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Minha esposa, enfim, me fez corno – 1 de 2


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Este é um texto dividido em 2 capítulos, e este é o primeiro. A segunda parte é uma delícia, também. Talvez mais excitante, até, porque descreve, nas palavras da Sônia (a esposa) o sexo entre ela e o Júlio (o comedor). Leiam os dois. Degustem os textos; eles são um só, embora divididos. Gozem com eles.
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Em maio passado (2013) meu diretor, na empresa, praticamente me obrigou a ir ao Rio de Janeiro, para resolver um problema com um cliente. Um outro funcionário já havia sido mandado e piorou tudo; por ser muito mais experiente o diretor disse que contava comigo para resolver o problema do cliente e reparar o bom relacionamento que as duas empresas sempre tiveram.

Era meu aniversário de casamento, e como eu iria demorar uma semana resolvi levar minha esposa, Sônia, deixando meu casal de filhos com os avós. Contei estes planos ao meu chefe e ele não só autorizou minha viagem acompanhado, como se prontificou a pagar todas as despesas da minha esposa, também.

Hospedamo-nos em um hotel maravilhoso, em Copacabana, no Posto 3. Eu viajo constantemente para o Rio e preferia ficar no Leblon, mas era a primeira vez da Sônia na cidade maravilhosa e ela cismou que Copacabana era o “top” e queria ficar lá.

Chegamos na noite de domingo, para que eu começasse meu trabalho na segunda-feira. Jantamos no próprio hotel e fomos para a cama onde demos uma deliciosa trepada, como início de nossa segunda lua-de-mel. Como vínhamos fazendo, nos últimos dez anos, fantasiamos que ela tinha um amante e havia trepado com ele, contando-me detalhes da sua foda. Ela era ótima para inventar trepadas imaginárias com seus amantes; parecia, mesmo, que não eram tão imaginárias. Eu sabia que, logo após nossa transa, como sempre ocorria, ela fingiria que não tínhamos fantasiado nada e se negaria a satisfazer a minha fantasia de ser corno; por isso nem toquei no assunto, depois; apenas liguei a televisão esperando que o sono viesse logo, pois teria que levantar cedo, no dia seguinte. Mas eu estava enganado, desta vez.

Uns quinze minutos depois do sexo a Sônia entrou no banho. Entrei no banheiro para escovar meus dentes e ela me perguntou:

- Você realmente gostaria que eu transasse com outro homem?

Fiquei imediatamente interessado e tentei incentivá-la com minha resposta:

- Na verdade, eu não seria corno, Sô. Eu não estaria sendo enganado. Você não estaria mentindo, ou escondendo nada de mim.

- Mas você gostaria que esta sua fantasia se realizasse?

- Com certeza! – Aquela conversa já estava me deixando de pau duro, novamente. Eu já estava antevendo algo interessante, ali. Será que minha esposa…

- Tenho uma novidade para você. Lembra do Júlio, aquele meu ex-namorado com o qual eu terminei porque ele ia se mudar para o Rio? Logo depois dele se mudar para cá eu conheci você e… Bom, você sabe de toda a história. Eu já falei para você, um milhão de vezes, que se encontrasse com ele eu realizaria a sua fantasia.

- Fale logo o que quer dizer. – Aquela enrolação estava me irritando e a expectativa estava me excitando.

- Eu entrei em contato com ele pelo Facebook, quando você falou que viríamos ao Rio…

- Eu já sei. Você procurou o perfil dele e entrou em contato, dizendo que estaríamos aqui.

- É.

- E… - Eu disse, incentivando-a a continuar. Meu pau já estava duro como pedra.

- E ele respondeu. Ele continua morando aqui no Rio. Aqui em Copacabana, aliás. Eu disse viríamos para cá e que você estaria trabalhando e ele me convidou para almoçar com ele, amanhã.

- E você aceitou? – Encarei-a e ela assentiu com a cabeça, com uma cara de safada que eu nunca tinha visto antes. Como ela continuasse em silêncio, avaliando minhas contrações faciais, tentando descobrir se eu estava bravo, com ciúmes, ou excitado (e eu sentia uma mistura dos três, naquele momento), eu continuei: - E você está pensando não só em ir ao almoço, mas em dar para ele, também?

Ela parecia um pouco envergonhada, agora, que tudo tinha sido posto em palavras. Com uma voz fraca e insegura ela respondeu:

- Não estou pensando em dar para ele. Nem sei se isso iria acontecer. Em princípio… - Ela falava tão insegura e vagarosamente, que eu resolvi acelerar a coisa:

- Em princípio seria um almoço entre dois velhos amigos, mas você sabe que ele pode querer reviver os velhos tempos e dar uma trepada com você.

- Você fala isso como se eu fosse uma puta!

- Não, meu amor. Eu falo isso como se você fosse virar uma puta, o que eu adoraria.

- Mas você está irritado, comigo.

- Só porque você mentiu para mim.

- Eu não menti. Estou te contando.

- Mas você não o descobriu no Facebook agora. Há quantos meses você andam trocando mensagens?

Ela ficou muito vermelha, antes de responder:

- Uns seis meses… um ano, talvez.

- E já falaram muita putaria, batendo papo no Face… Posso ver os papos de vocês, no seu iPad? – Ela ficou ainda mais vermelha e falou:

- Claro que não. Você sempre respeitou a minha privacidade!

- E continuo respeitando. Apenas perguntei se poderia… Mas sua resposta deixou claro que eu estava certo, não é?

- Já se mostrou para ele, na “cam”?

O silêncio era a mais gritante resposta.

- Tudo bem. – Eu continuei, já que ela não dizia nada. – Quer dar para ele? Eu já sei que quer. Pode dar. Mas nós vamos ter uma longa conversa depois disso.

- Você não devia estar bravo. Você sempre quis isso.

- E continuo querendo. Mas você escondeu coisas de mim; isso eu não aceito. Não admito. Pode fazer o que quiser com ele, amanhã. Eu vou adorar se você der para ele. Mas hoje eu estou irritado com sua atitude e não quero mais falar no assunto. Vou dormir.

Mas não dormi, embora fingisse que sim, para evitar conversar com ela. Depois a expectativa de ser chifrado por minha mulher e fazia com que eu dormisse e acordasse, resultando em uma noite péssima. No dia seguinte saí cedo, antes que a Sônia acordasse; ou antes que ela desistisse de fingir que estava dormindo.

Fui para o cliente onde trabalhei o dia todo, mas mal conseguia me concentrar em minhas tarefas. Na hora do almoço não resisti à tentação e liguei para o celular da minha mulher. Caixa postal direto. Estava desligado, ou fora de área.

Continuei trabalhando no período da tarde e, de vez em quando, tentava contato com a Sônia. Nada.

Ao terminar o serviço, por volta das cinco da tarde, fui correndo para o hotel. Cheguei e constatei que ela ainda não tinha voltado. Fiquei um pouco preocupado, mas estava para lá de excitado. Será que ela estava trepando com o Júlio?

Tomei um banho rápido, vesti só uma bermuda e fiquei assistindo televisão. Nem sei o que passava; não estava prestando atenção. Minha mente estava na minha esposa que devia estar nos braços de outro homem, naquele momento.

Ela chegou por volta das oito da noite. Estava sensualmente vestida.

Saia curta e uma blusa ligeiramente transparente, que permitia ver o sutiã na cor da pele, por baixo. À primeira vista parecia que ela não usava nada, por baixo da blusa. A maioria dos homens deve ter ficado olhando, até perceber o sutiã, frustrando a vontade de degustarem visualmente os seios deliciosos da minha esposa.

Minha irritação com ela havia sumido e eu não saberia descrever o que sentia. Era um misto de ansiedade, ciúme, excitação… Sentimentos que, juntos, causavam-me uma mistura de emoções muito estranha. Eu estava louco de vontade de beijá-la, cheirá-la, lambê-la. Eu já estava morrendo de tesão.

Ela tinha um ar de preocupação. Parecia querer me encarar, para identificar o que eu estava sentido, mas ao mesmo tempo queria evitar o meu olhar. Eu a olhei com um ar de interrogação, mas não toquei no assunto. Ela falava de outras coisas, mas percebi que estava um pouco tensa. Isso, por si só, já me deu a certeza de que eu já era corno.

Resolvi acabar com as preliminares e perguntei diretamente:

- Você deu para ele?

- Nossa! Não precisa ser grosso comigo.

- Eu não estou sendo grosso. Só estou querendo saber e acabar com esta enrolação. Você deu, ou não deu.

- Dei. – Ela falou baixo e com a voz tensa e trêmula.

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Este é um texto dividido em 2 capítulos, e este é o primeiro. A segunda parte é uma delícia, também. Talvez mais excitante, até, porque descreve, nas palavras da Sônia o sexo entre ela e o Júlio. Leiam o próximo. Degustem o texto; ele completa o tesão desta história. Gozem com o próximo capítulo, mas não esqueça de votar nesta primeira parte, se achar que ela merece o seu voto.
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Foto Perfil Mar & Sol

Ficha do Conto

Escritor:
maresol

Nome do conto:
Minha esposa, enfim, me fez corno – 1 de 2

Codigo do conto:
43354

Categoria:
Traição/Corno

Data do Envio:
22/02/2014

Quant.de Votos:
14

Quant.de Fotos:
3

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Ultimos Comentários
Comentado por: docecomomel em: 24/02/2014
Mais um belo conto
Comentado por: MATavares em: 24/02/2014
Mar, Dessa vez, por coincidência, nossos contos foram publicados no mesmo dia. Seus contos (casos reais) são sempre deliciosos e deixam todos nós que somos cornos satisfeitos. Espero que você esteja bem e que a sua Sol continue tão linda como sempre. Beijão Marco

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