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Aposta infeliz V - O diretor da empresa


Logo na terça seguinte ao ocorrido, estava eu no banheiro mijando quando ele entra, vi que ele trancou a porta, achei estranho mas continuei minha mijada, ele encostou do meu lado me cumprimentou e algumas palavras depois falou:

- Cara preciso comer sua esposa de novo. - Foi abusado e surpreendente mas deixei claro que não rolava, ele ameaçou contar e eu ameacei ele também afinal agora conhecia bem a esposa dele. Destrancamos a porta e saímos.

Passou uns 10 dias e um dos diretores me chamou na sala dele, ele muito autoritário, conhecido como o rei do esporro, e sempre que ia acabar com alguém, deixava a porta aberta pra todos ouvirem, quando entrei ele falou:

- Encosta e passa a chave. - Ele ali sentado em sua cadeira, imponente e importante, começou me falando que viu meu rendimento e que estava pensando em me promover, fiquei surpreso e feliz, e agradeci, ele perguntou se na quarta poderia passar na minha casa, pois queria ver se eu merecia mesmo, falei que eu estaria lá esperando ele, ai veio minha surpresa, ele balançou a cabeça e disse:

- Mas quem disse que é pra vc estar lá? A performance da sua esposa quem vai definir isso. Afinal se ela deu pra um funcionariozinho sem razão alguma como não vai dar pra mim pra eu te promover? - fiquei atônico e ele complementou - Ou será que tem algum motivo pra ele ter comido sua esposa? - Meu silencio denunciou e ele sorriu e complementou - Ouvi ele falando com vc no banheiro e não entendi se vc me fizer entender o que houve e qual o motivo, eu ainda transfiro ele pra filial na capital, afinal estou indo pra lá e levo ele comigo. E ai vai me contar a historia?

Pensei comigo, ele vai embora e vai levar o único que sobrou e sabe. E ainda vou ganhar uma promoção pra isso. - Eu vou contar o que houve. - Ele sorriu e disse pra depois do almoço eu ir direto a sala dele, levar uma foto de minha esposa, trancar a porta e lembrar cada detalhe. Logo após o almoço, fui direto a sala dele, enviei por e-mail as fotos que tiramos na praia antes de sair, e foi esse e-mail que estava aberto quando entrei. Fechei a porta na chave, me sentei.

E comecei a contar, desde de o inicio, o futebol e ai foi, ele pedia detalhes, e eu contava com detalhes cada pedaço, dava pra perceber um grande volume na sua calça e ele num dado momento começou a me humilhar, falando, como vc é corno, e pior ainda manso, por que assiste a conta pra mim com tesão nos olhos, se levantou e ficou falando isso num tom de ironia que me irritava e ao mesmo tempo exitava. Ele ficou andando em volta da minha cadeira, chamando minha mulher de puta e dizendo que fazia tempo que ele naquela idade não comia uma mulher jovem e melhor ainda de um corno, que assim nem dinheiro ela poderia querer. Ele sentou na mesa e mandou eu continuar com a historia, continuei, ele pões a rola pra fora e começou a punhetar na minha frente. E derrepente ele falou com uma voz e um ar de autoritário:

- Olha bem pra isso, isso aqui vai acabar com tua esposa, ta olhando - e puxava bem a pele deixando a cabeça pra fora. - Ta sentindo o cheiro? - e colocou a rola quase que na minha cara. - Vendo que eu não reagi ele mandou: - Cheira? - Fiquei parado e ele falou de novo. - Cheira a rola que vai fuder a tua mulher - Cheirei e ele complementou - Quinta assim que vc chegar vc vai entrar na minha sala e cheirar ele de novo pra ver se está ou não com o cheiro da puta da sua mulher. E agora sai da minha sala e só volte aqui na quinta assim que vc chegar.

Isso ocorreu na segunda terça e quarta durante o dia normal e chegou a quarta. Sai do trabalho e fui até a quadra fingi que alguém havia me ligado, e falei que se alguém perguntasse, que era pra confirmar que fui jogar. Todos riram achando que eu ia trair minha esposa, quando na verdade ia ver minha mulher me traindo.

Quando cheguei em casa o carro dele estava bem na porta. E fui pra janela, lá estava ele sentado num sofá e ela no outro, como ele fala alto dava pra ouvir claramente ele dizer que eu não estar ali era um absurdo já que havia combinado com ele e minha mulher tentando explicar. Ai ele falou que visava a mim uma promoção, e ela dizendo para ele não colocar a minha ausência como um fator pra isso. Vendo as suplicas dela e sabendo a forma como ela gosta de ser tratada ele tomou conta da situação. olhou pra ela e mandou:

- Cala a boca e vem até aqui. - ela se levantou e foi. - Vc vai suprir a ausência do seu marido. Já que ele me deixou aqui com vc, vc vai me fazer sala. - Ela parou na frente dele, e ele olhou com cara de mal, se levantou e começou a rodiar. Ela ficou parada imóvel. Ele depois de dar umas duas voltas medindo ela mandou:

- Apoia as mão no sofá e fica de quatro pra eu ver se vale a promoção do seu marido. - Ela abaixou o corpo e apoiou as mãos no sofá. Ele ergueu a saia dela pôs a calcinha de lado, e atolou o dedo de uma vez na buceta dela. como ele ficou com o corpo do lado dela eu conseguia ver perfeitamente. Arrancou o dedo e enfiou dois dedos. Ficou mexendo como se estivesse comendo ela com os dedos e depois tirou. Depois pegou o dedo que devia estar molhado pela buceta dela, e começou a enfiar no cuzinho dela, enfiou até o talo, depois tentou enfiar outro dedo mas desistiu. Ele se sentou no sofá e falou:

- Vai lá pra cima, coloca uma roupa de mulher, se maquie, quero vc linda pra me servir aqui em baixo, vc tem 10 min. E quando voltar, faça valer a promoção do seu marido. E me trás um drink pra eu esperar vc se arrumar, puta. - Ela pegou um whisky pra ele e depois subiu. Quando ela chegou no meio da escada ele gritou. - 10 min. hein puta, não se atrase que nem o corno viado do teu marido.

em dez minutos descia ela com um vestido de noite preto, colado ao corpo, ele que enquanto esperava abriu as calças e liberou a rola, só ficou olhando. ela desceu e parou na frente dele. Ele mandou:

- Dança vagabunda! - Ela começou a dançar e rebolar como nunca vi na minha vida, e o pau dele foi ficando duro, ele puxou ela pra sentar em seu colo, ela ficou sentada e ele começou a beijar o pescoço dela, os ombros, soltou as alças do seu vestido, e começou a mamar em seus seios. Ficou um bom tempo assim, com ela sentada em seu colo. Depois parou. jogou ela de seu colo no chão e falou:

- Vem que um corno se faz em sua própria cama. - foi andando na frente. Ela se levantou e foi atrás. Eu esperei uns dois minutos e entrei em casa. Quando entrei senti o cheiro do perfume que ela só usava em ocasiões especiais. Subi bem devagar. E a porta escancarada, esperei um momento certo pra entrar no banheiro que fica de frente e ver o máximo que podia.

Quando olhei ele estava deitado na cama e ela dançando sobre ele com o vestido levantado até a cintura e aquela micro calcinha que nunca vi ela usar. ela rebolava e descia até seu pau esfregava a bunda e buceta ainda de calcinha nele e subia e voltava a rebolar. Ela se virou de costas fazendo a mesma coisa. mas agora quando ela descia ele dava tapas em sua bunda. E xingava ela de vagabunda. Ainda de costas ela desceu e quando encostou no pau dele ele a segurou pela cintura daquele jeito colocou a calcinha dela de lado, e começou a esfregar a rola na sua buceta. Ele não metia quando via que ia entrar ele forçava só pra raspar. ela começou a forçar o corpo pra baixo na esperança, eu acho, de entrar logo. Mas é lógico que ele queria humilha-la e mandou:

- Pede! - e continuou esfregando a rola na buceta dela. Ela falou baixinho. - Enfia. - Ele deu um tapa estalado em sua bunda e falou: - Pede, implora e me fala que vc é uma puta que precisa disso e que seu marido é um corno. - Enquanto ele falava ela abaixou a cabeça e quando ele terminou ela começou a pedir, mas com uma voz de coitada que nem eu reconheci.

- Por favor, come a buceta dessa puta aqui, eu preciso de pau todo em mim, me fode como uma vagabunda, faz seu funcionariozinho de corno. - Ela ainda terminava de falar quando ele enfiou sem dó até o talo de uma vez. Ela deu uma respirada forte e ele mandou:

- Rebola! Vamos puta. Rebola que quero ver essa bunda mexer. - E dava tapinhas. ela subia e descia com vontade e a cada xingo ela rebolava mais. Ele segurou as mãos por atrás dela e acho que enfiou o dedo no cu dela, por que ela parou um instante e depois voltou a subir e descer só que agora mais cadenciado rebolando menos. Mas assim durou pouco ele apontou pra penteadeira e mandou ela ficar de quatro apoiada lá. Ela ficou, ele tentou por duas vezes meter no cu dela mas não conseguiu, ai pegou um creme dela de cabelo e passou no pau, com os dedos lambuzados já foi direto com dois pra abrir passagem, ela deu um gritinho, mas ele foi tão rápido que ela nem conseguiu protestar. Ele já tirou os dedos e colocou a rola. Primeiro até o fundo segurando ela cintura, e depois ficou metendo bem devagar sem tirar muito, como se estivesse com metade do pau enfiado, brincando de encaixar a cabeça. Em seguida puxou o corpo dela contra o dele pelo cabelo e começou a estocar forte, uma atrás da outra, uma mais forte que a outra. Girou ela em direção a cama e jogou ela na cama, colocou ela em posição de frango assado e ficou metendo e tirando do seu cu. Ela gemia feito louca. E ele ficava encaçapando o pau. Em dado momento ele falou:

- Acho que vc vai ter que ficar um tempo sem dar pro seu corninho por que se ele bater o olho nessa bunda, vai perceber logo que aconteceu algo aqui. - E começou a rir.

Quando ele tirou o pau e se ajoelhou na cama ao lado da cabeça, pude ver o estrago e escorria um liquido marrom meio avermelhado no lençol, acho que a mistura com o creme fez ficar mais nojento, mas quando ele começou a bater a rola na cara dela, com aquela mesma nojeira, ela não demorou a abocanhar. e chupou com gosto quando ele foi gozar puxou a rola da boca dela e deixou espirar na cara, no cabelo e no pescoço. Ele ficou em pé e ela acaba com as pernas abertas ele pegou o pau e passou naquela nojeira e vestiu a cueca.

Se vestiram e ele foi embora.

No dia seguinte cheguei ma empresa e fui direto a sala dele, quando entrei ele mandou eu fechar a porta, depois que passei a chave me virei e ele tava em pé abrindo a calça e disse:

- Ajoelha corno safado. - Ajoelhei e quando ele tirou pra fora o cheiro era horrível, não que meu quarto não estivesse com cheiro mas minha esposa passou bom ar na casa toda, trocou os lençóis e aliviou muito. E ele falou: - Era esse o bafo da sua esposa ontem? Deu beijo de boa noite nela? - e ficou passando aquela rola nojenta na minha cara. Fiquei quieto e ele completou - vc cumpriu sua parte foi um corno manso então cumprirei a minha, e segunda feira, ou "seu amigo" vai comigo ou ta fora da empresa. Agora pode voltar pra sua mesa que amanhã sai sua promoção e a transferencia dele.

Fui e no dia seguinte aconteceu da forma que ele falou. O cara foi com ele pra capital e minha vida é quase normal, por que, nunca mais vai ser.

Foto Perfil valdislave

Ficha do Conto

Escritor:
valdinei

Nome do conto:
Aposta infeliz V - O diretor da empresa

Codigo do conto:
26499

Categoria:
Traição/Corno

Data do Envio:
26/02/2013

Quant.de Votos:
3

Quant.de Fotos:
0

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