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Eu e Renata


A história que vou contar é verídica e se passou há cerca de 10 anos. Eu sou a mais nova de três irmãos (os outros dois são homens) e moro em Ipanema, no Rio de Janeiro. Meu pai é advogado e sócio principal de uma dass maiores bancas de advocacia do Estado. Eu também me formei em Direito, embora não exerça com a freqüência que meu pai e meus irmãos gostariam. Meu pai tem um amigo que tem uma filha única da minha idade, Renata, que é minha amiga desde a primeira infância. Estudamos juntas no Colégio Sion e só nos separamos na faculdade, pois Renata cursou Medicina, como o pai. Durante toda a nossa adolescência andávamos muito juntas e vivíamos uma na casa da outra. É como se fossemos parentes. Quando estávamos no segundo grau, era comum eu dormir em sua casa ou ela dormir na minha, quando estudávamos até tarde. Foi nessa época que se passou o que vou relatar.
Ficamos uma noite até tarde estudando para uma prova no dia seguinte. Mas, lá pelas tantas, cansamos dos livros e cadernos e começamos a conversar sobre garotos, nosso papo preferido. Éramos confidentes uma da outra e contávamos tudo que acontecia em nossos namoros. Assim, naquela noite, falávamos de sarros, amassos e sensações quando Renata pediu para que eu ligasse o ar condicionado, pois estava sentindo calores. Eu liguei, mas ainda assim, ela estava "quente" e, como estávamos só as duas no quarto, foi tirando a roupa, até ficar completamente nua. Não sei porque, mas só de ouvi-la falar dos calores, fui sentindo o mesmo e terminei por me despir também. Ela, então, começou a se masturbar, alegando que precisava gozar para aquele "fogo" passar. Aquela cena de Renata se masturbando despudoradamente na minha presença, confesso, deixou-me excitada. Seu corpo era perfeito, seus cabelos cor de mel e completamente lisos caiam sobre seus ombros nus e seios, construindo um cenário magnífico e eu não resisti e comecei a me masturbar também. Foi então que Renata aproximou-se de mim e pediu para abraçá-la. No início fiquei chocada com o pedido, mas ela pediu novamente, com uma voz que guardava um misto de tesão e carência afetiva, que eu não tive outra escolha senão receber seu corpo nu em um abraço. A sensação daquele encontro de epidermes como que gerou uma corrente elétrica que me fez estremecer. Logo Renata me abraçouo também e ficamos ali as duas juntas por alguns instantes, de rosto colado. Então, inesperadamente, Renata deu-me um beijo na boca. Novamente como antes, minha reação foi de repelir aquela iniciativa, mas seus lábios eram tão incrivelmente macios, seu hálito tão gostoso e sua língua tão doce que não resisti à segunda tentativa. E logo estávamos rolando na cama, aos beijos e carícias. A voz rouca de Renata disse-me que há muito ela esperava por aquele momento. Depois ela beijou-me e lambeu-me os seios, desceu até a barriga com sua língua quente, até que chegou ao meu Monte de Vênus. Beijou-me a parte interior das coxas, junto à virilha, posicionou-me à sua frente e invadiu os grandes lábios de minha xana com sua língua descontrolada, lambendo e amassando meu grelo. A vontade que tive foi de subir pela parede, antes de ter orgasmos múltiplos. Depois ela pediu que eu fizesse o mesmo nela e dessa vez eu não hesitei. Se tinhan sido tão gostoso para mim, por que eu não deveria retribuir? E ficamos numa brincadeira de gato e rato. Ora ela me fazia gozar, ora eu a levava ao orgasmo. Depois dessa primeira vez, repetimos essas experiências todas as vezes que estávamos juntas, mas é importante que se diga que nem ela nem eu somos homossexuais ou lésbicas. Só fazíamos aquilo uma com a outra. No resto, namorávamos rapazes e gostamos de fazer sexo com eles. Tanto assim, que hoje ela está casada e tem dois filhinhos lindos, um dos quais é meu afilhado. Mesmo assim, às vezes nos encontramos para uma transa suave. De minha parte, eu também casei mas atualmente estou divorciada, porque o meu marido, como descobri mais tarde, gostava mesmo era de homem e, sem que eu soubesse, nosso casamento foi apenas uma armação. Até hoje, além de Renata, eu só tive experiências semelhantes com uma outra mulher: a noiva de um dos advogados que trabalham com meu pai, uma loirinha deliciosa, mas isso é outra história.



Ficha do Conto

Escritor:
Kika

Nome do conto:
Eu e Renata

Codigo do conto:
419

Categoria:
Gays

Data do Envio:
11/12/2009

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
0

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