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titia putinha


Tem coisas na vida que acontecem sem aparentes motivos. São situações que parecem querer ficar para sempre em nossa memória. O conto que narrarei a seguir é uma dessas coisas inesquecíveis.
Em Janeiro de 2000, eu estava com 15 anos, e fui passar férias colegiais em Petrópolis, no interior do Rio, na casa dos meus tios. Eu morava, e ainda moro, na capital. Hoje, sou estudante universitário de Biologia. Meu nome é João. Tenho muito orgulho do relacionamento de amizade sincera com os meus pais. Principalmente, a minha mãe.
Sempre tive um tesão especial pela minha tia. Lá em sua casa todos eram crentes. Seus filhos, meus priminhos, eram bem mais novos do que eu. Por ser evangélica, minha tia usava uns vestidos feios e estranhos. Ela é baixinha. Tem o rabo bem empinado. Era isso o que mais me enlouquecia, pois seu imenso rabo fofo e carnudo ficava sacolejando dentro dos vestidos que trajava. Eu era louco por aquele rabo da titia. Eu já havia lhe prestado várias homenagens, dedicando várias punhetas em sua intenção. Sinceramente, eu sempre achei meu tio com cara de “mosca morta”. O tipo “Zé Cornudo”.
Num belo dia, ao voltarmos de um passeio no centro da cidade, num superlotado ônibus coletivo, eu pude flagrar um sujeito tarado bem atrás da titia. O cara, simplesmente, tava enfiado no rabão da minha tia crente. Ela, por sua vez, fingia não sentir nada. Ou melhor, ela sentia tudo, jogando o traseiro, de vez em quando, contra o pau do sujeito. Ela achava que eu não tava percebendo nada. Numa certa hora, o tarado viu que eu olhava para ele. Então, ocara deu um sorrisinho bem cínico, e continuou a encoxar minha tia vadia. Meu pau tava duro dentro da bermuda que eu usava. Fiquei mais louco ainda, ao ver que o cara tava pondo a mão no bumbum dela, dando dedadas e apertões naquele traseirão evangélico. Eu não sabia que minha tia era tão sonsa e safada, pois ela rebolava e facilitava tudo para o tal cara. Porra, ela não respeitava nem a presença dos filhos. Que grande vagabunda devia ser ela, hein?!
Acontece que, se eu já não estava acreditando no que meus olhos viam, a sacanagem dos dois ainda iria mais longe ainda. Num dado momento, quando o trânsito parou tudo lá fora, eu vi que o taradão, que usava um short preto bem folgado, pôs o pau duro pra fora, apontando-o para o rabão da titia. Acho que ele havia feito um corte no tecido do vestido branco dela. O sujeito enfiou o pau no traseiro dela. Minha tia chegava a rebolar mais, mordendo os lábios de prazer. O cara segurava suas nádegas, fazendo movimentos seguidos e repetidos. Era como se ele tivesse enrabando mesmo a vagabunda. Na realidade, acho que ele tava mesmo. Pela maneira como se portavam, aquilo devia ser coisa normal e antiga entre os dois. Titia debruçava o tronco para frente, jogando o rabão para o cara. Poucos minutos depois, o sujeito desceu do coletivo. Ao chegarmos no ponto próximo a casa dela, nós descemos juntos. Eu pude ver que a minha tia estava toda melada no rabo. O cara havia gozado muito nela.
Quando entramos na casa dela, por volta das 18:30 horas, o meu tio ainda não havia chegado do trabalho. Com uma certa dificuldade, consegui me desvencilhar do carinhoso assédio dos meus priminhos, pois eu queria tentar espiar minha tia pelo buraco da fechadura do banheiro do seu quarto. Já fazia uma semana que eu estava na casa deles. Quase todo dia, eu a espiava, batendo uma maravilhosa bronha ao vivo. Aquele bundão me deixava louco de tesão... Bem, no exato momento em que coloquei o olho no buraco da fechadura, eu pude vê-la se despindo toda. Minha tia tirou o vestido, ficando, completamente nua. Do mesmo jeitinho que veio ao mundo para pecar e, mais tarde, trair o meu tio chifrudo. A safada começou a limpar a sujeira deixada pelo tarado em seu rabo gostoso. Daí, sem a menor cerimônia ou timidez, ela pôs o dedinho na buceta, iniciando uma tentadora masturbação. A água do chuveiro elétrico caía barulhenta, fazendo esconder seus gemidos de prazer. Eu, do lado de fora, me acabava na punheta, vendo aquela cena inacreditável.
Como dizem, “o que é bom, dura pouco”. Eu fui flagrado pelo meu tio, naquela situação em que me encontrava. Tomei um grande sermão. Fui obrigado a voltar para o Rio de Janeiro na mesma hora. Meu tio telefonou para minha casa, contando todo o ocorrido para a minha mãe. Sem dúvida, outro esporro corretivo me aguardava em casa, pois minha mãe jamais iria perdoar o fato de eu estar espiando a sua própria irmã. Fiquei tão transtornado e confuso com o flagrante, que não tive a menor iniciativa de contar para o meu tio sobre as safadezas que mulher dele fazia, dentro do coletivo. Poxa, eu podia ter até arrumado um jeito de chantageá-la. Quem sabe, eu não enrabaria aquela safada também... Fui muito otário, naquela hora!
Pelo menos, ao sair da casa deles, eu cochichei no ouvido dela: “Tia, eu vi o que você e aquele cara fizeram no ônibus, tá?!”. Ela ficou um pouco pálida, mas não chegou a perder a pose de falsa mulher séria. Ela manteve-se segura, expulsando-me de sua casa.
Em outras oportunidades futuras, eu tentei chegar junto da safada titia, pensando sempre em comê-la também. Em ralação ao que vi no ônibus, eu não tinha como provar nada sobre a sacanagem dela e o taradão que colocou o pau e gozou em sua bunda. Alguns meses depois, minha tia foi desmascarada, pois o meu tio “chifrudo” descobriu num flagrante que ela tinha o hábito de fazer sexo anal com outros homens. Minha tia vadia telefonou para minha mãe aos prantos, quando foi descoberta no ato da traição. Mais tarde, ela contou para minha mãe que tudo começou com um caso que ela tinha com um estranho sujeito que lhe atacava no ônibus. Segundo titia, aquele tal sujeito teria sido o primeiro homem com quem ela “pulou a cerca”. Depois, eu tomei conhecimento, por um sigiloso e sincero desabafo da minha mãe, que sua irmã havia transado com outros homens. Eram pessoas como o Pastor da Igreja que ela freqüentava, Um grande amigo do meu tio, um cara bem forte de pele negra... E foi com este último cara que ela foi descoberta, num terreno de uma casa abandonada. Titia chegou a confessar para minha mãe que se sentia, completa e totalmente, perdida e possuída por um incontrolável desejo carnal, chegando a ter praticado até sexo com dois homens ao mesmo tempo. A safada também era adepta da popular “suruba”. Um dia, meu tio recebeu uma ligação telefônica anônima, denunciando todo o fato, que já era corriqueiro, segundo a voz denunciante. Tal situação já havia sido até fotografada por alguém, documentando as gostosas safadezas da titia vadia. As tais fotos foram enviadas para o titio “cornudo”, revelando de forma clara e indiscutível uma orgia anal e oral, praticada por dois caras em minha tia, ao mesmo tempo. Em nossa família, comenta-se até que titia teve que fazer uso de medicamentos, pois os caras conseguiram fazer um grande estrago nela, por trás. Eu passei a ser um bom “ouvido” para a minha mãe, pois ela não se conforma em saber que minha tia fez todas aquelas coisas horríveis. Além de tudo, eu aproveitava as conversas com minha mãe para me informar sobre toda a situação da minha titia vagabunda. Enfim, com o passar do tempo, o meu tio a perdoou por tudo. Eles continuam juntos. Minha tia jura por tudo que se corrigiu, e que não voltou a praticar aquelas barbaridades. Eu, por minha vez, não acredito nada nessa mudança dela. Até hoje ainda sonho com o dia em que vou poder comer e gozar na bundona da titia, tal qual fizeram todos aqueles homens. Bem, agora, se vocês me dão licença, eu vou “bater mais uma punhetinha” para ela, já que fiquei bastante excitado, relembrando tudo isso.


Ficha do Conto

Escritor:
rela764967

Nome do conto:
titia putinha

Codigo do conto:
4520

Categoria:
Traição/Corno

Data do Envio:
17/04/2005

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
0

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