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Castigo e Humilhação


Quando publiquei o conto “Noite de Pânico na Floresta” muitas pessoas me procuraram pelo msn ou escreveram email pedindo que eu continuasse a história. Então, atendendo a esses pedidos, aqui vai uma continuação daquela história...
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Depois daquela noite na floresta com Mr. Fire e seus amigos, passei a ser sua escrava, servindo a ele e a seus amigos toda vez que era solicitada.
Nosso 2º encontro aconteceu uma semana depois daquele episódio. Não havia mais qualquer marca das chicotadas que ele havia me aplicado naquela noite na floresta. Mas as marcas deixadas na minha memória eram vivas e permaneciam acesas, fazendo-me recordar nitidamente cada coisa vivida naquela noite. Por que eu havia sido tão impulsiva? Por quê me deixei levar tão facilmente por um desconhecido? Agora era tarde demais para lamentar...
Cinco dias após aquele acontecimento, recebi pelo meu e-mail as fotos tiradas naquela noite. No assunto constava: você agora é minha. E no e-mail apenas uma breve mensagem dizendo: O próximo encontro se aproxima. Esteja preparada. No sábado de manhã desperto com meu telefone tocando. Reconheceria aquela voz entre milhares de outras...
-        Como vai a minha putinha?
-        Heerr... bem... estou bem... – consigo balbuciar
-        Responda: estou bem, SENHOR! Pelo visto a lição daquela noite não bastou pra você, sua puta! Será punida por esse erro! Anote um endereço aí. Quero que esteja lá hoje, ao meio dia. Vá totalmente depilada, sem calcinha e sem sutiã. Não vou tolerar nem 1 minuto de atraso. Entendido?
-        Sim senhor.
Ao desligar o telefone estava ofegante. Notei então que prendera a respiração. Um frio me percorreu a espinha. Que punição ele me aplicaria? O endereço era de um apartamento em Copacabana, e calculei que levaria uns 30 minutos pra eu chegar lá. Não, melhor calcular 45 minutos; ele avisou que não toleraria atraso. Olhei pro relógio... eram 10:17hs. Tinha que me apressar. Levantei-me, fui ao banheiro e tomei um longo banho no qual me depilei cuidadosamente. Conferi o resultado da depilação pelo espelho.. raspei alguns pêlos que haviam ficado e fui escolher uma roupa. Como eu estava queimada de praia, escolhi uma saia branca com um top amarelo e uma sandália de salto médio. Olhei o relógio... 11:10 hs. Não haveria tempo de comer nada, então tomei apenas um copo de leite, inventei uma desculpa para meus pais dizendo que sairia com uma amiga, e saí depressa com receio de me atrasar. Peguei um táxi e me dirigi ao endereço. No caminho mil pensamentos em minha mente. Será que ele estaria sozinho? Ou aqueles dois estariam com ele também? O que estaria me aguardando quando chegasse? ...
O táxi me deixa na porta do prédio. Confiro a hora no relógio: 11:52 hs. Tenho ainda uns poucos minutos. Respiro fundo e procuro me acalmar... a vontade de sair correndo dali é muito grande. Lembro-me então das fotos enviadas... foi chocante até para mim mesma me ver ali, ajoelhada no mato, com a boca aberta e o jato de urina molhando meu rosto... escorrendo pelos cantos de minha boca. Não... era humilhante demais e eu não poderia jamais permitir que alguém visse aquelas fotos... Agora faltam apenas 5 minutos... chamo o elevador e subo até o último andar. É um prédio residencial de 6 andares, com 4 apartamentos por andar. Um longo corredor separa os apartamentos da frente e os de trás. No meio do corredor ficam o elevador e as escadas. Saio do elevador e páro em frente à porta do apartamento 601. Meu coração está disparado. Toco a campainha... são 11:58 hs. Passos se aproximam lentamente pelo lado de dentro... eu gelo. Preciso fugir dali enquanto ainda é tempo, penso. Mas a porta se abre no exato momento em que eu dava meia volta e escuto: – “Pensando em fugir, cadelinha?”. Meu corpo fica imóvel pelo susto, minha voz não sai da garganta... então, sabendo que não havia mais escapatória, abaixo a cabeça humildemente e digo que não. Fico parada esperando que ele me ordene entrar, mas ele continua ali parado na porta à minha frente, impedindo minha passagem. – “Veio como lhe ordenei, cadela?”. Faço que sim com a cabeça, sem tirar os olhos do chão. Ele quer ter certeza. Manda que eu tire a saia ali mesmo e a entregue para ele. Nessa hora, levanto instantaneamente a cabeça para suplicar-lhe, e recebo um tapa em cheio no meu rosto... PLAFTT!! – “Obedeça!”.
Resignada, olhei rapidamente pro corredor... não havia ninguém, mas o barulho do elevador em movimento anunciava que a qualquer momento alguém poderia surgir. Tirei rapidamente a saia e entreguei a ele. A essa altura eu estava doida pra entrar logo, pois tinha muito medo de alguém aparecer no corredor, mas ele parecia estar se divertindo. Ficou me olhando por alguns segundos que pra mim pareceram uma eternidade, até que finalmente falou zombeteiro: - “Se quiser ir embora agora pode ir, cadelinha.” Depressa eu respondi: - “Não Senhor... eu gostaria de entrar”, pois estava seminua em pleno corredor. Ele então retrucou: - “Cadela minha não entra aqui de roupa. Tire a blusa e me entregue.” Fiquei gelada com a ordem… aquilo era demais. Mas o barulho dos elevadores subindo e descendo, o medo de alguém saltar de repente naquele andar, sem falar que um dos vizinhos poderia sair... tudo isso me fez tirar a blusa o mais rápido possível e entrega-la, rezando para que em seguida ele me ordenasse entrar. Fiquei nuazinha no corredor, somente de sandálias, em frente à porta do apartamento. Sentia tanta vergonha que não conseguia encara-lo, então fiquei cabisbaixa o tempo todo, esperando...até que não aguentei mais e implorei: - “Por favor, Senhor... me deixa entrar.” Mas ele resolveu me castigar e ao invés de mandar eu entrar, ele disse: “Você quer entrar? Mas antes disso a minha cadelinha ingrata pensou em correr até o elevador e ir embora, não é? Então quero que vá de 4 até o elevador como uma cadela vadia que você é, aperte o botão do elevador e volte de 4 até aqui. Quem sabe se assim eu deixo você entrar...” Hesitei em cumprir a sua ordem, mais por medo do que por rebeldia... o medo de ser pega naquela situação humilhante me congelava os movimentos. Ele então me falou: “ – Tenho todo o tempo do mundo, cadelinha, mas você deve entender que quanto mais demora a cumprir as minhas ordens, mais tempo você se expõe. Não vou deixa-la entrar antes que cumpra o seu castigo por ter tentado ir embora. E estou pouco me lixando se alguém a ver assim!” Juro que eu queria obedecê-lo e acabar de vez com aquela humilhação, mas a vergonha e o medo eram tamanhos que não consegui me mexer. Ele esperou um pouco e então que ele falou em voz ríspida: - “Sua vadia, minha paciência se esgotou! Vou contar até 3, e se você não começar a engatinhar pro elevador como uma cadela que você é, juro que tranco a porta e a deixo do lado de fora assim. Um... dois...” Antes que ele pronunciasse três, eu já estava de quatro, engatinhando em direção ao elevador... Parei em frente a ele, notei que estava no 3º andar e subindo... estiquei rápido o meu braço, apertei o botão e me virei para voltar. Notei então que Mr. Fire havia aberto a porta toda e estava de lado, fazendo um sinal com a mão para eu entrar e deixando um espaço para eu passar por ela de quatro. Saí engatinhando correndo como uma cadelinha assustada em direção à ele e ultrapassei a porta no exato momento em que ouvi o elevador parar no andar. Mr. Fire imediatamente fechou a porta, e ao me ver arfando devido ao esforço da corrida e ao medo de ser pega, me falou:
-        Espero que tenha aprendido a lição, cadela. Jamais sequer pense em contrariar uma ordem minha.
-        Sim Senhor – respondi ofegante.
-        Agora vá até o meio da sala e deite-se de barriga pra cima, com os braços pra cima e as pernas bem afastadas. Vou lhe dar uma lição por não ter me tratado com o devido respeito hoje quando, lhe telefonei.
Engatinhei até o lugar indicado e me coloquei imediatamente na posição ordenada. Escuto seus passos se aproximando de mim vagarosamente. Pára ao meu lado e me observa. Levanta um dos pés, e a sola do seu sapato de bico fino desce lentamente sobre meu seio direito. Sinto-o tocar em meu bico e fazer pressão sobre ele... lentamente a pressão vai aumentando enquanto ele pisa com seu sapato sobre o meu seio. Mordo os lábios para abafar um grito. Ele prossegue com a tortura... apertando cada vez mais como se quisesse esmaga-lo. Lágrimas brotam nos meus olhos, mas não devo gritar, não devo deixa-lo zangado... Ainda esmagando impiedosamente o meu seio, começa a fazer movimentos circulares... e no limite da minha dor, deixo escapar um gemido abafado... “aaiii”. Ele sorri satisfeito e alivia a pressão no meu seio maltratado. Lentamente seu pé se direciona ao meu outro seio e a tortura se repete. Começa a pisotear meu seio com o sapato, até me ver atingir o limite da dor. As lágrimas agora escorrem livremente pelos meus olhos e há uma alegria mordaz no sorriso que ele dá, quando nota gotas de suor escorrendo por todo o meu corpo. Continuo deitada sobre o chão na mesma posição... meus seios esmagados impiedosamente latejam de dor. Tenho vontade de massageá-los para espalhar a dor, mas não ouso me mexer. Agora ele se dirige para baixo e se posiciona em pé, no meio das minhas pernas abertas. Seu pé direito começa a se mover lentamente em direção à minha boceta e sinto um frio me percorrer a espinha. Pouco depois, sinto o bico do seu sapato passar suavemente pela minha racha., como que a acariciando... até que repentinamente começa a dar pequenos pontapés na minha boceta toda com o bico do sapato... eu vou à loucura, não sei se de dor ou de prazer! Depois ele pára e vai forçando o bico lentamente, mas com firmeza, na entrada da minha xota. Involuntariamente sinto-me molhar toda.. encharcar-me. Ele vai forçando até que uma pequena parte do bico esteja dentro da minha boceta... arrepios de prazer me invadem sem que eu consiga controla-los. Então novamente ele pára, retira-o de lá, e o bico do seu sapato se dirige agora, ameaçadoramente, para o meu clitóris. Lentamente começa a pisa-lo, a pressiona-lo ao mesmo tempo em que faz movimentos circulares sobre ele... pressiona cada vez mais forte, aumentando a velocidade do movimento... eu vou às raias da loucura e gozo abundantemente sobre seus pés. Ele sorri satisfeito, passa toda a sola do seu sapato sobre a minha boceta encharcada, como querendo colher o meu líquido todo... lambuza toda a sola com o meu mel. Então, se dirige à minha cabeça, levanta o pé sobre o meu rosto e me oferece a sola do seu sapato, dizendo: - “Vamos, sua cadela ordinária... agradeça-me por tê-la feito gozar mesmo sem você merecer.” E passando a língua por toda sola do seu sapato, comecei a lambê-la com vontade até deixa-la bem limpinha.” Meu Dono satisfeito ordena que eu fique de quatro, faz um afago na minha cabeça e me diz: - “Boa menina...”      
E assim se iniciou o meu 2º encontro com Mr. Fire. Muitas coisas aconteceram durante aquele final de semana, mas isso eu conto numa próxima vez....


Ficha do Conto

Escritor:
boa menina

Nome do conto:
Castigo e Humilhação

Codigo do conto:
4039

Categoria:
Sadomasoquismo

Data do Envio:
10/02/2005

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0

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