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Esposa Boqueteira, Desde Solteira


Esposa Boqueteira, Desde Solteira.



Olá estou aqui para contar mais um caso de traição e cumplicidade como tantos outros que existem nesse site, apesar de achar que o inicio desse conto é um tanto diferente.

Meu nome é Mauro e minha esposa é Helena, mas todos a chamam apenas por Lena.
Hoje ambos com 35 anos, mas a conheci quando tínhamos 24 anos, passamos a morar juntos com apenas seis meses de namoro e assim estamos até hoje e muito felizes.
Lena teve poucos namorados e me parecia até um tanto recatada no dia a dia como também na cama apesar de gostar muito de sexo, particularmente do sexo oral o que me deixou um pouco surpreso já que na nossa primeira noite de sexo durante o namoro, ela praticamente devorou meu cacete chupando de uma forma que mais parecia estar com fome como se precisasse sentir o sabor e a textura de uma rola na boca.
Mas como eu também adoro ser chupado não me importei e achei até muito bom ter uma mulher boqueteira (risos).
O tempo passou e eu amando cada dia mais a minha Lena e adorando fazer sexo com ela, logo falávamos abertamente de sexo, víamos filmes e revistar pornográficas juntos e arriscávamos até falar sobre algumas fantasias de adolescente e coisas assim, então eu comecei me interessar pelo seu passado querendo saber sobre suas transas com os ex-namorados deixando claro que não era por ciúmes e sim para podermos nos excitar como se estivéssemos lendo uma revista pornô ou coisa parecida.
Lena agora acostumada com nossa intimidade, e com toda liberdade que eu dava a ela na hora de falar sobre sexo, e com seu vocabulário todo mudado através de meu incentivo fazendo-a chamar tudo relacionado a sexo pelo nome mais vulgar como, pênis dizer pica, rola, cacete ou buceta gozo e porra, começou a me contar seus relacionamentos da forma mais vulgar e picante possível.
Contou-me que por varias vezes foi bolinada e teve os seios chupados e pegou em cacetes por cima das calças, mas só entregou sua virgindade aos 18 anos para um rapaz pelo qual ela ficou apaixonada, mesmo assim ela demorou um pouco a se entregar e por isso teve que aprender a chupar para acalmá-lo ate que ela decidisse se entregar.
Lena contou que o rapaz era muito bem dotado e por isso seu temor e demora em lhe entregar sua virgindade, então por muito tempo ela mamou na sua pica tentando satisfazê-lo ate que não foi mais possível e ela se entregou a ele.
Ela me disse que com a pouca idade de ambos e a falta de experiência ela acabou por sofrer muito sentindo muitas dores nas penetrações e nunca teve um orgasmo sendo penetrada por ele, por isso apesar de transarem de vez em quando para satisfazê-lo, ela sempre preferiu chupar o pau dele que alias segundo ela na cara de pau me disse que era grande e grosso e que sente saudades ate hoje das mamadas que dava naquele “cacetão” como ela diz.

E esse foi o namoro mais longo que ela teve, os outros que ela namorou e transou foram apenas quatro e duraram no Maximo quatro ou cinco meses e que ela acha que acabavam rápido devido seu trauma em transar.
Relatei esses pormenores para que vocês percebam de onde vem a predileção da minha esposa por sexo oral, já que ela transou muito pouco, mas perdeu as contas de quantas vezes chupou as rolas de seus namorados tornando-se assim uma expert em chupar picas sem falar no prazer que ela sente fazendo isso.
Lena é simplesmente fascinada, tarada e compulsivamente viciada em mamar rolas, isso é tão necessário pra ela quanto o sexo em si, quando nos conhecemos o fato de eu ter o dote normal (15 ou 16 cm) e ser paciente e carinhoso consegui com o tempo fazê-la esquecer seu trauma e hoje transamos deliciosamente e ate anal ela adora, mas sua tara em chupar pau não ficou para traz e sim aumentou depois que ela se sentiu completa na cama sem medo de ser penetrada.
Perdoem-me pelo extenso das explicações, mas o fato é que depois de alguns anos de casados e depois de ter passado a novidade dela poder transar comigo sem traumas, percebi que sua tara por mamar rola estava voltando e eu iria descobrir que voltara muito mais forte que antes.

Comecei a perceber isso em vários lugares como na praia, disfarçadamente Lena olhava para todos os homens de sunga como se tentasse avaliar pelo volume o tamanho de cada cacete e percebi que sua boca chegava a salivar quando via um que lhe chamava a atenção.
A vezes flagrava minha esposa inconscientemente passando a língua pelos lábios rapidamente como se pudesse sentir o sabor da pica do tal estranho na boca fazendo isso, e quando chegávamos onde estávamos hospedados ela me atacava e chupava meu cacete com tal voracidade que era impossível não perceber seu desejo em chupar aqueles homens.
Outra coisa que percebi é que seus olhos procuravam por rolas dentro das sungas independente do tipo físico dos homens, brancos, negros, altos, baixos, definidos ou gordinhos, jovens ou casados ou mesmo coroas, nada escapava da observação de Lena.
Percebi que os volumes maiores é que mereciam mais sua atenção e deduzi que sua tara direcionava mais para os bem dotados como seu primeiro namorado e conclui que se algum pau grande balançasse diante do rosto de Lena, eu ganharia meu primeiro chifre (risos) porque minha gostosa esposa não agüentaria e cairia de boca no cacete e mamaria ate ganhar uma bela esporrada na sua carinha linda como eu sempre faço.

E assim foi que comecei a notar que Lena observava o tamanho do cacete dos homens em todos os lugares, no shopping, restaurantes, na casa de amigos, em churrascos, enfim em todos os lugares mesmo.
No inicio fiquei preocupado com medo de ganhar um par de chifres, mas com o tempo comecei a imaginar as coisas que minha deliciosa esposa teria coragem de fazer para ter um daqueles cacetes escolhidos em sua boca, fiquei excitado e continuei a imaginar se ela teria coragem por exemplo de se esconder na garagem do prédio onde mora sua irmã e mamar a rola do porteiro, que é um nordestino baixinho e que eu já flagrei minha esposa muito interessada no volume que ele tem dentro da calça, ou se ela teria coragem de chupar o pau do nosso vizinho que é um coroa recentemente aposentado e que anda somente de short pelo quintal o dia todo, e aposto que Lena já imaginou isso porque outro dia ela me disse que ele ainda esta “inteirão” e já aposentado, e continuei imaginando outras pessoas entre conhecidos e estranhos e mentalizando cenas de minha esposa babando no cacete de machos variados e em lugares diferentes, me surpreendi com meu pau na mão e gozando na minha própria barriga sobre a camisa.

Levantei-me xingando a mim mesmo aborrecido por ter tais pensamentos e fui me lavar, prometi pra mim mesmo não pensar mais naquilo, só que no outro dia enquanto Lena lambia meu saco e chupava meu pau antes de dormir como ela faz todo dia, as cenas que eu havia criado no dia anterior me voltaram na cabeça e em segundos eu gozei segurando minha esposa pelos cabelos e fodendo sua boca com certa violência, passado os espasmos caiu sobre mim novamente o arrependimento e então me surpreendi com Lena toda sorridente com a boca ainda melada de porra me dizendo:
-Nossa amor! É assim mesmo que eu gosto que meu macho faça, adorei você fodendo minha boca daquele jeito e quase me engasguei com sua porra, foi delicioso quase gozei sem me tocar, to encharcada e quero na buceta também.
Disse isso e subiu no meu corpo esfregando sua buceta completamente alagada no meu sexo deixando-o todo melado, vendo minha esposa com aquela expressão depravada no rosto e dizendo frases vulgares, meu pau ficou muito duro e eu a penetrei com força e trepamos deliciosamente aquela noite.

Agora aquelas cenas me acompanhavam e eu comecei a provocar minha putinha durante nossas transas, apenas para esquentar o sexo entre nos, falei sobre os cacetes que ela observava em todos os lugares que íamos deixando-a surpresa por eu ter percebido sua tara, mas como nesse dia ela estava de joelhos no chão da sala me chupando seu tesão não deixou que ela negasse.
E com a maior naturalidade do mundo e cheia de tesão me disse:
-Já que você percebeu acho que posso falar, tem cada pintão gostoso por ai que se eu não estivesse casada e pudesse chupar todos, não teria tempo nem de respirar.
Disse isso e começou a rir esfregando meu cacete na sua cara esperando minha atitude.
Acompanhei seu riso e perguntei:
-Você já chupou algum desses que disse ou continua só na vontade?
E ela respondeu se fazendo de indignada e ao mesmo tempo jogando um verde:
-Claro que não né, sou casada e ainda sou fiel, vontade eu tenho toda hora e todo dia, mas também com tanto macho por ai e minha boquinha tão experiente, eu daria conta de vários alem do seu.
Disse isso rindo e me provocando lambendo a cabeça do meu cacete, e eu morrendo de tesão e segurando para não gozar naquela carinha de puta que agora era a cara de minha esposa perguntei também sorrindo:
-Você disse que “ainda é fiel” isso quer dizer que poderá a vir ser infiel?
Pra me deixar mais doido de tesão ela engoliu todo o meu pau e chupou com força me fazendo gemer, depois ficou passando a cabeça dele nos lábios e com a expressão mais vulgar e chorosa me disse:
-Nunca pensei em trair meu amorzinho, e sei que meu maridinho não vai deixar eu experimentar novos sabores, mas é que minha boquinha é tão desobediente e a oferta por ai esta tão grande que eu não sei o dia de amanha.
Ouvi isso e achei engraçado e excitante o jeito dela falar como uma menininha, mas também percebi a sutil chantagem em ritmo de brincadeira, e ela sabendo que aquilo havia se tornado um jogo de palavras abocanhou meu cacete e mamou gostosamente tentando manipular com aquele boquete maravilhoso a minha resposta a seu favor e eu comecei a perder o controle e a gemer e me contorcer no sofá tentando segurar o gozo e resistir a perversão de Lena, e completamente descontrolado e quase gritando de prazer respondi insanamente:
-Então minha esposa ta se revelando uma putinha e quer provar “novos sabores” ou melhor, quer chupar o pau de outros machos sua safada.
E ela vendo que tinha minha mente sob seu controle por causa da sua boca no meu cacete, gemendo e dando gritinhos me excitando pra me fazer gozar respondeu:
-Isso mesmo meu marido tesudo, quero sim, quero chupar outros cacetes como o seu e mostrar pra esses machos caralhudos como a puta da sua esposa sabe mamar uma vara, quero chupar picas de todos os tipos e te contar como foi com cada um, mas só você vai gozar na minha boca meu macho delicioso, os outros só vão gozar na minha cara de puta, você deixa meu maridão gostoso, você deixa eu chupar quantos cacetes eu quiser?
E eu completamente descontrolado pelo tesão e já tendo esse desejo enrustido de vê-la mamando outra rola gritei prestes a gozar chamando-a de nomes nunca antes dito:
-Deixo, deixo sim sua puta, mas chupa logo meu pau sua vadia.
E ela mais tarada que nunca por ouvir aquela permissão e gemendo e rebolando o quadril como se estivesse sendo penetrada disse quase gritando também:
-Obrigado meu gostoso, agora vem e estréia a boca da mais nova puta do local meu macho tesudo.
E dito isso enfiou todo o meu cacete na boca e ficou massageando meu saco que já estava todo molhado, agarrei a puta de minha esposa pelos cabelos e comecei a foder sua boca com força sentindo o fundo de sua garganta bater na cabeça da minha rola, e então eu gozei como um cavalo uma grande quantidade de porra em sua garganta fazendo-a tossir e engasgar chegando a sair porra em pequena quantidade pelo nariz, Lena quase vomitou, mas agüentou firme e engoliu todo o meu gozo ainda com meu cacete completamente enterrado na sua garganta agindo como deve ser uma verdadeira vadia que agora ela se tornara.
E assim ela continuou com meu pau na boca chupando e lambendo ele todo e ate o meu saco ate que estivesse completamente flácido, eu estava largado no sofá sem forças nenhuma e minha esposa ainda entre minhas pernas me olhava sorrindo carinhosamente e acho que torcendo pra eu não mudar de idéia depois de ter gozado.

Então quando ela se levantou deitou sobre meu corpo e como uma criança feliz começou a me beijar varias vezes e ficava dizendo:
-Obrigada meu amor, obrigada, você é o melhor marido do mundo, e eu vou te fazer feliz muito mais do que você foi ate agora, obrigada.
E sem dar tempo pra que eu dissesse algo foi para o banho, e eu fiquei ali pensando se ela realmente faria aquilo e se fizesse como seria a nossa vida daqui para frente.

(CONTINUA)



Ficha do Conto

Escritor:
conto1conto

Nome do conto:
Esposa Boqueteira, Desde Solteira

Codigo do conto:
3878

Categoria:
Traição/Corno

Data do Envio:
20/01/2005

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0

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