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Viagem a Salvador com minha esposa


Me chamo André e minha esposa se chama Julia, moramos em uma cidade próxima a Cascavel-PR e somos descendentes de alemães, ela tem 25 anos, pele bem branca, cabelos castanho escuro e comprido, olhos azuis, corpo em forma, 1,75m, uma bunda não muito grande mais bem redondinha, tem seios de médios para grandes, arredondados e auréolas rosadas típica de mulheres brancas (acho os seios dela perfeitos), minha esposa é uma das mais lindas na cidade, ela se parece muito com a atriz Mel Lisboa.
Tive um congresso em Salvador e decidimos ir juntos para lá, ficamos em um Resort, depois que deixamos as coisas no quarto decidimos conhecer o hotel, todo lugar onde passávamos principalmente os homens, não paravam de nos olhar, talvez porque Salvador a maioria da população é negra e não estão acostumados com gente da nossa cor a aparência de europeu, nós também não estávamos acostumados com negros porque nossa cidade quase não tem nenhum, a população é quase toda de origem alemã. Durante a noite no jantar, ela se produziu toda e com muita elegância (ficou linda mesmo), os garçons que nos serviam sem exceção olhavam para minha esposa quase que descaradamente, ela disfarçava e eu fingia não reparar.
No outro dia, pela manhã eu fui para o Congresso e ela se arrumou para curtir a piscina do hotel, usava um biquíni branco estampado, nada extravagante, pensei “se eles olhavam para minha esposa daquele jeito, imagina agora de biquíni”. Quando cheguei a tarde, decidimos conhecer a cidade, chegamos no Pelourinho, vimos muitos turistas e muitos negros, novamente onde passávamos ela era o centro das atenções, fazendo todo o negro que passava se virar para vê-la e até cutucava o outro para ver minha linda esposa passando, só não mexiam com ela porque me viam junto, uma hora ela se separou de mim para ver uma barraca de artesanatos, fiquei de longe vendo, o vendedor vendo aquela beldade logo se levantou e foi conversar com ela, ficou em pé olhando-a de cima em baixo, ela estava com uma saia branca até o joelho e um tomara que caia roxo com pouco decote mas que mostrava bem o volume dos seios, o bastante para o vendedor não tirar os olhos deles e do rosto da Jú, conversaram bastante e ele dava uns certos toques em seu pinto dentro do calção, talvez para mostrar para ela que estava duro, ela ficou lá uns cinco minutos, se despediu e quando virou ele secou sua bunda até ela chegar perto de mim, sentia ciúmes com tudo aquilo mas entendia que casei com uma linda mulher e seria normal o assédio. Fomos depois conhecer o elevador Lacerda e claro subir para tirar fotos lá em cima, quando entramos no elevador, ficou muito cheio e ficamos perto de um grupo de rapazes e obviamente todos olharam para ela, um começou a conversar com a gente em inglês achando que éramos estrangeiros, respondemos que somos brasileiros e do sul do país, conversamos um pouco eles falaram que eram do grupo Timbalada e falaram para nós irmos conhecer a sede, não dava pra ignorar as secadas que minha esposa tomava deles, principalmente nos seios, ficava imaginando como seria se minha esposa se entregasse a eles, imaginava como seria os quatro de pau duro e ela deitada na cama nuazinha, comecei a ficar de pau duro, nos despedimos e continuamos o passeio, comecei a imaginar todos que a secavam comendo-a e sempre me excitava.
Fomos para o hotel e se preparamos para jantar, depois ficamos na área da piscina tomando cerveja, conversamos sobre o passeio do dia e toquei no assunto do assédio que ela estava sofrendo, ela ficou envergonhada e concordou, perguntei como foi o dia na piscina, ela contou que foi a mesma coisa e que vários garçons vinham lhe oferecer algo e que ficavam olhando-a de longe, disse também que tinha um instrutor de atividade físicas no hotel que foi conversar com ela e que era muito simpático e ofereceu se ela quisesse participar da hidroginástica que se fazia com axé e que logo começaria, ela participou e falou que todos se divertiram muito e que ele é muito animado, fiquei com ciúmes da hora mas mudei de assunto.
No outro dia fui novamente ao congresso e ela foi para piscina, quando voltei fomos passear nas praias da cidade e ela falou bastante do instrutor de ginástica que se chama Carlos, falou que participou novamente da hidroginástica e que depois teve uma seção de relaxamento na piscina onde ele entrava na água e fazia alongamento nos participantes, perguntei o que ele tinha feito nela, ela respondeu de um jeito meio breve “nada de mais, só alongamento”. Durante o passeio na praia, notamos mais gente a observando, comentei com ela que se ela se candidatasse a miss Salvador já teria vencido porque voto não faltaria, ela riu e concordou. Voltamos para o hotel e jantamos e fomos novamente para área da piscina beber, bebemos muito e de repente apareceu o tal do Carlos, ele a cumprimentou com um beijo no rosto e um leve abraço, depois me cumprimentou e o convidamos para sentar na mesa, ele era bem simpático, tinha corpo atlético, algumas tatuagens e vestia bermuda e camiseta regata, ele conversava com nós dois mas sempre olhava para Jú bem maliciosamente, minha esposa também estava bem sorridente, acabei pensando nos dois transando, aquele assédio constante à minha esposa começou a me excitar bastante, nunca vi tanta gente querendo comer minha esposa, bebemos muito e nos despedimos e fomos para o quarto, agarrei-a e comecei a beijá-la e falei “vou comer a musa dos negões agora”, falei “e esse Carlos também quer te comer?, fala, ele te paquerou na piscina?”, acho que a pela bebida e pela excitação ela falou “sim, ele me paquerou bastante hj”, falei “me conta tudo, pode contar amor, eu confio em vc”, e ela começou a contar que durante a aula de hidroginástica ela a encavara muito e confessou que correspondia pq começou a gostar das paqueras dos negros pq era novo para ela, eu estava deitado na cama em cima dela enconchando-a enquanto ela contava, começou a falar que no alongamento ele foi alongar seu braço e chegou por trás de deu uma encochada e sentiu seu pau duro por dentro da sunga, ela falou “amor, esses negros tem pau grande mesmo, é enorme, juro que logo me afastei”, ela contou isso e dava umas reboladas no meu pau, perguntei “é muito grande amor? Muito maior que o meu?”, respondeu “nossa, desculpa amor, mas é bem maior”, falei “amor, vc quer ver um pau de um negão? Eu deixo, ninguém nos conhece e depois de amanhã já estaremos indo embora. Se vc quiser conhecer um negão eu deixo.”, nisso começamos a transar e ela estava muito mais excitada que eu. No outro dia tomamos café e notei que ela estava diferente, meio distraída, me arrumei para o congresso e falei “vai pra piscina? Vai ver seu negão?” ela falou “Posso?”, “sim, vai lá”, e ela riu e saiu de biquíni para piscina, eu fiquei e resolvi colocar a nossa câmera filmadora escondida para caso dela trazê-lo para o quarto, deixei ligada e a filmagem durava muito tempo, quando voltei do congresso encontrei-a no quarto dormindo, ela informou que estava com dor de cabeça devido ao calor e tomou remédio e queria dormir um pouco, falei que iria tomar um banho e peguei escondido a câmera e fui para o banheiro, comecei a assistir o vídeo e fui passando para frente, mostra a cena dela entrando com o Carlos, ela tira a saída de praia e mostra para ele onde está doendo nas costas, ele pede para ela se deitar de bruço na cama e começa a massagea-la, pega um creme que ele trouxe para massagem e começa a passar na área afetada, ficam um tempo nisso e durante sua massagem ele ficava olhando direto para a bunda da Jú, começa a ficar de pau duro e chega a enfiar a mão dentro do short para ajeitá-lo que fica ainda mais aparecendo duro, minha esposa escuta ele mexendo no short e chega a olhar de lado para ver o que ele está fazendo e disfarça o olhar meio envergonhada mas continua na posição, ele nota isso e pede se pode desamarrar o sutiã para massagear melhor, ela aceitou e rapidamente o fez, as laterais volumosos de minha esposa ficou aparecendo, ele conversava com ela e admirava aquela visão e ela sabia que ele estava olhando para seu corpo com tesão, massageou por mais um tempo e sugeriu de alongar as pernas, ela ameaçou levantar segurando o sutiã e ele falou que poderia ficar como estava porque iria massagear mais as costas, ele pegava nas coxas de minha esposa, deu uma afastada nelas e começou a alongar e fazia algumas massagens e fez tudo isso para ver melhor a bunda e a área da xoxota dela que o biquíni cobria, mas com os alongamento começou a aparecer os pelinhos e parte da vulva, o pau dele ficou mais duro ainda, ela dava uns olhares de canto de olho para ele e principalmente para o pênis que estava quase aparecendo a cabeça para fora do short, ele voltou para as costas e agora massageando de forma mais sensual e conversava com ela bem próximo ao seu ouvido, isso eu sei que ela adora pq faço isso com ela, ela sorria bastante das coisas que ele falava e dava umas fechadas de olho em certas massagens que sofria demonstrando que estava com muito tesão, como dava tesão vendo a cena de um negro massageando a pele branquinha de minha esposa, ele parou a massagem e deu pra entender que ele perguntou se estava bom, ela concordou e se virou segurando o sutiã e ficou sentada de frente para ele a agradeceu, ele começou a fazer carinho nela ajeitando e cabelo, colocou a mão atrás da sua nuca e a puxou para beijá-la, gelei de tesão na hora, ela desviou e ele começou a beijar seu pescoço, ela segurou o sutiã com um dos braços e com a mão tentou segurá-lo fazendo não com a cabeça, ele não parou segurou-a mais forte e forçou o beijo e agora ela correspondeu, eu tremia de tesão nunca tinha imaginado minha esposa com outro e ainda com um negro, se beijaram por um tempo e ela se afastou e continuou segurando a deve ter falado alguma coisa que os dois olharam para seu pênis duro, ele abaixou o calção e o enorme pinto deu um pulo para fora, ela até tomou um susto que ele notou e deve ter falado de como ele estava vendo aquele corpão, ela não do pinto e estava com o rosto avermelhado, ele falou alguma coisa olhando para seus seios, ela fez não com a cabeça mas logo ele foi catando e sutiã e minha esposa deixou e revelou seus lindos seios rosados, ele olhou por um tempo mordendo os lábios e começou a chupá-los, no começo ela tentou segurá-lo mas logo passou a abraçá-lo, ele pegou uma de suas mãos e levou até seu pau e não parando de sugar e lamber seus peitos, pegou e punhetou-o vagarosamente, ele alternava beijando ambos os seios e subia chupando o pescoço e beijando sua boca, era linda a cena, ele parou e segurou sua nuca e deve ter falado para ela olhar melhor seu enorme pica preta, ela ficou olhando e foi forçando seu rosto para mais próximo, ela foi indo e olhou pra ela sorrindo envergonhada e ajeitou o cabelo para o lado e ele forçou mais seu rosto para mais perto, ela chegou bem próximo e puxou a pele para mostrar a cabeça do pau e ficou punhetando-o por um tempo, ele deve ter falado para ele chupá-lo e ela fez não com a cabeça, ele pediu um beijo nele e forçou sua nuca, ela deu um beijo bem na cabeça que devia estar saindo um pouco de porra, notei que ela mexeu a boca de forma que deve ter sentido o gosto, ele forçou sua cabeça para beijar mais, ela foi colocando a boca ao pouco a começou a chupar bem de leve e cada chupada ele começou a dar gemidas, ele começou a alisar suas coxas e a subir para bunda, seu biquíni era de lacinho que ele desamarrou em uma das laterais e foi com sua mão na área da vagina, ele ficou um tempo com mão lá e ela contorcia as pernas, ele puxou a cabeça dela para parar de chupá-lo e se levantou e tirou todo o calção e ficou em pé na cama e ela sentada na beira, ele catou sua nuca e guiou sua boca até sua pica que dava para ver o brilho da baba da minha esposa e começou uma chupeta mas ativa, minha esposa só me chuva no início do casamento mas depois nunca mais tinha feito isso e quando fazia era rapidamente e não chupava muito, com ele, ela colocava bastante pinto dentro da boca e lambia a cabeça e uma hora ele falou uma coisa e levantou o pinto dele e começou a chupar suas bolas, sua boca sumia no meio dos pelos ao redor do pênis e ressurgia com uma das bolas da boca, ela devia estar um pouco bêbada para fazer uma coisa dessa, ele levantava a cabeça gemendo e ela chupava olhando para seu rosto, ficaram nisso um cinco minutos, ela diminuiu o ritmo porque devia estar com a boca cansada por não estar acostumada a chupar, ele mandou parar e deitar na cama porque queria retribuir o carinho, ele tirou lentamente sua calcinha e ficou admirando a sua vagina depiladinha e bem molhadinha de tesão, caiu de boca e ela se contorcia toda, gemendo e fechando os olhos e segurando sua cabeça, ele enfiava sua língua inteira dentro e tirava lambendo seu clitóris, eu nunca tinha a chupado assim com tanta vontade, ficaram assim por dez minutos até que ela teve um orgasmos pelas chupadas, ele começou a subir, beijando sua barriga, um pouco nos dois seios e foi para sua boca, beijo-a e foi posicionando sua pica preta na entrada da buceta da Jú, ela parou de beijá-lo e falou não com a cabeça e deve ter falado para fazer com camisinha, ele falou que tinha no bolso do calção mas iria penetrá-la um pouco sem para ela sentir como é uma pica preta dentro dela e até ela se acostumar com o tamanho e ficar bem molhadinha, ela mesmo contrariada foi deixando ele penetrar, ela fazia umas caretas e ele ia colocando e tirando devagar até a buceta se acostumar e foi aumentando o ritmo e as caretas se transformaram em gemidas, ele começou a enfiar sem dá, ela pedia para colocar a camisinha, ele fazia “não” e continuava a meter com tudo, falava que o “uterozinho branco”iria conhecer a “porra preta”, ele enfiava tudo sem dó, a cabeça da pica devia parar lá na entrada do útero, ele bombou por mais um tempo e logo ela gozou novamente ficando quase sem ar, ele diminuiu o ritmo olhando para seu rosto expressando o gozo e esperou até acabar e voltou a fudê-la agora chupando fortemente os seios rosados, acelerou o ritmo e ela sentiu que iria gozar e pedia para ele gozar fora, ele nada fez, acelerou mais e enfiou com tudo e deu uma forte gemida, teve vários espasmos, minha esposa fechava os olhos em cada um deles sentindo a porra esguichar na porta do seu útero, teve uns quinze espasmos, quando terminou e começo a dar uns beijos em seu corpo, nos seios, no pescoço, alguns na boca, recuperaram o fôlego e ela pediu para ele ir embora, ele se levantou e se vestiu olhando para minha esposa na cama, toda suada, com marcas vermelhas pelo corpo, a porra saindo de sua bucetinha, saiu falando talvez que depois iria querer mais, ela fez um sim com a cabeça e mandou um beijinho e ele foi embora, ela se levantou devagar, trancou a porta do quarto e quando virou olhou para a vaginha que começava a expelir o esperma do negão, olhou por um tempo e começou a arrumar o quarto eliminando os vestígios da trepada, toda hora ela parava e olhava os estado da vagina e soltava um sorrisinho talvez lembrando da cena, pegou sua toalha e foi para o banho.
Ela acordou depois de umas duas horas, meio sonolenta, talvez tenha tomado o remédio para disfarçar o nervosismo em me ver, pedi a janta no quarto e fomos dormir.
No outro dia, ela levantou melhor, mas ainda meio sem graça, fomos tomar o café da manhã, resolvemos ir para praia em frente ao hotel já que não tinha mais congresso, fui pedir bebida para nós e ela não quis porque ontem teria bebido muito (incluindo porra do negão) com o povo da hidroginástica e hoje iria maneirar, conversamos bastante e ela sempre com olhar distante, ela foi na água e eu acabei pegando no sono na cadeira, acordei uns trinta minutos depois e não a vi, fiquei lá mais um pouco quando a vejo vindo do hotel, com um sorvete na mão, ela senta do lado e conversamos um pouco e começo a observá-la e vejo ao redor de sua boca está avermelhada, o pescoço tem marcas vermelhas e na parte da frente vejo dois pentelhos (deve ter pago um boquete pra ele), nos seios em volta do biquíni estão com marcas de baba, mudo de posição na cadeira e como estava de óculos escuro reparo na calcinha onde fica a vagina estava com uma mancha molhada, fiquei com muito tesão na hora, quando ela terminou o sorvete falei para irmos embora, ela não aceitou muito mas insisti e ela veio, chegando no quarto voei para cima dela, ela tentou evitar mas forcei a barra e desamarrei a parte de cima do biquíni e chupei seus seios que já estavam vermelhos e cheirando baba seca, tirei sua calcinha e ela escondia a vagina para eu não ver toda lambuzada de porra, coloquei com tudo e não ofereceu resistência, ela estava bem molhada, eu a comi com muito tesão mas ela não parecia estar animada, fingiu um orgasmo quando gozei. Quando terminamos, resolvi abrir o jogo e falar da gravação do trepada dela de ontem, na hora ela gelou e começou a chorar e falar que tinha bebido muito e que ele foi ao quarto para massagear suas costas que estavam doendo depois da aula, tranquilizei-a falando que tinha gostado do que vi e perguntei se ela tinha dado hoje para o Carlos, ela ainda chorando um pouco falou que sim e que depois que dormi ela passou por nós e chamou-a, fomos para um quarto vazio e transamos, dei-lhe um beijo na boca e perguntei se ela tinha gostado e ela falou que não imaginava que os negros seriam tão bons de cama e que me ama muito, mas que o Carlos deixou com muito tesão e que o pinto é muito grande, depois disso ela deu pra ele mais uma vez, filmei novamente, ela deu pra ele cavalgando na enorme pica preta, enquanto ela chupava e mordia seus seios, quando ele gozou, na filmagem mostra o pinto dele dando espasmos e injetando a porra diretamente no útero de minha esposa, ela ficava cavalgando lentamente no pau dele enquanto escorria parte da porra de dentro dela.
Fomos embora de Salvador e ela ficou com o contato dele, depois de dois meses, ela me disse que contou o que aconteceu para uma amiga que ela tem desde a infância, ela se chama Bruna, tem pele branquinha, sardentinha, olhos azuis, cabelos castanhos, mais alta e tem mais bunda que minha esposa, tem seios médios, casada também, falou que ela se interessou muito em transar com negros e minha esposa propôs de chamar o Carlos e talvez um amigo para uma swing em Foz do Iguaçu no próximo feriado, a Bruna ficou de conversar com o marido, que é também super amigo meu, para ver se ele topa, minha esposa ficou de acertar tudo com o Carlos e perguntou o que eu achava, concordei na hora, em Foz ninguém nos conhecia e poderíamos ficar a vontade.
Esta parte contarei no próximo conto.


Ficha do Conto

Escritor:
paulistacasado

Nome do conto:
Viagem a Salvador com minha esposa

Codigo do conto:
26157

Categoria:
Interrraciais

Data do Envio:
19/02/2013

Quant.de Votos:
6

Quant.de Fotos:
0

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Ultimos Comentários
Comentado por: jota stk em: 13/07/2013
Ola muito exitante é o segundo relato que lemos das aventuras suas e gostamos e votamos viu é ótima eu e meu esposo curtimos demais e quase no fim ele me pos em seu colo puxou minha calcinha de lado e foi um abraco culpa sua viu valeu pena não poder votar duas vezes merecia tá.
Comentado por: ciumens em: 13/07/2013
Amei seu conto!bjos!!!

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