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UM FATO VERDADEIRO COM MINHA SOBRINHA - I


UM FATO VERDADEIRO COM MINHA SOBRINHA - I

Este conto não é como muitos, é verdadeiro e realmente aconteceu, e ainda acontece. Tenho uma sobrinha, sobrinha da minha mulher na realidade, que é uma coisa simplesmente fenomenal. Hoje tem 18 anos, mas é pequenina, loirinha, olhos azuis, uma bundinha linda demais e os seios pequenos, do tamanho exato da minha boca. Há muitos anos já observo seu desenvolvimento, secretamente é claro, mas o tesão já vem de longe. Nunca deixei transparecer nada pois seria o desmantelamento total de minha família. Mas o inesperado acabou acontecendo. Depois de muitos anos nossas famílias viajaram juntas para uma cidade de praia e logo ao chegar ela manifestou o desejo de se banhar no mar. Arrumamos as coisas e lá fomos nós, eu em meu carro com minha esposa e filho e ela no carro da mãe com o irmão de 5 anos. Quando chegamos eu já estava com tesão só de imaginar ela de biquini, coisa que eu nunca tinha visto. Foi uma loucura, ela tirou a blusinha e apareceu aquele sutiãzinho pequeno, com aquelas duas perinhas loucas para serem lambidas, tirou o shortinho devagar e eu acho até que ela sabia que eu estaria olhando, pois foi bem devagar, rebolando e abaixando o shortinho, deixando aquele corpinho surgir debaixo da roupa. Eu fiquei de pau duro na hora, mas estava sentado na mesa de um quiosque e apenas observei. Ela ia e voltava, mergulhava, saia molhadinha do mar, ajeitando os cabelos loirinhos e com os biquinhos dos seios arrepiadinhos, e eu, de óculos escuros, não tirava os olhos dela. Tinha uns garotos da idade dela na praia e a mãe dela ficava incentivando para ela conversar com os garotos e ela não queria, nem dava chance. No segundo dia à tarde a mãe dela saiu com minha esposa e os filhos, e ficamos sozinhos no apartamento. Conversamos e ela disse que estava muito feliz, e que talvez estivessem sendo os melhores dias da vida dela. Eu então aproveitei para perguntar porque ela não se enturmava com os meninos da idade dela e ela, pasmem, me disse que tinha vergonha. Eu perguntei na hora do que ela tinha vergonha, e ela respondeu que já teve alguns namorados e que eles diziam que ela era linda, mas não sabia beijar e não deixava eles fazerem nada com ela. Eu perguntei o que eles queriam fazer e ela respondeu que queriam acariciar ela e tocar nos seus seios e vagina. Eu falei que era uma coisa natural entre namorados, desde que os limites fossem respeitados, mas ela disse que sentia vergonha de se mostrar excitada e que o mais problemático era mesmo não saber beijar. Eu disse a ela que na idade dela já deveria estar um pouco mais avançada e ela concordou pois suas amigas todas já transavam e ela nunca tinha sequer visto um homem nu e que também tinha vergonha de perguntar às amigas como seria beijar e que isso já estava a deixando complexada. Ela disse que via filmes de sexo na Internet, que tentava se soltar, mas não conseguia. Eu falei que beijar era fácil e simples, que era apenas deixar a coisa rolar, as bocas se encontrando, as línguas se tocando, as bocas chupando as línguas, etc, etc. Ela ficou vermelhinha de vergonha dizendo que achava que nunca iria conseguir. Eu perguntei se não havia uma amiga que pudesse ensinar na prática, com as duas se beijando, e ela disse que nunca pensaria numa coisa dessas. Eu já estava com o pau duríssimo, todos os 20 cm querendo já gozar só com aquela conversa. E não tive outra escolha, me ofereci para ajudar a minha linda sobrinha, minha solidariedade falou mais alto. Falei a ela que se quisesse poderia treinar comigo, que ficaria apenas entre nós, desde que ela também não contasse a ninguém, ela pensou um pouco e topou, eu nem estava acreditando. Ela estava com uma blusinha bem larga com os ombros aparecendo e com um top por baixo, e com um shortinho larguinho, tipo uma bermudinha. Eu pedi para ela sentar mais próxima e disse que beijo por beijo não funcionaria, teria que ter carícias para ela aprender direito, e ela disse que entendia e topou. Estávamos sentados em um sofá na sala e ela se aproximou com uma perninha em cima do sofá e outra esticada para baixo. Eu a olhei dentro dos olhos e disse que ela era linda demais, levei as mãos à sua nuca e acariciei, passei o dedo na sua orelha e sentia ela se arrepiando, acariciei seus ombros, seu pescoço e com a mão na nuca dela comecei a puxar a cabecinha dela em direção à minha, e ela veio, com os olhinhos fechados, já com a respiração acelerada. Nossas bocas se tocaram, dei um beijinho de leve, mais outro, depois com os lábios semi abertos forcei para que abrisse mais a boquinha, então coloquei minha língua nos lábios dela forçando a entrada, e ela abriu aquela boquinha deliciosa. Coloquei minha língua dentro da boquinha dela e a danadinha chupou, passou a língua na minha, foi forçando a língua dela dentro da minha boca, e perdeu a vergonha, me abraçou, e começou a beijar mais forte, já se posicionando quase por cima de mim. Aproveitei para acariciar os braços dela indo em direção ao ombro, e depois caindo na direção do seio. Nem acreditei quando acariciei seu seio e ela gemeu baixinho. Abaixei sua blusinha e ela ficou com o top, já não oferecia resistência. Acariciei o seio por cima do top mas comecei a colocar a mão por baixo, levantando o top e libertando aquela delícia. Ela apertou a boca na minha, gemeu dentro da minha boca quando acariciei e apertei aquele biquinho arrepiadinho. Eu a afastei de mim, olhei dentro daqueles olhinhos lindos e perguntei se estava gostando e queria mais, e ela disse que sim. Segurou minha mão e colocou em cima do seu seio e levantou o top inteiro. Quando olhei aquelas delícias eu quase gozei. Abaixei e lambi aqueles peitinhos lindos demais, ela segurava minha cabeça e me conduzia a um e a outro seio. Eu lambia com muita saliva e começou a escorrer pelo corpinho dela, eu pegava a saliva que escorria com o dedo e passava na minha boca e na boquinha dela, ela gemia baixinho. Peguei a mãozinha dela e coloquei no meu pau por cima do short, ela gemeu forte de novo e apertou o mau pau. Eu beijei aquela boquinha de novo e segurei a mãozinha dela colocando por dentro do meu short, aí acabou a resistência dela. Ela mesma abaixou o meu short e segurou o meu pau firme me olhando nos olhos e perguntando se poderia chupar, que ela sempre teve vontade de chupar um pau, e eu, claro, concordei na hora. Não acreditei quando vi aquela cabeça linda se abaixando e colocando a boca no meu pau, passando a língua e colocando ele na boca chupando forte a cabeça. Ela levantou e disse: Tio, é gostoso demais, quero chupar muito você, e eu disse que poderia chupar tanto quanto quisesse, desde que me deixasse fazer a mesma coisa com ela. Ela fez cara de nojo e eu disse que iria gostar, então ela concordou. Gente, que coisa mais louca, abaixei aquele shortinho e levei a calcinha junto, acabei de tirar a blusinha e o top, e deixei aquela deusa peladinha. Coloquei ela deitadinha no sofá e comecei a lamber aquele corpinho lindo, beijei a boca com força, lambi o pescoço, enfiei a lingua na sua orelha, lambi seus ombros, me perdi naqueles seios deliciosos e fui descendo pela barriguinha, lambi seus pentelhinhos e as suas coxas. Senti o cheirinho do tesão que saia meladinho da bucetinha dela. Ela se arrepiava toda e gemia descontroladamente. Fui até seus pezinhos, lambi e chupei seus dedinhos, e comecei o caminho de volta, lambendo a barriga das pernas, levantando uma perninha e deixando aquela bucetinha toda aberta prá mim. Fui subindo e lambendo sua virilha, uma lambida molhada, melada, e ela subitamente gozou, gemeu alto, tremeu inteira e disse: Tio, que delícia, faz mais, me faz sentir mais disso que senti agora, e eu falei: Quer gozar mais minha gatinha deliciosa quer? E ela disse que queria sim, que queria se acabar de gozar comigo. Não resisti e fui direto na bucetinha dela, lambi, chupei, senti seu grelinho durinho de tesão, chupei aquele grelinho com força enquanto com a saliva que escorria melava meu dedo e passava na bucetinha e no cuzinho dela. Eu passava minha lingua por toda a bucetinha dela, sentindo o cheiro e o sabor daquele melzinho delicioso pois eu adoro chupar. A menina já quase gritava de tesão, tremeu toda, inteira, e gozou novamente, um gozo que não terminava, gritava que estava gozando e não parava mais, cheguei até a ficar preocupado. Quando diminuiu a força do gozo ela veio na minha direção com lágrima nos olhos e me beijou com força, com muita força, como se estivesse me agradecendo pelo prazer que proporcionei a ela. Segurou meu pau, me olhou nos olhos e abaixou a cabecinha para me chupar mais, chupava já como uma mulher de verdade, chupava muito, com força, deixando sua saliva escorrer pelo meu pau. Eu não agüentei e gozei na boquinha dela, gozei muito, e ela bebeu tudo, sua boquinha ficou cheia de porra, ela engoliu quase tudo e me perguntou se também queria, e eu disse que sim, então nos beijamos mais uma vez, trocando nossos sucos de nosso prazer. A mãozinha dela não saía do meu pau e ele não abaixava, ela é gostosa demais. Então ela se posicionou por cima de mim, com as pernas abertas, de joelhos no sofá e ficou por cima de mim, e disse que me queria dentro dela, metendo nela como se fosse a tia dela. Eu disse que não, que não tiraria o cabacinho dela e ela disse que melhor seria eu tirar do que um babaca qualquer. E tive que concordar. Então ela mesma encaixou meu pau na portinha da bucetinha melada dela, e foi abaixando, rebolando e mexendo devagar, me olhando nos olhos e me beijando, dizendo que me amava, que nunca pensou que poderia ser tão bom assim comigo, e que nunca tinha imaginado que algo assim pudesse acontecer. Ela forçou e a cabeça entrou naquela bucetinha apertadinha, ela sentiu uma dorzinha mas continuou forçando devagar, e o cabacinho de rompeu, ela deixou escorrer umas lágrimas mas continuou forçando e o meu pau entrando nela, na metade do pau ela passou a mão e disse que queria ele inteiro dentro dela. Eu não acreditava que aquela garotinha frágil, pequenininha, tão linda, suave, estava daquele jeito, toda atolada no meu pau e já rebolando, gozando alucinadamente. Só nos primeiros 10 minutos ela gozou 4 vezes, e 4 gozos intensos, fortes, praticamente simultâneos. Ela estava com uma carinha feliz e extasiada, e falou: Tio, goza, quero sentir vc gozando dentro de mim, e eufalei que não podia que o risco era grande, e ela me disse que a menstruação dela havia acabado no dia anterior, que podia gozar nela, e acelerou os movimentos, rebolando e gemendo alto, como uma putinha, eu não agüentava olhar aquilo, era lindo demais. O gozo começou a vir e eu avisei a ela que iria gozar dentro da bucetinha da minha putinha gostosa, ela começou a gemer alto e dizer que iria gozar também, subia e descia rebolando alucinadamente e me disse: Vem Tio, goza comigo, junto comigo. E eu gozei, gozei muito, e ela sentiu meu gozo dentro da bucetinha dela e gozou junto comigo, o mais forte dos gozos dela até então. Ela gozava e ria, gozava e chorava, gozava e me beijava, enfiava a lingua na minha boca, lambia meu rosto, meus olhos, a menina estava totalmente louca de tesão e de felicidade. Ela cansou e parou de mexer, me olhou nos olhos e me beijou demoradamente, com ternura, e me disse: Tio, eu te amo, e quero ser sua, só sua para sempre. As lágrimas desciam de seus olhinhos e eu também chorei com uma cena de tanto tesão e tanta ternura. Fomos para o banheiro tomar um banho juntos e nos arrumar para descer e encontrar com os outros. Uma outra hora conto o restante.



Ficha do Conto

Escritor:
CaraEspecial

Nome do conto:
UM FATO VERDADEIRO COM MINHA SOBRINHA - I

Codigo do conto:
41065

Categoria:
Incesto

Data do Envio:
11/01/2014

Quant.de Votos:
6

Quant.de Fotos:
0

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Ultimos Comentários
Comentado por: c1 em: 02/02/2014
PARABÉNS, MUITO BEM ESCRITO, EXCITANTE D+.
Comentado por: Menageman2012 em: 14/01/2014
espetáculo!!! um sonho!

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