sexual de mais de 20 anos... e com próprio filho. O último homem que havia estado dentro de mim foi o pai dele, no momento em que concebemos Pedrinho. Eu comecei a pensar mais racionalmente... então eu estava com 39 anos... eu ainda era uma mulher fértil... e provavelmente estava ovulando nesses dias... eu não utilizava nenhum método contraceptivo, haja vista não ter precisado nesses anos todos... e ele não usou camisinha, injetando uma grande quantidade de sêmen em meu útero... eu poderia engravidar de meu próprio filho!!! Passei a mão em minha barriga e imaginei que, nesse exato momento, milhões de espermatozóides de meu filho poderiam estar procurando por meu óvulo para fecundar, formar uma nova vida... Essa é a lei da natureza, o sexo tem por finalidade precípua a procriação. O pequeno espermatozóide de meu filho não saberá que o óvulo que ele está a penetrar e fecundar trata-se do óvulo proibido. Pensando desta forma fiquei em um misto de terror e êxtase, engravidar de meu próprio filho, gerar o meu próprio neto. Na realidade, eu já contemplava esta possibilidade, quase que inconscientemente, mas estas circunstâncias tornavam o sexo mais excitante, pois enveredávamos pelos caminhos mais proibidos do sexo, saciávamos a fome com a fruta mais proibida do Jardim do Éden. Praticávamos o "bareback" incestuoso.

Pensando nessas possibilidades, eu adormeci, abraçada ao meu filho. De manhã, ao despertar, Pedrinho já havia se levantado e saído. Levantei, tomei uma ducha e fiz uma leve refeição matinal. Cerca de duas horas depois, Pedrinho retornou, com certa preocupação estampada em sua face, e fui direto duchar, sem dizer nada. Ao sair da ducha, ele olhou em meus olhos e disse "mãe, eu estive pensando... sei que a senhora não tem parceiros há vários anos e não toma pílulas anticoncepcionais, e eu não usei camisinha... se a senhora ficar grávida?". Ele teve as mesmas reflexões que eu tive no dia anterior, e espero que chegue as mesmas conclusões, pensei. Eu expus a ele o meu pensamento e finalizei "não quero que usemos nenhum método contraceptivo... eu quero que seja natural... é mais excitante... eu quero ir ao extremo do mais proibido dos sexos... deixemos que a natureza se decida... se eu tiver um filho de ti, será do homem que mais amo neste mundo...". Ele apenas disse "eu te amo" e me beijou profundamente. Nos despimos, um ao outro, e iniciamos a nossa sessão de sexo. Ficamos até a hora do almoço transando, gozando inúmeras vezes. Realmente, a possibilidade de eu ficar grávida excitava a ambos, a cada ejaculação de Pedrinho, eu imaginava o seu pequeno espermatozóide ziguezagueando em meu interior, a procura de meu óvulo. Cada orgasmo que tivemos foi maravilhoso, foi como se fosse o maior, e eu entendi, no extremo, porquê os franceses chamam o orgasmo de "pequena morte".

Nessa tarde, depois do almoço, resolvemos ir a uma praia diferente, à Praia do Pinho, que é uma praia de nudismo perto de Itapema. Tínhamos que nos conter em nossas carícias, não em função de esconder a nossa relação incestuosa em público, mas para evitar uma ereção em Pedrinho, o que o obrigava a entrar na água. Nesses termos ficamos pouco tempo nesta praia e resolvemos ir embora. Nós nos comportávamos como um verdadeiro casal de namorados, é o que éramos, afinal. Apesar da diferença de nossas idades, ninguém suspeitava que éramos mãe e filho, e o anonimato protegia o nosso segredo, pois, se mesmo em Porto Alegre pouquíssimas pessoas tinham acesso ao nosso círculo íntimo para saber que éramos mãe e filho, imaginem em Santa Catarina, por mais turistas gaúchos que houvesse.

Nossa estadia no litoral tinha mudado radicalmente. Iniciou-se como umas férias de fim de ano e transformou-se numa verdadeira "lua-de-mel". Depois de mais uma pernoite no hotel, com muita sorte achamos uma suíte disponível em um hotel à beira-mar em Balneário Camboriú, com uma sacada que dava uma bela visão da orla. Nós a reservamos imediatamente e nos transferimos para lá perto do entardecer. Adentramos à suíte com Pedrinho me carregando em seu colo... e demos continuidade a parte sexual de nossa lua-de-mel, fazendo amor até anoitecer.

No dia 31, fizemos os nossos programas habituais: refeições, passeios pela orla, barzinhos, bronzeamento... Eu adorava quando o meu filho passava o protetor solar em mim à vista de todos, como era excitante trocar carícias em público, era como se estivéssemos assumindo a nossa relação aos olhos do mundo.

À noite, pedimos um jantar em nossa suíte. Nos vestimos de branco, ele de bermuda e camisa, e eu com um vestidinho curto, leve e solto, que eu havia comprado no dia anterior com uma calcinha minúscula, especialmente para usar com meu filho. Perto das onze horas nós iniciamos o jantar, à luz de velas, totalmente romântico. Findo o jantar, Pedrinho retirou do bolso dois anéis, para mim e para ele, que simbolizaria a nossa aliança. Nesse momento eu não me contive e chorei de emoção. Extra-oficialmente, estávamos nos casando. Era um casamento legalmente impossível, mas consumado na prática.

Caminhamos até a sacada para ver o show de fogos de artifício, eu estava muito emocionada. Assistimos abraçadinhos à queima de fogos, desejando "Feliz Ano Novo" entre beijos ardentes. Assim que acabou a queima de fogos, retornamos para o quarto, de mãos dadas. Nos abraçamos e nos beijamos, enquanto nos despíamos. Pedrinho desatou o laço de meu vestido e deslocou as alcinhas de meus ombros, o que fez com que meu vestido deslizasse pelo meu corpo até o chão, me deixando apenas de calcinha perante o homem da minha vida. Ele sussurrou "como tu estas linda... como eu estou apaixonado por ti...", "eu também Pedrinho... eu estou apaixonada por ti... estou usando uma calcinha branca... eu imaginava usar uma rosa, mas encontrei a minha paixão antes do Ano Novo...", eu disse, sussurrando em seu ouvido. Retirei a sua camisa beijando o seu tórax, e em seguida retirei a sua bermuda, deixando-o apenas de cueca, e continuamos a nos acariciar. Assim fomos para a cama. Pedro retirou a minha calcinha, separou as minhas pernas e começou a me chupar. Logo cheguei ao clímax, e novamente, e novamente, e a cada orgasmo, eu empurrava a sua cabeça contra mim, tentando fazê-lo retornar para dentro de mim. Depois retirei a sua cueca e comecei a lamber o seu pênis. Eu lambia toda a sua extensão, da glande até o saco, e colocando-o todo em minha boca, chupando, fazendo-o gemer de prazer, e em seguida iniciamos um 69. Novamente gozei loucamente, mas não o deixei gozar. Eu queria sentir todo o seu sêmen dentro de mim. Eu quis brincar com a natureza...

Fizemos uma pequena pausa para tomarmos um pouco de vinho. Eu levava o cálice de vinho aos meus lábios e olhava nos olhos de Pedrinho. Emocionada, saiam lágrimas de meus olhos. "Meu Deus, como eu estava apaixonada, apaixonada por este homem que eu gerei e criei... e que agora poderia fazer com que eu fosse mãe novamente...", refletia. Eu estava confusa, não sabia se transar sem proteção apenas me excitava ou se realmente eu queria engravidar novamente, gerar um fruto incestuoso, um filho de meu filho.

Com as mãos, Pedrinho limpou as lagrimas de minha face e começou a me beijar, me deitando na cama. Beijou os meus lábios por um longo tempo, e em seguida foi descendo, me beijando e lambendo, o meu pescoço, os meus seios, os meus mamilos, a minha barriga, o meu umbigo, fez uma pausa, separou as minhas pernas e voltou a chupar a minha vagina, "tu tens a buceta mais maravilhosa que eu já vi... e a mais cheirosa... e a mais apertada..." ia dizendo e chupando. "E é somente sua", eu respondi, já perto do clímax. Depois de meu orgasmo, coloquei uma almofada debaixo de minha bunda e o puxei para mim, dizendo "venha Pedrinho... me preencha com esse pau maravilhoso... faça de mim a tua fêmea...". Ele encostou a glande em minha vagina completamente lubrificada e começou a me penetrar. Eu sentia o seu pênis ocupando todo o espaço de meu interior, indo e voltando, formando uma espuma branca ao redor e na borda de nossos órgãos genitais. Eu realmente estava muito excitada e lubrificada como nunca. Eu puxava a sua cabeça para perto da minha dizia em seu ouvido, sussurrando, coisas do tipo "estou em meu período fértil... tu queres um irmãozinho?... tu queres ser pai de teu irmão?...". Ao dizer isso, Pedrinho ficava super excitado, gemendo e me fodendo mais violentamente ainda, me fazendo gozar seguidamente.

Mudamos de posição, com Pedrinho deitado e seu pênis em riste apontado para o teto, eu fui por cima dele, com os dedos separei os meus lábios vaginais, encaixei em sua glande e desci de uma vez, fazendo-o gemer profundamente. O seu pênis preencheu toda a minha vagina e senti a sua glande invadir o meu útero. Quando eu disse isso, ele, me segurou pelos quadris e tentou enfiar ainda mais seu pênis em mim. Eu apenas rebolava em cima dele, ora lentamente, ora violentamente, e quando o meu orgasmo se aproximou, eu comecei a gritar "EU VOU GOZAR AGORA MEU FILHO!!! GOZE COMIGO, PEDRINHO!!! ME ENCHA DE PORRA!!! ENCHA O MEU ÚTERO DE PORRA!!! ME FAÇA UM FILHO!!! ME ENGRAVIDE!!! EU QUERO UM FILHO TEU!!!". Ao ouvir isso, Pedrinho não conseguiu mais segurar o seu orgasmo e gozou, gritando "ESTOU GOZANDO!!! VOU TE ENCHER DE PORRA!!! VOU TE ENGRAVIDAR!!!". Eu pude sentir cada jato de sêmen que ele atirou dentro de mim, e ele gozou como nunca. Depois do orgasmo, eu desabei sobre ele, e ficamos nessa posição por um tempo, com seu pênis dentro de mim.A possibilidade de eu engravidar nos excitava muito. Eu o beijei demoradamente e disse que "sou a mulher mais feliz desse mundo... e tudo isso graças a ti...", "e tu fazes de mim o homem mais feliz desse mundo...", respondeu. Ainda com seu pênis dentro de mim, levantei o meu tronco, levei as suas mãos aos meus seios, fechei os olhos e o fiz me massagear. Em seguida, ainda com as minhas mãos sobre as dele, as levei à minha barriga e fiz movimentos em círculos, dizendo "sinta a minha barriga, logo ela estará crescendo com um bebê teu... tu gozaste muito e diretamente em meu útero sobre o meu óvulo... neste momento algum dos milhões de espermatozóides que tu lançaste dentro de mim deve estar penetrando o meu óvulo, o óvulo de tua própria mãe, fecundando-o, criando uma nova vida no mesmo lugar onde tu foste criado... estamos protagonizando um momento mágico da natureza... o momento da procriação..." levei novamente as suas mãos aos meus seios e continuei "os meus seios também logo estarão inchados, armazenando o leite que alimentará o teu filho...". Ao ouvir isto, seu pênis enrijeceu-se novamente, e ele me possuiu novamente, e novamente, por mais várias vezes nesta noite maravilhosa, e o Sol já havia nascido quando desfalecemos de cansaço.

Acordamos depois do meio-dia, almoçamos e caminhamos pela orla, no calçadão. De vez em quando ele passava a mão em minha barriga, ora sorrindo, ora com certa preocupação em sua face. Ele também devia estar um pouco confuso, não tinha certeza se realmente queria que eu engravidasse ou se somente fantasiava isso, para tornar o sexo mais excitante.

Nessa tarde nós arrumamos as nossas coisas e voltamos para Porto Alegre. Ao chegar em casa, ele logo se transferiu para o meu quarto e passamos a viver como um casal apaixonado, dentro de casa, agindo mais discretamente apenas quando estávamos em público. Era desagradável escoder de todos a nossa situação, assim, começamos a planejar uma mudança de cidade, para mais longe, assim que Pedrinho se formasse. Mas a nossa vinda para São Paulo teve que ser antecipada por um acontecimento. "Ano novo, vida nova e... uma nova vida!". Passado cerca de um mês de nossa "lua-de-mel", minha menstruação não desceu, coincidindo com enjôos freqüentes que passei a ter. Um kit de teste de gravidez seguido por um exame ginecológico confirmaram as minhas suspeitas. Eu estava grávida. Meu filho havia me engravidado e então meu filho/neto crescia em meu ventre. "Um de seus pequenos espermatozóides realmente venceu a corrida da vida e penetrou o meu óvulo, fecundando-o, formando um zigoto, que se transformará em um feto, que por sua vez se transformará em uma criança... a criança de meu filho, a nossa criança", eu refletia. Mas eu estava feliz, apesar do choque inicial. Não era só sexo, eu realmente quis esta criança. Agora, e Pedrinho? Como será que ele reagiria?

Depois da confirmação de minha gravidez, esperei Pedrinho chegar em casa e disse a ele. Para minha alegria, ele também ficou feliz, muito feliz. De início, estávamos confusos, mas a confirmação de minha gravidez também confirmou o quanto queríamos esta criança. Liquidamos os nossos bens e resolvemos nossas situações, profissional e acadêmica. Em menos de um mês, nós nos estabelecemos em São Paulo. Não importa o que acontecesse, dali para frente éramos realmente um casal, perante tudo e todos.

Durante a gravidez, a minha barriga começou a crescer e os meus seios a incharem. Pedrinho ficava muito extasiado e excitado ao me ver grávida e nua, ele passava as mãos em minha barriga, sabendo que o seu filho crescia dia a dia, no mesmo lugar em que ele foi gerado. Andávamos abraçados pela cidade toda. Pedrinho se orgulhava em ter ao seu lado a sua mãe/esposa, grávida dele. Nossa filha, Júlia, nasceu no final de setembro de 2002. Agora ela está com um ano e quatro meses, linda, sadia e sem nenhum problema congênito. Eu e Pedrinho somos os pais mais corujas do mundo. Nossa família é a mais feliz do mundo, afinal, formamos um casal, vivemos um com o outro, as únicas pessoas capazes de se amarem incondicionalmente, uma mãe e um filho.



Ficha do Conto

Escritor:
Peter Weinberg

Nome do conto:
Um Conto de um Amor Proibido

Codigo do conto:
2580

Categoria:
Incesto

Data do Envio:
22/06/2004

Quant.de Votos:
4

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