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Minha Irmã, Minha Amante


Entendam este relato como uma forma de desabafo e confissão, até hoje estou atordoado com tudo o que aconteceu. Após o ocorrido, fiquei dias pensando o que fazer e foi nesse momento que comecei a pesquisar sobre incesto na internet e encontrei este site. Depois de ler inúmeros contos, alguns, me pareceram possíveis, e outros, fantasias de garotos.

Muito bem, vamos lá: Somos uma família bem estruturada, sou casado, tenho 39 anos, uma esposa maravilhosa e uma filha linda.

Há mais ou menos 09 anos, minha irmã caçula, hoje com 24 anos, veio morar comigo e com minha esposa, visto que, minha mãe (viúva de meu pai), casou-se novamente e Débora, minha irmã, não quis morar em Minas Gerais com eles, primeiro porque não curtia muito o marido de mamãe, segundo que ficaria longe de São Paulo e poderia comprometer os estudos, e terceiro pelas amizades, não sei se necessariamente nesta ordem. Minha esposa não se opôs à situação de Déb morar com a gente, então sempre vivemos em harmonia, eu, Laura (minha esposa) e minha filha (Hanna), atualmente com 08 anos.

Eu, Demétrius, sou sim 15 anos mais velho que minha irmã e nossa relação sempre foi quase de pai para filha, pois papai faleceu um ano após o nascimento da Déb. Tudo sempre uma maravilha em nosso relacionamento extremamente carinhoso e respeitoso.

No mês de julho 2004, férias, não tive condições de viajar com a família, Débora não conseguiu suas férias na empresa também, então ficamos em São Paulo e Laura e Hanna foram curtir as férias no Nordeste com alguns amigos nossos, pois sempre viajamos em grupo. Desta forma, Débora ficou fazendo “às vezes” da dona de casa, gentilmente preparava meu jantar, eventualmente cuidava das minhas roupas, era super atenciosa em preparar ou servir uma bebida, verdadeira mordomia, mas tudo muito familiar.

Era sábado, enfim um dia de descanso, fui para a academia de Krav-Magá, para quem não conhece é uma arte marcial utilizada pelas forças armadas israelenses, e muito difundida nos Estados Unidos. Ao retornar, entrei em meu quarto, tomei um banho e fiquei “bem-a-vontade”, só de shorts, pensava até que estava sozinho em casa. Preparei um lanche e ouvi um barulho no quarto de Déb, fui até lá e fiquei muito contente de poder contar com a companhia de minha irmã, ela também estava super-a-vontade, com uma blusinha de seda que repousava sobre seus seios lindos, e com um shortinhos que cobria uma pequena parte de seu corpo, coxas bem torneadas e bronzeadas com pelinhos clarinhos, cabelos molhadas, um perfume maravilhoso, tive que me controlar, pois meu pau já estava ficando duro. Disfarcei um pouco, dei-lhe um beijo e perguntei se ela queria que fizesse um lanche para ela, ao que respondeu que sim e veio comigo até a cozinha.



Ficamos conversando como há muito tempo não conversávamos, pois a correria do dia-a-dia, trabalho, faculdade, família, não nos permitia um contato mais próximo.

Entre nossas conversas ela revelou que estava com muita vontade de comer Paella, mas a que é feita por mim, pois ninguém faz como eu faço, segundo ela. Então combinamos o seguinte: à noite preparo um jantar espanhol para nós dois e podemos apreciar juntos. E lhe disse que iria descansar um pouco, pois estava um tanto esgotado e dolorido em virtude dos treinamentos na academia.

E ela questionou onde estava doendo, Débora e fisioterapeuta, e se queria que ela fizesse uma massagem, eu por minha vez, aceitei prontamente e ela sugeriu que fossemos para o a sala, para que eu pudesse deitar no chão e receber a massagem.

Chegamos à sala, ela preparou um colchonete e lençol no chão, onde me deitei, ela pegou um creme, algumas essências, velas aromatizadas, ascendeu alguns incensos, ligou um som new age, maior “climão”, e começou massageando nas minhas costas maravilhosa, foi descendo, apertou a minha bunda, comentou que ela é linda, e chegou nas pernas,e meu pau duro como rocha, massageou meus pés e pediu para que eu virasse de frente, fiz um esforço muito grande para que ela não percebesse minha excitação, me virei e recebi uma massagem no rosto, no trapézio, no peito, nos braços e ai voltou para os pés, e meu pau duro, querendo rasgar meu shorts, foi subindo e chegou as coxas, minha respiração estava ofegante e a dela também, foi então que ela como correr as mãos dos meus joelhos até o minha virilha, pelo decote de sua blusinha, tinha uma visão maravilhoso dos lindos seios de Débora, num momento súbito ela segurou meu pau e começou a massageá-lo, não conseguíamos controlar mais, num ato insano, rasguei sua blusa, peguei seus seios, puxei Débora contra o meu corpo, deitei-a no chão e comecei a beijar e chupar seus seios desesperadamente, fui descendo beijando sua barriguinha maravilhosa, tirei o seu shortinho, e constatei que ela estava sem calcinha e toda molhada, cai de boca em sua boceta linda, molhada e cheirosa, virei-a de bruços e comecei a lamber o seu cuzinho e a enfiar minha língua nele e ela se contorcia, virou-se novamente propondo um 69, ao que iniciamos imediatamente, não agüentamos gozamos um na boca do outro.

Não estava mais respondendo por mim, puxei-a novamente e enfiei meu pau todinho nela, com força, mas com muita força, estávamos totalmente alucinados, não falávamos nada, não ouvíamos nada era só sexo e gemidos e carícias. Ela de repente, começou a se virar e ficou sobre o meu corpo. Colocou meu pau na portinha da sua boceta e ficou olhando ela entrar centímetro por centímetro, olhou nos meus olhos, deu um sorriso de vadia e começou a cavalgar sem parar e gozou, gozou muito, chorou de tesão, pedia que eu a fodesse mais, que não parasse, que estava louca de tesão. Eu olhava aquele corpinho maravilhoso, seus negros cabelos esvoaçando, seus olhos brilhando, sua boca carnuda e gostosa, aquela mulher agora era minha, e eu a queria muito, queria foder com ela a noite toda, o mês todo a vida toda, como ela mete bem, que boceta quente e gostosa, que corpo maravilhoso, que mulher...

Continuamos fodendo muito, mudamos de posição, coloquei-a de quatro e fui entrando gostoso novamente segurando em suas ancas, ela jogava seu corpo contra o meu e pedia para que eu batesse na sua bunda, e foi atendida, e eu puxava seus longos cabelos e ela me olhava e pedia para que eu a beijasse, ela gozou novamente e eu também, incrível como não pensávamos em nada só em nossos corpos e o prazer que o sexo nos proporcionava. Gozamos intensamente, nunca, de verdade, senti tanto prazer numa transa, mas é claro essa era especial.

Dormimos juntos e quando acordei não podia acreditar no que aconteceu, levantei e não quis acordá-la, somente olhei para ela e pensei, como ela é linda e que corpo maravilhoso, que delícia de mulher, que loucura fizemos...

Fiquei com a consciência pesada, e não sabia como encarar a situação, dali pra frente. Fui para a cozinha preparar a Paella Valenciana para a minha Irmã-Amante e para tentar raciocinar melhor e analisar tudo que aconteceu e porque aconteceu. Não cheguei a conclusão nenhuma, ao contrário, a cada pensamento, meu pau latejava, não agüentei mais e comecei a me masturbar.

Escutei o barulho do chuveiro, e me dirigi até o banheiro, pois tinha que encarar os fatos. A porta estava aberta, minha irmã no chuveiro, com a cabeça encostada na parede, ela chorava. Aproximei-me dela, ela olhou para mim e disse: - E agora meu irmão?

Respondi: - Não sei meu amor. A bem da verdade não sabia o que dizer ou fazer, comentei que estava com a consciência pesada, mas ao mesmo tempo com muito tesão e contei que estava me masturbando na cozinha. Nos abraçamos, ficamos em baixo do chuveiro por um longo tempo, peguei duas toalhas, ajudei-a a se secar peguei-a no colo e levei-a para o seu quarto. Conversamos por horas, abraçados na cama, como um casal de amantes com muita cumplicidade, nos trocamos e fomos degustar a deliciosa Paella, bebemos muito vinho, sem dizer absolutamente nada, só nos olhávamos e sorríamos um para o outro.

Acabamos o jantar, ouvimos música, abrimos um Prosseco, dançamos bem grudados, não resistimos e começamos a nos beijar, a nos tocar, acariciar e de repente aquela mesma ânsia de desejo e sofreguidão da primeira foda, foi então que começamos tudo de novo, dando início a uma noite de verdadeiras loucuras e juras de amor. Roupas jogadas para todos os lados, ela de joelhos na minha frente engolia meu pau e voltava para a cabeça, passava a língua, fechava os olhos, depois olhava nos meu olhos quando ia engoli-lo novamente. Chupou intensamente e pediu para ser penetrada, apoiou-se na parede, abriu seu vestido e deixou cair ao chão, empinou a bundinha e pediu para que enfiasse tudo em sua boceta com força... Que loucura, ao ver aquela linda bunda arrebitada, cai de língua de novo em seu cuzinho e depois fui penetrando cada centímetro do meu pau em sua boceta e ela gemia e falava coisas desconexas.





Nos amamos intensamente e a partir daquele dia nos tornamos verdadeiros amantes, desde então, trepamos praticamente todos os dias e muitas vezes damos pequenos amassos em casa e aproveitamos o pouco espaço de tempo que ficamos sozinhos, em qualquer cômodo da casa. Vivemos uma grande paixão, repleta de tesão.


Se você mulher, já teve alguma relação incestuosa, gostaríamos de trocar mensagens e experiências com você, pois estamos mantendo nosso relacionamento desde então, mas muito confusos, porém com absurdo tesão. Minha Irmã, Minha Amante...


Entendam este relato como uma forma de desabafo e confissão, até hoje estou atordoado com tudo o que aconteceu. Após o ocorrido, fiquei dias pensando o que fazer e foi nesse momento que comecei a pesquisar sobre incesto na internet e encontrei este site. Depois de ler inúmeros contos, alguns, me pareceram possíveis, e outros, fantasias de garotos.

Muito bem, vamos lá: Somos uma família bem estruturada, sou casado, tenho 39 anos, uma esposa maravilhosa e uma filha linda.

Há mais ou menos 09 anos, minha irmã caçula, hoje com 24 anos, veio morar comigo e com minha esposa, visto que, minha mãe (viúva de meu pai), casou-se novamente e Débora, minha irmã, não quis morar em Minas Gerais com eles, primeiro porque não curtia muito o marido de mamãe, segundo que ficaria longe de São Paulo e poderia comprometer os estudos, e terceiro pelas amizades, não sei se necessariamente nesta ordem. Minha esposa não se opôs à situação de Déb morar com a gente, então sempre vivemos em harmonia, eu, Laura (minha esposa) e minha filha (Hanna), atualmente com 08 anos.

Eu, Demétrius, sou sim 15 anos mais velho que minha irmã e nossa relação sempre foi quase de pai para filha, pois papai faleceu um ano após o nascimento da Déb. Tudo sempre uma maravilha em nosso relacionamento extremamente carinhoso e respeitoso.

No mês de julho 2004, férias, não tive condições de viajar com a família, Débora não conseguiu suas férias na empresa também, então ficamos em São Paulo e Laura e Hanna foram curtir as férias no Nordeste com alguns amigos nossos, pois sempre viajamos em grupo. Desta forma, Débora ficou fazendo “às vezes” da dona de casa, gentilmente preparava meu jantar, eventualmente cuidava das minhas roupas, era super atenciosa em preparar ou servir uma bebida, verdadeira mordomia, mas tudo muito familiar.

Era sábado, enfim um dia de descanso, fui para a academia de Krav-Magá, para quem não conhece é uma arte marcial utilizada pelas forças armadas israelenses, e muito difundida nos Estados Unidos. Ao retornar, entrei em meu quarto, tomei um banho e fiquei “bem-a-vontade”, só de shorts, pensava até que estava sozinho em casa. Preparei um lanche e ouvi um barulho no quarto de Déb, fui até lá e fiquei muito contente de poder contar com a companhia de minha irmã, ela também estava super-a-vontade, com uma blusinha de seda que repousava sobre seus seios lindos, e com um shortinhos que cobria uma pequena parte de seu corpo, coxas bem torneadas e bronzeadas com pelinhos clarinhos, cabelos molhadas, um perfume maravilhoso, tive que me controlar, pois meu pau já estava ficando duro. Disfarcei um pouco, dei-lhe um beijo e perguntei se ela queria que fizesse um lanche para ela, ao que respondeu que sim e veio comigo até a cozinha.



Ficamos conversando como há muito tempo não conversávamos, pois a correria do dia-a-dia, trabalho, faculdade, família, não nos permitia um contato mais próximo.

Entre nossas conversas ela revelou que estava com muita vontade de comer Paella, mas a que é feita por mim, pois ninguém faz como eu faço, segundo ela. Então combinamos o seguinte: à noite preparo um jantar espanhol para nós dois e podemos apreciar juntos. E lhe disse que iria descansar um pouco, pois estava um tanto esgotado e dolorido em virtude dos treinamentos na academia.

E ela questionou onde estava doendo, Débora e fisioterapeuta, e se queria que ela fizesse uma massagem, eu por minha vez, aceitei prontamente e ela sugeriu que fossemos para o a sala, para que eu pudesse deitar no chão e receber a massagem.

Chegamos à sala, ela preparou um colchonete e lençol no chão, onde me deitei, ela pegou um creme, algumas essências, velas aromatizadas, ascendeu alguns incensos, ligou um som new age, maior “climão”, e começou massageando nas minhas costas maravilhosa, foi descendo, apertou a minha bunda, comentou que ela é linda, e chegou nas pernas,e meu pau duro como rocha, massageou meus pés e pediu para que eu virasse de frente, fiz um esforço muito grande para que ela não percebesse minha excitação, me virei e recebi uma massagem no rosto, no trapézio, no peito, nos braços e ai voltou para os pés, e meu pau duro, querendo rasgar meu shorts, foi subindo e chegou as coxas, minha respiração estava ofegante e a dela também, foi então que ela como correr as mãos dos meus joelhos até o minha virilha, pelo decote de sua blusinha, tinha uma visão maravilhoso dos lindos seios de Débora, num momento súbito ela segurou meu pau e começou a massageá-lo, não conseguíamos controlar mais, num ato insano, rasguei sua blusa, peguei seus seios, puxei Débora contra o meu corpo, deitei-a no chão e comecei a beijar e chupar seus seios desesperadamente, fui descendo beijando sua barriguinha maravilhosa, tirei o seu shortinho, e constatei que ela estava sem calcinha e toda molhada, cai de boca em sua boceta linda, molhada e cheirosa, virei-a de bruços e comecei a lamber o seu cuzinho e a enfiar minha língua nele e ela se contorcia, virou-se novamente propondo um 69, ao que iniciamos imediatamente, não agüentamos gozamos um na boca do outro.

Não estava mais respondendo por mim, puxei-a novamente e enfiei meu pau todinho nela, com força, mas com muita força, estávamos totalmente alucinados, não falávamos nada, não ouvíamos nada era só sexo e gemidos e carícias. Ela de repente, começou a se virar e ficou sobre o meu corpo. Colocou meu pau na portinha da sua boceta e ficou olhando ela entrar centímetro por centímetro, olhou nos meus olhos, deu um sorriso de vadia e começou a cavalgar sem parar e gozou, gozou muito, chorou de tesão, pedia que eu a fodesse mais, que não parasse, que estava louca de tesão. Eu olhava aquele corpinho maravilhoso, seus negros cabelos esvoaçando, seus olhos brilhando, sua boca carnuda e gostosa, aquela mulher agora era minha, e eu a queria muito, queria foder com ela a noite toda, o mês todo a vida toda, como ela mete bem, que boceta quente e gostosa, que corpo maravilhoso, que mulher...

Continuamos fodendo muito, mudamos de posição, coloquei-a de quatro e fui entrando gostoso novamente segurando em suas ancas, ela jogava seu corpo contra o meu e pedia para que eu batesse na sua bunda, e foi atendida, e eu puxava seus longos cabelos e ela me olhava e pedia para que eu a beijasse, ela gozou novamente e eu também, incrível como não pensávamos em nada só em nossos corpos e o prazer que o sexo nos proporcionava. Gozamos intensamente, nunca, de verdade, senti tanto prazer numa transa, mas é claro essa era especial.

Dormimos juntos e quando acordei não podia acreditar no que aconteceu, levantei e não quis acordá-la, somente olhei para ela e pensei, como ela é linda e que corpo maravilhoso, que delícia de mulher, que loucura fizemos...

Fiquei com a consciência pesada, e não sabia como encarar a situação, dali pra frente. Fui para a cozinha preparar a Paella Valenciana para a minha Irmã-Amante e para tentar raciocinar melhor e analisar tudo que aconteceu e porque aconteceu. Não cheguei a conclusão nenhuma, ao contrário, a cada pensamento, meu pau latejava, não agüentei mais e comecei a me masturbar.

Escutei o barulho do chuveiro, e me dirigi até o banheiro, pois tinha que encarar os fatos. A porta estava aberta, minha irmã no chuveiro, com a cabeça encostada na parede, ela chorava. Aproximei-me dela, ela olhou para mim e disse: - E agora Dimi?

Respondi: - Não sei meu amor. A bem da verdade não sabia o que dizer ou fazer, comentei que estava com a consciência pesada, mas ao mesmo tempo com muito tesão e contei que estava me masturbando na cozinha. Nos abraçamos, ficamos em baixo do chuveiro por um longo tempo, peguei duas toalhas, ajudei-a a se secar peguei-a no colo e levei-a para o seu quarto. Conversamos por horas, abraçados na cama, como um casal de amantes com muita cumplicidade, nos trocamos e fomos degustar a deliciosa Paella, bebemos muito vinho, sem dizer absolutamente nada, só nos olhávamos e sorríamos um para o outro.

Acabamos o jantar, ouvimos música, abrimos um Prosseco, dançamos bem grudados, não resistimos e começamos a nos beijar, a nos tocar, acariciar e de repente aquela mesma ânsia de desejo e sofreguidão da primeira foda, foi então que começamos tudo de novo, dando início a uma noite de verdadeiras loucuras e juras de amor. Roupas jogadas para todos os lados, ela de joelhos na minha frente engolia meu pau e voltava para a cabeça, passava a língua, fechava os olhos, depois olhava nos meu olhos quando ia engoli-lo novamente. Chupou intensamente e pediu para ser penetrada, apoiou-se na parede, abriu seu vestido e deixou cair ao chão, empinou a bundinha e pediu para que enfiasse tudo em sua boceta com força... Que loucura, ao ver aquela linda bunda arrebitada, cai de língua de novo em seu cuzinho e depois fui penetrando cada centímetro do meu pau em sua boceta e ela gemia e falava coisas desconexas.





Nos amamos intensamente e a partir daquele dia nos tornamos verdadeiros amantes, desde então, trepamos praticamente todos os dias e muitas vezes damos pequenos amassos em casa e aproveitamos o pouco espaço de tempo que ficamos sozinhos, em qualquer cômodo da casa. Vivemos uma grande paixão, repleta de tesão.


Se você mulher, já teve alguma relação incestuosa, gostaríamos de trocar mensagens e experiências com você, pois estamos mantendo nosso relacionamento desde então, mas muito confusos, porém com absurdo tesão.
                                


Ficha do Conto

Escritor:
moshe

Nome do conto:
Minha Irmã, Minha Amante

Codigo do conto:
3008

Categoria:
Incesto

Data do Envio:
14/09/2004

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
0

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